Ciro agora está na moda

De repente, Ciro Gomes passou a encher a linguiça do noticiário eleitoral, por enquanto mais tripa do que carne. Tornou-se moda assim que o último "outsider" evaporou de vez. Entende-se.
Lula da Silva está condenado à cadeia em Curitiba; o PT está imóvel, em transe sebastianista, preso a um caudilhismo místico-judicial. Marina Silva (Rede) apenas de vez em quando manda cartas do exílio político em que se isolou.
Geraldo Alckmin (PSDB) faz política fractal, digamos, dando sempre a impressão de que joga parado. Não é bem assim, mas acaba por não render muita chacrinha.
Se algo se move ou assim parece, é Ciro Gomes (PDT).
T vai ao TSE para ter dublê de Lula em sabatina
O PT protocolou no Tribunal Superior Eleitoral, nesta quinta-feira, uma representação contra UOL, Folha e SBT. Nela, o partido pede ao tribunal uma decisão liminar que obrigue os três veículos de comunicação a incluir Lula, preso em Curitiba desde 7 de abril, num ciclo de sabatinas com presidenciáveis. Assina a peça a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional da legenda. O PT reconhece no documento que seu hipotético candidato enfrenta ''condições adversas que hoje impedem a locomoção”, eufemismo para cadeia. Mas alega que, como líder nas pesquisas, o preso tem o ''direito'' de ser representado na sabatina por um dublê, a ser indicado pelo partido.
Steinbruch se filia ao PP e vira opção de vice de Ciro Gomes
Igor Gadelha e Sonia Racy, O Estado de S.Paulo
10 Maio 2018 | 00h07
BRASÍLIA - O empresário Benjamin Steinbruch, dono do grupo Vicunha Têxtil e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), se filiou ao PP. A filiação é parte de uma articulação para fazer do empresário uma opção de candidato a vice-presidente na chapa do ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT), de acordo com quatro fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast, sendo duas do PP, uma do PDT e outra do DEM.
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Meirelles: aliança com PSDB só é possível se tucanos aceitem candidatura a vice
Enquanto o presidente Michel Temer negocia uma aproximação com o PSDB para as eleições de outubro, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse nesta quarta-feira, 9, que uma aliança com os tucanos só é possível se o partido do ex-governador Geraldo Alckmin aceitar a vaga de vice em uma chapa encabeçada pelo MDB.
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