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Em áudio, presidente da Câmara do DF admite dar cargos a analfabetos e diz que governador usa maconha

BRASÍLIA — Nas gravações que a deputada distrital Liliane Roriz (PTB-DF) entregou ao Ministério Público do Distrito Federal, a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), faz declarações no mínimo constrangedoras. Ela admite colocar em cargos de confiança analfabetos, diz que distribui emprego para quem votou nela e ainda vincula o governador do DF Rodrigo Rollemberg ao consumo de maconha.

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Lewandowski veta réplica na inqurição de Dilma

O rito do julgamento final do impeachment, que se iniciará em 25 de agosto, contém regras que favorecem Dilma Rousseff, a ré. Ela comparecerá no dia 29 de agosto. Deveria apenas responder às perguntas de seus juízes, os senadores. Mas terá direito a discursar por 30 minutos, prorrogáveis. Sem apartes. Durante o interrogatório, os inquisidores terão cinco minutos para formular suas perguntas. Dilma responderá sem limite de tempo. E os senadores não terão direito a réplica. As regras foram sugeridas pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, que comandará o julgamento, como determina a Constituição.

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Deputado José Teodoro está internado

teodoro

O deputado estadual José Teodoro Soares, o “Professor Teodoro (PSD), de 76 anos, teve piora no quadro de saúde. Ele está internado no Hospital Monte Klinikum, no Meireles, desde 7 de agosto, por conta de uma pneumonia. Ontem à tarde, houve agravamento do quadro. Segundo relatos, ele teria tido falha nos rins. Rumores do falecimento do parlamentar chegaram a circular, sobretudo em páginas de Sobral, base eleitoral do deputado. Mas o médico Carlos Roberto Martins (Cabeto), que assiste o tratamento do paciente, desmentiu a versão, confirmando apenas o internamento e agravo do quadro clínico. (Com POVO Online)

Advogado de Dilma entregou 670 páginas de mais do mesmo

Por falar em José Eduardo Cardozo, ele fez uma síntese do libelo da defesa que entregou nesta sexta. O nome técnico é  “Contrariedade ao Libelo Acusatório”. O documento foi protocolado na Secretaria-Geral da Mesa Diretora do Senado faltando apenas três minutos para o fim do prazo, às 13 horas 37 minutos.

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“Houve crime e com assinatura dela” ISTOÉ

O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) quase esqueceu do seu aniversário, no dia 9 de maio. Na data em que completava 55 anos, não houve tempo para bolos nem parabéns ao relator da comissão especial do impeachment no Senado. Seu relatório em defesa da continuidade do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff era lido em plenário. Já tinha sido aprovado e seria votado dois dias depois.

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Medo de Cunha levou a adiamento da cassação

Eduardo Cunha fez circular pelos porões de Brasília um aviso: não admite ser cassado. Admite menos ainda ser enviado para casa antes da deposição de Dilma Rousseff. Em privado, Cunha diz que Michel Temer e os partidos que apoiam o seu governo lhe devem gratidão por ter deflagrado o processo de impeachment. Ignorado, ameaçou reagir. E seu encontro com a guilhotina foi empurrado para 12 de setembro —uma segunda-feira, dia de quórum fraco.

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Senado começa a julgar impeachment de Dilma no dia 25

BRASÍLIA - O Senado redigiu a intimação da presidente afastada Dilma Rousseff para que ela compareça ao julgamento do processo de impeachment em 25 de agosto. O documento confirma a data do início da análise final do processo, que ainda não foi oficializada. Havia a possibilidade de a última etapa do julgamento ser iniciada em 23 de agosto, como queria a base aliada do presidente em exercício Michel Temer.

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Aliados pressionam e Planalto dobra os joelhos

A base congressual de Michel Temer pode não ser um bom exemplo. Mas é um ótimo aviso. Em votação encerrada na madrugada desta quarta-feira, a Câmara aprovou a proposta de renegociação das dívidas dos Estados com a União por 282 votos favoráveis e 140 contrários. Antes, os aliados do Planalto exigiram que fosse subtraído do texto artigo que obrigava os governadores a congelar por dois anos os gastos com salários. A meia-volta desautorizou o ministro Henrique Meirelles (Fazenda).

Na segunda-feira, Meirelles convocara uma entrevista para informar que negociara a manutenção no projeto de duas contrapartidas à renegociação das dívidas estaduais. Numa, os governadores se comprometeriam a limitar o aumento dos gastos dos seus respectivos Estados à variação da inflação do ano anterior. Noutra, assumiriam o compromisso de mandar ao freezer os reajustes salariais.

“O importante neste momento é o foco no ajuste fiscal dos Estados e numa aprovação não só da repactuação das dívidas, mas das contrapartidas”, dissera Meirelles, incomodado com o noticiário sobre as desconfianças do mercado em relação aos compromissos do governo com a austeridade.

De tanto ceder aos congressistas, a gestão Temer passou para os agentes financeiros a impressão de que os parlamentares que ameaçam o govenro não perdem por esperar. Ganham. Foi o que sucedeu nesta madrugada. Os aliados do Planalto ameaçaram rejeitar o projeto se o artigo do congelamento dos salários não fosse suprimido. Para não perder os dedos, Temer entregou os aneis.

Na semana anterior, a proposta já havia passado por uma primeira lipoaspiração. Por pressão, Meirelles topara manter no projeto uma única contrapartida: o teto de gastos limitado à variação da inflação. Rendera-se às pressões de quatro corporações: Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunais de Contas dos Estados.

Esses órgãos ficaram desobrigados de lançar como despesas salariais a contratação de terceirizados e os gastos com auxílios indiretos e indenizações que constam do contracheque —coisas como auxílio-moradia, auxílio-paletó, auxílio-creche…

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