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No buraco, poder político recebe terra por cima

Com a paralisação dos caminhoneiros em declínio, o país começa a voltar à normalidade. E o normal no Brasil, como se sabe, é a anomalia da corrupção. A Polícia Federal voltou às ruas para estourar um balcão de venda de registros de sindicatos que funciona no Ministério do Trabalho. Coisa comandada pelo PTB do ex-presidiário do mensalão Roberto Jefferson. Que rapidamente declarou não ter nada a ver com o ocorrido.

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MDB explora era Dilma para defender Temer

Daniela Lima / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

Com sua gestão rejeitada pela maioria da população, o MDB decidiu desenterrar os esqueletos do governo Dilma Rousseff (PT) no documento em que faz um balanço da presidência de Michel Temer e apresenta suas diretrizes para o debate eleitoral, num aceno à pré-candidatura de Henrique Meirelles.

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O poder e o despudor VEJA

Há um ano, a JBS, a maior processadora de carne do mundo, tornou-se também uma referência entre os campeões nacionais da propina. Em 11 de maio de 2017, a homologação do acordo de delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da empresa, e de cinco de seus subordinados, revelou ao país o repasse de 1 bilhão de reais a políticos e servidores públicos. Desde então, a pessoa jurídica, JBS, e as pessoas físicas, Joesley e Wesley, percorrem trajetórias distintas. A companhia, depois do sufoco, anunciou na semana passada aumento do lucro líquido, redução do endividamento e um novo acordo de renegociação com os bancos. Já os irmãos Batista perderam a imunidade criminal, permaneceram seis meses na cadeia e já figuram como réus. O caso de Joesley é ainda mais espinhoso. A procuradora-­geral da República, Raquel Dodge, denunciou-o por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.

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Parada há 14 meses, obra de expansão do Frotinha da Parangaba completa 10 anos

(Foto: Mauri Melo / O POVO)
A obra de ampliação do Hospital Distrital Maria José Barroso de Oliveira, o Frotinha da Parangaba, completou 10 anos, atravessando duas gestões municipais: a da ex-prefeita Luizianne Lins (PT) e a do atual prefeito Roberto Cláudio (PDT). Desse período, foram sete anos parados. A construção foi retomada em agosto de 2016, durou seis meses e parou novamente em março de 2017. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) não deu prazo para conclusão.

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Governo proíbe banco público de renegociar dívidas rurais de R$ 17 bi

Adriana Fernandes e Gustavo Porto, O Estado de S.Paulo

15 Maio 2018 | 04h00

Sem dinheiro em caixa, o governo determinou que os bancos públicos não renegociem dívidas de produtores rurais, beneficiados pela aprovação no Congresso de uma lei que lhes concede descontos de até 95% no saldo devedor. Esses descontos terão de ser bancados pelo Tesouro Nacional, mas não há previsão no Orçamento para isso. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o custo total para o Tesouro poderia chegar a R$ 17 bilhões, caso todos os produtores renegociassem as dívidas.

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