Nunca antes na História deste país...
*Roberto Livianu, O Estado de S.Paulo
23 Fevereiro 2018 | 03h11
Na quarta-feira a Transparência Internacional divulgou os índices de percepção da corrupção (IPC) referentes a 2017. Foram avaliados 180 países, o que é feito desde 1996, e nunca antes na História deste país havíamos ficado em posição tão ruim: caímos do 79.º para o 96.º lugar – 17 posições. Só caíram mais a Libéria (32) e o Bahrein (33).
Coleção de improvisos
O Estado de S.Paulo
20 Fevereiro 2018 | 03h06
A decisão do presidente Michel Temer de decretar intervenção federal no Rio de Janeiro não foi precedida de nenhum planejamento. A se acreditar nas palavras do próprio Temer, a drástica medida, inédita desde a redemocratização do País, resultou não de uma indispensável reflexão com assessores e conselheiros nem de estudos sólidos sobre a extrema complexidade do cenário da intervenção, mas apenas da aflição de alguns dos auxiliares próximos do presidente com os “fatos dramáticos” registrados pelo noticiário durante o carnaval no Rio – ainda que os crimes desse período não tenham diferido, em quantidade e em violência, do que infelizmente vem acontecendo diariamente, há tempos, naquele Estado. A decisão de Temer, tenha ela sido motivada por esse espírito impulsivo ou por sabe-se lá que considerações de caráter político, tem sido até aqui uma coleção de improvisos.
Temer viveu no domingo a síndrome do 1º morto
A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro alterou sensivelmente a rotina de Michel Temer. Em vez de votar a reforma da Previdência, como estava previsto, a Câmara analisará nesta segunda-feira (19) o decreto da intervenção. E o presidente estava mais preocupado neste domingo com o sistema carcerário fluminense do que com o Legislativo. Na expressão de um ministro que conversou com o blog na madrugada desta segunda, “o presidente viveu a síndrome do primeiro morto.”
Temer recebe marqueteiros para discutir intervenção no Rio
Por Andréia Sadi, Brasília
O presidente Michel Temer se reuniu neste domingo (18), no Palácio do Alvorada, com seu marqueteiro Elsinho Mouco e com o cientista político e especialista em marketing Antonio Lavareda para avaliar a intervenção federal no Rio de Janeiro.
O presidente discute há dias com seus principais conselheiros e assessores a melhor estratégia de comunicação para capitalizar politicamente e usar a intervenção no Rio, decretada na última sexta-feira (16), para melhorar a sua imagem junto à população.
A recuperação vai se consolidando
O Estado de S. Paulo
19 Fevereiro 2018 | 03h00
O quadro de recuperação da economia nacional fica mais claro, e quase completo, com a reação do setor de serviços, ainda lenta e restrita. No Brasil, a evolução dos serviços normalmente reflete, com algum atraso, o avanço da indústria, da agropecuária e do comércio de bens. O setor tem grande peso na composição do Produto Interno Bruto (PIB), mas seu vigor depende do dinamismo dos demais. Em outros países, segmentos como turismo, finanças, call centers e transportes, para citar alguns exemplos bem conhecidos, têm vida própria e são geradores importantes de receita em moeda estrangeira. Podem prosperar mesmo quando outras áreas de atividade vão mal. Não é, pelo menos até agora, o caso do Brasil, onde a produção material se mantém como a principal fonte de movimento e vigor para todo o sistema.
O Censo da Educação Básica
O Estado de S. Paulo
19 Fevereiro 2018 | 03h00
Divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) com base em dados de 2017, o Censo Escolar da Educação Básica – que compreende o ensino infantil, o ensino fundamental e o ensino médio – apresenta três informações importantes.
A primeira é a queda no total de alunos desses três ciclos, que passou de 48,8 milhões, em 2016, para 48,6 milhões, no ano passado. No ensino médio, que tem 7,9 milhões de alunos, dos quais 84,8% estudam em escolas públicas, a queda foi de 2,5%.
Governo analisará eventuais demandas em segurança de outros Estados, diz Torquato
Carla Araújo, O Estado de S.Paulo
18 Fevereiro 2018 | 22h22
Brasília - Ao lado do presidente do Senado, Eunício Oliveira, e do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou na noite deste domingo, 18, que o governo federal vai analisar eventuais demandas de outros Estados em relação à Segurança Pública.
Temer anuncia força-tarefa e envia 36 homens ao CE para combate ao crime organizado
Juliana Diógenes, O Estado de S.Paulo
18 Fevereiro 2018 | 16h19
Atualizado 18 Fevereiro 2018 | 16h30
O presidente Michel Temer determinou o envio de uma força-tarefa policial ao Ceará para dar apoio às forças de segurança do Estado nas ações de combate ao crime organizado.
A ação ocorre 20 dias após uma chacina que deixou 14 pessoas mortas no bairro de Cajazeiras, em Fortaleza. A chacina – a maior da história do Ceará – estaria ligada à guerra de facções criminosas. Em nota, o Ministério da Justiça afirmou que a força-tarefa é um "reforço às operações conjuntas de inteligência e diante dos últimos acontecimentos".
Temer vai criar Ministério da Segurança Pública por MP
O presidente Michel Temer bateu o martelo na criação do Ministério da Segurança Pública e o fará por Medida Provisória, segundo disse uma fonte à Coluna. Ele informou de sua decisão a colaboradores mais próximos. A nova pasta esvazia o Ministério da Justiça e terá no seu guarda-chuva a Polícia Federal.
Em resposta à pressão dos estados, Planalto quer plano nacional de segurança pública
Tânia Monteiro, O Estado de S. Paulo
05 Fevereiro 2018 | 22h14
BRASÍLIA - Em resposta à pressão dos estados, o governo federal vai lançar a Política Nacional de Segurança Pública, que tem como meta de curto prazo "integrar o sistema de inteligência da União e dos Estados", com objetivo de "atingir a espinha dorsal do crime organizado", "reduzindo o fluxo financeiro do tráfico", "como forma de asfixiá-lo".



