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Lava Jato faz chantagem contra a soberania popular - PAULO MOREIRA LEITE

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O jornalista Paulo Moreira Leite comenta em vídeo a declaração feita por procuradores da Lava Jato em coletiva de imprensa nesta segunda-feira 28, quando afirmaram que 2018 será a "batalha final" da investigação; "Eu queria lembrar que nós vivemos num país onde o voto é livre e cada um de nós tem direito de escolher sua prioridade numa eleição", disse o colunista; "A minha prioridade, e creio que a da maioria dos brasileiros, é desmontar o pacote de reformas contra o País, contra os trabalhadores, contra a soberania e contra o desenvolvimento que foi aprovado pelo Congresso, com apoio e aplauso da maioria das forças que defende e se diz inspirada pela Lava Jato", lembrou PML; "Quem acha que a única questão que tem no País é a corrupção que vote num candidato assim. O que não vale é um poder de Estado, cuja autonomia é preservada pela Constituição, ameaçar de fora outros poderes e o próprio eleitorado. Isso é uma espécie de chantagem", completa; assista. PORTAL 247

É de ter vergonha do Ministério Público - EUGÊNIO ARAGÃO

Reprodução :

"Triste fim do ministério público a que pertenci em atividade com tanta honra. Vulgarizou-se. Amesquinhou-se. Tornou-se um trambolho, um estorvo para as forças democráticas deste país", critica o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão ao avaliar o lançamento do manifesto dos procuradores da Lava Jato; "Gordo e autossuficiente, deleita-se no seu bem-estar, sem preocupação com milhares de brasileiras e de brasileiros impactados pela baderna política e econômica que causaram. Será que os promotorezinhos e os procuradorezinhos pensam que essa população se alimenta de blá-blá-blá moralista? Acabaram os empregos, acabaram-se os direitos — "MAS temos o combate à corrupção!" É esse discurso que vai encher a barriga dos que foram esmagados pelo golpe do "mercado" e de seus interesseiros lacaios?", questiona. PORTAL 247

Tribunal mantém bloqueio de R$ 16 mi de Lula

Julia Affonso e Ricardo Brandt

28 Novembro 2017 | 11h04

Lula. Foto: Nilton Fukuda/Estadão

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve nesta terça-feira, 28, o bloqueio de R$ 16 milhões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinado pela 13ª Vara Federal de Curitiba, sob tutela do juiz federal Sérgio Moro, na sentença condenatória do caso do apartamento triplex no Guarujá (SP), na Operação Lava Jato. A 8ª Turma, por unanimidade, negou seguimento ao mandado de segurança impetrado pela defesa de Lula.

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Toffoli crê em Papai Noel e brinca de Lobo Mau

O que levou Dias Toffoli a pedir vista do processo sobre a restrição do foro privilegiado? A julgar pelo que disse o ministro, foi para dar ao Congresso a oportunidade de deliberar sobre o tema. A proximidade com o Natal despertou em Toffoli uma crença em Papai Noel. Ele acha que um Congresso apinhado de investigados e cúmplices vai acabar com a mamata do foro especial.

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Procuradoria pede abertura de inquérito contra Alckmin no STJ com base em delação da Odebrecht

Breno Pires / BRASÍLIA

24 Novembro 2017 | 21h49

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de um inquérito penal no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin(PSDB), para investigar acusações que lhe foram feitas por delatores da Odebrecht em acordo de colaboração premiada. O inquérito, registrado em segredo de justiça, tem como relatora a ministra Nancy Andrighi.

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PGR pede que Gleisi devolta R$ 4 mi no petrolão

Encontra-se em fase decisiva a ação penal em que a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), é acusada de receber R$ 1 milhão em verbas sujas desviadas da Petrobras. Nesta sexta-feira, a procuradora-geral da República Raquel Dodge protocolou no Supremo Tribunal Federal suas alegações finais (íntegra aqui). No documento, pede a condenação por corrupção e lavagem de dinheiro de Gleisi, do ex-ministro Paulo Bernardo, marido da senadora, e do empresário Ernesto Rodrigues. Pede também que os réus sejam sentenciados a pagar indenização pelos danos materiais e morais que causaram ao Estado. Coisa de R$ 4 milhões, o equivalente a quatro vezes o montante desviado.

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‘Aguardem que a benção virá’

Luiz Vassallo

23 Novembro 2017 | 05h06

Foto: Reprodução de representação da PF à Justiça Federal do Mato Grosso do Sul, no âmbito da Ouro de Ofir

Polícia Federal identificou a atuação de pastores evangélicos para beneficiar uma organização criminosa investigada por golpes milionários que atingiram pelo menos 25 mil pessoas em todo o país. A Operação Ouro de Ofir foi deflagrada nesta terça-feira, 21, contra grupo que prometia lucros estratosféricos às vítimas em negócios fictícios envolvendo ouro ‘do tempo do Império’ e antigas ‘letras do Tesouro Nacional’. Sidiney dos Anjos Peró, alvo de prisão temporária, é apontado com um dos líderes e responsável por arregimentar pastores com o fim de ludibriar e tirar dinheiro dos fiéis.

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Após parir Aécio, STF terá de embalar Picciani

Apenas um brasileiro em um milhão é capaz de entender a confusão jurídica que o Supremo Tribunal Federal provocou ao lavar as mãos no caso de Aécio Neves. Mas basta entrar em qualquer boteco de Copacabana que a encrenca está lá. A coisa ferveu depois que a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro tentou sumir com o sabonete no caso que envolve o deputado estadual Jorge Picciani e Cia..

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Políticos na Lava Jato recebem punição mais dura do que empresários

 
 

O rigor das penas aplicadas pelos juízes que conduzem os processos da Operação Lava Jato em Curitiba e no Rio tem sido maior para políticos e ex-funcionários públicos corruptos do que para os empresários que pagaram propina em troca de vantagens para seus negócios.

A pena mais dura aplicada até agora pelo crime de corrupção ativa alcançou 8 anos de prisão, num processo em que o dono da Engevix, José Antunes Sobrinho, foi condenado junto com outros empreiteiros acusados de pagar R$ 4,4 milhões em suborno nas obras da usina Angra 3.

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Toffoli critica PGR e se opõe a ação penal sobre desvios de R$ 37 mil

Rafael Moraes Moura/ Brasília

21 Novembro 2017 | 11h30

Dias Toffoli. Foto: Dida Sampaio/Estadão

BRASÍLIA – O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, criticou na manhã desta terça-feira (21) a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e se opôs à abertura de uma ação penal na Corte para apurar indícios de desvios de recursos públicos no valor de R$ 37,8 mil. Em um curto voto, Toffoli disse ter a impressão de que se transformar o âmbito do processo penal num “órgão de controle do ponto de vista da aplicação de recursos públicos”.

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