Busque abaixo o que você precisa!

Crise em estaleiro deixa rastro de desemprego e falência na Bahia

Franco Adailton / FOLHA DE SP
MARAGOJIPE (BA)

"Hoje, São Roque do Paraguaçu é uma cidade fantasma, mas, há pouco, era bonito ver aquele mar de gente chegar do trabalho", relembra o desempregado Alexandre Chaves, 34.

Nessa época, o estaleiro Enseada Paraguaçu levava prosperidade ao distrito no município de Maragojipe, recôncavo da Bahia.

Erguido pelo consórcio Odebrecht, Kawasaki, OAS e UTC, o empreendimento caiu em desgraça em 2014 após três das empresas —exceto a japonesa— serem denunciadas na Operação Lava Jato, ao lado da Sete Brasil, em uma crise que paralisou o estaleiro e extinguiu 7.462 empregos diretos.

Leia mais...

Farra na Prefeitura de Quixadá: Ilário paga R$ 10 mil à professora que não trabalha

Areputação do prefeito afastado de Quixadá Ilário Marques (PT) não para de ser manchada, dia após dia. Agora, foi descoberto que ele pagava R$ 10 mil por mês a uma professora que não dava aula. Maria das Graças Costa está a serviço do Sindicato dos Servidores e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) há anos. A informação é do Monólitos Post.

Leia mais...

Temer vive a síndrome da 3ª denúncia criminal

Faltam 76 dias para Michel Temer iniciar sua viagem do Planalto à planície. Descerá ao verbete da enciclopédia como o primeiro presidente da história a ser denunciado criminalmente em pleno exercício do cargo. Já coleciona duas denúncias. E vive cada dia do seu ocaso às voltas com a síndrome da terceira denúncia. Receia-se no Planalto que a nova acusação da Procuradoria-Geral da República será formalizada após o segundo turno da eleição presidencial.

Termina nesta segunda-feira (15) o prazo para que a Polícia Federal apresente ao ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo, as conclusões do inquérito sobre a suspeita de que Temer recebeu propina para editar um decreto favorecendo empresas portuárias. A expectativa é a de que os investigadores incriminarão Temer. Nessa hipótese, o processo será enviado à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a quem caberá arquivar o caso ou formular uma denúncia à Suprema Corte.

Confirmando-se a opção da Procuradoria pela nova denúncia, o Supremo só poderá enviar Temer ao banco dos réus, afastando-o do cargo, se a Câmara autorizar. Auxiliares do presidente avaliam que não haverá tempo. Acham que tampouco haverá interesse em reunir os 342 votos necessários. Isso porque Temer está tão desgastado que, na prática, virou um caso raro de ex-presidente no exercício da Presidência.

Se tudo correr como o Planalto imagina, Temer deixará o Planalto carregando três denúncias sobre os ombros —a terceira, que está por vir, e as outras duas que a Câmara já congelou. Despido de todas as prerrogativas do cargo de presidente, Temer estará disponível para ser processado na primeira instância do Judiciário. No limite, pode até receber a visita matutina dos rapazes da Polícia Federal. JOSIAS DE SOUZA

Aumenta proporção de cearenses vivendo em pobreza extrema

A qualidade de vida de uma parcela dos cearenses vem caindo nos últimos três anos, ampliando os desafios de quem vive com R$ 85 por mês, situação considerada de pobreza extrema. Em 2014, somente 5,6% da população do Estado estava abaixo da linha da pobreza extrema, percentual que passou para 7,8% no ano passado, um crescimento de 2,2 pontos percentuais, segundo levantamento da consultoria Tendências.

Na opinião do economista Alex Araújo, o avanço do problema foi impulsionado pelo aumento do desemprego gerado pela crise econômica. "Muita gente perdeu o emprego neste período, de modo a reduzir a renda e a qualidade de vida. São duas coisas com relação estreita", explica.

Leia mais...

Pobreza extrema cresce em 25 estados brasileiros, aponta estudo

Por Taís Laporta, G1

 

O percentual de famílias que vivem em extrema pobreza aumentou em quase todos os estados do Brasil nos últimos quatro anos, em especial no Nordeste, apontou um estudo feito pela Tendências Consultoria.

A condição de extrema pobreza atinge pessoas com renda familiar per capita de até R$ 85 por mês, segundo a medição do governo.

Na média nacional, a miséria subiu para 4,8% da população em 2017, contra 3,2% em 2014. Nestes quatro anos, ela só não aumentou em dois dos 27 estados brasileiros, Tocantins e Paraíba.

Leia mais...

2ª fase do eSocial para empresas que faturam até R$ 78 milhões começa nesta quarta

Começa nesta quarta-feira (10) a segunda fase do eSocial para empresas que faturam até R$ 78 milhões (exceto micro e pequenas e MEIS).

O eSocial é uma ferramenta que reúne os dados trabalhistas, fiscais, previdenciários das empresas em uma só plataforma. Ele substitui o preenchimento e a entrega de formulários e declarações que até então eram enviados a órgãos diferentes como a Previdência, o Ministério do Trabalho e a Receita Federal.

Nesta segunda fase de entrega, as empresas deste grupo devem informar os dados dos trabalhadores e seus vínculos empregatícios até 9 de janeiro de 2019.

Leia mais...

O ajuste fiscal e a falácia petista

O Estado de S.Paulo

05 Outubro 2018 | 03h00

 

Desde o impeachment de Dilma Rousseff, o PT difunde que o ajuste fiscal proposto pelo governo Temer estaria desmantelando a estrutura de assistência social montada durante as administrações petistas. Segundo esse discurso, a política econômica “neoliberal” do presidente Michel Temer teria cortado os programas sociais, deixando a parcela da população mais carente à mercê de sua própria sorte, sem a proteção do Estado.

Trata-se de uma enorme falácia apresentar os governos do PT preocupados com os pobres e acusar o governo de Michel Temer de indiferença em relação à população menos favorecida. Os dados revelam o oposto. Em primeiro lugar, os principais beneficiários da política econômica do governo de Michel Temer foram os mais pobres. Basta ver a impressionante redução da taxa de inflação ocorrida desde 2016, resultado direto do novo rumo dado à política econômica após o impeachment. Como se sabe, quem está na base da pirâmide social é muito mais vulnerável à desvalorização da moeda, por não dispor de meios para contornar a perda do poder de compra.

Leia mais...

Números do desastre petista - O ESTADO DE SP

A trágica herança deixada pelos últimos anos da era lulopetista na economia fica evidente também nos dados sobre a demografia das empresas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acaba de divulgar. Em 2016, último ano da desastrosa passagem de Dilma Rousseff pela Presidência da República, o Brasil perdeu 70,8 mil empresas, o que resultou na demissão de 1,6 milhão de trabalhadores. É o que mostra o estudo Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2016 divulgado pelo IBGE.

O fato de esse ter sido o terceiro ano consecutivo em que o saldo total de empresas em operação no País foi negativo comprova, com estatísticas expressivas sobre a deterioração do ambiente empresarial, o que outros indicadores já mostravam. A crise que afetou duramente o País começara efetivamente em 2014. Foi o ano em que, escondendo dados sobre a realidade da economia e das finanças públicas e fazendo promessas que jamais poderia cumprir, Dilma iludiu boa parte do eleitorado e conseguiu sua reeleição.

Leia mais...

Obras em 12 CEUs abandonadas por Haddad são retomadas em São Paulo

Paulo Saldaña / FOLHA DESP
SÃO PAULO

A Prefeitura de São Paulo vai retomar as obras de 12 CEUs (Centros de Educação Unificadas) que foram abandonadas na reta final da gestão de Fernando Haddad (PT) na cidade.

As construções foram interrompidas em 2016 e permaneceram assim enquanto João Doria (PSDB) esteve à frente da administração. A gestão Bruno Covas (PSDB) agora deve reiniciar a construção a partir da semana que vem.

Haddad é candidato à Presidência, e Doria, que o sucedeu na prefeitura, deixou o cargo em abril para concorrer ao Governo de São Paulo.

Leia mais...

Em nome da Fecomécio, a CNC vai ao Supremo contra lei que aumentou a taxa de alvarás de Fortaleza

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta segunda-feira:

A novela do aumento das taxas de alvarás da Prefeitura de Fortaleza vai ganhar mais um capítulo. A Confederação Nacional do Comércio, que tem agora como vice-presidente administrativo o empresário Luiz Gastão, licenciado da presidência da Federação do Comércio do Ceará (Fecomércio), entrou na briga.

Acaba de apresentar uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Lei Complementar 241/2017 que modificou o Código Tributário de Fortaleza, resultando na chiadeira de vários segmentos contra reajustes que, levando em conta área, chegaram ao patamar de quase 800%.

A CNC, em nome da Fecomércio, levanta a tese de que a matéria é inconstitucional.

Há pedido por apreciação breve dessa ADPF em razão do clima de dificuldades que o aumento das taxas provoca em alguns setores como a área de serviços.

 

Compartilhe