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'Sem moral' por escândalos de corrupção, partidos patinam para definir quadro político Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/analise-sem-moral-por-escandalos-de-corrupcao-partidos-patinam-para-definir-quadro-politico-

RIO, BRASÍLIA E SÃO PAULO - A indefinição das chapas para a Presidência da República não decorre apenas do fato de a campanha começar mais tarde e ser mais curta. Fatores políticos que influenciam diretamente o eleitorado, como o impacto da operação Lava-Jato sobre os políticos, também alteraram o calendário das definições este ano quando o país, além de escolher o novo presidente, ainda irá às urnas para eleger deputados federais, senadores e governadores.

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Quem não tem Macron caça como Ciro?

O “como” do título deste artigo é proposital, já que o dito popular tem duas versões. Em uma delas, diz-se “Quem não tem cão caça como gato”, isto é, quem não tem cachorro para encurralar a presa precisa caçar com astúcia, manha, sagacidade. E, claro, sempre com assertividade, sobretudo diante do quadro brutalmente desolador enfrentado pelo Brasil.

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‘Se não soltarem Lula, caos social vai aumentar’

Às vésperas do julgamento em que o TRF-4 confirmou a condenação de Lula no caso do tríplex no Guaruja, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), dizia: “Para prender o Lula, vai ter de prender muita gente, mais do que isso, vai ter de matar gente.” Nesta quinta-feira, dia em que a prisão de Lula fez aniversário de dois meses, Gleisi escalou a tribuna do Senado. Dirigindo-se ao Judiciário, ela declarou: “Se não soltarem o Lula, o caos social vai aumentar. Nós não conseguiremos tirar o país da crise.”

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Maioria do STF suspende voto impresso nas eleições

Reynaldo Turollo Jr.
BRASÍLIA

A maioria do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 8 votos a 2, suspender a implantação do voto impresso que acompanharia as urnas eletrônicas. A decisão tem efeito sobre as eleições deste ano.

Os ministros julgaram nesta quarta-feira (6) um pedido de cautelar em uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) movida pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que questiona um trecho da minirreforma eleitoral feita pelo Congresso em 2015.

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