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Até que ponto um nome apoiado por Tasso pode surpreender Camilo?

Com o título “Os frágeis números que animam a oposição no Ceará”, eis artigo de Guálter George, editor de Política do O POVO. Ele analisa o fato de que um nome apoiado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB), poderia surpreender a estratégia dos situacionistas. Confira:

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Partidos assinam termo de compromisso contra propagação de fake news durante campanhas eleitorais

Dos trinta e cinco partidos existentes no Brasil, vinte e dois assinaram o termo de compromisso proposto pelo Tribunal Superior Eleitoral [TSE] contra a propagação das notícias falsas durante as campanhas eleitorais deste ano. Conhecidas pelo termo em inglês fake news, esse fenômeno envolve a distorção de fatos, a desinformação, a informação incompleta e enviesada e as mentiras descaradas. Os dois partidos com as maiores bancadas na Câmara - PT e MDB - ainda não assinaram o compromisso.

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A hora da esperança

O Estado de S.Paulo

17 Junho 2018 | 03h00

As eleições de outubro são decisivas para o País e o cenário político é de muita incerteza. Faltam propostas e abundam demagogias e radicalismos. Diante disso, não é de estranhar que muita gente esteja apreensiva com o que poderá vir das urnas. A incógnita envolve até mesmo questões básicas, sobre as quais não deveria haver nenhuma dúvida, como, por exemplo, o compromisso com a responsabilidade fiscal. Junto ao clima de incerteza, nota-se também outro tipo de atitude, que pode ser muito prejudicial ao País: a desesperança. Já não se trata da clássica e natural dúvida em relação ao resultado das eleições. Tem-se um estado de espírito coletivo do qual sobressai a certeza de que, sejam quais forem as escolhas do eleitorado, tudo continuará exatamente como está. Ou ainda pior. 

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O conselho que Alckmin recebeu em 2006 para impulsionar sua candidatura no Nordeste

MURILO RAMOS
25/06/2018 - 15h01 - Atualizado 25/06/2018 15h12

Em 2006, precisando firmar no Nordeste sua candidatura ao Palácio do Planalto, o tucano Geraldo Alckmin embarcou, acompanhado de um parlamentar piauiense, para uma viagem ao estado do colega. Durante o voo, o político disse a Alckmin que ele deveria ser mais caloroso com o eleitorado. Deveria abraçar e até agarrar as pessoas, além de fazer mais promessas. Alckmin, então, disse ao parlamentar que tal comportamento não combinava com seu temperamento - mais sereno e discreto – nem com sua responsabilidade com as contas públicas. O tucano ainda disse que o Alckmin pretendido pelo colega “não era o Alckmin” de verdade. Ato contínuo, o parlamentar retrucou: “então deixe de ser esse Alckmin só por uns dois, três meses. Deixe de ser esse Alckmin enquanto durar a campanha. Depois que a gente ganhar a eleição, você volta a ser esse Alckmin aí”.

Relutante, Alckmin disse que não mudaria seu jeito e lembrou de um antigo candidato a prefeito de Pindamonhangaba, sua terra natal, que jamais mudou de comportamento.

Nesta semana, Alckmin faz uma incursão pelo Nordeste em sua nova pré-campanha ao Planalto e insinuou que o seu candidato a vice deve ser oriundo da região.

>> Mais notas na coluna EXPRESSO

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin (Foto:  Marcelo Chello/CJPress/Folhapress)

Eleições 2018: veja quem são os prováveis candidatos a governador de Pernambuco

Igor Moraes, O Estado de S.Paulo

15 Junho 2018 | 11h04

Em outubro, Paulo Câmara deverá tentar garantir ao PSB o quarto mandato consecutivo do partido à frente do Governo de Pernambuco. Para conseguir a reeleição, no entanto, o governador terá de vencer pelo menos outros quatro nomes que neste momento são pré-candidatos ao Palácio do Campo das Princesas nas eleições 2018.

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