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Governo arrecada R$ 2,7 bilhões em leilão de trecho da Ferrovia Norte-Sul

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Com uma oferta de 2,719 bilhões de reais, a empresa Rumo venceu a disputa pelo trecho central da Ferrovia Norte-Sul, ao oferecer ágio de 100,92%. O valor mínimo de outorga era de 1,353 bilhão de reais pela concessão por 30 anos. O leilão foi realizado nesta quinta-feira, 28, na sede da B3 em São Paulo. 

O lance superou a proposta da única concorrente, VLI Multimodal, que ofereceu 2,065 bilhões de reais. Este é o primeiro leilão do setor ferroviário nos últimos 12 anos. VEJA

Saiba quais são as propostas do governo para ajudar os estados

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, detalhou nesta quinta-feira (28) as propostas de ajuda do governo federal aos estados.

Os estados enfrentam dificuldades financeiras em razão do alto nível de comprometimento das receitas. As despesas com servidores públicos na ativa e aposentados, por exemplo, já ultrapassam metade dos orçamentos locais.

De acordo com Mansueto Almeida, as medidas anunciadas pelo governo representam "balão de oxigênio" para os estados.

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‘O que eu tenho feito de errado?’, pergunta Bolsonaro em TV

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) não vê nenhum problema por parte de seu governo na relação com o Congresso Nacional pela aprovação da Reforma da Previdência. “O que eu tenho feito de errado? Onde tem um ataque meu ao Congresso ou ao Rodrigo Maia?”.

Bolsonaro respondia a uma pergunta do apresentador José Luiz Datena sobre a dificuldade de se aprovar a Reforma da Previdência em um ambiente de animosidade com o Congresso. Mencionando uma desidratação da base de apoio à proposta, Datena perguntou: “Como aprovar uma reforma se o senhor se isola?

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Guedes diz que não insistirá no cargo caso sua agenda não seja aceita

BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira que, se o presidente da República, partidos e parlamentares não aceitarem a agenda que está propondo, "não tem apego ao cargo" e poderia deixar o posto. No entanto, disse que não tem irresponsabilidade para sair após a primeira derrota. Ele foi questionado, durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado nesta quarta-feira se, caso a reforma da Previdência não alcançar a meta de economizar R$ 1 trilhão em dez anos, deixaria o cargo.

 

— Se o presidente apoiar as coisas que eu acho que podem resolver para o Brasil, eu estarei aqui. Agora, se, ou o presidente, ou a Câmara ou ninguém quer aquilo, eu vou obstaculizar o trabalho dos senhores? De forma alguma. Eu voltarei para onde sempre estive. Tenho uma vida fora daqui. Venho para ajudar, acho que tenho algumas ideias interessantes. Aí o presidente não quer, o Congresso não quer. Vocês acham que vou brigar para ficar aqui? Eu estou aqui para servi-los. Se ninguém quiser o serviço, vai ser um prazer ter tentado. Mas não tenho apego ao cargo, desejo de ficar a qualquer custo, como também não tenho inconsequência e irresponsabilidade de sair na primeira derrota — disse Guedes.

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Um novo olhar para o Nordeste

Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias / FOLHA DE SP
MINISTRA DA AGRICULTURA TEREZA CRISTINA

Desde o início do governo, estamos cumprindo o compromisso de conferir ao Nordeste, com seus 57 milhões de habitantes, a atenção que merece. Sem demora, já em fevereiro, fizemos visitas técnicas ao interior do Piauí, do Rio Grande do Norte, do Ceará e da Paraíba —com destaque para o semiárido. Nesta semana, continuarei a ver de perto a realidade da agropecuária da região. Iremos, eu e minha equipe, a Sergipe e a Alagoas; e, em breve, também visitaremos Bahia, Pernambuco e Maranhão.

Estamos seguindo uma orientação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que, além de considerar o Nordeste prioritário, tem repetido uma frase aos seus ministros: “Mais Brasil, menos Brasília”. Nosso roteiro não é, portanto, aleatório: bem longe da capital federal, a mais de 2.000 quilômetros, fica, por exemplo, Cabaceiras, o município mais seco do país. Apesar das condições adversas, foi lá, no Cariri paraibano, que conheci uma experiência de associativismo exemplar, focada na caprinocultura sustentável, capaz de reter os jovens na cidade e de aumentar a renda das famílias, elevando, na última década, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) municipal.

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Política Nacional de Resíduos Sólidos, nove anos depois

Política Nacional de Resíduos Sólidos, algumas ideias para  chegar ao sucesso

Constituição garante o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Considerado bem de uso comum, e essencial à qualidade de vida, ‘o meio ambiente deve ser preservado para as presentes e futuras gerações’, diz a Lei Maior. Para tanto, em 2010 o Governo Lula aprovou a Lei 12.305/10 que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS. Aprovada com pompa e circunstância, e promessa de importantes novidades, ela não funcionou. O problema persiste passados nove anos. Pelo texto, todos os lixões deveriam ser fechados até 2014. Isso não aconteceu. A maioria das cidades ainda mantém depósitos de lixo sem qualquer tratamento. Se continuarmos nesta balada, só cumpriremos o objetivo de reduzir os impactos  do lixo  em 2060. Mas o prazo estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) vai só até 2030. Hora de rever a Lei?

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Secretário pede demissão após denúncia de precarização na assistência social de SP

O secretário de Assistência Social da Prefeitura de São Paulo, José Castro, entregou o cargo na tarde desta terça-feira (26), após denúncias de problemas em contratos milionários da prefeitura com a ONG responsável por sete dos dezenove Centros Temporários de Acolhimento (CTAs) da cidade de São Paulo.

Os repórteres do SP2 analisaram contratos, planilhas e documentos da Ouvidoria do município e descobriram que a Associação Cultural Nossa Senhora das Graças recebeu de setembro de 2018 até março de 2019 quase R$ 1 milhão só pra cuidar de um CTA. Ao longo de cinco anos de contrato serão mais de R$ 50 milhões. O problema é que a ONG não oferece o mínimo de higiene aos homens e mulheres que recebe.

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Empresário deve assumir comunicação do governo Bolsonaro

Naira Trindade, O Estado de S.Paulo

26 de março de 2019 | 14h11

 

BRASÍLIA - O Planalto avalia mudar o comando da Secretaria de Comunicação. No lugar de Floriano Barbosa entra o empresário e advogado Fábio Wajngarten. Ele ficará responsável pelas peças publicitárias do governo, principalmente pela produção das campanhas para a reforma da Previdência.

A mudança coincide com as críticas de que a comunicação do governo não “desenrolou”. “Já estamos entrando em abril e nada avançou”, diz um interlocutor no Palácio do Planalto. Wajngarten tem apoio do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro

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O empresário Fábio Wajngarten e o presidente Jair Bolsonaro Foto: Arquivo Pessoal

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Mourão diz que não há mais como sustentar pagamento do BPC como está agora

Enquanto líderes no Congresso defendem retirar da reforma da Previdência as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC), o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou, em palestra a empresários na capital paulista nesta terça-feira, 26, que é impossível sustentar o benefício nas regras atuais.

 

“Temos que olhar isso, não há mais como sustentar isso aí”, declarou Mourão, lembrando que o pagamento do BPC foi regulamentado para ser pago a idosos a partir de 70 anos e que a idade foi diminuindo para 67 e depois para 65. Para o vice-presidente, a atual regra incentiva pessoas a não contribuírem por saberem que vão receber um salário mínimo a partir desse período da vida.

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Gestão Covas planeja passar hospitais municipais para governo do estado

Rogério GentileGuilherme Seto / FOLHA DE SP
HOSPITAL DO SERVIDOR SP
SÃO PAULO

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), quer repassar para o governo paulista a gestão de 19 hospitais municipais e de 15 unidades de pronto atendimento.

A Prefeitura de São Paulo, que já iniciou negociações com o governo João Doria (PSDB), argumenta que esse tipo de atendimento, de média e alta complexidade, de acordo com a Lei Orgânica da Saúde, é de responsabilidade dos estados.

Entre os hospitais que o município pretende repassar ao governo estão, por exemplo, o Tide Setúbal, em São Miguel; o Menino Jesus, no centro; o do Servidor Público Municipal, também no centro; o Mario de Moraes Altenfelder, que também é maternidade, na zona norte; o Cidade Tiradentes e o Ermelino Matarazzo, na zona leste. 

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