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Sérgio Aguiar aponta número de poços perfurados no Ceará

Deputado Sérgio AguiarDeputado Sérgio AguiarFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Sérgio Aguiar (PDT) ressaltou, em pronunciamento no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (01/11), o total de poços profundos perfurados no Ceará desde o ano de 2015.

Conforme o levantamento apresentando pela Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra) citado pelo parlamentar de 1987, quando o Estado passava pelo governo Tasso Jereissati até o ano de 2018, foram perfurados 12.630 poços profundos. Desse total, 3.139 foram de 2015 a 2018.

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Fernando Hugo destaca revisão da lei do desarmamento

Deputado Fernando HugoDeputado Fernando HugoFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Fernando Hugo (PP) criticou, nesta quinta-feira (01/11), durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa,  a reforma  do texto do Estatuto do Desarmamento, assunto que estaria sendo proposto pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. Segundo ele, alei é completamente destituída daquilo que é desejo da maioria da população.

Para o parlamentar, é necessário reconfigurar a legislação atual na defesa da população. “Não é discutir o armamento de toda a população brasileira. É preciso normas, ordenamento legal para se adquirir armas protetivamente destinadas ao defender o lar”, defendeu.  Conforme o deputado, ninguém quer transformar isso aqui no cangaço ou faroeste dos filmes americanos, mas dar ao bandido a dúvida, a incerteza.

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Heitor Férrer manifesta apoio à médica desligada do HGF

Deputado Heitor FérrerDeputado Heitor FérrerFoto: Edson Júnior Pio

O deputado Heitor Férrer (SD) criticou, nesta terça-feira (30/10), durante o primeiro expediente da sessão plenária, o desligamento da médica Mayra Pinheiro do Hospital Geral de Fortaleza (HGF). Segundo ele, o afastamento foi solicitado pelo diretor do hospital à Cooperativa dos Pediatras do Ceará, da qual a médica faz parte, ao alegar descumprimento de normas internas da unidade hospitalar.

“Dra. Mayra não descumpriu nenhuma norma interna”, garantiu. De acordo com o parlamentar, a médica - que concorreu ao Senado Federal pelo PSDB, mas não conseguiu se eleger - foi punida após filmar os corredores do hospital, mostrando a superlotação da unidade, e postar nas redes sociais. Para o parlamentar, o desligamento configurou-se como uma forma de retaliação. “E se isso virar moda no Estado, de um colega ser punido pela direção de um hospital, devido a uma conduta política, passado o pleito?”, questionou.

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Leonardo Araújo comenta eleição de Jair Bolsonaro

Deputado Leonardo AraújoDeputado Leonardo AraújoFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Leonardo Araújo (MDB) comentou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (31/10), a eleição do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro. Para ele, o momento é de unir forças, “com tolerância e coerência, no sentido de realizar novas conquistas para o Ceará”.

De acordo com o parlamentar, Jair Bolsonaro está longe de ser o candidato ideal, até para quem votou nele. A escolha pela população, entretanto, era iminente, considerando “a vontade democrática de cada um de tirar do Poder aqueles que lá se revezam há quase 20 anos”.

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Capitão Wagner pede providências para mortes no Estado

Deputado Capitão WagnerDeputado Capitão WagnerFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Capitão Wagner (Pros) cobrou, nesta quarta-feira (31/10), durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, resposta do Governo para a sequência de mortes com decapitação que vêm ocorrendo no Estado.

Segundo ele, nos últimos dias cinco pessoas foram decapitadas algumas delas por integrantes de facções criminosas. “Cadê o líder desse Estado, cadê a capacidade de indignação das autoridades para falar sobre isso. A decapitação virou rotina no Ceará”, disse.

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Roberto Mesquita quer mais ações para combater violência no Ceará

Deputado Roberto Mesquita Deputado Roberto MesquitaFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Roberto Mesquita (Pros) salientou, durante o segundo expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (31/10), o crescimento da violência no Estado.

Segundo o parlamentar, o governador Camilo Santana não pode achar normal o assassinato  de 40 pessoas no final de semana. “Uma cidade do porte de Guaramiranga todinha é assassinada em um ano. Não está normal. É preciso chamar a razão”, alertou.

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Zezinho Albuquerque pede agilidade na aprovação de matérias

Presidente da AL, deputado Zezinho AlbuquerquePresidente da AL, deputado Zezinho AlbuquerqueFoto: Edson Júnior Pio

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque (PDT) pediu, na abertura da sessão plenária desta terça-feira (30/10), apoio dos parlamentares na votação das matérias neste fim de ano.

“Devemos dar agilidade às discussões e votar o orçamento, mensagens do Governo e projetos de parlamentares”, disse. De acordo com o deputado, a ideia é limpar a pauta de fim de ano e ter tempo para discutir outros temas importantes.

O presidente também convidou a todos para participar da solenidade em comemoração aos 10 anos da Campanha Outubro Rosa. A celebração, conforme observou, atende solicitação da presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Mulher, deputada Fernanda Pessoa (PSDB), e ocorre no segundo expediente da sessão de hoje.

PE/AT

Comissão da Câmara adia análise do projeto da 'Escola sem partido'

Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília

O presidente da comissão do projeto da 'Escola sem partido', Marcos Rogério, deu entrevista após adiamento da análise do texto — Foto: Cleia Vianna/Câmara dos Deputados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O presidente da comissão da Câmara que analisa o projeto conhecido como "Escola sem partido", Marcos Rogério (DEM-RO), adiou para a próxima semana a reunião do colegiado que deve votar o relatório do deputado Flavinho (PSC-SP), favorável à proposta.

A reunião marcada para esta quarta-feira (31) foi cancelada em razão do início do período de votações no plenário principal da Câmara. Antes de encerrar os trabalhos, Marcos Rogério afirmou que pautará o texto na próxima semana.

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Partidos articulam bloco contra Bolsonaro na Câmara e no Senado sem o PT

Renan Truffi e Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo

31 Outubro 2018 | 14h56

 

BRASÍLIA – A exemplo do que já vem ocorrendo na Câmara dos Deputados, partidos que serão oposição ao governo de Jair Bolsonaro articulam um bloco para isolar o PTtambém no Senado. O movimento tem sido feito pelo senador eleito Cid Gomes (PDT-CE), irmão de Ciro Gomes, e pelo senador reeleito Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A ideia é formar uma "bancada" de oposição formada por Rede, PDT, PSB, PPS e PSB. Juntos esses partidos terão ao menos 13 senadores. Já na Câmara, os líderes do PC do B, PDT e PSB voltaram a se reunir nesta quarta para articular uma frente de oposição sem a participação do PT. 

Ao formar o bloco no Senado, os partidos reunirão um número de parlamentares maior do que o próprio MDB, o maior partido da Casa, com 12 senadores a partir da próxima legislatura. Além disso, a ideia do grupo é se diferenciar do PT, que teria uma bancada menor, de seis senadores a partir de 2019.  O cálculo leva em conta os cincos senadores eleitos pela Rede, os quatros do PDT, e mais quatro de PSB e PPS, que contam com dois parlamentares cada. Há ainda a possibilidade de o bloco ganhar um 14º integrante, caso o senador Reguffe (sem partido-DF) aceite convite para atuar em conjunto. 

Cid Gomes
O ex-governador Ceará Cid Gomes (PDT)  Foto: Beto Barata / Estadão

A intenção dos partidos ao articular um bloco é se diferenciar dos petistas na oposição a Bolsonaro, como estratégia para quebrar a hegemonia que o PT sempre teve no campo progressista. A ideia vai ao encontro do discurso que o ex-ministro Ciro Gomes tem adotado desde que ficou em terceiro na disputa presidencial. 

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Oposição manobra e votação de projeto que abre brecha para criminalizar manifestações é adiada

BRASÍLIA -  A oposição conseguiu, na manhã desta quarta-feira, adiar a votação do projeto de lei que abre a possibilidade de criminalizar atos de movimentos sociais comoterrorismo , na Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ ) do Senado. Numa manobra, parlamentares do PT , PCdoB ,PSB e Rede pediram que seja feita uma audiência pública sobre o tema, antes da análise da proposta. Resistente, o relator do projeto, senadorMagno Malta (PR), acabou cedendo e o requerimento para o debate foi aprovado.

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