Ciro diz ter pena de Gleisi e que PT faz burrice
Ciro Gomes, 60, pré-candidato do PDT à Presidência, diz ter "pena" de Gleisi Hoffmann pelo fato de a presidente do PT ter afirmado que o pedetista "não passa no PT nem com reza brava".
A afirmação de Gleisi foi uma resposta à possibilidade de o PT indicar um nome para ser vice em uma chapa com Ciro. "Para se ver como é questão de dar pena, meu partido, o PDT, portanto, eu, estou apoiando quatro dos cinco dos principais candidatos a governador do PT", disse Ciro à TV Folha.
O mea culpa de Jaques Wagner
Depois de causar estrago nas fileiras do PT ao sugerir que o partido considere a possibilidade de abrir mão da cabeça de chapa na eleição presidencial para apoiar Ciro Gomes (PDT), o ex-governador Jaques Wagner mergulhou nas redes sociais para tentar apagar o incêndio. Em menos de 24 horas, foram 10 tweets e duas postagens no Facebook, todas elas sustentando que Lula deveria ser o candidato da sigla. Mas o recado de Wagner, contudo, continua nas entrelinhas…
Alckmin diz a tucanos que candidatura deslanchará quando atingir 10 pontos
De passagem por Brasília nesta quarta-feira, Geraldo Alckmin reuniu-se com as bancadas do PSDB na Câmara e no Senado. fechadas, pediu paciência ao tucanato, inquieto com o mau desempenho do seu projeto presidencial. Disse que sua candidatura ganhará “musculatura” quando atingir o patamar de 10% nas pesquisas. “Fatam apenas dois pontos”, estimou. Para ele, assim que a barreira dos dois dígitos for rompida, outras legendas que ensaiam candidaturas próprias se juntarão ao PSDB numa coligação de centro.
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Sem Lula, Bolsonaro lidera e Joaquim empata com Marina em 2º
Levantamento inédito do Instituto Paraná mostra que sem Lula o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) assume a dianteira na corrida ao Planalto.
Bolsonaro fica com 20,5%, seguido por Marina Silva (Rede-AC), com 12%. Em terceiro, Joaquim Barbosa (PSB-RJ), que aparece com 11%.
Com a margem estimada de erro de 2%, Marina e Barbosa estão tecnicamente empatados.
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Temer e PSDB negociam chapa Alckmin-Meirelles
Pedro Venceslau, Renan Truffi, Igor Gadelha e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo
26 Abril 2018 | 05h00
BRASÍLIA E SÃO PAULO - O presidente Michel Temer (MDB) e o ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB, voltaram a se aproximar e negociam um acordo que reunifique o centro político. Na proposta apresentada pelo Planalto, essa chapa presidencial seria encabeçada pelo tucano com o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) como candidato a vice. Alckmin analisa a ideia e, neste momento, seus aliados avaliam existirem muitos obstáculos para o acordo.

