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‘Não vou sair do partido e ninguém me tira’, diz Eunício Oliveira

Andreza Matais

23 Maio 2018 | 06h00

O líder do governo no Senado, Eunício Oliveira. Foto: André Dusek/Estadão

 

O presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), reagiu ao recado do presidente Michel Temer que ontem convidou a se retirar do partido quem se recusar a apoiar a candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles ao Palácio do Planalto. Filiado há 45 anos no MDB, Eunício avisa, em entrevista ao Estado, que não vai seguir a recomendação. “Não vou sair e ninguém me tira.” Eunício também criticou a política de preço dos combustíveis implantada pelo presidente da Petrobrás, Pedro Parente. “Entre os ‘Parentes’ e os consumidores eu vou ficar com os consumidores”, afirma.

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Bolsonaro em mutação

Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo

23 Maio 2018 | 03h00

Bolsonaro
Bolsonaro modera o discurso e fala em consultar equipe para governar Foto: Lalo de Almeida/NYT

Jair Bolsonaro é um candidato em fase de modulação do discurso e das ideias. E, como tal, parece tatear o terreno, desconfortável na nova pele. Entrevistei o deputado do PSL nesta terça-feira, para a rádio Jovem Pan. 

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Os passos da política

O Estado de S.Paulo

23 Maio 2018 | 03h00

Os recém-formados grupos de renovação política estão ajustando suas expectativas para as próximas eleições, indica reportagem do Estado. O que antes parecia ser um caminho fácil, dada a rejeição da população aos políticos já estabelecidos, agora recebe uma avaliação mais realista. Na medida em que se aproxima a campanha eleitoral, torna-se evidente que não basta se apresentar na cena política como novidade para alcançar sucesso nas urnas. Quem almeja entrar na política tem um longo e árduo caminho para conquistar o voto do eleitorado – e isso não é necessariamente ruim.

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A hora da sabatina

Amanhã será um lindo dia da mais louca alegria que se possa imaginar (…) Amanhã, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam ver o dia raiar (…) Amanhã, ódios aplacados, temores abrandados. Será pleno”. Com a canção de Guilherme Arantes gravada em 1977, em meio à ditadura militar, o marqueteiro Duda Mendonça encerrava – magistralmente – a vitoriosa campanha do então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Para quem acreditava, foi de arrepiar. Também pudera. Àquela altura, havia no ar o combustível que nos move toda vez que precisamos sair de uma situação de aparente adversidade irremediável: esperança.

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