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PSDB sairá pela porta da frente, só que deitado

Após exibir sua má reputação numa convenção estadual do PSDB em Minas Gerais, Aécio Neves trocou um dedo de prosa com os repórteres. A certa altura, disse haver no PSDB “um convencimento de todos'' de que está chegando o momento de deixar o governo. Hã, hã… ''Vamos sair do governo pela porta da frente, da mesma forma que entramos'', declarou Aécio. De fato, o tucanato sairá pela mesma porta que entrou. Mas numa posição diferente.

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Trabalhadores não perdem direitos com a nova lei, afirmam especialistas

Julia Affonso e Luiz Vassallo

11 Novembro 2017 | 08h31

Foto: Estadão

Na opinião de especialistas e acadêmicos de Direito do Trabalho a aplicação das novas regras trabalhistas – em vigor a partir deste sábado, 11 – que mudam mais de 100 pontos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), tem situações positivas, flexibiliza direitos, mas também ainda gera muitos questionamentos e polêmicas.

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Hora de reforma e investimentos - ISTOÉ

TEMER

Vencida a ameaça de ações jurídicas ao seu mandato, Michel Temer elaborou uma estratégia para chegar ao final de seu governo, em dezembro de 2018, com reformas políticas e administrativas. No campo político, o presidente chegou à conclusão que a reforma ministerial “é inevitável”, como vêm pedindo os aliados no Congresso, e decidiu que vai fazê-la “no momento certo”.

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Planalto apoia ato para evitar ‘divórcio litigioso’

Vera Rosa, Tânia Monteiro e Carla Araújo, O Estado de S.Paulo

10 Novembro 2017 | 05h00

BRASÍLIA - O movimento feito pelo senador Aécio Neves (MG) ao destituir o colega Tasso Jereissati (CE) da presidência interina do PSDB teve apoio do Palácio do Planalto. Na avaliação do núcleo político do governo, a estratégia pode ter impacto na operação que vinha sendo capitaneada por Tasso para o partido desembarcar do governo.

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Governo ‘faz o necessário para obter o possível’

Depois de obter da Câmara a licença para permanecer no volante até 31 de dezembro de 2018, Michel Temer tem dificuldades para traçar o itinerário do resto do seu governo. Qual é, afinal, o rumo?, perguntou o blog a um auxiliar do presidente. E ele: “Passamos a viver combates diários. Nosso horizonte é o final de cada dia. No momento, o governo faz o necessário para obter o que seus aliados consideram possível. Às vezes, o possível é menos do que o necessário. Mas é melhor do que nada.”

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Temer, a raposa, repõe na ordem do dia a Previdência; os bichos-preguiça não entenderam nada

Sem as mudanças, o futuro do país está comprometido. As expectativas se deterioraram. E todos se lembraram, ora pois, que mudar a Previdência não depende da vontade pessoal do presidente

Publicada: 09/11/2017 - 7:15

Pode ser, sim, que a reforma da Previdência seja destravada — ainda que numa versão enxuta. E, acreditem!, há quem não enxergue nisso a sutil atuação de Michel Temer.

Antes de se tornar presidente da República, Temer era visto pela quase totalidade dos jornalistas como uma hábil raposa política. E isso era um elogio. A expressão se referia à sua óbvia destreza para caminhar de forma macia entre contrários. Sempre foi um negociador competente e comandou com brandura, mas com firmeza, a máquina gigantesca e diversa que é o PMDB. Nas fábulas, a raposa é símbolo de sagacidade.

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PMDB derruba, centrão prefere ocupar governo

Os partidos do chamado centrão fazem com Michel Temer o que o PMDB fazia com Dilma Rousseff: usurpam a autoridade presidencial. Dilma fez cara feia. E foi destituída pelo PMDB. Temer entregou a alma. Safou-se duas vezes. Agora, é diminuído por quem o salvou. Descobre da pior maneira uma fatalidade da política brasileira: quem com fisiologismo fere com fisiologismo será ferido.

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Temer quer levar ações da Educação à vitrine

Educação é uma das áreas que Temer levará vitrine: vagas no Fies e no ensino em tempo integral

Em meio a um esforço para empurrar o seu governo das cordas para o centro do ringue, Michel Temer reuniu-se nesta terça-feira com os ministros da área social. Pediu que arregacem as mangas e levem à vitrine as ações de suas respectivas pastas. Quer evitar a proliferação da tese de que seu governo terá vida vegetativa nos 14 meses que lhe restam de mandato.

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Burocracia consome 135 dias de trabalho nas micro e pequenas empresas brasileiras

POR 

. - Bloomberg

RIO - Os micro e pequenos empresários brasileiros gastam, em média, 135 dias por ano de trabalho com tarefas administrativas. Isso significa que 6,5% de todo o tempo dos funcionários dessas empresas são empregados nesses afazeres, quase quatro vezes mais que no Canadá (1,7%) e acima de outros emergentes como África do Sul (3,7%). A informação é de pesquisa feita com 11 nações pela consultoria Plum, que ainda apontou o ônus da burocracia para os micro e pequenos empreendedores brasileiros: a perda de produtividade alcança R$ 79,5 bilhões por ano.

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