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Cármen Lúcia faz do STF puxadinho do Senado

Sob a presidência de Cármen Lúcia, o Supremo Tribunal Federal parece trilhar um caminho novo e perigoso. Muito já se ouvir falar da judicialização da política. Pois Cármen Lúcia promove a politização da Justiça. Desde a semana passada, quando a Primeira Turma do Supremo suspendeu o mandato de Aécio Neves e proibiu o tucano de sair de casa à noite, a ministra atua mais como articuladora política do que como magistrada.

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Esta terça define que destino terá a arrogância do Quarteto do Barulho do STF: Lei ou zorra?

PSDB e a própria defesa de Aécio pediram liminar em dois mandados de segurança, suspendendo a medida. Entendo que o melhor a fazer é o Senado exercer a sua prerrogativa. E acabou!

Publicada: 03/10/2017 - 5:10

Luiz Fux, Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber: resolveram ter sua própria Constituição

Uma engenharia relativamente complexa está em curso para tentar resolver a besteira feita pelos ministros do Supremo Roberto Barroso, Luiz Fux e Rosa Weber. Mas parece que o sistema randômico do tribunal é mais exigente do que algumas figuras do mundo político. Não quer saber de acordo. Explico.

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Palocci ainda tem muito a delatar sobre Lula

Será retomada nos próximos dias a negociação da delação premiada de Antonio Palocci, em Curitiba e em Brasília. As conversas tiveram um freio nas últimas semanas por causa da troca de guarda na PGR. Quem já viu os anexos entregues (entre 40 e 50) garante que Palocci não ficou "só no gogó". Foi apresentado também o que os procuradores chamam de "elementos probatórios". Por exemplo, os contratos que diversas empresas de grande porte fecharam com a Projeto, consultoria de Palocci. Sobre Lula, o que pode se garantir é: o que saiu até agora é algo como 10% do que ainda vem por aí. COM LAURO JARDIM / O GLOBO

Delator: é preciso “construir melhor” armação anti-Temer para atender a expectativas de Janot

Como nada havia de comprometedor contra o presidente, foi necessário criar o enredo. Assim, veio a público o vazamento da conversa. Anunciava um conteúdo que não estava na gravação

Publicada: 30/09/2017 - 7:48

A advogada Fernanda Tórtima: diálogos começam a deixá-la em situação difícil

Em outro trecho de gravação, Ricardo Saud conversa com Fernanda Tórtima, cujo papel no imbróglio, parece-me, é bem maior do que se supunha. Falam sobre a cilada armada por Joesley, com a ajuda de membros do MPF, para o presidente Michel Temer. Diz Saud: “Eu acho, Fernanda, que precisam construir melhor a história do Temer. Não ficou muito claro. Eu acho que quando ouviram o Temer não gostaram muito. Tinham uma expectativa maior”.

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Joesley se mostra feliz por soltar a bomba da tramoia com o MPF. E comemora: “Vou pra Nova York”

Eis aí. Já não havia dúvida sobre a ação ilegal de membros do MPF. Mais uma vez, a tramoia política se explicita

Publicada: 30/09/2017 - 7:13

Francisco de Assis e Silva: objetivo de Janot e seus valentes era destruir o PMDB

Conteúdo de outras gravações de conversa de Joesley Batista com seus, como direi?, “colaboradores” vem a público. Mais uma vez se revela a natureza da arquitetura criminosa do acordo celebrado pelo empresário com o Ministério Público Federal. Um órgão do Estado brasileiro meteu-se numa tramoia de natureza objetivamente golpista sob o pretexto de combater a corrupção.

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Desfazendo o erro

O Estado de S.Paulo

01 Outubro 2017 | 05h00

Na semana passada, o desembargador Fábio Prieto, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 3.ª Região, suspendeu liminarmente todas as ações de execução que centenas de prefeituras movem contra a União relativas ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). A decisão liminar pode ser o início de uma salutar e necessária reviravolta de um caso absurdo, que mostra como às vezes o Poder Judiciário, em vez de ser solução, produz graves problemas.

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Corte suprema?

O Estado de S.Paulo / VERA MAGALHÃES

01 Outubro 2017 | 05h00

No dia 8 de junho de 2012, o então presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres Britto, convocou uma reunião administrativa da Corte e anunciou: o julgamento do mensalão começaria dali a menos de dois meses, em 1.º de agosto. Para isso, o revisor do processo, Ricardo Lewandowski, teria de entregar seu relatório. Ele estava com o texto do relator, Joaquim Barbosa, desde dezembro, sem dar sinais de concluir a revisão.

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Eduardo Cunha: “Moro queria destruir a elite política. Conseguiu”

Trezentos e quarenta e cinco dias no cárcere não quebraram Eduardo Cunha. O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro.

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Em novo áudio, delatores da JBS dizem que PGR queria acabar com PMDB

Prestes a fechar o acordo de delação premiada que lhe rendeu imunidade penal, Joesley Batista entrou no carro entusiasmado com a negociação com os procuradores da PGR (Procuradoria-Geral da República). Pretendia amanhecer o dia seguinte em Nova York. O ânimo do empresário está registrado em uma conversa resgatada do gravador do sócio da JBS, divulgada nesta sexta (29) pela revista "Veja". O áudio sugere que ele havia acabado de entregar as gravações que fez do presidente Michel Temer (PMDB) e do senador Aécio Neves (PSDB).

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