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Temer estuda plano contra falta de popularidade

Temer estuda plano contra falta de popularidade

  Apu Gomes - 15.set.2017/AFP  
Brazil's President Michel Temer delivers a speech during the opening ceremony of the Paulo Niemeyer Brain's Institute (Centro de Radiocirurgia do Instituto Estadual do Cerebro Paulo Niemeyer), in Rio de Janeiro, Brazil, on September 15, 2017. Brazil's chief prosecutor on Thursday charged President Michel Temer with obstruction of justice and leading a criminal group in the biggest climax yet to the country's ever-growing corruption scandal. / AFP PHOTO / Apu Gomes
Michel Temer em discurso no Centro de Radiocirurgia do Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer

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Aprovação de Temer cai a 5%, mas cresce apoio a permanência

A gestão Michel Temer (PMDB) atingiu a maior reprovação já registrada pelo Datafolha desde o início da redemocratização no país. Por outro lado, cresceu a adesão à permanência do presidente no poder até o fim de seu mandato. Consideram o governo Temer ruim ou péssimo 73% dos brasileiros. Com isso, o peemedebista superou a pior taxa de Dilma Rousseff (PT), 71% em agosto de 2015, e tornou-se o presidente mais rejeitado pela população desde o fim da ditadura.

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Brasil tem um prefeito cassado por semana

Paraty. Cidade teve prefeito cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral - Ana Branco / Agência O Globo


SÃO PAULO - Cerca de 14 mil eleitores de Fundão, na região metropolitana de Vitória, no Espírito Santo, vão escolher hoje o seu novo prefeito. A 1,5 mil quilômetros dali, os dez mil moradores da pequena Petrolina de Goiás, pertinho da capital Goiânia, também conhecerão o seu novo governante. Ambas se somam aos 43 municípios que, desde as 
eleições de 2016, tiveram que retornar às urnas porque os vencedores do pleito anterior tiveram seus registros de candidatura ou diplomas anulados pela Justiça Eleitoral. Há ainda quatro cidades que se preparam para realizar novas eleições nos próximos meses. Na ponta do lápis, a conta é de um prefeito cassado por semana no Brasil por problemas como ficha limpa, abuso de poder econômico e político, compra de voto e propaganda eleitoral irregular.

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Mais de 46 mil empresas não pagaram INSS de funcionários nos últimos quatro anos

BRASÍLIA - A Receita Federal identificou irregularidades no pagamento da contribuição previdenciária em 46.483 empresas de pequeno e médio porte. Esse grupo apresentou dados inconsistentes na hora de acertar as contas com o Leão, o que indica uma sonegação de R$ 1,406 bilhão. Diante disso, o Fisco já emitiu um alerta aos contribuintes dando a eles a chance de fazer uma autorregularização antes de serem autuados.

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Temer recua e vai revogar decreto que extinguiu reserva de cobre na Amazônia

Carla Araújo, Tânia Monteiro e Anne Warth, O Estado de S.Paulo

25 Setembro 2017 | 16h37

 

Renca
Imagem aérea da Rio Amapari, nos limites da Renca. A região é uma das mais bem preservadas da Amazônia Foto: Daniel Beltrá/Greenpeace

BRASÍLIA -  O presidente Michel Temer decidiu revogar o decretode extinção da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca), uma área da floresta entre os estados do Amapá e do Pará. O Ministério de Minas e Energia informou ter encaminhado ao Palácio do Planalto a solicitação e o governo confirmou a decisão.

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As fraudes no auxílio-doença

O Estado de S.Paulo

24 Setembro 2017 | 03h00

A justa proteção que é dada pelo Estado aos trabalhadores temporariamente incapacitados para exercer seus ofícios por mais de 15 dias, seja por doença ou por acidente de trabalho, converteu-se em mais um meio de desvio de recursos públicos. E um dos mais deletérios, se é possível estabelecer uma gradação da desonestidade com que alguns parecem olhar o erário, tomando-o como mera fonte de obtenção de benefícios privados, por vitimar não apenas o conjunto de contribuintes, mas uma parcela significativa de cidadãos que, verdadeiramente, estão mais vulneráveis.

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Cidades onde só há emprego na prefeitura

Renée Pereira, enviada especial, O Estado de S.Paulo

22 Setembro 2017 | 05h00

BOM JESUS DA SERRA (BA) - Na pacata Bom Jesus da Serra, no interior da Bahia, 9 em cada 10 trabalhadores com carteira assinada são funcionários da prefeitura. Com renda fixa e estabilidade, eles são a pequena elite da cidade de apenas 10,5 mil habitantes. Quem não tem emprego na gestão municipal, trabalha no comércio ou tem como principal fonte de renda o Bolsa Família ou o Bolsa Safra, concedido aos agricultores que não conseguem fazer sua plantação, de feijão ou milho, vingar. O comércio é pequeno, formado por padarias, botecos, pequenas lojas de roupas e mercados. Para conseguir uns trocados, tem estabelecimento que vende até Wi-Fi: R$ 1 por 24 horas.

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Em 2017, apenas 9 Estados melhoram o desempenho

José Fucs, O Estado de S.Paulo

20 Setembro 2017 | 05h00

Em meio à mais longa e profunda recessão da história recente do País, que só agora dá sinais de ter ficado para trás, realizar uma gestão pública de qualidade tornou-se ainda mais difícil do que de costume. Com a retração da atividade econômica, a arrecadação diminui e os gastos, muitas vezes, até aumentam, puxados pelos custos crescentes da máquina administrativa e o pagamento de benefícios polpudos aos servidores aposentados. Sobra pouco, muito pouco, quando sobra, para realizar os investimentos necessários ao desenvolvimento e à promoção do bem-estar da população.

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INSS gastou R$ 1,1 bilhão em aposentadoria e pensão a mortos

O INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) registrou, em 2016, um rombo de pelo menos R$ 1,1 bilhão em aposentadorias e pensões pagas a beneficiários mortos –muitos delas morreram há mais de uma década–, conforme antecipou a coluna Mercado AbertoA informação consta de um relatório elaborado por técnicos do Ministério da Transparência e da Controladoria-Geral da União ao qual o UOL obteve acesso.

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Bancos terão de restituir R$ 1 bilhão ao INSS pagos após morte de beneficiários

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), no decorrer de suas avaliações sistemáticas junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), identificou que o órgão previdenciário encontra dificuldades para recuperar, junto às instituições financeiras, valores de pagamentos realizados após a morte dos beneficiários. No total, são mais de R$ 1 bilhão referentes a 73.556 processos analisados em 2016 e encaminhados para cobrança administrativa. Apenas 12% (R$ 119 milhões) foram devolvidos até o momento.

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