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Moro pede que brasileiros revejam em quem vão votar em 2018

Foto: Pedro de Oliveira/ ALEP: <p>Curitiba- PR- Brasil- 24/10/2016- O o juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, durante sessão especial na Assembléia Legislativa do Paraná (ALEP). Foto: Pedro de Oliveira/ ALEP</p>

Ao receber o prêmio de "Brasileiro do ano" de 2017, da revista IstoÉ, o juiz federal Sérgio Moro mostrou que quer dar pitacos nos votos dos cidadãos; em discurso na premiação, Moro afirmou: "Em 2018, devemos rever em quem vamos votar. Isso será um ponto decisivo na mudança do nosso País”, afirmou. PORTAL 247

Lula enfrenta protestos em caravana pelo Estado do Rio

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentou protestos e percalços nesta terça-feira (5), segundo dia de sua caravana pelos Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Com uma faixa com a inscrição "Lula, ladrão, seu lugar é na prisão", cerca de 200 apoiadores do deputado Jair Bolsonaro (PSC) fizeram uma manifestação nas escadarias da Câmara de Vereadores de Campos, diante da praça onde Lula deu início à visita ao Estado do Rio.

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Russomanno lidera disputa em São Paulo, diz pesquisa

O Estado de S.Paulo

04 Dezembro 2017 | 09h15

O deputado Celso Russomanno (PRB) lidera a corrida ao Palácio dos Bandeirantes com 25% das intenções de voto, diz a pesquisa Datafolha. O prefeito da capital, João Doria (PSDB), vem em segundo, com 19%. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf (PMDB), está em terceiro, com 13%. No cenário em que o candidato tucano é o senador José Serra, a vantagem de Russomanno se amplia para 27%. O tucano fica em terceiro lugar, com 14%, e Skaf, em segundo, com 16%. Luiz Marinho (PT), Márcio França (PSB), Rodrigo Garcia (DEM), Gilberto Kassab (PSD) e Gabriel Chalita (PDT) têm entre 2% e 5% das intenções de voto.

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PT faz a campanha de Lula escondendo Dilma

A forma como a presidente do PT celebra o resultado do Datafolha levanta a suspeita de que a companheira esteja com a febre dos políticos picados pelo mosquito que faz sumir a memória. A senadora Gleisi Hoffmann atribuiu a liderança de Lula na pesquisa “aos resultados do seu governo.” Ela emendou: “As pessoas analisam o que elas já viveram e comparam. Elas tinham renda e emprego. Hoje, voltou a pobreza e a miséria.” A amnésia apagou da análise de Gleisi a companheira Dilma Rousseff.

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‘Efeito toga’ tornou-se principal variável de 2018

No momento, não há nada mais equivocado na análise da conjuntura eleitoral brasileira do que ter certeza. A leitura fria dos dados expostos na mais recente pesquisa do Datafolha induz à falsa conclusão de que a sucessão presidencial vai se consolidando como uma batalha entre o pseudo-esquerdista Lula e o ultra-direitista Jair Bolsonaro. Mas a contrução do cenário de 2018 já não depende apenas do eleitor. A situação penal do candidato do PT converteu o Judiciário num protagonista da disputa sucessória. O “efeito toga” injeta no processo um quê de imponderável.

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