Senado aprova benefícios para Agentes de Saúde e destaca pioneirismo de Tasso

O Senado aprovou na noite desta segunda-feira (12) o Projeto de Lei que estabelece benefícios trabalhistas, previdenciários e que trata da formação profissional dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias. Reconhecidamente um programa essencial no sistema de saúde pública, o projeto Agentes de Saúde foi criado em 1987, durante a primeira gestão de Tasso Jereissati (PSDB-CE) à frente do Governo do Ceará. A iniciativa foi premiada pela ONU pelo papel fundamental que teve na redução dos níveis de mortalidade infantil no Estado. O programa foi expandido para todo o Brasil, em 1990, diante do desempenho e dos benefícios para a população cearense.
Eduardo Cunha, o homem mais temido de Brasília
Na manhã de quinta-feira, dia 8, Eduardo Cunha, o homem que derrubou Dilma Rousseff e encerrou os 13 anos do PT no Planalto, decolou do Rio de Janeiro rumo a Brasília com a missão política mais difícil de sua vida: evitar a própria queda. Chegou ao Santos Dumont pouco antes das 7 horas, acompanhado de um de seus advogados. “Doutor Eduardo, deixa que eu carrego a mala para o senhor!”, disse um funcionário do aeroporto, ainda na porta. Um homem se aproximou. “Estou com você!”, disse, sorrindo. Na fila para o raio X, um dos seguranças gritou: “Vem por aqui, deputado!”. Cunha não topou passar na frente dos demais.
Rodrigo Maia sanciona lei que flexibiliza regras para abrir crédito suplementar
BRASÍLIA - O presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, sancionou nesta sexta-feira, 2, a lei que flexibiliza as regras sobre os limites para a abertura de crédito suplementar. A mudança foi proposta ainda pelo governo da petista Dilma Rousseff, no início do ano, e aprovada em última votação pelo Senado no dia 23 de agosto.
O desfecho do impeachment - O ESTADO DE SP
Todo cidadão honesto deste país há de estar estupefato com o desfecho do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Malgrado o fato de que a petista finalmente teve seu mandato cassado, levando alívio ao País, tão maltratado pela incúria administrativa e pelo desleixo moral da agora ex-presidente e de seu partido, um punhado de notórios personagens da vida política – desses que não se consegue identificar bem na escala biológica, porque são ao mesmo tempo animais de pluma, couro e escama – aproveitou a deixa para urdir uma maracutaia digna de uma república bananeira.
Benefício de manter direitos políticos dado a Dilma pode ajudar Cunha
A manutenção das funções públicas de Dilma Rousseff pelo Senado pode refletir na votação do processo de cassação do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo congressistas. O peemedebista, que está afastado do mandato, distribuiu uma carta a seus pares nesta semana na qual reivindica protagonismo no impeachment e pede que eles o absolvam na votação marcada para 12 de setembro.
Renan e PT articularam salvaguarda para Dilma
A votação que decidiu manter Dilma Rousseff apta para ocupar funções públicas resultou de uma articulação capitaneada pelo PT e pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O Senado cassou o mandato de Dilma, por 61 a 20, mas evitou que a petista ficasse proibida de exercer funções públicas –foram apenas 42 votos para que isso ocorresse, 12 a menos do que o mínimo necessário.
Caiado é primeira baixa na tropa aliada de Michel Temer
A atuação de Renan Calheiros e de parte do PMDB na manutenção dos direitos políticos de Dilma Rousseff foi a gota d’àgua para o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado. Menos de duas horas após o impeachment ele já anunciou que não fará parte da base do governo e terá uma atuação independente. Nos últimos dias o senador já vinha reclamando da falta de pulso do governo para realizar o ajuste fiscal que considera necessário e condenava a complacência do governo com aumentos aos servidores públicos em meio à grave crise de emprego e renda. VEJA
Impeachment de Dilma conta com os pressupostos jurídicos e políticos, diz Alvaro Dias
O senador Alvaro Dias (PV-PR) reconheceu em Plenário, nesta terça-feira (30), véspera da votação final do impeachment da presidente Dilma Rousseff, que o processo ainda motiva dúvidas, com apelos divergentes vindos sobretudo das redes sociais. No entanto, ele disse estar convencido de que há fundamentos políticos e jurídicos para o impedimento, a seu ver o melhor caminho para mudança real desejada pela sociedade.
Collor afirma que impeachment de Dilma não é golpe
O senador Fernando Collor (PTC-AL) afirmou que o impeachment de Dilma, diferentemente do que ocorreu em 1992, não é um golpe de Estado. O senador explicou que em 1992 ele foi condenado em meio a “tramas e ardis”. Já em relação ao impeachment atual, o senador ressaltou que, além das infrações às normas orçamentárias e fiscais que configuram crime de responsabilidade, o governo afastado transformou a sua gestão em uma tragédia anunciada.
Sessão desta terça terá debate entre advogados e discursos de senadores
Após o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff, a sessão de julgamento do processo de impeachment será retomada nesta terça-feira (30) com a fase de debates entre acusação e defesa. Após a discussão do processo, estão previsos os discursos dos senadores na tribuna do Senado. De acordo com as regras definidas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, os advogados de acusação terão 1h30 para apresentar seus argumentos, o mesmo tempo reservado para os responsáveis pela defesa de Dilma.


