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INSS poupa R$ 4,37 bi com pente-fino

INSS E A FRAUDE

 

Em pouco mais de oito meses de força-tarefa, o INSS já suspendeu ou cancelou definitivamente o pagamento de 254 mil benefícios com indícios de fraude ou outras irregularidades. Pessoas mortas que continuavam recebendo os valores mensais e servidores estaduais e municipais que ganhavam o benefício assistencial voltado à baixa renda são as irregularidades mais comuns. A economia com os cancelamentos chega a R$ 4,37 bilhões anuais.

Ao editar a Medida Provisória antifraude, em janeiro deste ano, o governo projetava uma economia de pouco mais de R$ 10 bilhões neste ano.

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Tribunal aponta déficit de mais de 2 mil médicos nos hospitais em SP

Marcelo Mora / FOLHA DE SP
HOSPITAIS EM SP
SÃO PAULO

Relatório de auditoria programada do TCM (Tribunal de Contas do Município) apontou um déficit de 2.225 médicos nas 11 unidades hospitalares sob a supervisão da AHM (Autarquia Hospitalar Municipal) em 2018. A TLP (Tabela de Lotação de Pessoal) prevê um total de 3.978 médicos, entre estatutários, efetivos, por contratos emergenciais e contratados por OSS (organizações sociais de saúde), para a rede hospitalar municipal. Ou seja, o déficit chegou a 55% do total.

Além disso, a falta de agentes de enfermagem chegou a 492, contra uma previsão de 1.815 pela TLP -- déficit superior a 27%. Na somatória de cargos vagos para profissionais de nível superior da AHM, o tribunal verificou um percentual de 48,4% do total permitido em lei (3.408 cargos vagos). Há déficits ainda de cirurgiões dentistas, fisioterapeutas e psicólogos.

Os cargos de nível médio, como os de auxiliares de enfermagem, são os que dispõem de maior ocupação de vagas. Mesmo assim, o déficit chega a 32,6%, com 3.436 vagas diante de uma previsão de 10.529 contratações permitidas pela autarquia.

O levantamento do tribunal teve por objetivo analisar, no período de janeiro a dezembro, os principais indicadores físicos, financeiros e orçamentários e o desempenho operacional da autarquia.

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ONGs estão 'desesperadas' e 'romantizam índio', diz indígena que foi com Bolsonaro à ONU

Anna Virginia Balloussier / FOLHA DE SP
 
MICHELE E A YUTOBER INDIA
RIO DE JANEIRO

A youtuber indígena Ysani Kalapalo, alçada a porta-voz dos índios direitistas pelo presidente Jair Bolsonaro, disse nesta quarta (25) que "as ONGs romantizam índio".

Ysani vai ao encontro da indisposição do mandatário com organizações não governamentais que atuam em causas ambientais e indígenas na região Norte. 

No mesmo dia em que o cacique Raoni disse no Congresso que Bolsonaro, "para o bem de todos", precisa sair, ela deu uma entrevista no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, em que apareceu enrolada numa bandeira do Brasil e ladeada por deputados do PSL, como Carla Zambelli e o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo.

Na véspera, assistiu ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro a estreia do presidente Jair Bolsonaro na ONU.

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Aprovação do governo Bolsonaro se mantém no pior patamar, aponta Ibope

 
 
 
 
SÃO PAULO | UOL

A aprovação dos brasileiros ao governo de Jair Bolsonaro (PSL) oscilou negativamente e se manteve no pior patamar desde o início do mandato.

A nova pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta (25) e realizada entre os dias 19 e 22 de setembro, ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios e foi encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa mostra que 31% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 34% o veem como ruim ou péssimo.

O índice de aprovação, numericamente, é o mais baixo do mandato de Jair Bolsonaro como presidente, levando em consideração todos os levantamentos mensais de 2019 —não houve pesquisa em maio, julho e agosto.

Em comparação com a última pesquisa CNI/Ibope, realizada em junho, o índice de ótimo/bom oscilou negativamente um ponto percentual, dentro da margem de erro: de 32% para 31%. Já os números de ruim/péssimo variaram dois pontos: de 32% para 34%.

BOLSONARO

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PF cumpre mandado na sede do Governo do Piauí em operação contra esquema de desvio de R$ 50 milhões

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (25), a segunda fase da Operação Topique, que investiga um esquema de desvio de R$ 50 milhões do transporte escolar no Piauí. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) e no Palácio de Karnak, sede do Governo do Estado, em Teresina.

Em nota, Governo do estado informou que tem interesse na investigação e que tem colaborado para a elucidação do caso. Veja a íntegra da nota ao final da reportagem.

De acordo com a PF, a segunda fase, denominada Operação Satélites, acontece em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF).

São investigados crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes de licitação praticados por gestores públicos da Secretaria de Educação do Estado do Piauí (Seduc) e por empresários contratados para prestação de serviço de transporte escolar.

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Entenda o que muda com a lei da liberdade econômica

Por Ana Krüger e Mateus Rodrigues, G1 e TV Globo — Brasília

Entrou em vigor nesta sexta-feira (20) a lei da liberdade econômica. As novas regras tentam reduzir a burocracia nas atividades econômicas e foram sancionadas nesta sexta pelo presidente Jair Bolsonaro.

O governo espera que as mudanças facilitem e deem mais segurança jurídica aos negócios e estimulem a criação de empregos. Pelas contas da equipe econômica, a medida pode gerar, no prazo de dez anos, 3,7 milhões de empregos e mais de 7% de crescimento da economia.

A desburocratização é um tema defendido por Bolsonaro desde sua campanha à presidência da República, que teve como uma das promessas "tirar o Estado do cangote” das pessoas e das empresas.

Em abril, Bolsonaro assinou a medida provisória com as mudanças legais. O Congresso Nacional teve 120 dias para aprovar o texto. Se não fosse analisado no prazo, alterações deixariam de valer. O Legislativo concluiu a aprovação da MP em 22 de agosto e o texto foi à sanção.

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Nota Fiscal de Serviço-eletrônica nacional deve ser disponibilizada em breve

Agência Brasil/EBCAnunciada durante a XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada de 8 a 11 de abril desse ano, a Nota Fiscal de Serviços-eletrônica (NFS-e) tem sido bastante procurada pelos gestores e secretários de finanças municipais, preocupados em melhorar a eficiência da fiscalização municipal, elevar os níveis de arrecadação espontânea e coibir a sonegação.

Para sanar as principais dúvidas, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) obteve a apresentação divulgada pela Receita Federal do Brasil (RFB) com explicações acerca da ferramenta. O documento apresenta as telas da ferramenta e o que deverá ser preenchido pelos Municípios. A NFS-e será disponibilizada em breve para acesso inicial a 250 Municípios.

A utilização da ferramenta não será obrigatória para os Entes locais. Ela será ofertada por meio de adesão para aqueles que tiverem interesse, sem custos às administrações municipais, sendo necessária a elaboração de lei própria autorizativa. Caberá também ao Município carregar os seus dados cadastrais na ferramenta e autorizar as notas com base em suas inscrições municipais. Os que não tiverem cadastros poderão se utilizar da base de CNPJ. Esses dados cadastrais são, em geral, alíquotas, CNPJ, serviços, endereço, valor do imposto, entre outros.

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Uma reforma sem projeto

Notas & Informações, O Estado de S.Paulo

19 de setembro de 2019 | 03h00

O ministro da Economia, Paulo Guedes, continua em busca de uma reforma tributária, segundo ele mesmo anunciou. Sem poder ressuscitar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a equipe econômica procura uma fórmula para livrar as empresas da contribuição previdenciária sem abrir um buraco nas contas da Previdência. Só isso? Sim, só isso ou bem pouco mais, segundo as informações até agora fornecidas pelo Executivo. As mudanças defendidas pelo ministro da Economia e pelo recém-demitido secretário da Receita, Marcos Cintra, podiam divergir em alguns detalhes, mas coincidiam em dois pontos fundamentais. As alterações dependiam, nos dois casos, de uma versão mais potente do chamado imposto do cheque, a extinta CPMF. Além disso, a desoneração da folha salarial das empresas seria, em qualquer dos casos, um dos objetivos centrais. Também se prometeu simplificar o sistema de impostos e contribuições, mas a grande utilidade da nova CPMF seria, mesmo, livrar os empregadores do custo previdenciário.

Como o presidente da República proibiu a circulação do vampiro tributário, o imposto do cheque libertado da cova, foi preciso recomeçar todo o trabalho. As ideias de reforma tributária do ministro da Economia, como se comprovou mais uma vez, eram pouco mais que nada. Que o secretário da Receita por ele escolhido insistisse em algo como a CPMF era previsível. O economista Marcos Cintra era conhecido, havia muito tempo, pela pregação de um imposto único. Que esse tributo seria parecido com o velho imposto do cheque também era sabido. Uma das poucas novidades foi a adesão do ministro Paulo Guedes a essa ideia como se fosse uma fórmula milagrosa. Outra novidade – esta um tanto chocante – foi a insistência na desoneração da folha como grande foco da reforma.

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Bolsonaro sanciona projeto que regulamenta a prática da vaquejada

 

VAQUEJADA

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, hoje (17), o Projeto de Lei que regulamenta a prática da vaquejada. O projeto é resultado da Emenda Constitucional 96, que reconheceu a vaquejada como bem imaterial do patrimônio cultural brasileiro, determinando a regulamentação da prática por lei específica, que assegure o bem-estar dos animais.

Cagece é multada em mais de R$ 576 mil apenas neste ano

QUALIDADE DAQ AGUA DA CAGECE

 

Insípida, inodora e incolor. São essas as características habitualmente atribuídas à água. No entanto, nem sempre todos esses elementos se fazem presentes no líquido fornecido para algumas localidades cearenses. Somente nos primeiros nove meses deste ano, a Agência Reguladora do Estado do Ceará (Arce) multou em mais de meio milhão de reais a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece).

Todos os 35 processos administrativos punitivos contra a Cagece, que é responsável por prestar serviços de distribuição de água e esgotamento em 151 dos 184 municípios do Estado, neste ano, referem-se à qualidade da água. O quantitativo de infrações desta natureza saltou de 23, ao longo de todo o ano passado, para 35, até setembro de 2019.

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