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Conselho de Ética da Câmara abre processo que pode levar à cassação de Glauber Braga

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Deputados do Conselho de Ética discutem abertura de processo que pode levar à cassação de Glauber Braga — Foto: Larissa Passos/G1

 

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados abriu nesta quarta-feira (18) um processo que pode levar à cassação do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ).

O processo foi aberto atendendo a uma representação do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, que acusa Glauber Braga de ter quebrado o decoro parlamentar em declarações dirigidas ao ministro da Justiça, Sergio Moro.

Presente à sessão do conselho, Glauber Braga disse que o objetivo do PSL é constrangê-lo e que as declarações foram "sóbrias" (leia detalhes mais abaixo).

Segundo o PSL, Glauber Braga afirmou a Sergio Moro durante uma audiência na Câmara: "O senhor vai estar nos livros de história como um juiz que se corrompeu, como um juiz ladrão (...) um juiz ladrão e corrompido que ganhou uma recompensa pra fazer com que a democracia brasileira fosse atingida (...) é o que o senhor é, um juiz que se corrompeu e um juiz ladrão".

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Câmara aprova projeto que estabelece novas regras para partidos e eleições

Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) o projeto de lei que altera as regras para partidos políticos e para eleições. O texto segue para sanção presidencial.

A aprovação ocorreu horas depois de o relator, o deputado Wilson Santiago (PTB-PB), ter apresentado parecer que deixou de fora mudanças que afrouxavam a prestação de contas eleitorais.

O relator retomou, no entanto, outros pontos que haviam sido derrubados pelos senadores.

A primeira versão do projeto foi aprovada pelos deputados no último dia 4.

No entanto, diante da repercussão negativa e das críticas de setores da sociedade, o Senado recuou de dispositivos que restringiam a fiscalização de campanhas e aprovou somente a criação de um fundo eleitoral, sem valor definido, para financiar as eleições no ano que vem.

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Sérgio Aguiar destaca projeção de crescimento industrial de 5,2% para 2019

Deputado Sérgio AguiarDeputado Sérgio AguiarFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Sérgio Aguiar (PDT) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (18/09), a previsão de crescimento de até 2,5% na indústria cearense para esse ano. A estimativa é da Federação da Industria do Ceará (Fiec).

Segundo o parlamentar, após crescer 2,9% no primeiro semestre deste ano, a tendência é de que haja uma estabilização nesses números. O deputado observou que, mesmo com essa estabilização, o Ceará possui um resultado melhor que a indústria nordestina e nacional. “Os setores que devem ter crescimentos sustentáveis neste ano são a metalurgia, produtos de metal, produtos químicos, fabricação de máquinas, aparelhos elétricos e setor calçadista.

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Tony Brito pede que população participe das eleições de Conselheiros Tutelares

Deputado Tony BritoDeputado Tony BritoFoto: Edson Júnior Pio

 
O deputado Tony Brito (Pros) convocou, durante o segundo expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (18/09), a população para participar das eleições que devem escolher os conselheiros tutelares de todo o País, no próximo dia 6 de outubro.

O parlamentar esclareceu que o papel do conselheiro tutelar é garantir os direitos de crianças e adolescentes assegurados na Constituição. “A participação da população é importante para a eleição dos Conselhos Tutelares. Esses órgãos servem para garantir e proteger os direitos de crianças nas mais diversas situações. Em casos de abuso, violência, exploração, todos envolvem os conselhos e lembro que a Polícia Civil também está pronta para investigá-los”, pontuou.

Tony Brito destacou ainda que é preciso observar o compromisso dos candidatos ao Conselho e o histórico de lutas para que seja feita uma boa escolha. “Os eleitos terão o dever de garantir os direitos de crianças e adolescente. O voto não é obrigatório, mas é nossa obrigação. Nós somos responsáveis, de acordo com a constituição”, salientou.

O deputado afirmou também que a educação de qualidade, desde a infância, é importante e somente através dela conseguiremos combater a criminalidade. “Infelizmente as coisas mudaram com o tempo. Na minha época nós respeitávamos os nossos professores. Hoje jovens desrespeitam, ameaçam e assassinam os educadores. Esse quadro tem que mudar”, cobrou.

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Câmara conclui votação do projeto da nova Lei de Licitações; texto retorna ao Senado

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu, nesta terça-feira (17), a votação do projeto da nova Lei de Licitações (PL 1292/95), rejeitando quatro destaques apresentados ao texto.

Entre outras medidas, a proposta cria modalidades de contratação, exige seguro-garantia para grandes obras, tipifica crimes relacionados ao assunto e disciplina vários aspectos do tema para as três esferas de governo (União, estados e municípios).

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Deputados rejeitaram nesta terça os últimos destaques que tentavam alterar o texto

Com as mudanças feitas pela Câmara, o texto, na forma do substitutivo do deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE), retornará ao Senado.

De acordo com o texto, o administrador poderá contar com modalidades de licitação diferentes das atuais, e a inversão de fases passa a ser a regra: primeiro se julga a proposta e depois são cobrados os documentos de habilitação do vencedor.

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Minha Casa Minha Vida deve almejar a sustentabilidade das obras, aprova CI Fonte: Agência Senado

CI DO SENADO

 

 

O programa Minha Casa Minha Vida (Lei 11.977, de 2009) deve ter como diretriz o uso de tecnologias, padrões de construção e sistemas operacionais que visem a redução dos impactos ambientais, a economia dos recursos naturais e a conservação e uso racional da energia. Isso é o que prevê projeto (PLS 253/2016) aprovado nesta terça-feira (17) na Comissão de Infraestrutura (CI) em turno suplementar. Caso não haja recurso em Plenário, a proposta poderá seguir para a análise da Câmara dos Deputados.

 

O texto aprovado foi um substitutivo do relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM). Além do programa Minha Casa Minha Vida, o projeto altera a Lei de Licitações (Lei 8.666, de 1993) para que a construção, reforma, compra e locação de imóveis a serem usados pela administração pública, direta ou indireta, sigam as mesmas diretrizes estabelecidas no Minha Casa Minha Vida.

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Despreparo financeiro da população é preocupante

Ricardo Westin / AGÊNCIA SENADO
Publicado em 17/9/2019
Edição 688
Educação financeira

A cada dez adultos no Brasil, quatro estão inadimplentes, de acordo com a Serasa Experian. Além de assistirem ao crescimento de suas dívidas como bola de neve (pela incidência diária de multa, juros e correção monetária), as pessoas com o nome sujo na praça perdem o acesso a empréstimos bancários, cheque especial e cartão de crédito.

 

Uma explicação para a alta inadimplência está na situação econômica do país, historicamente delicada, com salários baixos e desemprego elevado. Mas essa não é a única causa. As contas não pagas também têm um componente individual: o chamado analfabetismo financeiro. A expressão, que remete ao analfabetismo funcional, é recente e vem sendo utilizada por universidades e instituições como o Banco Mundial.

 

A pessoa é considerada analfabeta financeira quando não lida com o dinheiro de forma plenamente consciente e racional. Ela, por exemplo, não tem ideia de quanto gasta por mês. Não se preocupa em classificar suas despesas (alimentação, transporte, educação, telefone, lazer) nem em saber o peso que cada categoria tem no orçamento pessoal. Compra por impulso e não reflete se o produto é necessário e urgente.

 

O analfabeto financeiro faz parcelamentos ignorando o peso dos juros no preço final. Entra no cheque especial e paga apenas o valor mínimo da fatura do cartão de crédito sem perceber que em ambas as situações está contraindo empréstimo — e empréstimo caro. Deixa o dinheiro parado na conta corrente e não aplica em investimentos. Por vezes, nem sequer poupa. Tais comportamentos estão presentes em todas as classes sociais.

Especialistas dizem que, como todo tipo de ignorância, o analfabetismo financeiro se combate com educação. Por isso, em 2010, o governo federal criou a Estratégia Nacional de Educação Financeira, uma política pública que uniu instituições tão diferentes quanto o Banco Central, o Ministério da Educação e a Secretaria Nacional do Consumidor na criação e execução de projetos que disseminem o conhecimento financeiro pelo país.

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Câmara conclui votação de projeto que cria nova Lei de Licitações

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Deputados reunidos no plenário da Câmara durante a sessão desta terça-feira (17) — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (17) a votação do projeto que cria a nova Lei de Licitações. Com a aprovação, o texto seguirá para o Senado.

 

O texto-base da proposta já havia sido aprovado em junho, mas os deputados precisavam analisar os destaques para concluir a votação – o projeto tramitava em regime de urgência desde marA lei atual sobre licitações está em vigor desde 1993. Pela Constituição, o poder público – União, estados e municípios – é obrigado a utilizar as licitações como meio para realizar obras e fazer compras de produtos e serviços.

De acordo com o texto do relator, Augusto Coutinho (SD-PE), as normas da nova legislação deverão valer nos níveis federal, estadual e municipal e irão abranger os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

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Entenda a reviravolta da minirreforma eleitoral no Congresso e o que pode acontecer

Nesta terça (17), o Senado desistiu de afrouxar as regras eleitorais e alterou o projeto da Câmara que ampliava brechas para caixa dois e reduzia a possibilidade de punição por irregularidades. Além disso, o texto inicial, aprovado no último dia 3 pelos deputados, pretendia esvaziar os mecanismos de controle e transparência no uso de verbas públicas eleitorais.

Os senadores chegaram a considerar um acordão com o governo para aprovar a proposta inicial. Após pressão de parlamentares e de entidades da sociedade civil, desistiram.

O projeto agora retorna à Câmara. Para que passe a valer já em 2020, precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) até 4 de outubro, um ano antes da data marcada para o primeiro turno.​

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Senado aprova projeto que abre brecha para fundo eleitoral maior

Daniel Weterman e Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2019 | 18h07
Atualizado 17 de setembro de 2019 | 21h41

BRASÍLIA – O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira, 17, projeto que permite aumentar o valor destinado ao fundo eleitoral, principal fonte de recursos para as campanhas políticas. O texto também flexibilizava punições e dificultava a fiscalização de partidos, mas, diante da repercussão negativa, os senadores recuaram de aprovar estas mudanças na legislação.

Caberá agora à Câmara decidir se retoma o pacote de benesses às legendas ou mantém o projeto sem essas alterações. 

Segundo o relator da proposta, senador Weverton Rocha (PDT-MA), houve compromisso de deputados e senadores de destinar “apenas” R$ 1,71 bilhão ao fundo, o mesmo valor de 2018.

Senado Federal
Após repercussão negativa, senadores deixaram de fora do projeto trecho que dificultava fiscalização a partidos Foto: WALDEMIR BARRETO/AGÊNCIA SENA

O acordo, no entanto, está apenas apalavrado, pois não consta no texto aprovado. Conforme Rocha, a comissão de orçamento do Congresso é quem irá colocar a promessa no papel.

O presidente da comissão, senador Marcelo Castro (MDB-PI), disse que fará “de tudo” para que o acordo seja respeitado, mas cobrou empenho também dos líderes partidários para convencimento de deputados e senadores. Parlamentares tentam aumentar o valor do fundo para R$ 3,7 bilhão.

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