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Nos Estados, a Previdência em situação precária

O Estado de S.Paulo

17 Setembro 2017 | 03h12

No momento em que se discute a reforma previdenciária, estudo da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda mostra que, nos Estados, no Distrito Federal e nos municípios, o quadro é muito pior do que se imaginava, o que reforça a urgência das mudanças. Para avaliar a situação dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) dos Estados e municípios, a Secretaria elaborou um Indicador de Situação Previdenciária (ISP), que varia de zero a um, sendo este o resultado ideal. A média nacional do ISP ficou em 0,583, considerada baixa. Das 27 unidades federativas, 18 ficaram abaixo da média. Mesmo nas 9 que superam essa marca por pequena margem, é crescente o déficit provocado por desajustes estruturais.

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O período Lula/Dilma enriqueceu ainda mais os mais ricos

Deu na Folha, no fim da semana passada: "A desigualdade de renda no Brasil não caiu entre 2001 e 2015 e permanece em níveis 'chocantes', de acordo com um estudo feito pelo World Wealth and Income Database, instituto de pesquisa codirigido pelo economista Thomas Piketty, conhecido por seus estudos sobre desigualdade com a obra 'O Capital no Século 21'".

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OCDE: Brasil está entre os que menos gastam com ensino primário, mas tem investimento 'europeu' em universidade

DANIELA FERNANDES
BBC BRASIL, DE PARIS

 

O Brasil é um dos países que menos gastam com alunos do ensino fundamental e médio, mas as despesas com estudantes universitários se assemelham às de países europeus, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

No estudo Um Olhar sobre a Educação, divulgou nesta terça-feira, a entidade analisa os sistemas educativos dos 35 países membros da organização, a grande maioria desenvolvidos, e de dez outras economias, como Brasil, Argentina, China e África do Sul.

O Brasil gasta anualmente US$ 3.800 (R$ 11,7 mil) por aluno do primeiro ciclo do ensino fundamental (até a 5ª série), informa o documento. O valor em dólar é calculado com base na Paridade do Poder de Compra (PPC) para comparação internacional.

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Militares brasileiros deixam um Haiti pacificado, diz Jungmann

PORTO PRÍNCIPE — Passados 13 anos, foi encerrada oficialmente nesta quinta-feira a participação das Forças Armadas brasileiras na pacificação do Haiti. Uma cerimônia com a presença do ministro da Defesa, Raul Jungmann, foi realizada dentro do Batalhão de Infantaria de Força de Paz (Brabat), como é chamada a base brasileira em Porto Príncipe, para convidados e os quase mil militares que compõem atualmente as ações.

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‘Óbvio que há ingerência’, diz diretor do BNDES

A CPI do BNDES ouviu nesta quarta-feira o diretor da área Internacional da instituição, Carlos Thadeu de Freitas Gomes. Ele disse a certa altura que “é óbvio que há ingerência” do Poder Executivo na instituição. “O BNDES tem que ter menor ingerência política'', disse ele, sem se dar conta de que falava de corda em casa de enforcados. “O Congresso pode mudar. A governança política concentrada no presidente da República não é o melhor modelo.”

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O PSDB se emenda

O Estado de S. Paulo

28 Agosto 2017 | 03h00

Depois de meses de titubeios e ameaças de desembarque do governo de Michel Temer, como se o partido tivesse perdido a capacidade de enxergar o que é melhor para o País, a cúpula do PSDB reiterou, na quinta-feira passada, seu apoio ao presidente. Dessa forma, os tucanos dão sinais de que, mesmo com todas suas tibiezas, apatias e indefinições, o partido ainda conserva alguma capacidade de reflexão. É um alentador sinal de vida, especialmente em razão de sua responsabilidade na aprovação das reformas tão necessárias para o País.

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Por linhas tortas

A tentativa recorrente de sustentar a economia com estímulos ao consumo —da expansão do crédito a reajustes de benefícios sociais— acabou catalogada entre os muitos erros da administração petista. Não deixa de ser irônico que, agora, um certo retorno das famílias às compras venha em socorro do reformista Michel Temer (PMDB).

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É fácil entender - o globo

Até devido à própria formação do Brasil, desde o Império, o emprego público costuma ser o sonho de muita gente. O regime monárquico foi substituído pela República, e o sonho de ter o Estado como patrão se manteve, e foi até fortalecido, com a multiplicação de empresas estatais, no século XX.

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Mesmo com milhões gastos, falta o básico no Hospital Geral de Alagoas

Um homem acaba de sofrer um acidente de moto na frente do maior hospital público de Alagoas. Você pensa: “Sorte a dele que foi na frente de um hospital”. Porém ninguém apareceu; nem mesmo os médicos. Bem-vindo ao Hospital Geral de Alagoas, mais conhecido como HGE. É o único hospital do estado capaz de atender casos graves.

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Órgãos federais jogam dinheiro fora em pregões

Para comprar 413 carimbos de plástico e tinta preta, funcionários do Ministério da Educação trabalharam durante 88 dias na elaboração de um pregão. No final do processo, onde quem faz a oferta mais baixa leva o contrato de fornecimento, o governo obteve um desconto de R$ 2.831,23. No entanto, só com pagamento de servidores o MEC desembolsou R$ 14.734,13. O resultado do certame foi um prejuízo de R$ 11.902,90 para o governo Federal. Finalizado no dia 28 de setembro de 2016, o pregão do MEC para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação ilustra uma armadilha do presente: 85% dos órgãos federais desperdiçaram dinheiro em pregões em 2016. São entidades que, na realização das licitações, têm gasto administrativo superior à economia conseguida na compra.

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