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Covid-19: Brasil tem 8.195 casos e 62 mortes em 24 horas

O Brasil registrou, em 24 horas, 8.195 casos e 62 mortes por covid-19 segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 30.953.579 casos e 666.453 mortes pela doença.

O boletim indica que 29.944.584 pessoas se recuperaram da doença, o que representam 96,7% dos infectados pela covid-19. Há ainda 342.541 casos em acompanhamento.

Segundo o ministério, o boletim não traz dados atualizados do Distrito Federal e dos estados do Ceará, do Maranhão, de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins. O Mato Grosso do Sul não atualizou o número de óbitos. Esses dados não foram atualizados porque o ministério não recebeu os dados das secretarias estaduais de Saúde antes da divulgação do boletim.

Estados

São Paulo é o estado que tem o maior número de casos e de mortes por covid-19, com 5.502.590 e 169.234, respectivamente. No número de casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (3,4 milhões) e Paraná (2,5 milhões). Os menores números estão no Acre (125.975), em Roraima (155.745) e no Amapá (160.421).

Entre os óbitos, o segundo e o terceiro estado com maior número de mortes são Rio de Janeiro (73.797) e Minas Gerais (61.544). Os menores números está no Acre (2.002), no Amapá (2.134) e em Roraima (2.152).

Boletim epidemiológico covid-19
Boletim epidemiológico covid-19 - Ministério da Saúdeb

Vacinação

Segundo o Ministério da Saúde, foram aplicados até agora 434,37 milhões de doses de vacina contra a covid-19, sendo 176,98 milhões da primeira dose, 158,97 milhões da segunda dose e 4,89 milhões de doses únicas. 

A primeira dose de reforço foi aplicada em 85,5 milhões de pessoas, a segunda dose de reforço em 4,28 milhões e a dose adicional em 3,74 milhões.

Edição: Fábio Massalli / AGÊNCIA BRASIL

Projeto em 19 maternidades do SUS reduz mortalidade materna em 37%

Projeto desenvolvido em 19 hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) reduziu a mortalidade materna em mais de 30%. Foram desenvolvidas ações de melhoria nos procedimentos médicos com foco nos três principais motivos para a morte de gestantes, que são: hipertensão, hemorragia e infecção. O projeto é coordenado pelo Hospital Albert Einstein com apoio do programa MSD para Mães, da farmacêutica Merck. O Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna é celebrado neste sábado (28).

A ação resultou na queda de 37% na taxa de mortalidade materna geral. Quando observados apenas os três fatores que causam mais mortes, o índice é ainda maior: 58%. Nos casos de sepse, que é a infecção generalizada, foi registrada queda de 73%. Considerando apenas os casos de hemorragia, houve redução de 86%.

A iniciativa utiliza uma metodologia chamada ciência da melhoria.

“A gente faz uma análise de como funciona hoje o atendimento de uma gestante que está sob um risco, com base nesta análise de fluxo, a gente consegue atuar sobre os pontos em que há um risco maior. Testamos as mudanças junto com eles [a equipe]”, explica Romulo Negrini, coordenador médico da obstetrícia do Einstein. São feitos, então, testes em pequenas escalas e, a partir da análise dos resultados, são estabelecidos novos processos.

Dados do Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde, mostram que a cada 100 mil nascimentos registrados, 107 mulheres morrem por causas relacionadas à gestação e ao parto. “Hoje, a gente chama esse projeto de ‘Todas as mães importam’, porque nós não queremos perder nenhuma mãe. A gente reconhece que 92% das mortes maternas são evitáveis”, aponta Negrini.

A fase piloto do Projeto de Redução de Mortalidade Materna foi feita no Hospital Agamenon Magalhães, em Recife. Depois, a iniciativa foi ampliada para 19 hospitais públicos, distribuídos em sete estados: além de Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará, Pará e Rondônia. Da fase atual, iniciada em agosto de 2021 na Bahia, participam cinco maternidades de Salvador, uma de Feira de Santana e nove unidades de atenção primária também em Salvador.

Pontos de atenção

Negrini destaca que o projeto na Bahia abrange não apenas hospitais, mas toda a rede de saúde. “Hospital, unidade básica, onde é feito o atendimento pré-natal e o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência], que é aquele sistema de atendimento móvel que faz o transporte das pacientes de uma unidade de baixo risco para uma unidade de risco maior”, enumera. Ele aponta o pré-natal como uma etapa fundamental para a identificação de cuidados necessários.

O médico acrescenta que os primeiros passos incluem saber se a paciente está sob risco. “Trabalhamos com eles [equipes] quais os critérios para o reconhecimento desse risco e aí a atuação em cima desse reconhecimento”, aponta. Um segundo entrave para um atendimento adequado envolve dificuldades de transporte da paciente. “Estou numa unidade que eu tenho poucos recursos e eu preciso transferir para a unidade de mais recursos, mas existem coisas que eu posso fazer antes. Não preciso necessariamente esperar a transferência”, exemplifica.

Outro aspecto que o coordenador chama atenção é o recorte de raça para as mortes maternas. “Independentemente da classe social, se a gente considerar pessoas da mesma classe social, as mulheres pretas e pardas morrem mais do que as mulheres brancas. A gente trabalha muito nesse quesito para que isso seja considerado um fator de atenção para que a gente possa dar equidade no atendimento. É um dos quesitos importantes do nosso projeto”, explicou.

Desafios

A covid-19 representou um complicador a mais em um cenário já preocupante de mortalidade materna. “Pensando no Brasil, a gente vem em uma descendente, mas uma descendente muito lenta. Existe um pacto, da saúde do milênio, para que a gente chegue a 30 mortes para cada 100 mil nascidos em 2030. Entretanto, na era covid, pensando no Brasil como um todo, a gente chegou a mais de 100 mortes para cada 100 mil nascidos vivos”, lamentou o médico. Ele lembra que antes a taxa era de 70 mortes para cada 100 mil nascidos. “Se a gente considerar países europeus, eles têm menos de 10. A gente tem muito o que caminhar”, comparou.

Ele lembra, como outro aspecto que pode ter favorecido as mortes de gestantes na pandemia, a menor frequência na busca por serviços de saúde. “Aquelas mulheres que tinham medo de sair de casa, medo de ir ao hospital, então uma hipertensa, que poderia ter um controle, passa a se descontrolar, porque não teve o acompanhamento pré-natal adequado; uma diabética não teve o acompanhamento adequado. Isso tudo acaba contribuindo”, acrescentou.

Matéria alterada às 14h00 para correção de informação. O projeto é coordenado pelo Hospital Albert Einstein com apoio do programa MSD para Mães, da farmacêutica Merck e não com parceria com o Institute for Healthcare Improvement (IHI) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Edição: Claudia Felczak / AGÊNCIA BRASIL

Covid-19: Brasil teve 33,9 mil novos casos e 143 mortes em 24 horas

O Brasil registrou, em 24 horas, um total de 33.910 novos casos de covid-19. No mesmo período, foram confirmadas 143 mortes em decorrência do vírus, segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Saúde, com base em dados enviados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. 

O número total de casos confirmados da doença, desde o início da pandemia, é de 30.880.512, e o de óbitos chegou a 666.180.

Ainda segundo o boletim, 29.917.271 pessoas se recuperaram da doença e 297.061 casos estão em acompanhamento.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil
Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil - Ministério da Saúde


O boletim ainda informa que há 3.271 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação, casos em que pode ser confirmada a morte por covid-19 poteriormente.

Estados

Em número de infecções, São Paulo lidera entre os estados com mais de 5,4 milhões de casos, seguido por Minas Gerais (3,39 milhões), Paraná (2,50 milhões), Rio Grande do Sul (2,41 milhões) e Rio de Janeiro (2,18 milhões).

Entre as mortes por covid-19, o estado de São Paulo com 169.118 casos, seguido por Rio de Janeiro (73.791), Minas Gerais (61.533), Paraná (43.289) e Rio Grande do Sul (39.490). O menor número de mortes foi registrado no Acre (2.002), Amapá (2.133), Roraima (2.152) e Tocantins (4.157). 

O estado do Mato Grosso do Sul não enviou dados para o balanço desta quinta. 

Vacinação

A página do Ministério da Saúde que atualiza os dados da vacinação informa que já aplicadas 433,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o início da campanha, sendo 176,8 milhões com a primeira dose e 158,7 milhões com a segunda dose. A dose única da vacina da Janssen foi aplicada em 4,8 milhões de pessoas. Outras 84,9 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose de reforço e 3,9 milhões de habitantes receberam o segundo reforço.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira / AGÊNCIA BRASIL

Governo entrega 500 moradias populares em Coronel Fabriciano

BOLSONARO ENTREGA CASAS

 

Famílias de baixa renda de Coronel Fabriciano, cidade que fica na região do Vale do Aço, leste de Minas Gerais, receberam as chaves da casa própria nesta quinta-feira (26). Ao todo, foram entregues 500 unidades habitacionais pelo programa Casa Verde Amarela. Foram aplicados R$ 37,5 milhões em recursos federais para as obras. A inauguração do Residencial Buritis teve a presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, além de políticos e autoridades da região.

"Àqueles todos que estão recebendo as chaves da sua casa no dia de hoje, parabéns. Eu bem sei o valor de uma casa própria. Realmente, é como uma carta de alforria, uma liberdade e a certeza de ter um teto onde morar para o resto da vida", disse Bolsonaro. 

Dentre os 500 beneficiários, 401 são mulheres responsáveis pela economia familiar. Além disso, entre homens e mulheres, há 61 idosos e 61 portadores de deficiência, informou o governo. O residencial tem 25 blocos, cada um com 20 apartamentos, divididos entre térreo e quatro andares. 

O condomínio tem infraestrutura completa, com drenagem, esgoto, água, pavimentação, energia elétrica, iluminação pública e transporte público. Nas proximidades, há postos de saúde e de segurança, escolas e creches.

Agenda

O presidente chegou a Minas Gerais no início da tarde. Bolsonaro desembarcou no aeroporto de Ipatinga e, de lá, foi de moto até a cidade de Coronel Fabriciano para a entrega de casas. 

Após a agenda no Vale do Aço, Bolsonaro e sua comitiva segue para Belo Horizonte onde participa, a partir das 20h, da solenidade de posse do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, que foi reeleito para o cargo. Depois do evento, ele retorna para Brasília.

Edição: Fábio Massalli / AGÊNCIA BRASIL

Covid-19: Brasil registra 9,7 mil casos e 132 mortes em 24 horas

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 9.787 novos casos de covid-19. No mesmo período, foram confirmadas 132 mortes em decorrência da doença, segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (25). O levantamento é feito com base em dados enviados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.

Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 30.846.602 casos confirmados da doença e 666.037 óbitos.

Ainda segundo o boletim, 29.895.469 pessoas se recuperaram da doença e 285.096 casos estão em acompanhamento.

O boletim informa ainda que há 3.265 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação.

boletim epidemiológico 25.05.2022
divulgação/Ministério da Saúde

Estados

O estado de São Paulo lidera o ranking de mortes por covid-19, com 169.053 casos, seguindo por Rio de Janeiro (73.791), Minas Gerais (61.520) e Paraná (43.284). O menor número de mortes é registrado no Acre (2.002), Amapá (2.133), Roraima (2.152) e Tocantins (4.157).

Vacinação

A página do Ministério da Saúde que atualiza os dados da vacinação estava indisponível na tarde desta quarta-feira. Até ontem (24), haviam sido aplicadas 432 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 176,8 milhões de primeira dose e 158,5 milhões com a segunda dose.

A dose única da vacina da Janssen foi aplicada em 4,8 milhões de pessoas. Outras 84,5 milhões já receberam pelo menos uma dose de reforço e outras 3,5 milhões já receberam o segundo reforço.

Edição: Denise Griesinger / AGÊNCIA BRASIL

Decreto presidencial une estatais de infraestrutura e cria a Infra S/A

Decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado hoje (25) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) autoriza a união de duas empresas públicas de infraestrutura para a formação de uma nova, a Infra S/A.

Pelo decreto, fica autorizada a incorporação da Empresa de Planejamento e Logística S/A (EPL) pela Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias. Todas as atribuições e compromissos de ambas as estatais serão absorvidas pela nova empresa a ser criada.

A previsão é de que o processo de formação da nova empresa dure 180 dias. Pelos cálculos do governo, a junção deve resultar em economia aos cofres públicos de R$ 30 milhões no primeiro ano e de R$ 90 milhões em anos seguintes.

A economia seria gerada “pelos ganhos de produtividade com a reorganização de processos, otimização dos contratos atuais e por meio de mais redução com gastos com pessoal”, disse o Ministério da Infraestrutura, em nota.

“A vocação da companhia será de fomentar o desenvolvimento e a inovação da infraestrutura de transporte e logística multimodal no Brasil de forma sustentável, abrangendo a realização de diagnósticos, estudos e planejamento de Infraestrutura multimodal para apoio na elaboração de políticas públicas e o desenvolvimento de modelagem de concessão de ativos”, informou a pasta.

A fusão foi embasada no relatório de uma consultoria independente, segundo o qual as duas empresas de infraestrutura já atuavam de forma complementar e, algumas vezes, sobreposta. A Valec é a estatal responsável pela gestão e construção de ferrovias. A EPL atua na elaboração do Plano Nacional de Logística e em projetos e estudos de concessões.

Edição: Fernando Fraga / AGÊNCIA BRASIL

Foguete da SpaceX lança dois satélites da Força Aérea Brasileira

O foguete Falcon 9, da empresa SpaceX, colocou em órbita dois satélites de sensoriamento remoto radar (SRR) projetados pela Força Aérea Brasileira (FAB). O lançamento ocorreu nesta quarta-feira (25), por volta das 15h30, no Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral (Flórida), nos Estados Unidos (EUA). Os equipamentos, batizados de Carcará I e Carcará II, fazem parte do Projeto Lessonia 1, da FAB, e consistem na aquisição de uma constelação de satélites de órbita baixa. 

Eles serão usados pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), operado em conjunto pelas Forças Armadas e por agências governamentais. Segundo a FAB, os equiapementos usam um sensor ativo de detecção capaz de gerar imagens de alta resolução, que podem ser obtidas a qualquer hora do dia e da noite, independentemente das condições meteorológicas, já que o sinal atravessa as nuvens. 

"A ideia é vigiar as fronteiras e combater o tráfico de drogas, a mineração ilegal e as queimadas florestais. Também será possível monitorar desastres naturais e atualizar os mapas da região amazônica", informou a Aeronáutica. Cada satélite tem dimensão de um metro cúbico e pesa cerca de 100 quilogramas (Kg) e cinco paineis solares.

A SpaceX é uma empresa do bilionário norte-americano Elon Musk, atua no mercado de lançamentos espaciais comerciais. O empresário também é presidente da Tesla, maior fabricante de carros elétricos do planeta. Na última sexta-feira (20), Musk esteve no Brasil e se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro, ministros e empresários. No encontro, eles conversaram sobre uma parceria do governo brasileiro com o projeto de conectividade sub-orbital Starlink, vinculado à SpaceX. De acordo com Musk, a ideia é viabilizar a conexão de 19 mil escolas brasileiras usando o sistema de satélites de internet.

Edição: Maria Claudia / AGÊNCIA BRASIL

Covid-19: Brasil registra 32,8 mil novos casos e 239 mortes em 24h

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, um total de 32.820 novos casos de covid-19. No mesmo período, foram confirmadas 239 mortes em decorrência do vírus, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje (24) pelo Ministério da Saúde, com base em dados enviados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. 

O número total de casos confirmados da doença, desde o início da pandemia, é de 30.836.815, e o de óbitos chegou a 665.905.

Ainda segundo o boletim, 29.885.580 pessoas se recuperaram da doença e 285.330 casos estão em acompanhamento.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.

O boletim ainda informa que há 3.276 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação.

Estados

O estado de São Paulo lidera o número de mortes por covid-19, com 169.012, seguindo por Rio de Janeiro (73.789), Minas Gerais (61.478) e Paraná (43.282). O menor número de mortes é registrado no Acre (2.002), Amapá (2.152), Roraima (2.152) e Tocantins (4.156). 

boletim epidemiológico 24.05.2022
boletim epidemiológico 24.05.2022 - Ministério da Saúde

Vacinação

Até o momento já foram aplicadas 432 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 176,8 milhões com a primeira dose e 158,5 milhões com a segunda dose. A dose única da vacina da Janssen foi aplicada em 4,8 milhões de pessoas. Outras 84,5 milhões já receberam pelo menos uma dose de reforço e outras 3,5 milhões já receberam o segundo reforço.

Edição: Claudia Felczak / AGÊNCIA BRASIL

Nº de famílias em situação de miséria na cidade de SP dispara 50% em 1 ano, diz site

O número de família em situação de extrema pobreza aumentou 50% na cidade de São Paulo, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social obtidos com exclusividade pelo g1.

Segundo o levantamento do site, mais de 619 mil famílias vivem nessa situação atualmente. Os dados foram coletados do Cadastro Único (CadÚnico) do município, que classifica como de extrema pobreza as famílias com renda per capita mensal de até R$ 105.

Ainda de acordo com o g1, antes do início da pandemia, em janeiro de 2019, 412.337 famílias estavam nessa situação na capital paulista. Em janeiro de 2020, esse número subiu para 450.351, um aumento de 9,21%.

No ano seguinte, em janeiro de 2021, houve um aumento de 5,2% em relação a janeiro anterior, chegando a 473.814 família. Desta vez, em janeiro de 2022, esse número saltou para 619.869, um aumento de 49,7%. ISTOÉ

 

Governo anuncia corte de imposto de importação de arroz, feijão e outros itens básicos

Bernardo Caram / FOLHA DE SP
BRASÍLIA | REUTERS

A Camex (Câmara de Comércio Exterior) aprovou nesta segunda-feira (23) uma nova redução de 10% nas alíquotas do Imposto de Importação sobre a maior parte dos produtos comprados no exterior, informou o Ministério da Economia, em iniciativa que não contou com aval do Mercosul e busca combater a inflação e ampliar a abertura comercial do país.

A decisão foi tomada em reunião extraordinária da Camex e alcança cerca de 87% do universo tarifário do país, com 6.195 códigos de produtos.

A medida, que é temporária e valerá de 1º de junho deste ano a 31 de dezembro de 2023, representa um corte adicional do imposto. Em novembro do ano passado, o governo já havia reduzido em 10% as alíquotas do universo da TEC (Tarifa Externa Comum) unilateralmente, sem aval de todos os membros do Mercosul, dizendo haver urgência para lidar com a alta de preços.

A renúncia de arrecadação com as reduções tarifárias, segundo o ministério, é estimada em R$ 3,7 bilhões.

De acordo com a pasta, o objetivo da medida é aliviar as consequências econômicas negativas decorrentes da pandemia de Covid-19 e da Guerra da Ucrânia, especialmente a inflação.

"A nova redução irá contribuir para o barateamento de quase todos os bens importados, beneficiando diretamente a população e as empresas que consomem esses insumos em seu processo produtivo", disse em nota.

Entre os produtos incluídos na redução tarifária, o ministério citou feijão, carne, massas, biscoitos, arroz e materiais de construção.

Estimativa apresentada pela pasta aponta que as reduções nas tarifas terão impacto acumulado de R$ 533,1 bilhões de incremento no PIB e de R$ 376,8 bilhões em investimentos até 2040.

Segundo o ministério, a decisão de reduzir as tarifas unilateralmente foi tomada sob amparo de artigo do Tratado de Montevidéu do Mercosul.

O secretário de Comércio Exterior do ministério, Lucas Ferraz, afirmou que o Brasil continuará negociando com os membros do bloco para tentar consolidar e tornar permanentes os cortes de Imposto de Importação.

"Nossa expectativa é que conseguiremos ainda este ano tornar o corte de 20% em tarifas um movimento de todo o Mercosul", disse.

Ferraz ressaltou que 1.387 códigos de produtos ficarão fora da medida e não terão tarifas reduzidas. Entre eles, estão têxteis, calçados, brinquedos, lácteos e alguns itens do setor automotivo.

O Ministério da Economia defende a abertura gradual da economia e recentemente implementou cortes no do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para ampliar a competitividade da indústria do país e viabilizar a nova redução do Imposto de Importação.

O governo implementou os cortes de IPI como forma de baratear os produtos industrializados brasileiros. Redução inicial de 25% foi ampliada para 35%, preservando produtos da Zona Franca de Manaus. A medida, porém, foi judicializada e parte de sua eficácia está suspensa.

Além dos cortes amplos das tarifas, o governo vem anunciando reduções a áreas e produtos específicos. Neste mês, por exemplo, foram reduzidas as tarifas sobre vergalhões de aço e zeradas as alíquotas sobre alguns tipos de carne, trigo, milho e outros itens alimentícios.

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