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Cirurgia, isenção e voto

Um dos autores clássicos da literatura política, Victor Nunes Leal (1914-1985) apontou a centralização arbitrária como uma das características definidoras dos municípios brasileiros. A vida da cidade é o espaço de manobra do poder local. No cultuado Coronelismo, enxada e voto, demonstrou como os detentores do poder político-econômico interferem nos resultados eleitorais e os adulteram — usando meios que, por vezes, contornam os obstáculos legais, mas não deixam de ser imorais.

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Rosa Weber nega liminares e mantém divulgação de matérias sobre Ciro Gomes

Ministra Rosa Weber durante sessão plenária do TSE

A presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, negou a remoção de matérias e vídeos com menção ao pré-candidato a presidente da República Ciro Gomes, publicados na Folha de S.Paulo, no Universo On-line (UOL), no YouTube, no Portal Nordeste 1 e em outros veículos de comunicação. A ministra indeferiu dois pedidos liminares em representações ajuizadas pelo Diretório Nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), partido ao qual o político é filiado.

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Hora do mata-mata

Vera Magalhães, O Estado de S.Paulo

11 Julho 2018 | 04h00

A campanha entra na fase de mata-mata na semana que vem, quando devem ser anunciadas as primeiras definições de alianças.

O PSB deverá aprovar um indicativo de apoio a Ciro Gomes (PDT) já na segunda-feira, após uma reunião da Executiva. A aliança com o presidenciável pedetista deve prevalecer em relação às propostas de que o partido fique “solteiro” ou que feche com o PT.

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Lula, o grande eleitor

Olhando-se para o Judiciário a partir do balcão da lanchonete da rodoviária, as coisas estão assim: Marcelo Bretas prende, e Gilmar Mendes solta; Rogério Favreto solta, e Gebran Neto prende. Isso numa época em que juízes ganham um auxílio-moradia de R$ 4,3 mil mensais. A discussão do mimo chegou ao Supremo Tribunal, o ministro Luiz Fux matou no peito e reteve a decisão.

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Ciro une opostos, mina adversários e estabelece hegemonia no Ceará

João Pedro PitomboMarlene Bergamo
SOBRAL (CE)

A política fervilha no Beco do Cotovelo, travessa de 75 metros de extensão por cinco de largura na região central de Sobral (a 232 km de Fortaleza). Nos balcões dos cafés, a conversa gira em torno das eleições, tema que invariavelmente recai sobre a família que faz política na cidade há 128 anos, os Ferreira Gomes.

“Esse, quando saiu daqui, era um menino puro. Depois, virou amigo do poder”, afirma Luiz Melo Torquato, 77, apontando para um álbum de fotografias no qual aparece um jovem Ciro Gomes (PDT) em sua primeira campanha para deputado estadual, em 1982.

Desde então, Ciro foi deputado, prefeito de Fortaleza, governador do Ceará e ministro por duas vezes. Em sua terceira tentativa de chegar ao Palácio do Planalto, ele chega unindo partidos de polos opostos, minando adversários e firmando hegemonia histórica em seu estado natal.

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