Ceará registra chuvas em 112 cidades nesta terça (21), Dia de Tiradentes
Ainda segundo a Funceme, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue influenciando nas condições de tempo no Ceará. Por conta disso, a expectativa era de chuvas no período da manhã nas regiões localizadas no litoral, Maciço de Baturité e norte do Sertão Central.
Em relação aos volumes mais expressivos apontados entre segunda e esta terça, os registros se concentraram em cidades do interior e também na Região Metropolitana de Fortaleza.
Veja as 10 maiores chuvas:
- Miraíma: 89.2 mm
- Itapiúna: 70.0 mm
- Aquiraz: 58.2 mm
- Itaitinga: 58.2 mm
- Cascavel: 51.0 mm
- Barreira: 50.0 mm
- Jaguaruana: 49.2 mm
- Madalena: 47.0 mm
- Quiterianópolis: 46.0 mm
- Maranguape: 45.0 mm
Por sua vez, Fortaleza aparece entre os 30 maiores registros até o início do Dia de Tiradentes. Na capital, o acumulado chegou a 28.4 mm, também conforme a Funceme.
Previsão do tempo
A previsão da Funceme aponta que, à tarde, precipitações são esperadas em áreas do noroeste, centro do estado e também sobre a região Jaguaribana, embora não se descarte chuvas isoladas nas demais regiões do Ceará.
À noite, a expectativa é de redução das chuvas no centro-norte cearense, mas com chance de chuva no centro-sul — Jaguaribana, Cariri e Sertão Central e Inhamuns — e em algumas localidades do Litoral Norte e da Ibiapaba.
Na quarta-feira (22), a previsão ainda aponta condições de chuvas para os períodos da madrugada e da manhã, tanto em áreas do centro-sul do estado como nas macrorregiões do Litoral de Fortaleza, áreas do norte da Jaguaribana e do Maciço de Baturité.
Já na quinta-feira (23), chuvas isoladas podem ocorrer sobre as macrorregiões do litoral entre a madrugada e a manhã. Há expectativa da região da Ibiapaba e do Litoral Norte à tarde e no sul à noite (Cariri, Jaguaribana e Sertão Central e Inhamuns).
Por sua vez, na Fortaleza e Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) o céu permanece com muitas nuvens e há chance de chuvas isoladas na tarde desta terça, diminuindo a possibilidade no turno da noite.
Na quarta-feira (22), há previsão de chuva de intensidade fraca a moderada durante os períodos da madrugada e da manhã. No decorrer do dia, o céu deve ficar menos encoberto e variar de parcialmente nublado a poucas nuvens.

A armadilha dos royalties
Por Notas & Informações / O ESTADÃO DE SP
Municípios que recebem compensações financeiras de empresas que exploram petróleo e gás natural, os chamados royalties, não necessariamente oferecem uma melhor qualidade de vida à sua população, ou seja, não basta receita extra, é preciso boa gestão dos recursos. Estudo da organização da sociedade civil Agenda Pública mostrou que, dos 50 municípios que mais receberam royalties de petróleo em 2024, nenhum apresentou um elevado nível de qualidade de vida.
A entidade baseia-se no marcador Índice de Condições de Vida (ICV) dos municípios produtores de petróleo. O ICV mede o desempenho de tais municípios em oito dimensões, entre as quais saúde, educação, infraestrutura, meio ambiente, desenvolvimento econômico e gestão pública. Quanto mais próximo de 1 é o índice, mais desenvolvida é a cidade.
Nenhum município avaliado teve nota superior a 0,7, pontuação mínima para ser considerado de alta condição de vida. Os que mais se aproximaram foram o capixaba Linhares (0,643), o paranaense Araucária (0,638) e o fluminense Resende (0,625). Já o amazonense Coari (0,377) e o fluminense São Francisco de Itabapoana (0,351) ficaram na penúltima e última colocações.
Resguardadas as diferenças de desenvolvimento entre as Regiões Norte e Sudeste, o caso de Coari chama a atenção. A média salarial no município, que desde os anos 1980 conta com uma base de extração de petróleo da Petrobras, é alta: R$ R$ 9.838,69. Ainda assim, 71% das pessoas que lá vivem estão em situação de pobreza. De acordo com a Agenda Pública, trata-se da maior média salarial e, ao mesmo tempo, a maior taxa de pobreza dos municípios petrolíferos.
Ao mesmo tempo, Maricá e Saquarema, ambos no Rio de Janeiro, recebem mais de R$ 2 bilhões de royalties de petróleo por ano e, mesmo assim, apresentam condições de vida inferiores às de municípios que recebem menos de R$ 100 milhões. Para que casos como o de Coari não ocorram, a Agenda Pública sugere investimentos massivos em educação, o que é fundamental para que a população local se qualifique e possa atuar em empresas da cadeia de valor do petróleo.
Não faz nenhum sentido que um município receba uma receita extra, a título de compensação pela exploração de recursos naturais, e não consiga gerir os recursos de modo a garantir a prosperidade de seus cidadãos.
Além de estarem atentos às necessidades locais, gestores de municípios produtores de petróleo também precisam se preparar para lidar com a chegada de novos residentes, muitas vezes atraídos pela ideia da bonança petroleira. Não raro, o aumento repentino de população leva a uma piora nos índices de criminalidade.
O preço do barril do petróleo aumentou significativamente em 2026, superando os US$ 100 mais de uma vez, na esteira do conflito no Oriente Médio. Com isso, os municípios produtores devem arrecadar ainda mais royalties neste ano do que no ano passado. Como se vê, porém, uma chuva de receitas extras não é garantia de qualidade de vida. Sem gestão adequada, problemas como violência e desigualdade podem até mesmo se agravar.
O bate e assopra do governo Lula
Por Notas & Informações / O ESTADÃO DE SP
Qual é, afinal, o governo que vale quando se trata da relação com o Congresso Nacional? O que se apresenta pela via institucional, negociadora e pragmática – agora encarnado no recém-empossado ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, tratado como “amigo-irmão” pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e interlocutor preferencial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)? Ou o que aposta na confrontação, na retórica de mobilização e na pressão pública – representado pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, que falou, entre outras estultices, em “a onça vai beber água” ao tratar da tramitação de projetos no Parlamento?
A pergunta é pertinente diante de duas marcas do atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: a fragilidade das propostas apresentadas ao Legislativo e ao País – quando não sua simples ausência – e a dificuldade de coordenação política diante de uma base de apoio frágil e um Congresso que ampliou seu poder, sobretudo no controle do Orçamento. A resposta, no entanto, é clara: os dois governos coexistem. E não por acaso. O governo Lula reflete seu demiurgo. Quem acompanha a trajetória de Lula com um mínimo senso crítico sabe do seu absoluto descompromisso com a coerência. Ele fala o que quer, quando quer e como quer, tão somente movido por sua antes aparentemente infalível intuição político-eleitoral e seu comprovado senso de oportunidade.
Ao longo dos anos, Lula consolidou a habilidade de falar a públicos distintos com linguagens distintas. No governo, isso se traduz na oscilação entre o conciliador que afaga o Congresso e o líder que tolera – quando não estimula – a retórica de confronto de seus auxiliares. O que poderia ser interpretado como flexibilidade política, na prática, revela ausência de eixo. O resultado é um governo errático, cuja identidade se dissolve entre a negociação institucional e a mobilização ideológica. A ambiguidade não amplia apoios, e sim corrói a confiança, desorienta aliados e reforça a percepção de oportunismo, como se a condução do governo fosse menos fruto de estratégia e mais de ajustes táticos ditados pela conveniência.
Entre o afago e a ameaça, o governo insiste em ser duas coisas ao mesmo tempo. Essa condição permite ao governo estar simultaneamente em registros distintos, sem compromisso com coerência mais robusta. A posse de Guimarães, prestigiada por lideranças do Legislativo, sinalizou uma tentativa de recompor uma relação funcional com o Congresso. “Não tem governo que dê certo se não tiver diálogo com o Congresso Nacional. Quero ser instrumento dessa construção política com o Congresso”, disse ele, reafirmando o óbvio por vezes esquecido e reconhecendo que a governabilidade depende de articulação política estável e previsível. Foi saudado com entusiasmo por Davi Alcolumbre. Trata-se da face que compreende as exigências do presidencialismo de coalizão, no qual o Executivo depende de maioria parlamentar e o Congresso é ator legítimo e indispensável.
A outra face se revela no discurso de Guilherme Boulos. Ao tratar do projeto que prevê o fim da escala 6x1, o ministro afirmou que “cada parlamentar terá de decidir se votará com os trabalhadores brasileiros ou com os privilegiados” e fez arremates ameaçadores. Isso é mais do que estilo retórico. Ao enquadrar o Congresso como adversário dos trabalhadores, Boulos reedita um expediente conhecido: mobilizar a opinião pública contra o Legislativo, simplificar o debate e reduzir sua complexidade a uma disputa moral entre “povo” e “elite”.
A duplicidade cobra seu preço. A política não tolera indefinições prolongadas. Não há articulação eficaz quando o mesmo governo que negocia nos bastidores estimula, em público, a deslegitimação de seus interlocutores. Não há confiança quando o Parlamento é simultaneamente parceiro e alvo. Mais grave ainda é o efeito institucional dessa ambiguidade, que reintroduz uma lógica já comprovadamente corrosiva para a democracia brasileira.
Seria desejável que o governo Lula definisse qual de suas faces prevalecerá. Mas, à luz de sua trajetória, convém esperar sentado.
Campanha medíocre
Por Notas & Informações / O ESTADÃO DE SP
A campanha eleitoral oficial ainda não começou. Mas já está claro que, no que depender dos dois principais pré-candidatos à Presidência da República, os eleitores terão de cruzar um deserto de ideias até as urnas. Tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o senador Flávio Bolsonaro têm se mostrado fiéis à tradição de indigência que marca os pleitos nacionais mais recentes. Nem um nem outro se mostram dispostos a travar um debate ancorado em fatos, orientado por prioridades nacionais e organizado por propostas condizentes com as necessidades mais prementes do País. Em vez disso, grassam mentiras, ataques pessoais e estímulos a uma guerra tribal de soma zero que nada têm a ver com o interesse público.
Ao olhar para um lado, os eleitores se deparam com Lula, um governante envelhecido em suas ideias, desconectado do Brasil e do mundo do século 21 e, ademais, protagonista de dois dos maiores esquemas de corrupção de que o Brasil já teve notícia na história recente: o “mensalão” e o “petrolão”. Ao se virar para o outro lado, lá está Flávio Bolsonaro, um senador que só existe politicamente por ter o sobrenome do pai e que é notório – para além de seu evidente despreparo para administrar até uma loja de chocolates – pela suspeita de ter liderado um esquema de “rachadinhas” em seu gabinete na Alerj, termo singelo para abarcar crimes graves como peculato, corrupção e lavagem de dinheiro.
A percepção social de que a política nacional está indelevelmente maculada por práticas pouco republicanas desde o topo contribui para uma descrença generalizada. Quando “todos são corruptos” aos olhos dos eleitores, a decisão de voto tende a se deslocar do campo programático – racional – para o terreno identitário – emocional. Noutras palavras: o bem comum se torna uma consideração menos relevante para a tomada de decisão do que a reafirmação de convicções e o fortalecimento dos vínculos de grupo.
Isso ajuda a explicar por que temas laterais ocupam o centro do debate eleitoral no País. A chamada “guerra cultural”, envolvendo primordialmente questões de costumes, passa a organizar as discussões na esfera pública, enquanto desafios estruturais muitíssimo mais importantes para o Brasil seguem à margem – quando não olimpicamente ignorados. Essa inversão de prioridades empobrece a democracia e compromete a capacidade do eleitor de fazer escolhas bem fundamentadas.
Nesse ambiente hiperintoxicado pela ideologia, questões cruciais para o País, como o ajuste fiscal, as reformas administrativa, previdenciária e do Judiciário, as deficiências de infraestrutura, os gargalos da saúde pública e da educação básica, entre tantos outros, perdem espaço para a ladainha assistencialista de curto prazo. A conquista do eleitor passa a girar não em torno de projetos nacionais em disputa, e sim de quem promete distribuir mais dinheiro – longe, é claro, de uma estratégia sustentável de desenvolvimento. O resultado é a substituição de políticas públicas estruturantes por medidas populistas tão apelativas quanto irresponsáveis.
Este jornal espera que isso não seja um destino inscrito em pedra. A campanha eleitoral tem de servir à discussão de uma agenda virtuosa para o Brasil. Áreas nas quais o País está atrasado não faltam. Da incorporação de novas tecnologias, como a inteligência artificial, à modernização do Estado. Do equilíbrio das contas públicas ao desenvolvimento da educação básica. Da reorganização do Sistema Único de Saúde à reforma do Judiciário. Os desafios são sobejamente conhecidos e há muito diagnosticados. Faltam coragem e disposição política para enfrentá-los com seriedade e espírito público numa disputa eleitoral que promete ser acirrada.
Aqui reside a responsabilidade das forças políticas liberais e democráticas. Longe dos extremos que hoje intoxicam o debate público, quando não o interditam, o centro tem o dever de apresentar ao País um projeto de governo consistente, com visão de Estado, que combine responsabilidade fiscal, sensibilidade social e resgate institucional. Ainda que não seja a opção favorita dos eleitores, a julgar por pesquisas de momento, seu papel é fundamental para a qualificação do debate público e, consequentemente, para o aprimoramento da democracia. Com todas as suas carências e potencialidades, o Brasil exige e merece mais do que essa miséria intelectual que está posta.
A criminalização do dissenso vai se tornando regra e não é um bom prenúncio para o ano eleitoral
Por Redação / O ESTADÃO DE SP
O pedido feito por Gilmar Mendes para que o ex-governador Romeu Zema (Novo) fosse incluído no inquérito das fake news é o tema do comentário do colunista Fernando Schüler. Para ele, é um prenúncio ruim para o ano de disputa eleitoral.
“(O que Zema exibiu) Foi um desenho onde faz uma sátira com temas que são conhecidos no noticiário político, como as ações do resort Tayayá, o habeas corpus dado por um outro ministro, enfim. A sátira política faz parte do universo da crítica ou na democracia, ou enfim, na cena pública, desde o império, que não era propriamente uma democracia. Mas o imperador Dom Pedro II, ele tolerava, ele não processava o chargista, o jornalista, o jornal, e olha, eram muitas sátiras bastante venenosas”, diz ele.
No comentário, Schüler lembra que vários presidentes, como José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, “tiveram sempre uma posição altaneira, ou seja, respeitando a crítica, aceitando, enfim, a sátira”.
“Agora virou crime. Virou crime fazer uma sátira e é interessante que isto vem se tornando um padrão no Brasil”, enfatiza. Fernando Schüler lembra do início do inquérito das fake news, em 2019, após uma reportagem investigativa da revista Crusoé sobre Dias Toffoli, passando pelo episódio das denúncias de Eduardo Tagliaferro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que acabam levando a um processo contra ele, dos reflexos de outra denúncia que acabou gerando um depoimento do presidente da Unafisco e da busca e apreensão contra um blogueiro do Maranhão que publicou sobre carro funcional usado por Flávio Dino.
“Recentemente o Flávio Bolsonaro, candidato da oposição à presidência da República, fez um tweet lá com críticas ao outro candidato, acabou ele também com um inquérito, que pode levar inclusive à inelegibilidade do principal candidato da oposição, e agora o ex-governador Romeu Zema, que faz o tal do desenhinho, divulga esse desenho, com a sátira política, e acaba no mesmo inquérito sobre fake news. Ele não tem foro por prerrogativa de função”, disse.
Queixas não podem pôr em risco avanço trazido pelo pedágio ‘free flow’
Por Editorial / O GLOBO
Têm crescido as críticas e reclamações de usuários sobre o sistema eletrônico de cobrança de pedágio conhecido como free flow. O funcionamento do sistema é simples. Em vez das ultrapassadas cabines de pedágio, pórticos eletrônicos nas estradas leem os dados do adesivo com chip colado no parabrisa do veículo ou sua placa — e a cobrança vai para o portal da concessionária que administra a estrada. O pedágio é tarifado de forma proporcional aos quilômetros rodados na rodovia. Caso não haja etiqueta de cobrança automática e as tarifas não sejam pagas, o sistema cobra multa dos motoristas.
As queixas se concentram no número elevado de evasões registradas. Apenas no trecho fluminense da rodovia Rio-Santos, onde o free flow começou a ser usado em 2023, houve 1,26 milhão de autuações sob a alegação de que os motoristas não pagaram o pedágio devido, segundo reportagem do GLOBO. Motoristas têm relatado dificuldades de acesso às plataformas de pagamento das concessionárias, atraso nos registros de passagem pelos pórticos, cobranças indevidas e comunicação ineficiente com os motoristas. Reclamam, também, da falta de integração nacional. Motoristas que percorrem diversas rodovias pedagiadas precisam acessar vários portais ou aplicativos para fazer seu acerto de contas.
Todos esses problemas poderiam ser resolvidos com facilidade. O número elevado de multas não serve de argumento para reprovar um método de cobrança de pedágio comum no mundo todo. O simples fato de serem eliminadas filas e engarrafamentos diante das cabines justifica que os usuários esperem pelos ajustes, normais em sistemas desse tipo. O tema já alimenta discussões no Congresso, e seria um erro se os parlamentares transformassem em problema uma solução que facilita a vida de todos, motoristas e concessionárias.
É possível que haja rigor excessivo na multa de R$ 195,23 e 5 pontos na carteira de habilitação para quem não pagar o pedágio eletrônico em até 30 dias. Os críticos também entendem que não se pode converter uma dívida civil em multa de trânsito. O deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ) apresentou Projeto de Lei para ampliar os prazos de pagamento de multas e até suspendê-las, com base no argumento de que o sistema pune o usuário devido a falhas estruturais. Mas, se os sites e aplicativos forem melhorados, as dificuldades desaparecerão, e o projeto se tornará inócuo. É nisso que as concessionárias deveriam se concentrar.
O uso de free flow em estradas ainda é pequeno. Estima-se que responda por algo entre 5% e 10% do tráfego em rodovias com pedágio. Mas o método de cobrança se expande com rapidez. Pelas estimativas, a proporção continuará a aumentar, podendo atingir de 30% a 50% em 2030. À medida que o free flow avança, melhora a fluidez do tráfego e aumenta a segurança nas rodovias. Por tudo isso, seria um erro rejeitar a nova tecnologia, que torna as viagens mais rápidas, mais seguras e mais confortáveis.

