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Bancada feminina na AL será composta por seis deputadas

Deputadas Aderlânia Noronha, Augusta Brito, Érika Amorim, Fernanda Pessoa, Patrícia Aguiar e Dra. SilvanaDeputadas Aderlânia Noronha, Augusta Brito, Érika Amorim, Fernanda Pessoa, Patrícia Aguiar e Dra. SilvanaFotos: Divulgação

 
A bancada feminina na Assembleia Legislativa será formada por seis deputadas na nova Legislatura (2019-2023), o que corresponde a 13% do total de 46 vagas. No comparativo com o atual período legislativo, houve a redução de uma cadeira. Tomarão posse, no dia 1º de fevereiro, as parlamentares Aderlânia Noronha (SD), Augusta Brito (PCdoB), Érika Amorim (PSD), Fernanda Pessoa (PSDB), Patrícia Aguiar (PSD) e Dra. Silvana (PR). As duas deputadas do PSD ocuparão o cargo pela primeira vez.

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Anunciada chapa que concorrerá à eleição da nova Mesa Diretora da AL

Deputado José Sarto anuncia nomes que compõem a chapa que concorrerá à eleição da Mesa Diretora para o biênioDeputado José Sarto anuncia nomes que compõem a chapa que concorrerá à eleição da Mesa Diretora para o biênioFoto: Máximo Moura

 
 
O deputado José Sarto (PDT) anunciou, nesta quarta-feira (30/01), durante entrevista coletiva no Comitê de Imprensa da Assembleia, os nomes que compõem a chapa que concorrerá à eleição da Mesa Diretora para o biênio 2019 – 2020. A chapa foi formada após acordo entre os partidos com representação no Legislativo estadual.

A eleição da nova Mesa Diretora ocorrerá na próxima sexta-feira (01/02), após a sessão de posse dos deputados. Para ser eleita, a chapa deverá obter maioria absoluta dos votos dos parlamentares, o que equivale a 24 votos.

A chapa é composta pelos deputados José Sarto (PDT – presidente), Fernando Santana (PT – 1º Vice-Presidente), Danniel Oliveira (MDB – 2º Vice-Presidente), Evandro Leitão (PDT – 1º Secretário), Aderlânia Noronha (SD – 2ª Secretária), Patrícia Aguiar (PSD – 3ª Secretária), e Leonardo Pinheiro (PP – 4º Secretário). Ocupam, respectivamente, as funções 1º, 2º e 3º suplentes os deputados Osmar Baquit (PDT), Bruno Gonçalves (Patri) e Romeu Aldigueri (PDT).

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Simone Tebet anuncia saída da liderança do MDB por discordar de voto secreto na eleição do Senado

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A senadora Simone Tebet (MDB-MS) — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

 

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) informou nesta terça-feira (29) ter deixado a liderança do MDB na Casa, o que estava previsto somente para a próxima sexta (1º).

Em um vídeo divulgado pela assessoria, Simone Tebet afirma ter tomado a decisão por não concordar com algumas posições da maioria da bancada, formada por 13 senadores.

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21 dos 35 partidos registrados no TSE terão acesso ao Fundo Partidário em 2019

O Tribunal Superior Eleitoral publicou, nesta terça-feira (29/1), portaria com relação dos partidos que têm direito ao recebimento de recursos do Fundo Partidário a partir de 1º de fevereiro de 2019. Das 35 legendas registradas na Corte, 21 cumpriram os requisitos previstos na cláusula de barreira instituída pela Emenda Constitucional 97/2017.

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Renan e Tebet medem forças para definir candidato do MDB ao comando do Senado

Daniel Carvalho / FOLHA DE SP
 
BRASÍLIA

Maior bancada do Senado, com 12 integrantes, o MDB começa a discutir na tarde desta terça-feira (29) quem será seu candidato oficial à presidência da Casa. Na tentativa de não rachar o partido, a decisão não deve sair nesta tarde, pois a discussão deve se arrastar por ao menos mais um dia.

O favorito é Renan Calheiros (MDB-AL), que tenta comandar o Senado pela quinta vez. Mas ele terá que medir forças com a líder da sigla na Casa, Simone Tebet (MDB-MS), que aposta na rejeição que correligionário tem por causa de pressão popular.

Contra ambos pesa o jogo duplo que senadores da legenda têm feito. Há nomes que aparecem na contabilidade dos dois candidatos, o que provoca alguma incerteza sobre o que acontecerá na reunião marcada no gabinete da liderança do partido.

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Acredite quem quiser

Editorial do Estadão, neste domingo (27), avalia que “no rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência do Senado – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas”. Confira:

A presidência do Senado já não seduz mais Renan Calheiros (MDB-AL). No início desta semana, o senador alagoano veio a público para dizer que não almeja o cargo que já ocupou por três mandatos: 2005- 2007, 2013-2015 e 2015-2017. “Olha, não quero ser presidente do Senado. Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente. Já o fui várias vezes, em momentos também difíceis. A decisão (de indicar o candidato do partido) caberá à bancada, e temos outros nomes”, escreveu Renan no Twitter. Acredite quem quiser.

A manifestação do senador seria um refrigério para o espírito dos brasileiros crédulos e genuinamente preocupados com o resgate moral do Senado. No rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência da Casa – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas. Que ele cumpra a própria escrita e não se candidate. Mas acreditar, quem há de?

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Eleição no Congresso inclui disputa por 682 cargos de até R$ 20 mil

Daniel CarvalhoAngela Boldrini /FOLHA DE SP
PLENARIO DO SENADO
BRASÍLIA

Não são apenas os cargos de comando da Mesa Diretora e de comissões e a possibilidade de pautar questões legislativas estratégicas para os planos do governo Jair Bolsonaro que estão em jogo na eleição para presidente da Câmara e do Senado, na próxima sexta-feira (1º).  

Além dos postos que serão ocupados por deputados ou senadores, estes parlamentares têm um vasto número de vagas à disposição para abrigar indicações de aliados.

Eles podem empregar —afora os servidores concursados— 682 cargos de confiança (485 na Câmara e 197 no Senado) com salários que variam de R$ 2.500 a R$ 19,9 mil.

A eleição no Congresso ocorrerá num momento em que Bolsonaro deverá estar em recuperação médica, após cirurgia a que deve ser submetido nesta segunda (28). 

O presidente tem dito que não trabalha por nenhum dos candidatos que disputam os comandos das duas Casas. O início da nova Legislatura, porém, é fundamental para seus planos políticos —inclusive para negociar a reforma da Previdência, considerada crucial para sua gestão.

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Escândalos de fantasmas e rachadinhas em Assembleias acumulam anos sem solução

CURITIBA , SALVADOR e RECIFE

Investigações sobre casos de peculato em Assembleias Legislativas –incluindo a contratação de funcionários fantasmas e repasses de parte dos salários de servidores para deputados– chegam a até 22 anos sem resolução ou punição de parlamentares envolvidos.

Levantamento da Folha identificou investigações relacionadas a peculato em pelo menos dez Assembleias Legislativas. Na maioria dos casos, não houve condenações.

Os casos assemelham-se às suspeitas de peculato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro que estão sendo investigadas pelo Ministério Público a partir de movimentações financeiras suspeitas de servidores. As suspeitas incluem Fabrício Queiroz, ex-funcionário do gabinete o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro.

No Paraná, um esquema de nomeações fantasmas na Assembleia descoberto em 2010, conhecido como Diários Secretos, desviou cerca de R$ 260 milhões, segundo o Ministério Público, com a anuência da mesa diretora. O caso já rendeu oito ações criminais e algumas condenações de servidores –mas os contratempos permanecem.

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O Globo traz detalhes escabrosos de ameaças a Wyllys

O Globo traz detalhes das ameaças de que o deputado Jean Wyllys é alvo. São coisas escabrosas. A íntegra do texto está aqui. Transcrevo trechos da reportagem e volto em seguida:

“Vou te matar com explosivos”, “já pensou em ver seus familiares estuprados e sem cabeça?”, “vou quebrar seu pescoço”, “aquelas câmeras de segurança que você colocou não fazem diferença”. Nos últimos dois anos, o deputado Jean Wyllys  (PSOL-RJ) viveu uma rotina semanal de ameaças de morte .
(…)
O GLOBO teve acesso nesta sexta-feira ao conteúdo de dezenas de ameaças contra Wyllys. Marcadas por declarações de ódio e de preconceito, elas se avolumaram ao ponto de fazer o parlamentar desistir de assumir o terceiro mandato como deputado federal, para o qual havia sido eleito em outubro passado com pouco mais de 24 mil votos.
(…)
[DEPOIS QUE ANUNCIOU QUE NÃO ASSUMIRÁ O NOVO MANDATO]

“Nossa dívida está paga. Não vamos mais atrás de você e sua família, como prometido. Mesmo após quase dois anos, estamos aqui atrás de você e a polícia não pôde fazer para nos parar”.

Esse foi apenas o desfecho de um longo período de “terrorismo psicológico”, como definiu o parlamentar. Em novembro do ano passado, Wyllys afirmou ao GLOBO que “a campanha de fake news montada pelos inimigos da democracia que agora chegam ao poder (sobretudo a mentira do inexistente “kit gay”)” o transformaram “num pária para os eleitores desse maldito”, referindo-se a Bolsonaro. Disse ainda que esses grupos invadiam diariamente suas redes “com dezenas de milhares de xingamentos e ameaças, e colocou minha vida em risco em quase todos os lugares do Brasil”.
(…)
“Eu vou espalhar 500 quilos de explosivo triperóxido de triacetona, explosivo tão perigoso e potente que é chamado de mãe de Satan pelos terroristas do Estado Islâmico. […] Se vocês duvidam que tenho capacidade para fazer isto, apenas vejam como é fácil produzir o explosivo”.

Em 15 de março de 2017, um e-mail foi encaminhado ao deputado contendo vários de seus dados pessoais, como endereço, placas de seu veículo e nomes de seus familiares.

“Vamos sequestrar a sua mãe, estuprá-la, e vamos desmembrá-la em vários pedaços que vamos te enviar pelo Correio pelos próximos meses. Matar você seria um presente, pois aliviaria a sua existência tão medíocre. Por isso vamos pegar sua mãe, aí você vai sofrer”.

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Cid Gomes articula 'novo centrão' no Senado com possibilidade de unir até 50 parlamentares

Renan Truffi, O Estado de S.Paulo

25 Janeiro 2019 | 15h35

 

BRASÍLIA - Com o discurso de maior "independência" em relação ao governo de Jair Bolsonaro, o senador Cid Gomes (PDT) trabalha para formar um grande grupo de partidos no Senado, nos moldes do que foi o Centrão na Câmara. Sua intenção é juntar 12 partidos e uma maioria de 50 senadores em um único bloco ainda antes da eleição interna, em 1º de fevereiro. A ideia é  aproveitar a força do grupo para propor mudanças e permitir maior distribuição de poderes da presidência da Casa e na Mesa Diretora.

Até agora, o bloco informal liderado por Cid antes mesmo de sua posse é formado por quatro siglas, PDT, PSBPPS e Rede. O irmão de Ciro Gomes (PDT), derrotado no primeiro turno da disputa presidencial de outubro, tem se aproximado de lideranças de outras sete agremiações: PP, PTB, PSC, PSDB, PSD, Podemos, PRB e DEM. Nas conversas, eles discutem a criação de um agenda única tanto para a reestruturação de algumas dinâmicas internas do Senado como para a análise de pautas consideradas importantes para o País.

Cid Gomes
Senador eleito, Cid Gomes (PDT-CE) Foto: Dida Sampaio/Estadão

Entre os nomes que Cid já conversou estão Tasso Jeiressati (PSDB-CE) e Alvaro Dias(Podemos-PR), que, segundo pessoas envolvidas nas negociações, se disseram simpáticos à ideia do blocão, embora ainda não tenham batido o martelo se toparão participar.

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