Leonardo Araújo comenta eleição de Jair Bolsonaro
Deputado Leonardo AraújoFoto: Edson Júnior Pio
De acordo com o parlamentar, Jair Bolsonaro está longe de ser o candidato ideal, até para quem votou nele. A escolha pela população, entretanto, era iminente, considerando “a vontade democrática de cada um de tirar do Poder aqueles que lá se revezam há quase 20 anos”.
Capitão Wagner pede providências para mortes no Estado
Deputado Capitão WagnerFoto: Edson Júnior Pio
Segundo ele, nos últimos dias cinco pessoas foram decapitadas algumas delas por integrantes de facções criminosas. “Cadê o líder desse Estado, cadê a capacidade de indignação das autoridades para falar sobre isso. A decapitação virou rotina no Ceará”, disse.
Roberto Mesquita quer mais ações para combater violência no Ceará
Deputado Roberto MesquitaFoto: Edson Júnior Pio
Segundo o parlamentar, o governador Camilo Santana não pode achar normal o assassinato de 40 pessoas no final de semana. “Uma cidade do porte de Guaramiranga todinha é assassinada em um ano. Não está normal. É preciso chamar a razão”, alertou.
Zezinho Albuquerque pede agilidade na aprovação de matérias
Presidente da AL, deputado Zezinho AlbuquerqueFoto: Edson Júnior Pio
“Devemos dar agilidade às discussões e votar o orçamento, mensagens do Governo e projetos de parlamentares”, disse. De acordo com o deputado, a ideia é limpar a pauta de fim de ano e ter tempo para discutir outros temas importantes.
O presidente também convidou a todos para participar da solenidade em comemoração aos 10 anos da Campanha Outubro Rosa. A celebração, conforme observou, atende solicitação da presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Mulher, deputada Fernanda Pessoa (PSDB), e ocorre no segundo expediente da sessão de hoje.
PE/AT
Comissão da Câmara adia análise do projeto da 'Escola sem partido'
Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília
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O presidente da comissão da Câmara que analisa o projeto conhecido como "Escola sem partido", Marcos Rogério (DEM-RO), adiou para a próxima semana a reunião do colegiado que deve votar o relatório do deputado Flavinho (PSC-SP), favorável à proposta.
A reunião marcada para esta quarta-feira (31) foi cancelada em razão do início do período de votações no plenário principal da Câmara. Antes de encerrar os trabalhos, Marcos Rogério afirmou que pautará o texto na próxima semana.
Partidos articulam bloco contra Bolsonaro na Câmara e no Senado sem o PT
Renan Truffi e Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo
31 Outubro 2018 | 14h56
BRASÍLIA – A exemplo do que já vem ocorrendo na Câmara dos Deputados, partidos que serão oposição ao governo de Jair Bolsonaro articulam um bloco para isolar o PTtambém no Senado. O movimento tem sido feito pelo senador eleito Cid Gomes (PDT-CE), irmão de Ciro Gomes, e pelo senador reeleito Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A ideia é formar uma "bancada" de oposição formada por Rede, PDT, PSB, PPS e PSB. Juntos esses partidos terão ao menos 13 senadores. Já na Câmara, os líderes do PC do B, PDT e PSB voltaram a se reunir nesta quarta para articular uma frente de oposição sem a participação do PT.
Ao formar o bloco no Senado, os partidos reunirão um número de parlamentares maior do que o próprio MDB, o maior partido da Casa, com 12 senadores a partir da próxima legislatura. Além disso, a ideia do grupo é se diferenciar do PT, que teria uma bancada menor, de seis senadores a partir de 2019. O cálculo leva em conta os cincos senadores eleitos pela Rede, os quatros do PDT, e mais quatro de PSB e PPS, que contam com dois parlamentares cada. Há ainda a possibilidade de o bloco ganhar um 14º integrante, caso o senador Reguffe (sem partido-DF) aceite convite para atuar em conjunto.
A intenção dos partidos ao articular um bloco é se diferenciar dos petistas na oposição a Bolsonaro, como estratégia para quebrar a hegemonia que o PT sempre teve no campo progressista. A ideia vai ao encontro do discurso que o ex-ministro Ciro Gomes tem adotado desde que ficou em terceiro na disputa presidencial.
Oposição manobra e votação de projeto que abre brecha para criminalizar manifestações é adiada
BRASÍLIA - A oposição conseguiu, na manhã desta quarta-feira, adiar a votação do projeto de lei que abre a possibilidade de criminalizar atos de movimentos sociais comoterrorismo , na Comissão de Constituição e Justiça ( CCJ ) do Senado. Numa manobra, parlamentares do PT , PCdoB ,PSB e Rede pediram que seja feita uma audiência pública sobre o tema, antes da análise da proposta. Resistente, o relator do projeto, senadorMagno Malta (PR), acabou cedendo e o requerimento para o debate foi aprovado.
Sérgio Aguiar destaca centenário do Fortaleza Esporte Clube
Deputado Sérgio AguiarFoto: Máximo Moura
O deputado disse que solicitou, juntamente com Bruno Pedrosa (PP) e Heitor Férrer (SD), a realização de uma sessão solene para homenagear a equipe pelo centenário. “E já quero sugerir à Casa que se faça numa data tão logo termine esse campeonato de 2018, acrescentou.
Heitor Férrer cobra conclusão da obra de transposição do rio São Francisco
Deputado Heitor FérrerFoto: Máximo Moura
O parlamentar lembrou que a crise hídrica deixou cearenses em situação de prejuízo. “Muitos negócios, principalmente no Interior, foram fechados, e o Ceará nunca conseguiu ultrapassar os 2% na cotação do Produto Interno Bruto Nacional (PIB)”, considerou.
Fernando Hugo critica abordagem de "ideologia de gênero" nas escolas
Deputado Fernando HugoFoto: Máximo Moura
O parlamentar ponderou que não se vê como um conservador reacionário no modo de pensar, principalmente em relação ao sexo, mas se declarou contra a abordagem do assunto com crianças.


