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Eu não posso brigar com a cadeia, nem me render; vou ler, estudar e fazer política, diz Dirceu

Mônica Bergamo
SÃO PAULO

O ex-ministro José Dirceu, 72, teve seus recursos negados na quinta (19) pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e pode ser preso a qualquer momento por ordem do juiz Sergio Moro.

Por seus próprios cálculos, ele pode entrar na cadeia para não sair nunca mais. "É uma hipótese", admite.

Com uma "tosse nervosa" e os olhos inchados por causa de uma operação que fez nas pálpebras —entre outras coisas, para enfrentar a fraca luz da prisão e manter o hábito da leitura—, ele recebeu a Folhaum dia antes do julgamento para a seguinte entrevista.

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Tribunal nega recurso e põe Zé Dirceu mais próximo da cadeia da Lava Jato

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) rejeitou embargos infringentes do ex-ministro José Dirceu contra decisão que o condenou a 30 anos e 9 meses na Operação Lava Jato. O petista foi preso no dia 3 de agosto de 2015. Em maio do ano passado, foi solto por decisão do Supremo Tribunal Federal. Com a decisão do TRF-4, ele fica mais próximo de retornar à prisão, desta vez, para execução de sua pena.

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STF abre brecha que pode prolongar julgamentos de políticos

Supremo Tribunal Federal (STF) formou na quarta-feira maioria para permitir que políticos condenados pela Primeira e Segunda Turmas da Corte possam entrar com embargos infringentes (um tipo de recurso), caso os julgamentos não tenham resultado unânime. Na prática, isso pode prolongar a tramitação de ações penais contra parlamentares e até postergar o início do cumprimento de penas.

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Tribunal da Lava Jato enterra último recurso de Lula preso

Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba, e Luiz Vassallo/SÃO PAULO

18 Abril 2018 | 14h06

Por unanimidade, desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) não conheceram embargos dos embargos de declaração, derradeiro apelo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra condenação na Lava Jato. Na prática, o recurso não afetaria pena de 12 anos e um mês de reclusão imposta ao petista. O recurso apontava omissões e obscuridades nos declaratórios julgados dia 26 de março.

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Depois de 10 anos, Celso de Mello decide arquivar ação contra deputado

Breno Pires, O Estado de S.Paulo

18 Abril 2018 | 10h08

BRASÍLIA - Dez anos depois das alegações finais da acusação e da defesa, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, individualmente, arquivar a ação em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedia a condenação do deputado federal Flaviano Melo (MDB-AC) por desvio de dinheiro público.

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Lava Jato deu origem a ações penais no STF contra seis senadores

Com a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de tornar réu o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por corrupção passiva e obstrução de Justiça, chegou a seis o número de senadores alvos de ações penais na Corte em decorrência da Operação Lava Jato e de seus desdobramentos.

Além de Aécio, são réus no STF os senadores Agripino Maia (DEM-RN), Fernando Collor (PTC-AL), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Romero Jucá (MDB-RR) e Valdir Raupp (MDB-RO).

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Para 84% dos brasileiros, Lava Jato deve continuar; 12% defendem término

Felipe Bächtold/ folha de sp
SÃO PAULO A maioria dos entrevistados em pesquisa do Datafolha diz que a Operação Lava Jato deve continuar.

Entendem que a operação tem que ser mantida 84%, enquanto 12% consideram que ela já cumpriu o seu objetivo e deve ser encerrada. Não souberam responder 4%. O apoio à investigação se mantém alto entre eleitores de Lula, com índice de 77%.

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Raquel bate de frente com Gilmar e veta inquérito sobre algemas em Cabral

Breno Pires/BRASÍLIA

17 Abril 2018 | 20h52

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu o arquivamento imediato do inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ministro Gilmar Mendes para apurar irregularidades no transporte do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral da cadeia pública de Benfica, no Rio de Janeiro, para o Instituto Médico Legal, no Paraná.

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Aécio no banco dos réus

Amanda Pupo e Rafael Moraes Moura

17 Abril 2018 | 16h19

BRASÍLIA – A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já formou maioria para receber denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-SP) pelos crimes de corrupção passiva e obstrução à justiça. Já votaram Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Rosa Weber. Falta o voto de Alexandre de Moraes.

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