Os passos da política
O Estado de S.Paulo
23 Maio 2018 | 03h00
Os recém-formados grupos de renovação política estão ajustando suas expectativas para as próximas eleições, indica reportagem do Estado. O que antes parecia ser um caminho fácil, dada a rejeição da população aos políticos já estabelecidos, agora recebe uma avaliação mais realista. Na medida em que se aproxima a campanha eleitoral, torna-se evidente que não basta se apresentar na cena política como novidade para alcançar sucesso nas urnas. Quem almeja entrar na política tem um longo e árduo caminho para conquistar o voto do eleitorado – e isso não é necessariamente ruim.
Bolsonaro em mutação
Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo
23 Maio 2018 | 03h00
Jair Bolsonaro é um candidato em fase de modulação do discurso e das ideias. E, como tal, parece tatear o terreno, desconfortável na nova pele. Entrevistei o deputado do PSL nesta terça-feira, para a rádio Jovem Pan.
Candidata à Prefeitura de Frecheirinha não tem filiação no PP reconhecida
Carleone e Silvinha
Ojuiz da 81ª Zona Eleitoral, Eduardo Braga Rocha, indeferiu, nesta segunda-feria (21), pedido de inserção na relação de filiados ao PP da candidata à Prefeitura de Frecheirinha, Silvinha.
Sem partido, ela não poderá concorrer à vaga deixada pelo marido, Carleone, cassado pela Justiça Eleitoral.
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A hora da sabatina
Amanhã será um lindo dia da mais louca alegria que se possa imaginar (…) Amanhã, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam ver o dia raiar (…) Amanhã, ódios aplacados, temores abrandados. Será pleno”. Com a canção de Guilherme Arantes gravada em 1977, em meio à ditadura militar, o marqueteiro Duda Mendonça encerrava – magistralmente – a vitoriosa campanha do então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Para quem acreditava, foi de arrepiar. Também pudera. Àquela altura, havia no ar o combustível que nos move toda vez que precisamos sair de uma situação de aparente adversidade irremediável: esperança.
MDB, PT e PSDB terão R$ 850 milhões de fundos públicos para campanha
RIO - Há décadas acostumados a arrecadar dinheiro com empresas em campanhas eleitorais, os partidos e os políticos terão de se adaptar, neste ano, a um caixa limitado, porém público, para atrair votos. Levantamento feito pelo GLOBO com base na legislação eleitoral detalha como serão divididos os R$ 2,3 bilhões que sustentarão pré-candidatos a deputados estaduais e federais, senador, governador e presidente.
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