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Eleições 2018: veja quem são os prováveis candidatos a governador de Pernambuco

Igor Moraes, O Estado de S.Paulo

15 Junho 2018 | 11h04

Em outubro, Paulo Câmara deverá tentar garantir ao PSB o quarto mandato consecutivo do partido à frente do Governo de Pernambuco. Para conseguir a reeleição, no entanto, o governador terá de vencer pelo menos outros quatro nomes que neste momento são pré-candidatos ao Palácio do Campo das Princesas nas eleições 2018.

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Paraná: conheça os prováveis candidatos a governador nas eleições 2018

Igor Moraes, O Estado de S.Paulo

12 Junho 2018 | 11h37

Desde abril, quando Beto Richa renunciou ao cargo de governador do Paraná no final de seu segundo mandato para se candidatar ao Senado, o PSDB não definiu nenhum nome para concorrer ao Palácio Iguaçu nas eleições 2018.  Até o momento, os tucanos seguem sem pré-candidato próprio.

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Na Copa, presidenciáveis são estraga-prazeres

Começou a Copa do Mundo. Nas próximas semanas, a plateia, que já olha com má vontade para a política, tende a desligar a realidade da tomada. Enquanto a seleção brasileira estiver na disputa, Lula, Bolsonaro, Marina, Ciro e Alckmin farão parte de um time de estraga-prazeres. O recesso compulsório é uma oportunidade para que os candidatos reflitam sobre sua incapacidade de oferecer esperança aos brasileiros que planejam jogar o voto no lixo em outubro: 34% do eleitorado, segundo o Datafolha.

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13 partidos devem R$ 32 milhões de eleições passadas

sadora Peron e Thiago Faria / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

16 Junho 2018 | 18h16

Com menos recursos para uma nova campanha eleitoral, 13 dos 35 partidos políticos ainda têm de desembolsar recursos para pagar dívidas de disputas passadas. Ao todo, as legendas registram débitos que chegam a quase R$ 32 milhões. Os dados foram obtidos pelo Estado nas prestações de contas de 2017 enviadas pelos partidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que incluem as dívidas de campanhas assumidas pelas legendas ao fim da eleição. 

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FHC: Bolsonaro é autoritário e Ciro Gomes, imprevisível e errático

Em entrevista exclusiva à ISTOÉ, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse considerar um atraso para o desenvolvimento do País a polarização entre Jair Bolsonaro, que para ele representará a volta do autoritarismo, e Ciro Gomes, considerado como “imprevisível” por não ser possível caracterizá-lo nem como direita nem como esquerda. Por isso, o ex-presidente, que nesta segunda-feira 18 completa 87 anos, defende com vigor a união dos sete candidatos do centro em torno de uma única candidatura que, necessariamente, não precisa ser a do PSDB. “Eu não posso dizer: só caso se for com a Maria”. FH afirma que até às convenções a negociação em busca da unidade será importante para a consolidação de um “projeto progressista e democrático”. Alegou estar convencido, porém, que Geraldo Alckmin é o melhor candidato e que o PSDB “não tem plano B”.

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