Deputados serão diplomados em clima de dúvidas sobre cenários

No fim da tarde desta quarta-feira, 72 políticos cearenses que foram eleitos em outubro passado participarão de solenidade de diplomação e darão o penúltimo passo antes do início de seus mandatos, no próximo ano. Elas serão responsáveis pela nova configuração da política cearense, que conta com um fortalecimento do governador reeleito Camilo Santana (PT), no Ceará, e com o crescimento da pauta conservadora nas casas legislativas e no Governo Federal.
AL finaliza votações deste período legislativo com aprovação de 58 projetos
Do Executivo foi aprovado o projeto de lei complementar nº 18/18 oriundo da mensagem nº 8.336/18, que altera dispositivo da lei complementar nº 98, de 13 de junho de 2011, que dispõe sobre a criação da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário; e os projetos de lei nº 101/18 que institui o Medidor Volumétrico de Combustíveis (MVC); o nº 102/18, regulamenta a aplicação do Art. 76-A do Ato das disposições constitucionais transitórias, que dispõe sobre a desvinculação das receitas dos Estados e do Distrito Federal e o nº 103/18, que trata sobre a comunicação e atendimento eletrônicos por meio do domicílio tributário eletrônico (DT-E), no âmbito da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará.
Assembleia Legislativa aprova Lei Orçamentária Anual para 2019
O projeto nº 72/2018, de autoria do Governo do Estado, estima o montante de R$ 28,3 bilhões para o orçamento do Ceará no próximo ano. Em 2018, o orçamento foi de R$ 26,4 bilhões.
O projeto de lei foi aprovado com 2.135 emendas de 26 parlamentares. A LOA 2019 recebeu 2.225 propostas até o dia 12 de dezembro, que foram apreciadas nas Comissões Técnicas da Casa.
Fernando Hugo diz que Bolsonaro não vai debater pena de morte
Dep. Fernando Hugo ( PP )foto: Junior Pio
Fernando Hugo enfatizou que a população carcerária do Brasil soma em torno de 730 mil presidiários, com extensa folha criminal. “Existem pessoas irrecuperáveis dentro dos presídios, mas a pena de morte não vai corrigir os problemas da violência no País”, disse.
Ely Aguiar lamenta retirada de assinaturas para título a Bolsonaro
Dep. Ely Aguiar ( PSDC )foto: Junior Pio
Segundo o parlamentar, vários colegas deputados assinaram a proposta de autoria dele, porém, retiraram sem nenhuma razão. “Estou decepcionado com alguns colegas. Precisamos ter autonomia. Se assinou está assinado”, afirmou.
AL realiza solenidade para entrega da Medalha Edson Queiroz
De acordo com o parlamentar, a Medalha Edson Queiroz foi instituída pela Lei nº 10.695, de julho de 1982, que cria o Dia do Empresário Cearense, fazendo com que a Assembleia Legislativa homenageie anualmente o melhor empresário de cada ano.
Embolsar parte do salário de assessores é prática comum nas casas legislativas
BRASÍLIA - Na Operação Furna da Onça , que investigacorrupção na Assembleia Legislativa do Rio ( Alerj ), a Polícia Federal descobriu indícios de um esquema de nomeações fraudulentas de funcionários comissionados no qual parte dos salários deles é desviada para deputados estaduais e assessores. As descobertas da investigação batizada de Senhores Feudais, no entanto, não causam surpresas.
A “rachadinha”, como foi batizada a prática de embolsar salários de assessores, é considerada comum em outras casas legislativas, como o Congresso Nacional, e resultou em várias denúncias contra parlamentares no Supremo Tribunal Federal (STF) por configurar crime de peculato, na avaliação do Ministério Público Federal (MPF). No último ano, ao menos quatro parlamentares foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo sob essa suspeita. A Câmara dos Deputados usa R$ 54 milhões de recursos públicos por mês para o pagamento de assessores parlamentares. A verba mensal que cada deputado tem para salários de assessores é de R$ 106,8 mil. Eles podem contratar até 25 secretários parlamentares, com salários entre R$ 908,98 e R$ 15 mil.
Tasso promete abrir mão de disputa no Senado se MDB indicar alternativa a Renan Calheiros
Renan Truffi, O Estado de S.Paulo
12 Dezembro 2018 | 19h18
BRASÍLIA - Citado como possível candidato à Presidência do Senado, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) tem dito a interlocutores que abre mão da disputa se o MDB indicar a senadora Simone Tebet (MDB-MS) para o cargo, em vez do senador Renan Calheiros (MDB-AL). Jereissati nega que tenha se colocado seu nome como "reação" à candidatura de Calheiros, mas defende que o momento é ideal para alguém que represente um projeto "diferente".
Sérgio Aguiar contesta acusações de vereadores em Camocim
Dep. Sergio Aguiar ( PDT )foto: Junior Pio
“Esperarei resignado aquilo que for determinado para apresentar nossa defesa e combater de frente essas malfadadas acusações, que, tenho certeza, ao cabo iremos demonstrar a nossa inocência”, afirmou.
Heitor Férrer lamenta aumento da pobreza no Estado
Dep. Heitor Ferrer ( SD )foto: Junior Pio
"O País tinha 54,8 milhões de pessoas que viviam com menos de R$ 406 por mês em 2017, dois milhões a mais que em 2016, apontando que a proporção da população em situação de pobreza subiu de 25,7% para 26,5%, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais, divulgada na última quarta-feira (05/12)."




