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Governador eleito de Minas decidiu iniciar gestão com corte de secretarias e comissionados

Amanda Almeida / O GLOBO

 

BRASÍLIA — Na expectativa de aproveitar a vitrine que conquistou com a eleição de Romeu Zemaem Minas Gerais , com 71,8% dos votos, o Novo prepara um pacote com apelo popular para apresentar como primeira ação do governador eleito. Corte de secretarias e cargos comissionados, escolha de nomes técnicos para postos tradicionalmente ocupados por políticos e dispensa do “palácio” dos governadores mineiros foram medidas decididas por Zema e sua equipe de transição.

 

Com um déficit de R$ 11,4 bilhões em 2019 previsto na Lei Orçamentária estadual, a equipe de Zema sabe, no entanto, que essas medidas não vão garantir a salvação das contas. Com o auxílio do economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, os assessores do governador eleito estão debruçados sobre a situação fiscal de Minas.

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Com Moro e redes sociais, Bolsonaro prevê nova relação com o Congresso

Imagem do Presidente eleito Jair Bolsonaro em celular Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
BRASÍLIA — O presidente eleito,Jair Bolsonaro (PSL), promete apostar em uma nova dinâmica para construir a relação do governo com o Congresso Nacional. Ainda embrionária, a estratégia é usar o peso do resultado das urnas para formar maioria e, caso seja necessário, a pressão das redes sociais para fazer avançar sua agenda.
Ao nomear o juiz Sergio Moro para a Justiça, o governo sinaliza ainda que será inflexível na proposta de não trocar apoio por cargos, ao mesmo tempo em que reforça a euforia de seus apoiadores. A aposta do novo presidente é que a nomeação de Moro ajude a manter sua popularidade em alta e lhe dê força para se sobrepor no Congresso aos interesses da velha política. Parlamentares, porém, são céticos em relação à implementação de um novo modelo que não passe pela tradicional negociação do Palácio do Planalto com os partidos.

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Bolsonaro é o primeiro líder popular da direita brasileira, afirma autor

Renato Lessa
 
 

[RESUMO] Autor discorre sobre aspectos envolvidos na vitória de Bolsonaro, que classifica como o primeiro líder popular da direita brasileira e um personagem cujo sucesso dependeu de valores e regras de um sistema político com o qual mostra pouca afinidade.

O deputado Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República com cerca de 55% de votos válidos, pouco mais de um terço do eleitorado e um quarto da população. É suficiente para a investidura. Mas não para si mesmo. 

A conquista, diz, materializa a verdade e a vontade divina. Três fundamentos da soberania compõem um quadro um tanto confuso: substrato popular, expresso pela vontade majoritária; alucinação dogmática, pela autoidentificação com a verdade; e autolegitimação teocrática.

Os que se apegam ao primeiro aspecto regozijam-se com a “solidez da democracia” brasileira. Debitam os demais na cota de excentricidades e retórica. Ledo engano. O personagem nada tem de excêntrico; ademais, o repertório não é suficiente para estruturar algo que pareça um argumento. O homem, quando espontâneo, fala pelo fígado. Com efeito, mais que nervos, parece ter fígado de aço.

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Rumo para Bolsonaro ajustar gargalos na educação passa por Congresso e economia

Operações em universidades e debates sobre Escola sem Partido têm dominado as discussões sobre educação no país. As questões são relevantes, mas os desafios do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na área são ainda mais amplos.

Envolvem 49 milhões de estudantes, baixos índices de aprendizagem e 2,7 milhões de crianças e jovens fora da escola. Ambos os problemas,de permanência e aprendizado, têm maior impacto entre as famílias mais pobres.

Os rumos da educação não serão definidos apenas no Ministério da Educação. Dependem da política econômica e do Congresso. A ação de estados e municípios e a colaboração entre os entes federados será outro foco.

"Podemos dividir a condução das políticas em nível federal em duas avenidas: a avenida do MEC e a avenida do Legislativo. Elas são adjacentes", diz Priscila Cruz, do Todos Pela Educação.

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Superministros - FOLHA DE SP

A proliferação do número de ministérios na administração federal —em particular na era petista, quando se atingiu o recorde de 39 órgãos com tal status— gerou justa indignação na opinião pública.

Era evidente, afinal, que o aumento do primeiro escalão se destinava, na maioria dos casos, a acomodar apaniguados e partidos ávidos por cargos e verbas, em detrimento da eficiência da gestão.

Daí se seguiu a percepção errônea, entretanto, de que a criação de pastas constituía causa da deterioração das finanças públicas. Essa noção foi alimentada, de forma demagógica, por forças políticas que apresentavam o corte de ministérios como solução indolor para a ruína orçamentária.

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Sergio Moro na Justiça

O Estado de S.Paulo

02 Novembro 2018 | 03h00

 

Ao escolher o juiz Sergio Moro para o Ministério da Justiça, o presidente eleito Jair Bolsonaro foi coerente com seu discurso de campanha, fortemente marcado pela promessa de combate à corrupção - e, como se sabe, esse combate, simbolizado pela Operação Lava Jato, teve naquele magistrado um de seus próceres nos últimos quatro anos. “Sua agenda anticorrupção, anticrime organizado, bem como respeito à Constituição e às leis, será o nosso norte!”, escreveu Bolsonaro no Twitter ao dar a notícia, ainda em tom marcadamente eleitoral. 

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Moro aceita convite para superministério da Justiça de Bolsonaro

Fausto Macedo, Marcio Dolzan, Vinicius Neder e Constança Rezende / O ESTADO DE SP

01 Novembro 2018 | 10h49

 

Sérgio Moro e Paulo Guedes. Foto: Wilton Júnior/Estadão

 

O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira, 1.º, o convite do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para ser ministro da Justiça do futuro governo. Moro vai assumir uma pasta ampliada e com órgãos de combate à corrupção que estão atualmente em outros ministérios, como a Polícia Federal e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O magistrado afirmou que pretende implementar “forte agenda anticorrupção e anticrime”. A decisão de Moro abre caminho para a indicação de seu nome para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

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Lava Jato apoia conversão de Moro em ministro

Integrantes da força-tarefa da Lava Jato enxergam com simpatia a conversão de Sergio Moro em ministro da Justiça. Acreditam que, transferindo-se para Brasília, o juiz pode colocar o seu prestígio a serviço de uma articulação para aprovar reformas legislativas capazes de fortalecer o combate à corrupção.

É consensual entre os procuradores a avaliação de que a Lava Jato perderia tração sem a presença de Moro. Mesmo que exibisse a mesma qualificação técnica, o substituto começaria do zero. E não teria o prestígio de Moro. Apesar disso, não há críticas à decisão do magistrado de se reunir com Jair Bolsonaro. Ao contrário, as palavras são de apoio.

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Bolsonaro diz que não nomeia “condenados por corrupção”

JAIR BOLSONARO

 

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse hoje (31), em sua conta do Twitter, que não vai nomear “condenados por corrupção” nem tolerar “especulação maldosa e sem credibilidade” sobre os nomes que vão compor sua equipe. Ele disse ainda que vai anunciar os escolhidos em suas redes sociais.

 

“Nossos ministérios não serão compostos por condenados por corrupção, como foram nos últimos governos. Anunciarei os nomes oficialmente em minhas redes. Qualquer informação além é mera especulação maldosa e sem credibilidade“, tuitou o Bolsonaro.

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Túnel da Via Expressa terá uma das faixas liberadas para tráfego

TUNEL DA VIA EXPRESSA

 

Uma das faixas do túnel longitudinal da Via Expressa, no bairro Papicu, será liberado na manhã desta quinta-feira (01). Os motoristas que trafegarem pela avenida, no sentido Praia/Aeroporto, poderão ter acessar ao novo túnel.

O novo equipamento está sendo onstruído na Av. Almirante Henrique Sabóia, no trecho compreendido entre as avenidas Padre Antônio Tomás e Santos Dumont.

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