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Governo de São Paulo deve desobrigar uso de máscaras ao ar livre no estado

SÃO PAULO - A exemplo de várias regiões do país que anunciaram recentemente a flexibilização no uso de máscaras contra a Covid, o governo de São Paulo deve desobrigar o uso desse item de prevenção no estado, mas apenas em locais ao ar livre.

tema já vinha sendo discutido internamente há vários dias, e teve o aval do Comitê Científico em reunião nesta terça-feira. O grupo de especialistas assessora o governo paulista nas medidas de combate à pandemia.

A previsão é que o anúncio oficial seja feito nesta quarta-feira, em coletiva de imprensa do governador João Doria.

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Ainda não há definição, porém, se a flexibilização valerá também para áreas abertas em escolas, que retornaram recentemente às aulas 100% presenciais. Sobre isso, a decisão deve ser tomada até esta quarta-feira.

Há uma expectativa de que a campanha de vacinação infantil deveria avançar um pouco mais antes de qualquer liberação neste sentido.

Na semana passada, o secretário da Educação, Rossieli Soares, chegou a dizer que a liberação nas escolas seria ainda prematura.

Atualmente, o uso obrigatório do item de prevenção à Covid é determinado por decreto estadual, em vigor até 31 de março.

Se o coronavírus não infecta as células que detectam os odores, como ele ataca o olfato?

Também na semana passada, o governador de São Paulo, João Doria, admitiu que havia “uma boa tendência” de flexibilização e que aguardava posicionamento do Comitê Científico.

— Reproduzimos o que eles decidem, e por isso não é possível anunciar taxativamente a medida de liberação de máscaras ao ar livre. Mas diria que há uma boa tendência, uma boa indicação — disse na ocasião.

Em novembro do ano passado, o governo paulista chegou a anunciar uma flexibilização no uso de máscaras que valeria a partir de 11 de dezembro, mas teve de voltar atrás diante do recrudescimento da pandemia no estado e no país como um todo.

Covid-19: com 7 remédios aprovados, não há nenhum ainda disponível na rede pública do país

Desta vez, o receio era de um nova explosão de casos após as aglomerações no carnaval. Até então, o estado vinha registrando queda nos indicadores de casos, hospitalizações e mortes, depois do aumento expressivo de infecções derivado da variante Ômicron.

São Paulo tem hoje 83% da população total do estado com esquema vacinal completo.

Na terça-feira, o Comitê Científico de Enfrentamento à Covid-19 da Prefeitura do Rio de Janeiro desobrigou o uso de máscaras em locais fechados. Com isso, o Rio se tornou a primeira capital do país a tomar a medida.

Além disso, outras capitais já desobrigaram o uso de máscaras em ambientes abertos: São Luiz (MA), Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG) e Brasília. Nos casos de Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC), a dispensa do item vale para crianças menores de 12 anos. O estado de Goiânia (GO) também avalia medida nesse sentido.

Covid-19: Brasil registra 20.456 novos casos e 198 mortes

O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 29.069.469 casos confirmados de covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje (7) pelo Ministério da Saúde. O número total de mortes pela doença é de 652.341.

Em 24 horas, foram registrados 20.456 casos. No mesmo período, foram confirmadas 198 mortes de vítimas do vírus.

Segundo o mesmo boletim, 27.179.192 pessoas se recuperaram da doença e 1.237.936 casos estão em acompanhamento.

Estados

São Paulo lidera o número de casos, com 5,06 milhões, seguido por Minas Gerais (3,23 milhões) e Paraná (2,35 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (122,6 mil). Em seguida, aparece Roraima (154 mil) e Amapá (160,1 mil).

Em relação às mortes, São Paulo tem o maior número de óbitos (165.295), seguido de Rio de Janeiro (71.977) e Minas Gerais (59.991). O menor número de mortes está no Acre (1.981), Amapá (2.113) e Roraima (2.137).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 380,3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 170 milhões com a primeira dose e 146,2 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,7 milhões de pessoas. Outras 56,9 milhões já receberam a dose de reforço.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira / AGÊNCIA BRASIL

Sebrae: mulheres lideram 10,1 milhões de empreendimentos no Brasil

Um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) aponta que o empreendedorismo feminino no Brasil apresentou sinais de recuperação no último trimestre do ano passado, depois de sofrer retração a partir dos primeiros meses da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

O estudo, realizado com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), mostrou que após recuar para um total de 8,6 milhões, no segundo trimestre de 2020, o número de mulheres à frente de um negócio no país fechou o quarto trimestre de 2021 em 10,1 milhões, mesmo resultado registrado no último trimestre de 2019, antes da pandemia.

Apesar dessa evolução, a participação das mulheres empreendedoras no universo de donos de negócio no Brasil (34%) ainda está abaixo da melhor marca histórica, registrada no 4º trimestre de 2019, quando elas representavam 34,8% do total.

O estudo do Sebrae indica ainda que a participação feminina entre os donos de negócios empregadores também continua abaixo do período pré-crise. No final de 2019, havia 1,3 milhão de donas de empresas que contratavam empregados, o que representava 13,6% do total das donas de negócio. Já no final do ano passado, esse número havia recuado para 1,1 milhão (11,4% do universo).

Os dados mostram que 50% das proprietárias de negócios de estão no setor de serviços, enquanto 21% estão no setor de construção. Em relação aos homens, 35% dos donos de negócios se concentram no setor de serviços, enquanto 21% estão no setor de construção.

Ainda segundo a pesquisa, aumentou a proporção de mulheres que são chefes de domicílio. Em 2019, elas eram 47% e no último trimestre de 2021 as empreendedoras chefes de domicílio representaram 49% do total.

Por outro lado, diminuiu a participação das mulheres negras à frente dos negócios. Enquanto no último trimestre de 2019, antes da pandemia, elas eram 50,3% das donas de negócio, no último trimestre do ano passado, elas passaram a responder por 48,5%. Já as mulheres brancas passaram de 48,4% das donas de negócio para 49,9%.

O Sebrae mostra que a escolaridade das mulheres que estão empreendendo aumentou e que a diferença do número de mulheres com pelo menos o nível médio aumentou em relação aos homens entre o último trimestre de 2019 e o mesmo período de 2021.

No quarto trimestre do ano passado, 68% das empreendedoras tinham pelo menos o ensino médio. Entre os homens, essa proporção era de 54%. A variação no período foi de 11 pontos percentuais entre as mulheres e 4 pontos entre os homens.

A pesquisa mostrou crescimento da participação feminina nos setores de informação/comunicação e educação/saúde. Entre o quarto trimestre de 2019 e o mesmo período do ano passado, a presença das empreendedoras cresceu 3 pontos percentuais e 4 pontos, respectivamente.

Edição: Lílian Beraldo / AGÊNCIA BRASIL

Governo federal paga R$ 1,14 bilhão em dívidas de estados em fevereiro

O governo federal pagou R$ 1,145 bilhão em dívidas atrasadas de estados em fevereiro deste ano, informou hoje (7) a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Desse total, R$ 818,64 milhões foram relativos a inadimplências do Estado de Minas Gerais, R$ 255,24 milhões do Estado de Goiás, R$ 66,76 milhões do Estado do Rio de Janeiro e R$ 5,13 milhões do Estado do Rio Grande do Norte.

No acumulado do ano, a União honrou R$ 1,55 bilhão em dívidas garantidas de entes subnacionais. Os estados que tiveram os maiores valores pagos no ano foram: Minas Gerais (R$ 968,09 milhões, ou 62,57% do total), Goiás (R$ 334,54 milhões, ou 21,62% do total) e Rio de Janeiro (R$ 234,12 milhões, ou 15,13% do total).

As garantias representam os ativos oferecidos pela União – representada pelo Tesouro Nacional - para cobrir eventuais calotes em empréstimos e financiamentos dos estados, municípios e outras entidades com bancos nacionais ou instituições estrangeiras, como o BID, BIRD e o Banco Mundial. Como garantidor das operações, ele é comunicado pelos credores de que não houve a quitação de determinada parcela do contrato.

Caso o ente não cumpra suas obrigações no prazo estipulado, o Tesouro compensa os calotes, mas desconta o valor coberto com bloqueios de repasses federais ordinários, além de impedir novos financiamentos.

A secretaria disse que monitora os eventuais atrasos de pagamentos dos contratos garantidos pela União, “estabelecendo prazos para regularização das pendências e alertando os devedores para as sanções, penalidades e consequências previstas nos contratos e na legislação pertinente.”

Há casos, entretanto, de bloqueio na execução das contragarantias. Entre 2019 e 2021, diversos estados que obtiveram liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) suspendendo a execução.

“A União está impedida de executar as contragarantias de diversos estados que obtiveram liminares no STF suspendendo a execução das referidas contragarantias e também as relativas ao Estado de Goiás, que está sob o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) instituído pela Lei Complementar nº 159, de 19 de maio de 2017 (alterada pela Lei Complementar nº 178, de 13 janeiro de 2021)”, disse a Secretaria.

No ano passado, a União pagou R$ 8,96 bilhões de dívidas de entes subnacionais. O valor é referente às dívidas de cinco estados e um município. Os maiores valores honrados foram R$ 4,18 bilhões relativos a inadimplências do Rio de Janeiro, R$ 3,13 bilhões de Minas Gerais, R$ 1,30 bilhão de Goiás, R$ 194,32 do Amapá, R$ 156,98 milhões do Rio Grande do Norte e R$ 1,56 milhão do município de Belford Roxo (RJ).

No total, desde 2016, a União realizou o pagamento de R$ 43,46 bilhões com o objetivo de honrar garantias em operações de crédito.

Edição: Valéria Aguiar / AGÊNCIA BRASIL

Covid-19: Brasil recebe mais 1,6 milhão de doses pediátricas da Pfizer

Mais 1,6 milhão de doses pediátricas contra a covid-19 da Pfizer chegaram ao Brasil nesta segunda-feira (7). Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas desembarcaram no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e serão enviadas aos estados e ao Distrito Federal nos próximos dias.

Até agora, o Ministério da Saúde já distribuiu mais de 20 milhões de doses de vacinas pediátricas para todo o país. Destas, mais de 7,7 milhões já foram aplicadas na população de 5 a 11 anos.

Diferenças

A grande diferença entre a vacina adulta e a vacina pediátrica da farmacêutica, indicada para a faixa etária entre 5 e 11 anos, é a cor do frasco e a dosagem. Para diferenciar os imunizantes e impedir o risco de uma vacina ser confundida com a outra, a Pfizer envasou o conteúdo do imunizante pediátrico em um frasco de cor laranja, diferente da vacina aplicada em adultos, com ampola em cor roxa. Isso facilita a identificação e a correta administração das doses nos postos de vacinação.

Outra diferença é que enquanto a dose do imunizante aplicada na população acima de 12 anos é composta de 30 microgramas, a dose pediátrica contém 10 microgramas.

Esquema vacinal

É importante lembrar ainda que o esquema vacinal não muda para a vacinação de crianças. Segundo a recomendação do Ministério da Saúde, para estar completamente vacinada, a criança precisa receber duas doses do imunizante com intervalo de oito semanas entre elas.

Edição: Lílian Beraldo / AGÊNCIA BRASIL

Em 24 horas, Brasil registra 216 mortes por covid-19

O Brasil registrou 652.143 mortes causadas por complicações associadas à covid-19. De ontem (5) para hoje (6), foram registrados 216 óbitos.

Ainda há 3.124 mortes em investigação. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Já a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 29.049.013. Em 24 horas foram confirmados 15.961 diagnósticos positivos para a covid-19.

A quantidade de casos em acompanhamento está em 1.398.499 O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Até hoje, 27.058.371 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 92,9% dos infectados desde o início da pandemia.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado neste domingo. Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de Saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Boletim Epidemiológico
Boletim Epidemiológico - 06/03/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (165.288), Rio de Janeiro (71.956), Minas Gerais (59.984), Paraná (42.477) e Rio Grande do Sul (38.495).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.980), Amapá (2.113), Roraima (2.137), Tocantins (4.112) e Sergipe (6.268).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 380 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 170 milhões com a primeira dose e 146 milhões com a segunda dose ou dose única. Outras 56,9 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço.

Edição: Claudia Felczak / AGÊNCIA BRASIL

Brasil registra 672 mortes por covid-19

O Brasil registrou 651.927 mortes causadas por complicações associadas à covid-19. De ontem (4) para hoje (5), foram registrados 672 óbitos.

Ainda há 3.124 mortes em investigação. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Já a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 29.033.052. Em 24 horas foram confirmados 59.253 diagnósticos positivos para a covid-19.

A quantidade de casos em acompanhamento está em 1.398.831 O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Até hoje, 26.982.294 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 92,9% dos infectados desde o início da pandemia.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (3). Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de Saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (165.275), Rio de Janeiro (71.947), Minas Gerais (59.875), Paraná (42.474) e Rio Grande do Sul (38.488).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.980), Amapá (2.113), Roraima (2.134), Tocantins (4.112) e Sergipe (6.266).

Boletim Epidemiológico
Boletim Epidemiológico - 05/03/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 379,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 169,9 milhões com a primeira dose e 146,0 milhões com a segunda dose ou dose única. Outras 56,6 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço.

Edição: Claudia Felczak / AGÊNCIA CAMARA

Siops prorrogado: Municípios têm até 1º de abril para enviar e homologar dados

03012018 SiopsOs Municípios terão até o dia 1º de abril para enviar e homologar as informações referentes ao sexto bimestre de 2021 no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) comemora a medida muito esperada pelo movimento municipalista e destaca que desta forma as prefeituras não serão prejudicadas e não devem sofrer com o bloqueio das transferências constitucionais neste mês de março. A informação sobre a prorrogação do prazo foi publicada nesta sexta-feira, 4 de março, na Portaria 435/2022 pelo Ministério da Saúde.

Historicamente, a CNM recorda que o início da liberação dos programas para transmissão em homologação do Siops eram disponibilizados pela pasta em março de cada ano. Para 2021, a versão do 1º bimestre foi disponibilizada apenas em outubro de 2021. A versão do 6º bimestre de 2021 foi disponibilizada em 18 de fevereiro de 2022, com atualização por erros de inconsistência em 25 de fevereiro de 2022, ou seja, 7 dias antes do prazo final de transmissão e homologação.

Conquista municipalista
A conquista do movimento municipalista é necessária por uma série de dificuldades enfrentadas pelas esferas nacional e municipal do Sistema Único de Saúde (SUS). O ano de 2021, além de ter sido o mais letal em função do elevado número de óbitos pela Covid-19, foi marcado por instabilidades e atrasos na disponibilidade do Sistema, além dos inúmeros desafios para os gestores municipais.
De acordo com a legislação que instituiu e regulamentou o Siops como o sistema de informações oficial sobre os orçamentos investidos nas receitas totais e despesas com ações e serviços públicos de saúde (ASPS), a transmissão das informações deve ocorrer 30 dias após o encerramento de cada bimestre e a ausência da informação resulta em penalidades aos Entes, uma vez que esta é uma obrigatoriedade legal (Lei Complementar 141/2012).

Já o 6º bimestre tem uma especificidade, a ausência do envio e homologação das informações resulta no bloqueio de todas as transferências legais e constitucionais aos Municípios, inclusive o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receita da maioria dos Entes locais.

Atuação da CNM
A CNM, em uma relação articulada com a Coordenação Geral do Siops, no Ministério da Saúde, vem acompanhando ao longo do ano a disponibilização das versões do sistema, inconsistências, reclamações das equipes técnicas dos Municípios e buscando soluções para garantir a correta alimentação e publicação das informações, cumprindo assim a legislação sanitária e promovendo a transparência necessária aos recursos investidos nas ações e serviços públicos de saúde.

A preocupação da CNM com o bloqueio das transferências constitucionais, como o FPM, é a inviabilização da gestão municipal em meio a pandemia, a necessidade de ampliação da cobertura vacinal contra a Covid-19, a manutenção das ações e dos serviços de saúde, de enfrentamento e controle da pandemia e de outras políticas públicas sociais oferecidas diariamente aos cidadãos. Além dos impactos negativos no início do ano letivo da rede pública de ensino. O bloqueio, neste momento, deixaria as Administrações de mais de 4 mil cidades completamente engessadas.

Foi diante desse cenário que no dia 22 de fevereiro, a CNM solicitou ao Ministério da Saúde a prorrogação do prazo para transmissão e homologação das informações do SIOPS, conforme Ofício 62/2022.
A CNM reforça a importância da conquista municipalista em prorrogar o prazo de envio e homologação das informações do Siops. Por isso, ressalta aos gestores municipais a importância de observarem e cumprirem o novo prazo.

Gestor municipal, consulte aqui o histórico de envio das informações do seu Município.

Mais informações, com a coordenação do Siops por meio dos telefones (61) 3315-3173 // 3315-3172 // 3315-2901 // 3315-2823 ou pelo e-mail  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Da Agência CNM de Notícias

Após novo decreto, setor de eventos comemora fim da restrição de público em festas

Escrito por Heloisa Vasconcelos / DIARIONORDESTE

 

O novo decreto estadual de medidas de controle à pandemia retira a limitação de público para eventos sociais, festivos e esportivos. A liberação foi anunciada em live pelo governador Camilo Santana nesta sexta-feira (4) e passa a valer a partir da próxima segunda-feira (7).

O decreto atual, vigente até o próximo domingo (6), estabelece a capacidade máxima de 250 pessoas em locais fechados e 500 nos abertos. Esse limite foi definido em janeiro deste ano, com o avanço da variante ômicron, mas agora foi flexibilizado diante da queda do número de casos da doença no estado.

 

A liberação do público depende da exigência do comprovante vacinal de 3 doses e da obrigatoriedade do uso de máscara dentro dos ambientes.

Um dos segmentos mais prejudicados durante a pandemia, o setor de eventos comemora a medida como uma forma de retomar os prejuízos dos últimos dois anos e voltar às atividades normais.

Para a diretora da Academia Brasileira de Eventos e Turismo (ABEVT), Enid Câmara, a liberação é um sinal de esperança depois de anos difíceis para as empresas.

"Acho que  é uma decisão sábia, afinal o cenário já é outro e o setor está há dois anos parado por decreto. As empresas que sobreviveram até aqui precisavam deste sinal e de uma esperança. Vamos trabalhar muito e continuar lutando que venham além de liberação, novas políticas públicas e privadas que possam amenizar o sofrimento de tantos empreendedores desta importante cadeia produtiva", afirma. 

Volta ao trabalho

A presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos no Ceará (Abrape-CE), Liege Xavier, considera que medida é vista com "ótimos olhos". Segundo ela, o setor se anima com a possibilidade de voltar a trabalhar.

"Já veio até tarde, era o único estado do Brasil com restrição. A gente há muito tempo já queria uma abertura maior, não tinha mais o que fazer. O setor estava totalmente estagnado, totalmente parado", diz.

Liege destaca que o setor já está sendo uma grande alavanca da imunização no estado e deve continuar sendo com a liberação, já que a entrada nos eventos só é possível mediante apresentação de comprovante de vacinação. Ela ressalta que, para além da liberação, as empresas precisam de apoio neste momento.

"O primeiro passo é voltar a trabalhar. A gente é um setor que trabalha e coloca para frente mais de 60 outras profissões, é uma cadeia toda que é beneficiada. Agora a gente primeiro quer voltar a trabalhar e depois vamos continuar precisando de apoio, porque ficamos dois anos sem trabalhar, tivemos pouca abertura de tempo e capacidade. O setor precisa de um olhar especial para que ele consiga retomar", defende.

Brasil registra 672 mortes por covid-19 em 24 horas

O Brasil registrou 651.927 mortes causadas por complicações associadas à covid-19. De ontem (4) para hoje (5), foram registrados 672 óbitos.

Ainda há 3.124 mortes em investigação. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Já a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 29.033.052. Em 24 horas foram confirmados 59.253 diagnósticos positivos para a covid-19.

A quantidade de casos em acompanhamento está em 1.398.831 O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Até hoje, 26.982.294 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 92,9% dos infectados desde o início da pandemia.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (3). Nele, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de Saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (165.275), Rio de Janeiro (71.947), Minas Gerais (59.875), Paraná (42.474) e Rio Grande do Sul (38.488).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.980), Amapá (2.113), Roraima (2.134), Tocantins (4.112) e Sergipe (6.266).

Boletim Epidemiológico
Boletim Epidemiológico - 05/03/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 379,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 169,9 milhões com a primeira dose e 146,0 milhões com a segunda dose ou dose única. Outras 56,6 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço.

Edição: Claudia Felczak / AGÊNCIA BRASIL

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