Previsível, discurso de Dilma não deve mudar impeachment
Previsível, discurso de Dilma não deve mudar impeachment
| Pedro Ladeira/Folhapress | ||
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| A presidente afastada Dilma Rousseff faz sua defesa no julgamento final do processo de impeachment |
Pedaladas são apenas a ‘ponta do iceberg’, acusa Tasso Jereissati
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) afirmou na noite desta segunda-feira, 29, que as chamadas pedaladas fiscais e os decretos que autorizaram a abertura de créditos suplementares são “apenas a ponta do iceberg” em relação aos problemas do governo da presidente afastada Dilma Rousseff.
“São apenas parte do processo que se inicia com a chamada contabilidade criativa”, afirmou o senador, 28º parlamentar a questionar a petista em seu interrogatório.
Em meio à crise no Senado, surge Tasso, “o pacificador”

No segundo dia do julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma, os ânimos ficaram acirrados durante intervenção do presidente do Senado, Renan Calheiros. Durante os debates, Calheiros lamentou os últimos incidentes na Casa, em especial em torno do debate do assunto.
Em um discurso inflamado para tentar acalmar os ânimos dos senadores, Renan acabou se envolvendo em uma polêmica ao dizer que ele próprio conseguiu junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) desfazer o indiciamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e de seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo.
Senadores do PT pedem a colegas que se abstenham no impeachment
Numa estratégia de última hora, os senadores do PT tentam convencer os colegas a se abster na votação do impeachment de Dilma Rousseff. Eles argumentam que a posição não traria ônus político algum. Um dos abordados foi Cristovam Buarque. Em 1992, a tropa de choque do ex-presidente Fernando Collor de Mello tentou algo semelhante. Evidentemente, não funcionou. VEJA
Cardozo retira nome de duas testemunhas de defesa no julgamento do impeachment
O advogado de defesa da presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, decidiu retirar duas das seis testemunhas que iriam depor durante o julgamento final do impeachment. Ele aproveitou o início da sessão desta sexta-feira, 26, para dizer que estava abrindo mão do depoimento da ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck e pediu para que o professor da Uerj Ricardo Lodi fosse ouvido apenas como informante.
Cardozo argumento que não queria expor Esther à “vingança” dos senadores da base aliada do presidente Michel Temer, que teriam ficado irritados com o fato de Lewandowski ter impugnado uma das testemunhas de acusação. “Estou fazendo isso para preservá-la de ataques”, afirmou. Já havia um pedido de suspeição em relação a Esther. A advogada de acusação, Janaína Paschoal, argumentou que era muito grave o fato de ela ter sido contratada para trabalhar no gabinete da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que é “uma das mais ferrenhas defensoras de Dilma”. No caso de Lodi, a acusação era porque ele tem procuração para representar a presidente afastada e não poderia testemunhar.
As outras quatro testemunhas de defesa são o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, o ex-secretário executivo do Ministério da Educação no governo de Dilma Rousseff, Luiz Cláudio Costa, e o consultor jurídico Luiz Mascarenhas Prado. Fonte: Estadão Conteúdo
Bate-boca e revés da acusação marcam 1º dia de julgamento do impeachment
Lindbergh Farias (PT-RJ) (de costas) e Rnaldo Caiado (DEM-GO) discutem durante sessão do impeachment
Conduzido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, o julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff começou nesta quinta-feira, 25. Foram mais de 15 horas de sessão marcadas por bate-boca. Os senadores retomam a inquirição nesta sexta-feira, a partir das 9h, com seis testemunhas apresentadas pela defesa. Cada depoimento poderá levar até 12 minutos e, se não terminar nesta sexta, poderá avançar pelo fim de semana.
Tebet: apoiadores do impeachment devem pedir suspeição de 2 testemunhas de defesa
A senadora Simone Tebet (PMDB-ES) afirmou nesta quinta-feira, 25 que os apoiadores do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, devem pedir a suspeição de duas testemunhas de defesa da petista. A decisão ocorre após o responsável por comandar a sessão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, ter declarado suspeito o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira.
Lewandowski retirou Oliveira da lista de testemunhas de acusação do processo após pedido feito pelo advogado de Dilma, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, que questionou o fato de o procurador ter convocado, por meio de uma página pessoal em uma rede social, um ato em favor do impeachment. Oliveira foi convertido por Lewandowski em informante do processo.
Há crime de responsabilidade e Dilma agravou crise, diz procurador do TCU
Leandro Prazeres e Felipe Amorim
Do UOL, em Brasília
O procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) Júlio Marcelo de Oliveira, foi a primeira pessoa a depor no primeiro dia do julgamento do processo de impeachment contra a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT).
Ele é apontado como um dos principais defensores da tese de que Dilma cometeu os crimes de responsabilidade pelos quais ela é acusada, já que atuou no processo do TCU que reprovou as contas da presidente do ano de 2014, quando já havia denúncias contra as pedaladas fiscais e decretos orçamentários irregulares.
Lewandowski repreende Gleisi Hoffmann em julgamento do impeachment no Senado Leia mais em: http://zip.net/brtrDM
Após repetir que o "Senado não tem moral para julgar a presidente Dilma Rousseff", a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi repreendida na noite desta quinta-feira (25) pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandowski.
Cardozo e informante da acusação trocam farpas no final do primeiro depoimento
Brasília - O advogado da presidente afastada Dilma Rousseff no julgamento do impeachment, José Eduardo Cardozo, e o informante da acusação, o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, Júlio Marcelo de Oliveira, trocaram farpas nos momentos finais do depoimento. Segundo Cardozo, Oliveira "criou uma tese" para condenar a presidente Dilma. Oliveira rebateu dizendo que Cardozo tenta atuar como psicólogo.






