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Lula, por ora, vai determinando da cadeia, como antevi que aconteceria, os rumos tanto do PT como da disputa eleitoral deste ano. É o fim!

Publicada: 18/05/2018 - 4:46

Fernando Haddad: ele é o homem da interlocução, mas não está muito claro para quê

E Lula vai determinando os rumos do PT e, de certo modo, da disputa eleitoral do país na cadeia.

Antevi, como sabem, que assim seria.

Também as bancadas do partido no Congresso resolveram dar um sinal de unidade. Os 60 deputados e os 9 senadores da legenda assinaram um manifesto deixando claro que o candidato é… Lula! E ponto final. Então é isso, pouco importa o que aconteça? Gleisi responde: Lula saberá o que fazer na hora certa. Enquanto isso, Fernando Haddad está autorizado a manter conversas com os candidatos do dito “campo progressista”, em que o PT inclui Ciro. Conversas para quê? Sei lá… Para tomar a decisão na tal “hora certa”.

Valdemar cogita aliança do PR com Bolsonaro

O ex-deputado mensaleiro Valdemar Costa Neto admite em conversas privadas que analisa a hipótese de empurrar o seu PR para dentro de uma coligação encabeçada pelo presidenciável Jair Bolsonaro. Seduzido pelo bom desempenho de Bolsonaro nas pesquisas, Valdemar forneceria ao candidato algo que seu partido, o nanico PSL, não tem condições de prover: minutos de propaganda eleitoral no rádio e na TV.

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‘Vaquinha virtual’

Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo

15 Maio 2018 | 05h00

Começa hoje uma etapa das eleições que envolve diretamente o eleitor, ou seja, o senhor, a senhora, você. Entra em vigor oficialmente a “vaquinha virtual”, ou “crowdfunding”, pela qual a pessoa física pode participar ativamente da campanha, não só votando, mas contribuindo financeiramente para o candidato que julgar melhor para o País.

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Feitas as contas, quadro eleitoral pende para a esquerda

Publicada: 16/05/2018 - 6:30

Aos poucos, a despeito das irrealidade de alguns lulistas, que é autêntica, os fatos vão se impondo. Não há dúvida de que o ex-presidente é hoje a personagem mais influente da disputa eleitoral. Mas tal influência, convenham, pode deixar de existir caso ele se desligue da realidade e insista numa candidatura que será recusada pela Justiça Eleitoral. E isso pode se dar num momento em que é tarde demais para escolher um substituto e para fazer, por exemplo, o vice na chapa de Ciro Gomes (PDT).

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Órfãos de Cunha se juntam para assombrar 2018

O fantasma do centrão ocupa novamente o noticiário. Órfãos de Eduardo Cunha, os partidos que integram o grupo se reorganizam para assombrar a sucessão presidencial de 2018. A pretexto de assegurar a “governabilidade”, equipam-se para impor ao próximo presidente uma espécie de projeto centrão de poder. Baseia-se na ocupação predatória do Estado.

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