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Estupro de criança de 10 meses aconteceu no apartamento de um dos suspeitos

Escrito por Redação  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  / DIARIONORDESTE

 

O estupro seguido de morte de uma bebê de 10 meses aconteceu na residência de um dos suspeitos, em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza.

 

A reportagem apurou que a mãe da menina levou a filha até o apartamento do namorado na noite do último dia 13 de julho, onde ela, os dois homens e outras pessoas comemoravam um aniversário. 

 

Os suspeitos pelo estupro de vulnerável com resultado morte são dois primos de 22 anos e 26 anos. Os nomes dos suspeitos serão preservados, pois eles ainda não foram denunciados pelo Ministério Público do Ceará (MPCE). O mais jovem é namorado da mãe da criança e se relacionava com a mulher há pouco tempo. O primo dele é quem foi encontrado supostamente dormindo em cima da menina. 

HORAS ANTES DO ESTUPRO

A reportagem conversou com uma pessoa ligada à família, que contou que a mãe saiu de casa levando a filha bebê até a casa do namorado, com quem 'estava ficando' há poucos dias.

Na casa do suspeito, estavam a mãe, os primos e mais duas pessoas. A mãe, que não terá o nome divulgado para preservar a identidade da criança por determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), colocou a menina para dormir em um quarto separado e, por volta das 2h, ouviu a bebê chorando. Ela então teria ido até o compartimento, pegou a criança e colocou para dormir na cama onde estava o primo do namorado dela.

 

Em determinado momento, a mulher saiu desse quarto e foi até a sala, junto ao namorado. Depois, retornou e adormeceu perto da criança e do homem. Pela manhã, já por volta das 7h, a mulher disse ter encontrado o primo do namorado dormindo por cima da menina.

 

No primeiro momento, ela disse acreditar que a filha estava asfixiada, pegou a criança e pediu socorro aos policiais militares lotados na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece). O apartamento onde ela estava é localizado próximo ao órgão público.

 

Os militares acionaram a equipe do Corpo de Bombeiros de plantão na Alece. A guarnição "realizou manobras de desengasgo sem êxito".

 

A mãe e a bebê foram levadas a um hospital particular próximo ao prédio residencial, sendo constatada a morte da criança já na unidade hospitalar. 

 

A médica que atendeu a menina constatou uma laceração no ânus da criança e emitiu protocolo de encaminhamento do caso à Perícia Forense do Ceará (Pefoce).

 

A reportagem apurou que as partes íntimas da criança apresentavam ferimentos e que havia muito cocô dentro da fralda

PRISÕES EM FLAGRANTE

Os envolvidos na ocorrência foram levados à Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca), que apura o caso, e foi feita perícia no apartamento onde ocorreram os fatos.

 

O pai da criança estaria viajando no momento do ocorrido e passou mal quando soube da morte. Por nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) afirma que o caso segue sob investigação e que a Polícia Civil do Ceará (PCCE) aguarda o laudo pericial.

[ATUALIZAÇÃO às 16h52]

 

A Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) informa que foram realizados os exames periciais no local da ocorrência e o exame cadavérico. "As análises laboratoriais necessárias à conclusão dos laudos periciais seguem em andamento e serão finalizadas com o rigor técnico-científico adotado pela instituição. Após a conclusão, os laudos serão encaminhados à autoridade policial responsável, a quem compete a condução das investigações", disseram por nota. 

Congresso afronta a responsabilidade fiscal

O Congresso Nacional segue empenhado em desfazer, exceção por exceção, os avanços da reforma da Previdência de 2019. Após passar pela Câmara, o Senado aprovou, por 73 votos a 1, regras privilegiadas de aposentadoria para agentes de saúde, com custo bilionário e sem indicar de onde sairá o dinheiro.

 

A importância desses profissionais, que atuam no combate a epidemias, na vacinação e na atenção básica, é evidente. Não constitui, porém, argumento suficiente para ignorar a realidade demográfica e fiscal do país.

 

A medida cria condições muito mais vantajosas que as aplicáveis à maioria dos trabalhadores. Numa regra de transição até 2030, agentes poderão se aposentar aos 50 anos, no caso das mulheres, e aos 52, no dos homens. Depois, as idades mínimas serão de 57 e 60 anos, respectivamente —ainda inferiores aos 62 e 65 anos da regra geral da reforma de 2019.

Não bastasse a aposentadoria antecipada, o texto ressuscita vantagens abolidas do serviço público em 2003: integralidade, que assegura benefício equivalente ao último salário da carreira, e paridade, que estende aos aposentados os reajustes dos servidores em atividade. Tais benefícios jamais existiram no Regime Geral de Previdência Social.

 

A conta estimada pelo Ministério da Previdência chega a quase R$ 28 bilhões em dez anos, dos quais R$ 17,6 bilhões recairão sobre governos municipais e R$ 10,3 bilhões sobre a União. Há cerca de 360 mil agentes na ativa, e o impacto pode ser maior, pois os cálculos não incluem a revisão de aposentadorias já concedidas.

 

É assim que reformas imprescindíveis acabam desmontadas no Brasil. São minadas, aos poucos, por exceções concedidas a grupos organizados ou por legisladores em períodos eleitorais. O privilégio é de poucos; a conta recai sobre todos os contribuintes.

 

Mais grave, a PEC cria despesa obrigatória sem apontar receita para financiá-la. A exigência de compensação não é preciosismo contábil, mas princípio elementar da Lei de Responsabilidade Fiscal: gastos permanentes precisam de fonte de custeio.

 

Se o Congresso considera justo conceder o benefício, cabe-lhe indicar quem pagará por ele. Aprovar a vantagem e omitir a conta é o caminho fácil —e recorrente— da irresponsabilidade fiscal.

 

O governo cogita recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), e há fundamento para fazê-lo caso a emenda seja promulgada sem fonte de custeio. Valorizar agentes de saúde é necessário. Desmontar a reforma previdenciária e transferir uma fatura bilionária para o restante da sociedade, não.

 

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STF precisa barrar aposentadoria especial na saúde

Por Editorial / O GLOBO

 

O plenário do SenadoO plenário do Senado — Foto: Carlos Moura/Agência Senado

 

Foi uma irresponsabilidade — para dizer o mínimo — a aprovação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que concede regime especial de aposentadoria a agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. O texto, que já havia recebido aval da Câmara, vai agora à promulgação pelo Congresso. Estima-se que a medida terá impacto de R$ 27 bilhões para as contas da Previdência. Por isso, faz bem o governo em querer recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar esse despropósito.

 

Há expectativa de que em agosto o STF analise proposta de súmula do ministro Gilmar Mendes que visa a consolidar o entendimento da Corte sobre projetos que criem despesas ou envolvam renúncias de receita sem indicação de medidas compensatórias — caso da aposentadoria especial para agentes de saúde. Um dos objetivos é justamente evitar as pautas-bomba que, especialmente em anos eleitorais, proliferam no Congresso, comprometendo o equilíbrio fiscal.

 

Apesar da reação do Palácio do Planalto, chama atenção a passividade da base governista no Senado. O texto foi aprovado por maioria avassaladora, registrando 73 votos favoráveis e apenas um contra. Nada muito diferente do que já havia acontecido na Câmara, quando deputados chancelaram a medida por 426 votos a 10 no segundo turno. Independentemente das diferenças ideológicas, parlamentares se mostram unidos no propósito de deteriorar ainda mais as já cambaleantes contas públicas.

 

Num retrocesso inequívoco, a PEC dos agentes de saúde fixa idade mínima de aposentadoria de 57 anos para mulheres e de 60 para homens — abaixo das estabelecidas na Reforma da Previdência, de 62 e 65 anos, respectivamente. Não é o único desatino. O texto concede paridade (direito de receber o mesmo reajuste de servidores ativos) e integralidade (manter o último salário da carreira), benefícios que nunca existiram para os que recebem pelo INSS, e foram extintos há 23 anos no setor público.

 

Não se põe em dúvida a importância do trabalho de agentes de saúde, mas aposentadorias especiais deveriam ser reservadas a situações excepcionais, quando profissionais estão expostos a condições comprovadamente insalubres, o que não é o caso. Além disso, eles não são a única categoria a prestar serviços relevantes ao país. Maior mobilização junto ao Congresso para conseguir impor suas pautas sindicais não pode justificar tratamento diferenciado em relação à grande maioria de brasileiros.

 

É notório que os efeitos da última reforma da Previdência se dissiparam. O país já precisa de outra. Não bastassem os reajustes atrelados ao salário mínimo, a profusão de benefícios tributários, aliados à inadimplência e à sonegação, leva a uma perda de arrecadação de 56%, mostra estudo de auditores da Receita. Mesmo com o rápido envelhecimento, criam-se despesas extras sem saber como pagá-las.

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, promete segurar a promulgação até o fim do ano. Não resolve, apenas adia o problema. Para além dos danos às contas públicas, a aprovação da aposentadoria especial abre precedente preocupante, uma vez que incentiva outras categorias a buscar as mesmas benesses — sempre haverá um projeto eleitoreiro disposto a contemplá-las em troca de votos.

Filhos de Bolsonaro desconfiam de aproximação entre Michelle e Moraes

Por Bela Megale / O GLOBO

 

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de suspender as visitas de Flávio a Jair Bolsonaro levantou uma nova desconfiança dos filhos do ex-presidente sobre Michelle Bolsonaro. A suspeita é que o despacho de Moraes, relacionado à carta do capitão reformado, teria sido uma “jogada” para ajudar a ex-primeira-dama.

 

A leitura dos filhos de Bolsonaro é que, após o manuscrito do ex-presidente destacando Flávio como seu porta-voz, a decisão de Moraes impede o contato entre ambos e posiciona Michelle como única interlocutora do marido.

 

Até hoje, os filhos do ex-presidente criticam Michelle por ter chamado Moraes de “irmão em Cristo”.

Aliados da ex-primeira-dama afirmam desconhecer qualquer aproximação direta entre Michelle e o ministro, mas destacam que ela defende uma estratégia de diálogo, e não de enfrentamento, com o magistrado.

Os filhos de Bolsonaro questionam por que Moraes não adotou a mesma medida quando outras manifestações do ex-presidente foram divulgadas, incluindo uma em que pediu para que parassem os ataques contra Michelle.

A carta de Bolsonaro foi lida por Flávio após Michelle divulgar um vídeo expondo desavenças com o enteado, acusando-o de humilhá-la e maltratá-la.

 

Em resposta ao questionamento de Moraes sobre a carta, o ex-presidente alegou que não sabia que seu filho pretendia ler, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, a "carta aos brasileiros" que entregou a Flávio durante uma visita na prisão domiciliar.

 

Michelle Boslonaro a Alexandre de MoraesMichelle Boslonaro a Alexandre de Moraes — Foto: Montagem O GLOBO

 

 

Imparável

POR NOTAS E INFORMAÇOES / O ESTADÃO DE SP

 

Enquanto a tradicional Volkswagen elimina dezenas de milhares de postos de trabalho e encerra a produção de vários modelos para tentar sobreviver, os carros chineses invadem o mundo a um ritmo sem precedentes.

 

Somente em junho, a China exportou a marca inédita de um milhão de veículos. As vendas externas de automóveis, equipamentos eletrônicos e componentes ligados à inteligência artificial (IA) devem ajudar o país a repetir em 2026, ou até mesmo superar, o assombroso superávit comercial de US$ 1,2 trilhão registrado no ano passado.

 

O poder das montadoras chinesas é visível em todo o mundo. No Brasil, o governo acaba de estender por mais seis meses as cotas de importação com alíquota zero a kits de peças para veículos elétricos e híbridos, medida que beneficia a BYD. Contrariada, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ameaçou judicializar a questão, mas logo desistiu.

 

Já na Europa da agora extremamente pressionada Volkswagen, a presença de carros e produtos chineses é tão grande que o presidente francês, Emmanuel Macron, chegou a falar em questão de “vida ou morte” após visitar Pequim no final do ano passado.

 

Não há como negar que a inundação de produtos chineses ameaça cada vez mais a indústria do Brasil, da França, da Alemanha e do mundo. Contudo, as soluções adotadas até agora para deter o avanço chinês sobre segmentos de mercado como o automobilístico, que também é um grande empregador, só criaram mais dor de cabeça para aqueles que supostamente visavam proteger.

 

As tarifas de Donald Trump são o exemplo mais bem acabado disso. Trump prometeu que seu tarifaço levaria a uma nova onda de industrialização dos EUA e a preços mais baixos para os americanos. Mas nada disso aconteceu. Ao contrário, o cidadão teve de amargar a escalada dos preços.

 

Trump também, inadvertidamente, ajudou os chineses a vender mais veículos elétricos ao entrar em guerra com o Irã e levar o preço do petróleo às alturas.

 

Como se não bastasse, especialistas entendem que é uma questão de tempo até que os competitivos carros chineses ganhem também o mercado americano. Enquanto Trump vocifera, a China acena com aquisições de fábricas e geração de empregos nos EUA.

 

Entre os europeus, a despeito da crise de suas fabricantes de veículos, não há consenso sobre como lidar com a ameaça chinesa.

 

Curiosamente, o maior aliado de um mundo atordoado e aparentemente incapaz de lidar com a pujança industrial chinesa é a fraqueza do mercado interno da China. Ao mesmo tempo em que despacha veículos mundo afora, a China registra nove meses consecutivos de queda na venda de veículos em seu próprio quintal.

 

Depender tão significativamente dos mercados externos só faz sentido para pequenas nações exportadoras, o que definitivamente não é sustentável para a segunda maior economia do mundo.

 

Até agora imparável na conquista dos mercados globais, a China precisa convencer os próprios chineses a consumir, para não depender dos humores do mercado externo.

A cisma do TSE com as pesquisas

Por Notas & Informações / O ESTADÃO DE SP

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, propôs criar um “selo de acurácia” para institutos de pesquisas eleitorais. A iniciativa suscita uma pergunta: desde quando cabe à Justiça Eleitoral distinguir quais empresas de pesquisa merecem maior confiança do público?

 

A legislação já disciplina minuciosamente as pesquisas eleitorais. Exige registro prévio, divulgação da metodologia, plano amostral, questionário, margem de erro, contratantes e responsáveis técnicos. Havendo suspeita de fraude ou irregularidade, a Justiça pode determinar perícias, acolher impugnações e aplicar sanções. O sistema foi concebido para assegurar transparência e responsabilização. Não prevê que o Estado distribua certificados de excelência nem organize rankings de credibilidade.

 

Há boas razões para isso. Pesquisas não são exercícios de futurologia, mas retratos de um momento. Mudanças de campanha, voto útil, comparecimento e oscilações na margem de erro tornam temerária qualquer pretensão de premiar quem “acertou” mais.

 

Um selo oficial tenderia a transformar uma avaliação discutível em chancela estatal. Institutos contemplados passariam a desfrutar de vantagem reputacional concedida pelo próprio órgão encarregado de fiscalizar a disputa. Veículos de imprensa, partidos, empresas e investidores naturalmente tratariam essa distinção como um atestado superior de confiabilidade. Os demais carregariam, por exclusão, uma suspeita implícita. Não é difícil perceber o desconforto institucional quando o árbitro do jogo passa também a distribuir medalhas.

 

O contexto só reforça essas preocupações. A gestão de Nunes Marques começou censurando uma pesquisa desfavorável à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro antes mesmo de um laudo técnico. O senador, que havia acusado o instituto de manipulação, saudou a proposta do selo. Não é exatamente o tipo de aplauso que deveria confortar uma Justiça que deveria estar empenhada em dissipar – não em abastecer – a cultura conspiracionista sobre o processo eleitoral.

 

Nos últimos anos, a Justiça Eleitoral vem ampliando gradualmente seu raio de atuação sobre o ambiente informacional. Vieram decisões que restringiram conteúdos sob o argumento de “desordem informacional”, iniciativas para monitoramento permanente das redes sociais e sucessivas tentativas de arbitrar questões que pertencem ao livre debate público. O tal selo não tem a gravidade de uma censura, mas compartilha da mesma inclinação tutelar: a de substituir mecanismos espontâneos de escrutínio por juízos produzidos pelo próprio Estado.

 

A proliferação de desinformação, o uso de inteligência artificial e a velocidade das redes sociais impõem, de fato, dificuldades inéditas. Mas justamente nesses cenários convém preservar uma distinção elementar: a Justiça Eleitoral existe para organizar eleições, garantir igualdade de condições, fiscalizar o cumprimento da lei e assegurar que o resultado reflita a vontade dos eleitores. Sua autoridade decorre dessa missão específica, não da capacidade de orientar o público sobre quais informações ou interpretações merecem maior prestígio.

 

A Justiça Eleitoral brasileira já dispõe de poderes incomuns quando comparada às democracias liberais. Administra o processo eleitoral, regulamenta aspectos relevantes da disputa, exerce poder de polícia e julga candidaturas e mandatos. Uma concentração tão expressiva de atribuições exige autocontenção permanente. O princípio da intervenção mínima não é detalhe procedimental, mas uma salvaguarda contra a expansão das competências de um órgão que já exerce influência decisiva sobre o funcionamento da democracia.

 

Instituições fortes não são aquelas que acumulam novas funções sempre que surge um problema. São as que conhecem os limites do próprio mandato e resistem à tentação de ultrapassá-los. A Justiça Eleitoral presta seu serviço ao País quando garante eleições livres e íntegras.

 

Certificar quem merece a confiança dos eleitores não faz parte dessa tarefa.

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