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Justiça torna réus Roberto Jefferson e outros 19 acusados de organização criminosa no Ministério do Trabalho

BRASÍLIA – A juíza federal substituta Pollyanna Kelly, da 12ª Vara Federal de Brasília, aceitou nesta segunda-feira denúncia movida pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre a existência de uma organização criminosa noMinistério do Trabalho , descoberta na Operação Registro Espúrio , e tornou réus o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) e outros 19 acusados de envolvimento no caso, dentre eles o ex-ministroHelton Yomura (PTB) e o ex-secretário-executivo do ministérioLeonardo Arantes , sobrinho do deputado Jovair Arantes (PTB-GO).

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Fraudadores criavam ‘aposentadorias’ em quatro minutos, diz PF

Julia Affonso e Fausto Macedo

26 Novembro 2018 | 18h11

 

A vereadora Elian Santana. Foto: Repórter Diário

 

esquema de aposentadorias fraudadas que tinha seu reduto principal instalado no gabinete da vereadora Elian Santana (SD), da Câmara de Santo André (Grande São Paulo), provocou um rombo de R$ 170 milhões, segundo estimativa da Polícia Federalem São Paulo. Nesta segunda, 26, a PF deflagrou a Operação Barbour e prendeu a vereadora e mais três investigados.

Segundo a PF, os pedidos de aposentadoria eram ‘aprovados’ em apenas quatro minutos ‘sem que houvesse qualquer tipo, aparentemente, de avaliação dos documentos apresentados’.

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Palocci diz que campanhas de Dilma custaram R$ 1,4 bi

Ricardo Brandt, Luiz Vassallo, Fausto Macedo e Julia Affonso / O ESTADO DE SP

01 Outubro 2018 | 16h01

 

 

No termo de delação premiada número 1 de Antonio Palocci, que abre a lista de revelações do ex-ministro dos governos do PT, ele afirma que a campanha presidencial de reeleição de Dilma Rousseff em 2014 custou R$ 800 milhões. O valor é mais do que o dobro dos R$ 350 milhões de gastos declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Lula interferia nos fundos de pensão desde a década de 90, diz Palocci

Fabio Serapião/BRASÍLIA / O ESTDO DE SP

11 Setembro 2018 | 16h00

O ex-ministro Antônio Palocci disse em depoimento à força-tarefa da Operação Greenfield que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva interferia nos investimentos dos fundos de pensão desde a década de 1990, quando ainda atuava no meio sindical. Ao Ministério Público Federal (MPF), o ex-ministro afirmou que a partir de 2004, já no poder, o PT começou a pedir vantagem indevidas a empresas interessadas em receber aportes dos fundos de empresas públicas.

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‘Fraude estava instalada dentro da Petros’, diz procuradora da Lava Jato

Julia Affonso, Ricardo Brandt e Fausto Macedo

23 Novembro 2018 | 13h43

 

Foto: Reprodução

 

Operação Sem Fundos56ª fase da Lava Jato aberta nesta sexta-feira, 23, investiga ex-presidentes e um ex-diretor do Fundo Petrobrás de Seguridade Social (Petros) por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção ligado à construção da Torre Pituba, a sede da Petrobrás em SalvadorNewton CarneiroLuís Carlos Fernandes Afonso e Carlos Fernando Costa são alvo da mandados de prisão preventiva. Wagner Pinheiro teve sua residência vasculhada pela Polícia Federal.

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Palocci acusa Lula de interferir em fundos de pensão

Ricardo Brandt /  O ESTDO DE SP

25 Novembro 2018 | 05h00

 

Palocci e Lula. FOTO DIGITAL: CELSO JUNIOR/AE

 

Em delação premiada à Polícia Federal, o ex-ministro Antônio Palocci relata suposta atuação criminosa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para viabilizar o projeto de nacionalizar a indústria naval e arrecadar recursos para “quatro ou cinco” campanhas do PT – em especial, a primeira eleição de Dilma Rousseff, em 2010 –, à reboque da descoberta do pré-sal.

Segundo Palocci, Lula e Dilma teriam determinado indevidamente a cinco ex-dirigentes dos fundos de pensão do Banco do Brasil (Previ), da Caixa Econômica Federal (Funcef) e da Petrobrás (Petros), indicados aos cargos pelo PT, que capitalizassem o “projeto sondas”. A operação financeira, que resultou na criação da Sete Brasil, em 2010, buscava viabilizar a construção no Brasil dos navios-sonda – embarcações que perfuram os poços de petróleo – para a Petrobrás explorar o pré-sal. A estatal anunciara em 2008 que precisaria de 40 equipamentos – no mundo, existiam menos de 100. “Dentro desse investimento, tinha todo ilícito possível”, afirmou o ex-ministro, em depoimento à PF.

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Projetos e construção da sede da Petrobras na Bahia foram superfaturados em quase R$ 1 bilhão, diz MPF

Com o superfaturamento na construção da sede da Petrobras em Salvador (BA), os projetos e a obra do prédio passaram de R$ 320 milhões para R$ 1,3 bilhão, de acordo com a procuradora do Ministério Público Federal (MPF) Isabel Vieira Groba.

O superfaturamento é alvo de investigação da 56ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta sexta-feira (23). O valor de R$ 1,3 bilhão informado pela procuradora é atualizado.

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Lula, Dilma, Palocci, Mantega e Vaccari no banco dos réus pelo Quadrilhão do PT

Teo Cury e Rafael Moraes Moura/ BRASÍLIA / O ESTADO DE SP

23 Novembro 2018 | 16h29

 

Dilma e Lula. FOTO: GABRIELA BILÓ / ESTADÃO

 

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ª Vara Federal, em Brasília, aceitou nesta sexta-feira (23) denúncia formulada pelo Ministério Público Federal contra os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, os ex-ministros da Fazenda Antonio Palocci e Guido Mantega e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto por formação de organização criminosa, no caso do “quadrilhão do PT”.

“Segundo a acusação, com base nas provas documentais juntadas aos autos, os réus (até o ano de 2016) integravam organização criminosa quando de suas respectivas atuações como membros do Partido dos Trabalhadores (PT) e ainda por meio de condutas ligadas a exercício de mandatos como Presidentes da República, ministros de Estados e de integrante do referido Partido, tendo sido cometidos diversos crimes contra a Administração Pública (entre os quais corrupção) e lavagem de dinheiro relacionados com o Ministério de Minas e Energia, Petrobrás, Construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e UTC, e J&F/BNDES”, escreveu o juiz.

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Propinas de R$ 68 mi beneficiaram PT e ex-dirigentes da Petrobrás e da Petros, diz Lava Jato

Julia Affonso, Fausto Macedo e Ricardo Brandt / O ESTDO DE SP

23 Novembro 2018 | 10h38

 

Petrobrás. Foto: PAULO VITOR/AGENCIA ESTADO/AE

Operação Lava Jato afirma que as empreiteiras OAS e a Odebrecht distribuíram propina de R$ 68.295.866,00 ao PT e a ex-dirigentes da Petrobrás e da Petros no esquema de corrupção ligado à construção da Torre Pituba, a sede da estatal na Bahia. O Ministério Público Federal aponta que os ‘valores históricos’ representam quase 10% do valor da obra.

A construção da Torre Pituba é alvo da Operação Sem Fundos, 56ª fase da Lava Jato deflagrada nesta sexta-feira, 23. A sede foi concebida, segundo a Procuradoria da República, no Paraná, por dirigentes da Petrobrás e da Petros, para abrigar a sede da estatal em Salvador. O fundo de pensão teria se comprometido a realizar a obra e a Petrobrás, a alugar o edifício por 30 anos (construção na modalidade built to suit).

O ex-presidente da Petros Wagner Pinheiro e empresas ligadas a ele foram alvo de buscas. Marice Correa, cunhada do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, e o marqueteiro ligado ao PT Valdemir Garreta são alvo de mandados de prisão temporária.

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Plenário do STF decidirá se casos de caixa 2 devem ser enviados à Justiça Eleitoral

Por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasília

 

Ministros da Primeira Turma do STF durante a sessão desta terça-feira (20) — Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Ministros da Primeira Turma do STF durante a sessão desta terça-feira (20) — Foto: Nelson Jr./SCO/STF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta terça-feira (20) enviar ao plenário da Corte uma questão de ordem para decidir se casos de caixa 2 devem ser enviados à Justiça Eleitoral.

O caixa 2 consiste em o candidato ou o partido político receber doação e não declarar à Justiça Eleitoral.

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