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Empreiteiro Léo Pinheiro identifica operador de deputado petista

O empreiteiro Léo Pinheiro, presidente da construtora OAS, reconheceu por fotografia o empresário Luiz Gerber como sendo operador do deputado federal Marco Maia (PT-RS), que presidiu a Câmara dos Deputados e foi relator da CPI da Petrobras em 2014.

O inquérito no qual Pinheiro prestou depoimento apura suposta cobrança de propina por Maia e pelo atual ministro do Tribunal de Contas da União Vital do Rêgo Filho –que foi senador pelo PMDB (atual MDB) paraibano– como contrapartida para "blindagem" de empreiteiras na CPI.

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Recibos de Lula são ‘ideologicamente falsos’, conclui Lava Jato

Luiz Vassallo, Julia Affonso, Ricardo Brandt e Fausto Macedo

12 Janeiro 2018 | 05h27

Reprodução de documento entregue pela defesa de Lula

A força-tarefa da Operação Lava Jato pediu em alegações finais ao juiz Sérgio Moro que reconheça que os recibos entregues pela defesa do ex-presidente Lula para comprovar aluguel do imóvel vizinho à sua residência em São Bernardo em face do engenheiro Glaucos da Costamarques são ideologicamente falsos.

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Cármen Lúcia tosta STF na frigideira das prisões

Cármen Lúcia tem um sonho. Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Federal de Justiça, a ministra gostaria de ser uma espécie de super-heroína. Por vezes, comporta-se como outros super-herois dos quadrinhos e do cinema. Aparece sempre que a encrenca das prisões brasileiras revela-se insolúvel para simples humanos. Mas há uma diferença: SuperCármen não possui os superpoderes que imagina ter.

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Dirceu: ‘Não vamos permitir a ditadura da toga’

Às véspeas do julgamento que pode tornar Lula inelegível, o grão-petista José Dirceu levou à internet um vídeo no qual chama de “golpistas” os desembargadores do Tribunal Federal de Recursos da 4ª Região. Acusa-os de agir com o propósito deliberado de impedir a candidatura presidencial do líder máximo do PT. A peça foi divulgada no site ‘Nocaute’, do escritor Fernando Morais.

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Decisões pró-políticos no STF mostram isolamento de Fachin

Rosinei Coutinho/SCO/STF: <p>fachin</p>

As decisões do STF nesta segunda (18) de arquivar denúncias contra quatro políticos revelaram o isolamento do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte; ao analisarem os resultados dos julgamentos, integrantes do STF se dividiram; uma parte disse que, além da crítica ao MPF, há uma reprovação implícita do trabalho de Fachin como condutor dos inquéritos; outra diz que está em curso uma operação abafa  PORTAL BRASIL 247

Raquel aponta ‘omissão de fatos criminosos’ e insiste na rescisão da delação de Joesley e Saud

Amanda Pupo e Rafael Moraes Moura/BRASÍLIA e Luiz Vassallo/SÃO PAULO

18 Dezembro 2017 | 19h20

 

Em manifestação enviada nesta segunda-feira, 18, ao ministro Edson Fachin, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, requereu a homologação da rescisão dos acordos de delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS, e do executivo Ricardo Saud, da J&F. Ao longo das 45 páginas que integram o documento, a PGR rebate as alegações, tanto processuais quanto de mérito, que foram apresentadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela defesa dos dois delatores após a instauração do Procedimento Administrativo (1.00.000.016663.2017-47), e reitera que eles descumpriram as cláusulas 25 e 26 dos acordos firmados com o Ministério Público Federal em 3 de maio de 2017.

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Tribunais superiores terão 'responsabilidade' de definir caso de Lula antes da eleição, diz Gilmar

RIO — Presidente do Tribunal Superior Eleitoral até fevereiro e integrante do Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes previu nesta sexta-feira que as instâncias superiores em Brasília julguem todos os eventuais recursos sobre a candidatura do ex-presidente Lula antes das eleições do ano que vem. Gilmar avalia que essa é uma obrigação para evitar que a tensão do ambiente político não se agrave ainda mais.

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Ao julgar Lula, TRF-4 depura o processo eleitoral

O grande problema do Brasil é a distância entre o crime e a Justiça. O crime é perto. E a Justiça mora muito longe. Ao encurtar a distância entre a condenação de Lula à pena de nove anos e meio de cadeia e o julgamento do recurso do ex-presidente contra a sentença de Sergio Moro, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região presta à sociedade brasileira o inestimável serviço de depurar o processo eleitoral de 2018.

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