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Ele homologou delações fajutas; tem de anulá-las e demora porque tem medo; Batistas anteveem cadeia e podem retaliar

O ministro Edson Fachin, relator do caso JBS no Supremo, está no que pode ser uma encalacrada. Ele homologou, sem restrições, as delações mais fajutas da história. E não tem como. Terá de anulá-las, o que ainda não fez. Está sentado sobre a questão desde setembro. E não é só essa: também a homologação da delação de Sérgio Machado tem de ser revista. Sabe-se que o homem é corrupto. Ele confessou. Ficou decidido que tem de devolver R$ 70 milhões aos cofres públicos — não sei se já o fez. Até agora, as histórias que contou não se confirmaram.

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Doação de R$ 110 milhões foi feita a partidos, não a Aécio; dizer que a doação legal é corrupção não é denúncia, é lava-jatismo

De repente, a imprensa foi invadida por uma nova avalanche de notícias contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que, obviamente, está fragilizado. É a hora em que a imprensa passa a atuar como um braço do “Partido da Polícia”. Alguém poderia perguntar: “Ah, mas vai deixar de noticiar?” Que se noticie. Mas que as circunstâncias, então, da notícia sejam devidamente explicitadas. O caso de Aécio é um emblema do mecanismo de terror em que se transformou a Lava Jato. E um pouco de bom senso explica por quê.

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Ao chamar anúncio da Jovem Pan-BH de “pensão”, Joesley barbariza e faz o jogo do MPF; contra Aécio, vale qualquer coisa

Notem que a falsa informação da doação de R$ 110 milhões a Aécio Neves — tratou-se de doações eleitorais a partidos, com notas e recibos (ver post acima) — vem a púbico logo depois de o Supremo ter aceitado a denúncia contra o senador, oferecida pela Procuradoria Geral da República, e antes de Edson Fachin, relator das delações de Joesley Batista e sua turma, tomar a decisão sobre o destino que dará às ditas-cujas.

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Fator Fachin 4: É bom que fique claro que STF já está condescendendo com violação da Carta: a admissão de provas colhidas de modo ilegal

Publicada: 22/04/2018 - 6:47

Quando uma corte suprema admite provas ilegais, faz um pacto com o urubu do baguncismo

Sim, o Supremo Tribunal Federal — e vejam a degradação a que assistimos — agora já aceita provas colhidas ilegalmente, o que afronta outra cláusula pétrea da Constituição: Inciso LVI do Artigo 5º. Antes, algumas coisinhas.

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O noticiário político virou um necrotério. Há cadáveres demais nas manchetes. São tantos e tão disseminados os escândalos que a ética deveria ser guindada ao patamar de tema obrigatório da temporada eleitoral. Ocorre, porém, o oposto. Numa disputa que en

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (21), pelo jornalista Érico Firmo:

A operação que prendeu dirigentes do sistema penitenciário, cujos áudios reveladores foram divulgados pelo Ministério Público, ataca um problema crucial para resolver a crise da segurança pública. Os líderes do crime organizado estão presos e comandam de dentro dos presídios mesmo. A liberdade de ação de que desfrutam no cárcere jamais poderia ocorrer se não com a conivência de gente de dentro do aparelho prisional.

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Em novo depoimento, Joesley liga Aécio a repasse de R$ 110 milhões

BRASÍLIA — Em novo depoimento prestado à Polícia Federal na quinta-feira, o empresário Joesley Batista afirmou ter repassado R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB) durante a campanha eleitoral de 2014. Segundo O GLOBO apurou com fontes ligadas ao caso, Joesley teria confirmado que os repasses milionários ao tucano estariam atrelados à futura atuação de Aécio em favor dos negócios do grupo J&F. O repasse milionário teria sido dividido pelos tucanos com outros partidos que apoiaram Aécio.

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Dono da Andrade Gutierrez confirma pagamento de R$ 35 milhões a Aécio via Alexandre Aciolly

BRASÍLIA e SÃO PAULO — O acionista da Andrade Gutierrez Sérgio Andrade confirmou em depoimento à Polícia Federal na última terça-feira que um contrato de R$ 35 milhões firmado em 2010 entre a empreiteira e uma empresa de Alexandre Accioly tinha como objetivo repassar recursos ao senador tucano Aécio Neves (PSDB-MG). O executivo é o segundo a reforçar as suspeitas dos investigadores de que o pagamento era propina. Há cerca de seis meses, o colaborador Flávio Barra revelou que o repasse a Accioly, compadre e apontado como operador de Aécio, era referente a uma sociedade que nunca existiu de fato.

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Promotoria abre inquérito contra Alckmin por improbidade

O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito civil contra o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), seu cunhado Adhemar César Ribeiro e também contra o secretário Marcos Monteiro (Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação), codinome ‘Salsicha’ ou ‘M&M’, por suposto ato de improbidade.

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STF privilegiou a ética quatro vezes em 14 dias

Os bons costumes começaram a prevalecer no Supremo de forma surpreendente. Nos últimos 14 dias, de cinco decisões da Suprema Corte apenas uma premiou a falta de ética. O tribunal empurrou Lula para a cadeia, manteve Palocci preso, converteu Aécio em réu e negou a Maluf um recurso —embargo infringente— que reabriria o debate sobre sua condenação. A moralidade só não ficou invicta porque a Segunda Turma ressuscitou o ficha-suja Demóstenes Torres, permitindo que ele se recandidate ao Senado.

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