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Temer diz ter sido vítima de ‘grande montagem’

Michel Temer participa neste domingo da cerimônia de posse do presidente do Chile, Sebastián Piñera. Antes de viajar, concedeu entrevista ao jornal chileno ‘La Tercera’. Na conversa, veiculada neste sábado, apresentou-se como vítima de uma “grande montagem” supostamente urdida para retirá-lo da Presidência da República. “Até o ex-presidente Lula reconheceu, recentemente, que houve uma tentativa de golpe orquestrada contra mim, à qual tive a coragem de enfrentar e vencer”, disse Temer.

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Governo cogita mudar nome do Bolsa Família e pagar adicional de R$ 20 por trabalho voluntário Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/governo-cogita-mudar-nome-do-bolsa-familia-pagar-adicional-de-20-por-trabalho-voluntario-22473087#ixzz59HyF8m5j stes

BRASÍLIA — O governo pretende mexer no programa Bolsa Família para introduzir o conceito de dignidade, segundo uma fonte a par do assunto. Também se cogitou trocar o nome por "Bolsa Dignidade", mas existem dúvidas se isso é possível e avalia-se o risco de eventual repercussão negativa da medida em ano eleitoral. Também está em discussão a possibilidade de pagar um adicional de R$ 20 para os beneficiários que realizarem trabalho voluntário.

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Auditoria aponta prejuízo de R$ 15 milhões no Ministério do Esporte

Diego Garcia / folha de sp
SÃO PAULO

Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) identificou diversos gastos indevidos em meio às despesas da Secretaria Executiva do Ministério do Esporte, totalizando um prejuízo de quase R$ 15 milhões aos cofres públicos entre 2015 e 2017. O valor é equivalente a 21% do orçamento total do programa Bolsa Atleta para 2018.

A auditoria fiscalizou gastos de R$ 90,6 milhões da secretaria, que é responsável por auxiliar o ministério na supervisão das atividades relacionadas aos sistemas federais de planejamento e orçamento, organização e modernização administrativa, recursos humanos e de serviços gerais, entre outros.

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Remédio comprado de Cuba foi superfaturado, diz ministério

Reynaldo Turollo Jr.
BRASÍLIA

Um acordo entre Brasil e Cuba para aquisição e posterior produção de alfaepoetina, substância indicada para tratar pessoas com problema renal crônico, fez com que o Ministério da Saúde comprasse ao longo dos últimos 12 anos o medicamento com preços superfaturados, aponta a área técnica da própria pasta.

O caso gerou uma contenda entre o Ministério da Saúde e o instituto Bio-Manguinhos/Fiocruz, vinculado à pasta, e foi parar no TCU (Tribunal de Contas da União). No centro da polêmica, permeada de informações conflitantes, está a questão da transferência de tecnologia de Cuba para o Brasil, prevista desde o primeiro governo Lula (2003).

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Caixa adota concorrência pública para emprestar dinheiro do FGTS

JULIO WIZIACK FÁBIO FABRINI
BRASÍLIA

Após a descoberta de um esquema de pagamento de propinaem troca da liberação de valores bilionários para grandes empresas, a Caixa Econômica Federal decidiu abrir concorrência pública para definir quem recebe o dinheiro da carteira administrada do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Na prática, isso significa que o processo de escolha da empresa contemplada com os recursos, antes restrito aos gabinetes da Caixa, passará a ser público.

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Mau exemplo do Refis

O Estado de S.Paulo

06 Março 2018 | 03h00

Não demorou para que maus contribuintes contumazes exibissem mais uma vez seus hábitos perniciosos para a higidez do sistema tributário do País. Eles se valem das vantagens oferecidas pelos programas de refinanciamento de dívida tributária federal lançados nos últimos anos, e que ficaram conhecidos como Refis, mas logo deixam de cumprir as obrigações que assumiram na renegociação. Desta vez, as consequências desse comportamento parecem ter surgido mais depressa. O mais recente programa de refinanciamento de dívidas tributárias federais – oficialmente chamado de Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) – foi criado por lei em outubro, modificado por medida provisória em novembro e já registra um calote de R$ 3,1 bilhões. É o valor que os beneficiários do Pert se comprometeram a recolher aos cofres da Receita Federal, mas não o fizeram no prazo acordado, como mostrou reportagem do Estado.

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Temer tira país da recessão; emprego já se recupera.

Publicada: 02/03/2018 - 8:16

O presidente Michel Temer: previram a ruína, e veio o crescimento, com os fundamentos da economia entrando nos eixos. e agora?

O governo Michel Temer tirou o país da recessão. O Brasil cresceu 1% em 2017. Os dados mais conservadores apontam um crescimento de 3% neste ano. Otimistas responsáveis acham que pode se aproximar de 4%. Sim, é verdade, a sensação de que as coisas melhoraram brutalmente ainda não chegou às pessoas, mas, acredito, acabará chegando. E é importante notar que isso se deu contra todas as expectativas, com o governo enfrentando duas tentativas de golpe.

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Sindicatos contra o trabalhador

O Estado de S.Paulo

28 Fevereiro 2018 | 03h06

É preocupante a notícia de que centrais sindicais estão instruindo os sindicatos a desrespeitarem a legislação em vigor. Segundo reportagem do Estado, as principais centrais sindicais estão aconselhando seus filiados a aprovarem, por votação em assembleia extraordinária, a manutenção da cobrança da contribuição sindical. Essa orientação contraria o que determina a Lei 13.467/17, que trata da reforma trabalhista.

Até novembro de 2017, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelecia que não era necessária autorização do empregado para cobrar a contribuição sindical. Com a entrada em vigor da reforma trabalhista, essa possibilidade foi extinta. “O desconto da contribuição sindical está condicionado à autorização prévia e expressa dos que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da mesma categoria ou profissão”, diz o atual art. 579 da CLT, na redação dada pela Lei 13.467/17.

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Temer diz que ações de apoio à segurança não devem ficar apenas no Rio de Janeiro

Carla Araújo e Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

27 Fevereiro 2018 | 13h28

BRASÍLIA - Ao criar o 29º ministério de seu governo, o presidente Michel Temer disse que tem contado com ampla cooperação das Forças Armadas, que a intervenção na segurança do Rio foi "democrática" e não descartou ajudar outros Estados que necessitarem de apoio na área da segurança. 

Cerimônia de posse
Cerimônia de Posse do Ministro Extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann Foto: Marcos Corrêa/Presidência

"Só chegamos à intervenção parcial no Rio de Janeiro -- porque ela é parcial e democrática - porque está amparada pelo texto constitucional e é uma intervenção civil, de forma acordada com o governador (Luiz Fernando Pezão)", afirmou o presidente, dizendo que a criação da pasta "enaltece o diálogo" "numa linha de quem despreza o autoritarismo". 

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