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Fantástico mapeia Lava Jato

Esta semana, a Operação Lava Jato entrou na 24ª fase - uma investigação que está completando dois anos. São etapas de uma trama complexa, cheia de revelações. Uma história que ainda está sendo escrita. Uma sala reservada, na sede da Polícia Federal em Curitiba, guarda uma pista de que novos capítulos ainda estão por vir. Vamos voltar a março de 2014, para entender como tudo isso começou. Quando a primeira peça cai, é difícil prever onde o último reflexo vai ser sentido. Tudo começou com uma investigação contra doleiros do Paraná. O esquema funcionava num posto de gasolina, em Brasília. Lá, se lavava tudo. Lavanderia de roupas. Um lava a jato de carros, e uma casa de câmbio, especializada em lavar dinheiro sujo.

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Lula não muda o repertório em entrevista após depoimento

A entrevista do ex-presidente Lula, no diretório do PT em São Paulo, mostra que o ex-metalúrgico não renovou o repertório. Horas depois de ser conduzido coercitivamente para depor à Polícia Federal, Lula manteve a cantilena desfiada há 14 anos, quando estava prestes a ocupar o Palácio do Planalto pela primeira vez.

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Num discurso velho e surrado, sem explicar as acusações que hoje pesam sobre seus ombros, Lula tornou a se apresentar como vítima das elites e da mídia, apostando de novo num discurso de divisão do País entre ricos e pobres, privilegiados e desfavorecidos. Ocorre que hoje a realidade é distinta daquela vivida por ele em 2002, quando foi eleito para o primeiro mandato.

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"Lula sabia do Petrolão", diz novo delator

PEDRO CORREIA

Em seu pedido de busca e apreensão para a 24ª fase da Operação Lava Jato, os procuradores da força-tarefa expuseram a anatomia do petrolão: “A estrutura criminosa perdurou por, pelo menos, uma década. Nesse arranjo, os partidos e as pessoas que estavam no governo federal, dentre elas Lula, ocuparam posição central em relação a entidades e indivíduos que diretamente se beneficiaram do esquema”. Os investigadores ainda reforçam que a corrupção só se alastrou devido a “vinculação de legendas políticas que compunham a base aliada do governo federal”. Um exemplo disso, destacado pelo próprio Ministério Público Federal, é o ex-deputado Pedro Corrêa, ex-presidente do Partido Progressista (PP) e preso na Lava Jato há quase um ano. Ele era o responsável por garantir a sustentação de seu partido ao governo. Em troca, recebia as propinas geradas a partir dos contratos fechados na diretoria de abastecimento da Petrobras, comandada pelo delator Paulo Roberto Costa.

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Janot revela rotina de luxos e prazeres de Eduardo Cunha

Em apenas cinco dias, em fevereiro de 2015, presidente da Câmara gastou no crédito em Paris US$ 1,3 mil no restaurante Gu Savoy, US$ 8,1 mil na loja de roupas masculinas Textiles Astrum France, US$ 965,69 no restaurante Les Tablettes, US$ 1.177 no Le Grand Vefour, US$ 15,8 mil no Hotel Plaza Athnee...

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Em apenas nove dias, no final de dezembro de 2012 e início de 2013, o deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) gastou no cartão de crédito US$ 42,2 mil em restaurantes, hotel e lojas de grife em Miami Beach, valor equivalente a R$ 169,5 mil numa época em que ele ganhava na Câmara R$ 17,7 mil.

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Titular da Justiça concentrou processos

Conforme integrantes do MP da Bahia, atuação de Wellington César costumava centralizar ações quando era procurador-geral

 
 

SALVADOR - O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva – cuja nomeação está suspensa por ordem judicial desde sexta-feira, 4 – concentrou processos em seu gabinete e deixou de delegar investigações a promotores e procuradores de grupos especializados enquanto esteve à frente da Procuradoria-Geral de Justiça do Estado da Bahia (2010-2014). Ele reconheceu a prática, mas afirmou que adotou a estratégia para evitar “vulnerabilidades e nulidades futuras” nos procedimentos que preferiu manter nas mãos dos seus dois procuradores-gerais adjuntos.

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Odebrecht foi a que mais doou a instituto e pagou por palestras Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/odebrecht-foi-que-mais-doou-instituto-pagou-por-palestras-18815976#ixzz424ywjVeF © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a In

SÃO PAULO. A Odebrecht foi a empresa que mais contribuiu com doações ao Instituto Lula e pagou por palestras do ex-presidente entre 2011 e 2014. No total, foram R$ 7,678 milhões, dos quais R$ 4,6 milhões foram destinados ao instituto e R$ 3,013 para pagamentos à LILS Palestras e Eventos, a empresa do ex-presidente. Na sequência estão Camargo Corrêa, com R$ 6,757 milhões; Andrade Gutierrez, com R$ 4,934 milhões; Queiroz Galvão (R$ 4,216 milhões) e OAS (R$ 3,917 milhões).

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CNJ manda TJ-CE trocar comissionados por servidores públicos

O Tribunal de Justiça do Ceará tem 30 dias para fazer um diagnóstico das atividades desempenhadas por seus funcionários terceirizados e 90 dias para apresentar um estudo para substitui-los por servidores públicos, quando constatado que exercem atividades típicas de concursados. A decisão é do Conselho Nacional de Justiça, ao julgar pedido de providências do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do estado.

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Lava Jato reage e diz que manifestações por Lula são cortina de fumaça

Procuradores da República defendem necessidade da condução coercitiva do ex-presidente e relatam que petista vem se esquivando em outras investigações

Lula foi levado coercitivamente para depor. Foto: Marcio Fernandes/Estadão

Lula foi levado coercitivamente para depor. Foto: Marcio Fernandes/Estadão

A força-tarefa da Operação Lava Jato divulgou uma nota na noite desta sábado, 5, sobre a Operação Aletheia, ápice da Lava Jato. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi conduzido coercitivamente – quando o investigado é levado para depor e liberado – na sexta-feira, 4. O petista prestou depoimento em uma sala da Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas.

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Gilmar considera que momento é ‘delicado’

“Antes batiam à nossa porta e a gente sabia que era o leiteiro, não a polícia. Mas, hoje, a situação está tão desgastada que a polícia tem batido em muitas portas, mas com ordem judicial, claro”, comentou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, nesta sexta-feira, durante palestra para estudantes de Direito em Fortaleza sobre o tema Perspectivas atuais da Justiça Eleitoral”.

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