Busque abaixo o que você precisa!

Zezinho destaca benfeitorias que favorecem crescimento do Ceará

Presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho AlbuquerquePresidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho AlbuquerqueFoto: Paulo Rocha

 
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque (PDT), enalteceu, nesta terça-feira (08/05), durante a abertura da sessão plenária da Casa, a atuação do Governo do Estado, que, de acordo com ele, vem realizando um conjunto de ações para acelerar o crescimento da economia cearense. O parlamentar ressaltou ainda a contribuição que têm dado os parlamentares do Legislativo Estadual nas melhorias.

Leia mais...

Assembleia celebra Dia do Profissional da Contabilidade em sessão solene

Assembleia celebra Dia do Profissional da Contabilidade em sessão soleneFoto: José Leomar

 
O Dia do Profissional da Contabilidade – celebrado no dia 25 de abril – foi comemorado em sessão solene, nesta quinta-feira (26/04), no Plenário 13 de Maio da Assembleia Legislativa. O deputado Evandro Leitão (PDT), autor do requerimento que deu origem à solenidade, afirmou que o evento foi pensado como forma de homenagear e unificar a classe, além de reconhecer a importância desse profissional para a sociedade brasileira.

Leia mais...

Carlos Matos afirma que governos não atendem demandas da sociedade

Deputado Carlos MatosDeputado Carlos MatosFoto: Paulo Rocha

 
O deputado Carlos Matos (PSDB) observou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (26/04), que a oposição ao Governo na Assembleia Legislativa vem sustentando o direito dele de não se omitir diante dos graves problemas que o Estado enfrenta e que a sociedade tem consciência do que precisa.

Leia mais...

Sérgio Aguiar comenta indicação para a presidência da CCJR

Deputado Sérgio AguiarDeputado Sérgio AguiarFoto: Paulo Rocha

 
O deputado Sérgio Aguiar (PDT) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (26/04), a composição das comissões técnicas e a escolha do seu nome para assumir a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Casa.

Leia mais...

Dedé Teixeira destaca situação hídrica no Estado e investimentos do Governo

Deputado Dedé TeixeiraDeputado Dedé TeixeiraFoto: Paulo Rocha

 
O deputado Dedé Teixeira (PT) destacou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (26/04), os índices positivos de acumulação de água nos reservatórios cearenses. Segundo o parlamentar, apenas neste mês a água acumulada superou o registrado em todo o ano de 2017.

Leia mais...

Assembleia apresenta nova composição das comissões técnicas

Assembleia apresenta nova composição das comissões técnicasfoto : Dário Gabriel

 
O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Tin Gomes (PDT), divulgou, durante a sessão plenária desta quarta-feira (25/04), a composição das 18 comissões técnicas da Casa, bem como os presidentes de 16 colegiados eleitos na manhã de hoje.

O parlamentar lembrou que a composição foi definida na noite da última terça-feira (24/04), em reunião da Mesa Diretora e Colégio de Líderes, de forma “regimental”. “A definição ocorreu por sorteio e acordos políticos entre os membros e líderes dos partidos, respeitando a proporcionalidade de cada bancada partidária”, anunciou.

Leia mais...

Subfinanciamento limita expansão do SUS, maior sistema público de saúde do mundo

Cláudia Collucci
SÃO PAULO

Reconhecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como o maior sistema gratuito e universal do mundo, o SUS chega aos 30 anos de existência com muitas vitórias e inúmeros desafios, em especial, o de encontrar meios para garantir a sua sustentabilidade.

O tema foi debatido na quinta edição do Fórum Saúde do Brasil, realizado pela Folha, nesta segunda-feira (23), com patrocínio da Amil e da Anab (Associação Nacional das Administradoras de Benefícios).

“O SUS é uma conquista da população que não pode ser desprezada. Ele aumentou o acesso dos brasileiros à saúde de uma forma impensável 30 anos atrás”, afirma Ana Maria Malik, que é coordenadora do GVsaúde, programa de gestão em saúde da Fundação Getulio Vargas.


O médico Marcos Marzollo visita seu paciente Juarez Lopes, 62, diabético e deficiente visual que mora sozinho na comunidade de Mont Serrat, uma das mais vulneráveis de Florianópolis; a capital catarinense é líder em cuidados de atenção primária no Brasil - Lalo de Almeida/Folhapress

Hoje, sete em cada dez brasileiros dependem exclusivamente do sistema público de saúde. O Programa Nacional de Imunização, responsável por 98% do mercado de vacinas do país, é um dos destaques. O Brasil garante à população acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela OMS.

Também é no Sistema Único de Saúde que funciona o maior modelo público de transplantes de órgãos do mundo. 

Mais de 90% dessas cirurgias realizadas no país foram financiadas pelo SUS. Os pacientes possuem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, operação, acompanhamento e medicamentos pós-transplante.

O sistema dá ainda assistência integral e totalmente gratuita para a população de portadores do HIV, doentes de Aids, pacientes renais crônicos, com câncer, tuberculose e hanseníase.

O programa ESF (Estratégia Saúde da Família), criado oficialmente em 1994, também é objeto de reconhecimento internacional.

 “O Brasil é referência para qualquer país que queira aprender sobre atenção primária”, afirmou o inglês Thomas Hone, pesquisador no Imperial College of London e que estuda sistemas universais de saúde.

Pesquisas demonstraram que a expansão da atenção primária teve impacto na redução de mortes infantis, doenças cardiovasculares e doenças infecciosas, entre outras.

O ESF tem diretrizes federais que especificam áreas estratégicas a serem atacadas, como por exemplo hipertensão, diabetes, tuberculose e saúde de mulheres e crianças.

Mas o programa está estagnado, principalmente nos grandes centros urbanos, com uma cobertura média de 65%. 

“As pesquisas mostram o quanto o país poderia ganhar se tivéssemos uma cobertura universal, de 100%, com número de equipes e de insumos necessários”, afirma Thiago Trindade, presidente da SBMFC (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e de Comunidade).

O modelo tem inspirado planos de saúde a mudar a forma de assistência, que hoje é concentrada em especialistas e hospitais.

“Nossos alunos frequentam postos de saúde e unidades de atenção básica desde o início do curso, como forma de estimular o interesse pela carreira na área de medicina de família”, diz Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, que tem uma faculdade de medicina.

Se por um lado, o país teve ganhos na atenção primária, persiste o gargalo no acesso a tratamentos de média e alta complexidade, sempre com longas filas de espera.

Parte do problema reside na desorganização da rede de saúde, segundo diagnóstico de Marco Akerman, professor titular do departamento de política, gestão e saúde da faculdade de saúde pública da USP.

“No Brasil, continuamos tratando a fila por ordem de chegada e, dessa forma, não atendemos os pacientes mais vulneráveis primeiro”, disse Akerman, durante o fórum.

Uma atenção primária mais resolutiva conseguiria solucionar até 80% das demandas em saúde, o que reduziria a necessidade por especialistas, de acordo com a estimativa do pesquisador Hone, do Imperial College of London.

No Reino Unido, segundo ele, há uma forte regulação que determina em quais cidades e regiões os médicos devem ser alocados para evitar a falta de mão de obra e a longa espera.

Os especialistas são unânimes em citar o subfinanciamento crônico como um dos principais entraves ao sucesso do SUS.

Por ano, União, estados e municípios investem perto de R$ 240 bilhões no setor, para atender 150 milhões de brasileiros.

A taxa do gasto público com saúde no Brasil é um pouco mais da metade da média mundial (6,8% contra 11,7%), segundo os dados da OMS.

A maior parte dos gastos do brasileiro com saúde (53%) sai de suas próprias economias (pagamento de planos de saúde, consultas particulares e compra de remédios). A média mundial é de 39%.

Para Mario Scheffer, professor do departamento de saúde preventiva da USP, o SUS, nascido com a Constituição de 1988, nunca foi adequadamente financiado, o que limita a sua expansão e melhoria.

E a situação deve piorar ainda mais com a Emenda Constitucional 95, de 2016, que estabelece teto de gastos e congelará os investimentos em saúde, educação e assistência social pelos próximos 20 anos.

Rota do desperdício

O Estado de S.Paulo

26 Abril 2018 | 03h00

Pagar ao setor automobilístico para tornar-se mais competitivo, por meio do programa Rota 2030, pode ser um erro enorme e custoso, como foi o fracassado Inovar Auto, uma das obras-primas do desgoverno petista. Mas o governo, tudo indica, vai continuar pagando. Um ministro e um representante da indústria deram como certo, depois de uma reunião com o presidente Michel Temer, na terça-feira passada, o lançamento, em breve, do novo programa. “Estamos quase lá”, disse ao sair do encontro o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, segundo informou a Agência Estado. “Falta apenas concluir os textos”, de acordo com o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, citado pelo jornal Valor.

Leia mais...

Roberto Mesquita critica nomeação de assessor para pasta do Governo

O deputado Roberto Mesquita (Pros) criticou, durante a ordem do dia da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (25/04), a nomeação do advogado Hélio Parente como assessor para Assuntos Internacionais do Gabinete do governador Camilo Santana. Segundo o parlamentar, o fato de Parente já ser conselheiro em disponibilidade do Tribunal de Contas do Estado (TCE) inviabilizaria, em termos éticos, a indicação.

Leia mais...

Compartilhe