Sem vaga para “o novo” na sucessão de Temer
“Anotem para me cobrar depois: o ex-ministro Joaquim Barbosa tem tudo para ser o Jânio Quadros do século XXI”. (Post publicado no twitter deste blog no último dia 21 de abril, às 19h31m).
Quando candidato a presidente da República, em 1960, Jânio Quadros renunciou. Mais tarde renunciou à renúncia e se elegeu com larga margem de votos. Uma vez empossado, renunciou seis meses depois.
Presidenciáveis disputam o ‘espólio’ de Barbosa
A candidatura presidencial de Joaquim Barbosa, embora tenha terminado antes de começar, deixou um espólio. O inventário inclui dois ativos eleitorais: um índice de até 10% de intenção de votos e os 45 segundos de propaganda do PSB no rádio e na TV. Aliviados com a saída do último outsider do baralho de 2018, os presidenciáveis disputam sua herança. Ciro Gomes é quem reúne maiores chances de arrematar a vitrine eletrônica.
Marina, Bolsonaro e Barbosa fazem o discurso do fingimento
or: Reinaldo Azevedo
Publicada: 07/05/2018 - 17:24

A coisa a seu tempo mais divertida e de potencial trágico no debate político em curso é a suposição de que o discurso de moralização da política produz milagres. E, claro!, o mais sensacional deles seria criar uma maioria automática no Congresso, independentemente do atendimento de pleitos políticos destes ou daqueles.
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Como Barbosa preferiu conservar sua vida privada longe do embate público.
Por: Reinaldo Azevedo
Publicada: 09/05/2018 - 6:27

Há uma questão a mais a ser considerada na decisão de Joaquim Barbosa. Candidatos costuma ter sua vida pessoa escrutinada por adversários e pela própria imprensa. É um dos preços que se pagam na vida pública.
Há políticos brasileiros que só podem ganhar com uma eventual devassa de sua privacidade. Tantas são as máculas reais ou de que são acusados que uma revisão corre o risco de encontrar um aspecto positivo ou outro. Mas há o contrário: heróis da opinião pública como Barbosa ou, sei lá, Sérgio Moro, só teriam a perder com esse procedimento.
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Gleisi critica ciclo de sabatinas sem o preso Lula
Gleisi Hoffmann, autoconvertida numa espécie de Alice petista, escolheu viver num País das Maravilhas. Nele, Lula continua com a ficha higienizada e a candidatura presidencial intacta. Quem ousa mostrar à presidente do PT que sua fantasia não cabe no mundo real é esculachado por ela.
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