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O nó do funcionalismo

O Estado de S.Paulo

24 Abril 2018 | 03h00

Fonte inesgotável de ineficiência, corrupção e desperdício de dinheiro público, as empresas estatais ademais pagam salários muito superiores à média do mercado, mesmo entregando um serviço de má qualidade. Reportagem do Estado mostrou que as distribuidoras do sistema Eletrobrás, que contabilizaram prejuízo de R$ 4,2 bilhões em 2017, oferecem salários médios de R$ 11,7 mil, cerca de três vezes a média paga em empresas privadas.

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Conheça as cidades que têm a menor e a maior taxas de homicídios do país

Precisamos somar os homicídios de mais de meio mundo, quase metade da população do planeta, para igualar o que se mata aqui no Brasil. Em um ano, quase 70 mil. Mas não temos saída? Conheça a cidade mais tranquila do Brasil: Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, que tem a menor taxa de homicídios do país. E, a 3.000 quilômetros, fica Altamira, no Pará, que tem quase o mesmo número de habitantes, só que 35 vezes mais mortes. Veja na reportagem de Sônia Bridi e Paulo Zero. G1

O resgate da confiança

O Estado de S.Paulo

23 Abril 2018 | 03h00

Quando se analisam os elementos que compõem a crise política, social e moral que o País atravessa, a falta de confiança nas instituições, e especialmente nos políticos, é frequentemente citada. Trata-se de uma carência que prejudica todo o tecido social, afetando as mais variadas esferas e classes. Entre outros aspectos, o baixo grau de confiança é um enorme problema político, que dificulta estabelecer o diálogo, desenhar propostas comuns e promover relações além da simples troca de interesses imediatos.

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Dominadas por indicações políticas, agências têm 11 vagas na prateleira

Anne Warth, Lu Aiko Otta, Lígia Formenti, André Borges, O Estado de S.Paulo

23 Abril 2018 | 05h00

Com a lei que tenta blindar as agências reguladoras de interferência política emperrada na Câmara, deputados e senadores travam uma batalha para fazer indicações para as 11 vagas de diretoria que estão atualmente abertas. Até o fim do mandato, o presidente Michel Temer – que já sinalizou que pensa se candidatar à reeleição – terá a chance de indicar outros seis nomes para essas funções. 

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O exército de pinóquios

Capa Revista Época Ed 1034-Home560 (Foto: Época)

“Estão entregando dinheiro na mão de terrorista!”, dizia o vídeo publicado no dia 26 de janeiro pelo site Gospel Prime, um portal de notícias focado no público evangélico com média de quase 2,8 milhões de leitores ao mês. De acordo com a denúncia do site, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o presidente Michel Temer estavam tentando desviar dinheiro de uma obra, por meio de uma Medida Provisória de ocasião, para financiar terroristas palestinos. No Facebook, o líder da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, o pastor Takayama (PSC-PR), gravou outro vídeo com um comentário que teve cerca de 4 mil visualizações. “Estão nos comunicando que muito do que é enviado para a Palestina é para patrocinar terrorismo”, disse, grave.

Há uma Medida Provisória que busca liberar, sim, dinheiro para a Palestina. Mas a doação visa reformar quatro das 50 colunas da Basílica da Natividade, igreja construída sobre o ponto considerado local de nascimento de Jesus, que consta como patrimônio histórico mundial na lista da Unesco. Se é apropriado ou não gastar dinheiro público em tal iniciativa, é uma discussão longa. O intrigante era por que o próprio Takayama — que já havia até pedido vista do projeto quando este foi examinado por uma comissão do Congresso — replicava uma notícia errada, falsa e inventada envolvendo dois potenciais candidatos à Presidência em ano eleitoral.

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Brasil precisa de até R$ 300 bi ao ano para evitar a insolvência

Fernando Canzian
SÃO PAULO

O governo federal precisa de um ajuste fiscal de algo entre R$ 250 bilhões e R$ 300 bilhões ao ano para estabilizar sua dívida pública e sair da rota da insolvência. 

Isso porque o endividamento bruto do país disparou nos últimos cinco anos, vai chegar a 78% como proporção do PIB ao fim de 2018, segundo o Banco Central, e tornar-se um dos maiores entre os países emergentes.

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