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Enfim, controle dos incentivos

O Estado de S.Paulo

29 Novembro 2018 | 03h00

O Brasil queimou centenas de bilhões de reais desde a crise de 2008-2009 em inúteis benefícios fiscais e financeiros concedidos a grupos e setores selecionados pelo governo. Apesar desse volume gigantesco de incentivos, o País cresceu bem menos que vários vizinhos sul-americanos, entrou numa funda recessão e acumulou graves problemas nas finanças públicas. O resultado poderia ter sido bem melhor, ou, na pior hipótese, bem menos desastroso, se o governo tivesse monitorado a política de subsídios, avaliado custos e benefícios e cobrado resultados em troca das vantagens concedidas. O presidente Michel Temer acaba de instituir formalmente esse controle, por meio de um decreto publicado nesta quarta-feira, 28.

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em CANINDÉ: CORTANDO RODOVIAS E ABRINDO O PROGRESSO NO SERTÃO

ESTRADAS VICINAIS ESTÃO SENDO RECUPERADAS NAS DIVISAS DOS MUNICÍPIOS.

Diz um ditado popular. Conhece-se uma boa Prefeita pelas estradas de seu Município. Essa versão pode ser inspirada na cidade de Canindé, onde em dois anos foram recuperados e reabertos 2.694 quilômetros de estradas vicinais que estão entre as melhores da região. 3 máquinas realizam os trabalhos.

Quem circula pelas rodovias do Município é só elogio. O motorista Francisco das Chagas de Sousa que faz o horário (nome popular dado para quem transporta passageiros diariamente para o centro comercial de Canindé), disse que antes era ruim trafegar na zona rural, muitos buracos, quebrava o carro constantemente e ainda atrasava a chegada à sede do Município. 

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CANINDÉ: CORTANDO RODOVIAS E ABRINDO O PROGRESSO NO SERTÃO

ESTRADAS VICINAIS ESTÃO SENDO RECUPERADAS NAS DIVISAS DOS MUNICÍPIOS.

Diz um ditado popular. Conhece-se uma boa Prefeita pelas estradas de seu Município. Essa versão pode ser inspirada na cidade de Canindé, onde em dois anos foram recuperados e reabertos 2.694 quilômetros de estradas vicinais que estão entre as melhores da região. 3 máquinas realizam os trabalhos.

Quem circula pelas rodovias do Município é só elogio. O motorista Francisco das Chagas de Sousa que faz o horário (nome popular dado para quem transporta passageiros diariamente para o centro comercial de Canindé), disse que antes era ruim trafegar na zona rural, muitos buracos, quebrava o carro constantemente e ainda atrasava a chegada à sede do Município. 

Esse tipo de obra é de extrema importância para o Município, pois permite a ampliação de outras ações da prefeitura como o transporte escolar, serviços de saúde, distribuição de água de carros pipa, transporte de pacientes as unidades hospitalares e da produção agrícola. 

‘’Estamos cortando rodovias e abrindo o progresso Sertão afora’’, diz a Prefeita Rozário Ximenes. A meta é abrir e recuperar as estradas de divisas para melhorar o intercâmbio educacional, social, cultural, de saúde e institucional’’, ressalta a Prefeita.

A malha viária rural do município atualmente é de 4.644.6 km, “Estamos fechando o exercício de 2018, com cerca de 3 mil km de estradas beneficiadas com serviços de implantação, manutenção e recuperação”. Esta medida poderia ser mais ampla, mas tem que ser levado em consideração o fato de se tratar de estradas de terras, que tem um desgaste acentuado, onde requer manutenção periódica.

A Reportagem do C4 Notícias, acompanhou um dia de trabalho de uma patrol na divisa de Canindé com Itatira, na localidade de Santa Terezinha, onde o acesso é o pior possível. Em época de inverno, trafegar somente em motos.

Também tem o verão que é de no máximo cinco meses de duração, e isto afeta a rotina de manutenção das vias. No início do ano passado, a Prefeitura apresentou o plano de trabalho chamado de Plano de Inverno, onde foram priorizadas as estradas vicinais com os serviços de transporte escolar e da produção agrícola. 

Cada máquina gasta em média 135 litros óleo por dia. A cada 200 km percorridos, é necessário trocar lâminas e lubrificar o motor. ‘’São estradas de qualidade, explica o coordenador do programa Dalton Amorim, que é responsável ainda pela manutenção dos veículos pesados. Para isso, a Secretaria da Infraestrutura contratou um mecânico especializado nesse setor para evitar transtornos durante os trabalhos de terraplanagem.

Fotos de Antônio Carlos Alves.

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Canindé

ADUTORA QUE LEVARÁ ÁGUA DE GENERAL SAMPAIO PARA CANINDÉ PASSA POR RECUPERAÇÃO

Com seus três açudes Sousa, São Matheus e Escuridão em estado crítico, a cidade de Canindé vai ser socorrida pelas águas do vizinho município de General Sampaio para evitar o colapso no abastecimento hídrico. 54 quilômetros de extensão da adutora instalada no trecho que vai de General Sampaio ao Município de Canindé já recebem revisão de técnico da Companhia de Gerenciamento e Recursos Hídricos do Ceará – COGERH e Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Canindé – SAAE.

Recentemente a Prefeita de Canindé Rozário Ximenes, acompanhou os trabalhos de recuperação do trecho. Ela agradeceu o apoio dado por João Jaime, Deputado Estadual, e do Governador Camilo Santana.
Elogiou ainda o comando da Companhia de Gerenciamento e Recursos Hídricos (COGERH).

Na visita a estação de São Domingos, a Gestora estava acompanhada do Presidente do SAAE, Chiquinho e, de Elias Teixeira, Engenheiro Ambiental da Autarquia.

O serviço vai fazer revisão nos 54 km de extensão da tubulação, onde estão sendo feitas reposição de tubos de aço e polietileno.

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Bolsonaro tenta inventar a coalizão sem partido

Enquanto o noticiário se ocupa da polêmica mais recente —Escola sem Partido—, Jair Bolsonaro tenta colocar em pé a principal novidade da temporada pós-eleitoral: a coalizão sem partido. A oligarquia partidária já sentiu o cheiro de enxofre. Mas evita o confronto em campo aberto. O alto comando do fisiologismo cava suas trincheiras no Congresso em silêncio. Sabe que está em desvantagem, pois se alguém apresentasse no Legislativo uma proposta de dissolução imediata dos partidos seria aplaudido de pé nas esquinas de todo país.

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Mandar médicos cubanos de volta é reverenciar Fidel Castro, diz Janaína Paschoal

Flavia Lima / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

Em meio a duras críticas ao programa Mais Médicos, Janaína Paschoal, deputada estadual eleita por São Paulo mais votada da história, disse neste sábado (24) que mandar de volta os médicos cubanos é reverenciar Fidel Castro, “sua família e seus comparsas.”

Palestrante no 4º Congresso Nacional do MBL (Movimento Brasil Livre), Paschoal disse que sugeriu ao futuro presidente, Jair Bolsonaro, em encontro na semana passada, que “mandasse” alguém da confiança dele ao Ministério da Saúde para dar asilo para os médicos cubanos e contratá-los diretamente. 

Seria uma forma de mostrar, segundo ela, que não tem nada “de racismo ou protecionismo” da parte dos críticos do programa. 

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Articulação sem ‘caciques’ incomoda siglas do Centrão

Felipe Frazão e Camila Turtelli, O Estado de S. Paulo

25 Novembro 2018 | 05h01

Brasília - O modelo de negociação política adotado pelo presidente eleito Jair Bolsonaropara a formação do primeiro escalão do futuro governo já causa desconforto entre os “caciques” dos partidos do Centrão. Bolsonaro alijou os principais dirigentes do DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade das conversas para a composição dos ministérios e cargos mais importantes da máquina federal ao passar a tratar das nomeações diretamente com deputados representantes de segmentos econômicos e sociais, reunidos em frentes parlamentares.

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As universidades estão tomadas pela esquerda

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Com 2.060.786 votos, Janaina Paschoal (PSL-SP) é a deputada mais votada da história do Brasil. Teria força para ser representante federal e quase foi vice na chapa de Jair Bolsonaro. Porém, quer participar mesmo é da política estadual paulista, almejando a presidência da Assembleia Legislativa (Alesp) logo de chegada, amparada pelas urnas e pela proximidade do PSL com o governador eleito João Doria (PSDB). Sua trajetória é extraordinária. Até há três anos ela era professora de Direito Penal da USP e tocava com as irmãs um escritório especializado em questões tributárias, financeiras e ambientais. Após protocolar o pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 1º de setembro de 2015, ao lado dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr., virou personagem política. Adorada por milhões ao centro e à direita, Janaina acredita que o pensamento da esquerda acadêmica precisa ser combatido por atentar à liberdade de ideias e aos direitos individuais. Confiante, ela não hesita: “Sou protagonista”.

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O contraste entre os dois mundos de Michelle

ESPOSA DE BOLSONARO

Na quarta-feira 21, a futura primeira-dama do Brasil, Michelle, mulher do presidente eleito Jair Bolsonaro, conheceu o suntuoso palácio em que poderá se instalar a partir do dia 1º de janeiro. Durante pouco mais de uma hora, foi conduzida pela atual primeira-dama, Marcela Temer, pelas salas e corredores dos sete mil metros quadrados do Palácio da Alvorada, construção de três andares em mármore e concreto concebida por Oscar Niemeyer no final da década de 1950. A 26 quilômetros dali, seu pai, Vicente de Paulo, seguia sua rotina de motorista de ônibus aposentado, ao lado da atual mulher e madrasta de Michele, Maísa Torres, na casa em que moram numa quadra da Ceilândia Norte, periferia do Distrito Federal. Ali, Vicente e Maísa tocam seu pequeno negócio, uma serigrafia que imprime camisetas para a Igreja Adventista da qual fazem parte, e que Michele também frequentava quando vivia em Brasília. A situação de vulnerabilidade é incontestável, principalmente em se tratando da família da mulher do futuro presidente do Brasil. Há uma boca de fumo instalada a 500 metros da porta, no final da rua. O casal admite preocupação. “Falta polícia para tirar esses criminosos daqui. A gente já pediu, mas não foi atendido”, revela a madrasta de Michelle Bolsonaro, a quem ela chama de “segunda mãe”.

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