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No centro da disputa - MERVAL PEREIRA

O senador Tasso Jereissati, que já presidiu o PSDB e hoje se mantém como uma figura política influente no partido, embora sem cargo formal, avalia como provável que surja até 2022 um nome do centro político, mais à esquerda, mais à direita, para enfrentar a polarização de posições que continua dominando a disputa partidária.

Numa entrevista na quarta-feira na Central da Globonews, o senador tucano avaliou que se o centro político oferecer uma opção competitiva ao eleitorado, o que não aconteceu em 2018, a dualidade de extremos será quebrada.

Tasso se recusa a citar nomes de possíveis candidatos, alegando que a dinâmica política já demonstrou que não é possível fazer um prognóstico desses tanto tempo antes da eleição.

Lembrou o caso do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que pouco antes da eleição na sabia se teria condições de se eleger deputado federal e acabou ministro da Fazenda e candidato vitorioso à presidência da República.

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Decálogo do bom governante

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

05 de agosto de 2019 | 03h00

Governar é difícil. Governar o Brasil, por sua vastidão territorial, multiplicidade étnica e cultural, histórica desigualdade e deficiência crônica em áreas básicas para o progresso humano, é tarefa para quem, antes de tudo, enxergue essas questões como estímulo e, de forma empática, saiba liderar a Nação na busca por soluções para nossas mazelas.

As variáveis que levaram os eleitores a escolher Jair Bolsonaro como presidente da República em outubro do ano passado já não importam, senão para a historiografia. A democracia não corre o risco de embolorar quando a sociedade se mostra capaz de aprender as lições deixadas por cada pleito. Aliás, é dessa abertura dos cidadãos ao aprendizado cívico que vem o oxigênio que mantém a democracia viva. Ora avançando, ora retrocedendo, o que importa é o constante apuro do discernimento dos eleitores.

Os cidadãos serão mais uma vez convocados às urnas no ano que vem para escolher os prefeitos e vereadores dos 5.570 municípios do País. É uma escolha muito importante porque é o município a base do sistema político brasileiro. É no município que acontecem os fatos que mais afetam a vida de milhões de homens e mulheres no País. Trata-se, pois, de mais uma excelente oportunidade para os eleitores buscarem informação confiável, sopesarem seus interesses e necessidades e identificarem no rol de candidatos aqueles que julgam estar preparados para melhorar suas vidas.

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Joice reitera pré-candidatura em São Paulo e diz que Datena tem 'histórico' no PT

Felipe Frazão, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2019 | 10h50

Líder do governo Jair Bolsonaro no Congresso, a deputada Joice Hasselmann diz que o PSL está decidido a lançá-la candidata à prefeitura de São Paulo em 2020. "Não sou mulher de amarelar", diz. Ela afirma que houve um "pré-namoro" do partido com o apresentador José Luiz Datena - que recebeu convite de Eduardo Bolsonaro para ingressar no PSL e ser uma opção na disputa eleitoral do ano que vem -, mas associa o apresentador ao PT. 

"É um cara legal, gosto dele, mas o Datena tem um histórico de 23 anos de PT. Como você vai lançar como nome da direita um cara que tem um histórico dentro do PT. Mesmo tendo passado pelo DEM não deu para depurar."

Joice Hasselmann
A deputada federal Joice Hasselmann, em evento do LIDE, em Campos do Jordão (SP).  Foto: REUTERS/Amanda Perobelli (05/04/19)

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Tasso Jereissati reúne pré-candidatos a vereador apostando em renovação para 2020

O senador Tasso Jereissti reuniu, nessa noite de terça-feira, em seu escritório político, um grupo de pré-candidatos a vereador de Fortaleza. O encontro, que teve a presença de Carlos Matos, pré-candidato do partido a prefeito, teve o objetivo de traçar estratégias de olho no pleito de 2020.

Nesse primeiro encontro, participaram 22 pré-candidatos marcaram presença no bate-papo com o senador tucano.

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TSE rejeita ‘terceiro turno’ das eleições

Rafael Moraes Moura, O Estado de S.Paulo

15 de julho de 2019 | 05h04

Ministro do STJ Jorge Mussi
 
O ministro Jorge Mussi já afirmou que não viu irregularidades nas campanhas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) para a Presidência em 2018 Foto: Rafael Luz/STJ

BRASÍLIA - Até agora, a tentativa de criar um “terceiro turno” das eleições fracassou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desde o fim da campanha de 2018, a Corte Eleitoral já arquivou cinco ações que apuravam suspeitas de irregularidades nas campanhas do agora presidente Jair Bolsonaro (PSL) e de seu adversário no segundo turno, Fernando Haddad (PT), pela Presidência da República.

Integrantes do TSE ouvidos reservadamente pelo Estado afirmaram que as apurações não levantaram provas suficientes nem para a cassação do presidente da República e de seu vice, Hamilton Mourão, nem para declaração de inelegibilidade de Haddad. As investigações consideradas mais delicadas contra Bolsonaro e Mourão, envolvendo o suposto disparo de mensagens em massa no WhatsApp, encontram-se em estágio incipiente e podem não ser analisadas pelo plenário neste ano. 

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