Cardozo retira nome de duas testemunhas de defesa no julgamento do impeachment
O advogado de defesa da presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, decidiu retirar duas das seis testemunhas que iriam depor durante o julgamento final do impeachment. Ele aproveitou o início da sessão desta sexta-feira, 26, para dizer que estava abrindo mão do depoimento da ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck e pediu para que o professor da Uerj Ricardo Lodi fosse ouvido apenas como informante.
Cardozo argumento que não queria expor Esther à “vingança” dos senadores da base aliada do presidente Michel Temer, que teriam ficado irritados com o fato de Lewandowski ter impugnado uma das testemunhas de acusação. “Estou fazendo isso para preservá-la de ataques”, afirmou. Já havia um pedido de suspeição em relação a Esther. A advogada de acusação, Janaína Paschoal, argumentou que era muito grave o fato de ela ter sido contratada para trabalhar no gabinete da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que é “uma das mais ferrenhas defensoras de Dilma”. No caso de Lodi, a acusação era porque ele tem procuração para representar a presidente afastada e não poderia testemunhar.
As outras quatro testemunhas de defesa são o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, o ex-secretário executivo do Ministério da Educação no governo de Dilma Rousseff, Luiz Cláudio Costa, e o consultor jurídico Luiz Mascarenhas Prado. Fonte: Estadão Conteúdo
Bate-boca e revés da acusação marcam 1º dia de julgamento do impeachment
Lindbergh Farias (PT-RJ) (de costas) e Rnaldo Caiado (DEM-GO) discutem durante sessão do impeachment
Conduzido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, o julgamento do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff começou nesta quinta-feira, 25. Foram mais de 15 horas de sessão marcadas por bate-boca. Os senadores retomam a inquirição nesta sexta-feira, a partir das 9h, com seis testemunhas apresentadas pela defesa. Cada depoimento poderá levar até 12 minutos e, se não terminar nesta sexta, poderá avançar pelo fim de semana.
Tebet: apoiadores do impeachment devem pedir suspeição de 2 testemunhas de defesa
A senadora Simone Tebet (PMDB-ES) afirmou nesta quinta-feira, 25 que os apoiadores do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, devem pedir a suspeição de duas testemunhas de defesa da petista. A decisão ocorre após o responsável por comandar a sessão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, ter declarado suspeito o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira.
Lewandowski retirou Oliveira da lista de testemunhas de acusação do processo após pedido feito pelo advogado de Dilma, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, que questionou o fato de o procurador ter convocado, por meio de uma página pessoal em uma rede social, um ato em favor do impeachment. Oliveira foi convertido por Lewandowski em informante do processo.
Há crime de responsabilidade e Dilma agravou crise, diz procurador do TCU
Leandro Prazeres e Felipe Amorim
Do UOL, em Brasília
O procurador do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) Júlio Marcelo de Oliveira, foi a primeira pessoa a depor no primeiro dia do julgamento do processo de impeachment contra a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT).
Ele é apontado como um dos principais defensores da tese de que Dilma cometeu os crimes de responsabilidade pelos quais ela é acusada, já que atuou no processo do TCU que reprovou as contas da presidente do ano de 2014, quando já havia denúncias contra as pedaladas fiscais e decretos orçamentários irregulares.
Lewandowski repreende Gleisi Hoffmann em julgamento do impeachment no Senado Leia mais em: http://zip.net/brtrDM
Após repetir que o "Senado não tem moral para julgar a presidente Dilma Rousseff", a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi repreendida na noite desta quinta-feira (25) pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandowski.
Cardozo e informante da acusação trocam farpas no final do primeiro depoimento
Brasília - O advogado da presidente afastada Dilma Rousseff no julgamento do impeachment, José Eduardo Cardozo, e o informante da acusação, o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, Júlio Marcelo de Oliveira, trocaram farpas nos momentos finais do depoimento. Segundo Cardozo, Oliveira "criou uma tese" para condenar a presidente Dilma. Oliveira rebateu dizendo que Cardozo tenta atuar como psicólogo.
Sessão para julgamento de Dilma tem bate-boca e troca de acusações
BRASÍLIA — Depois que foi iniciado o julgamento final do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, os senadores começaram a apresentar questões de ordem. Em meio às discussões, a sessão foi suspensa pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, após um acalorado bate-boca entre a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Magno Malta (PR-ES). Minutos depois, a sessão foi retomada.
Lewandowski faz lobby enquanto lidera sessão do impeachment
Lewandowski faz lobby enquanto lidera sessão do impeachment
| Eduardo Anizelli/Folhapress | ||
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| O presidente do STF, Ricardo Lewandowski preside a sessão do Senado nesta quinta-feira (25) |
Enquanto comanda o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff no Senado, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, tem ligado e conversado com senadores pedindo a aprovação do projeto que eleva o salário dos ministros do tribunal. O projeto, que reajusta o salário dos ministros de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil, virou uma das bandeiras de Lewandowski na fase final de seu mandato à frente do STF, que se encerra em setembro.
PMDB não pode ficar fazendo 'graça' com reajustes, diz Tasso Jereissati
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE)
BRASÍLIA - O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) cobrou nesta quarta-feira, 24, uma definição de posição do governo do presidente em exercício Michel Temer e do PMDB em relação ao reajuste do funcionalismo público, em especial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o tucano, o Palácio do Planalto precisa definir seu posicionamento e o partido de Temer, assumir se é governo ou se quer fazer "graça" para "alguns".
Ainda há senador ‘indeciso’ na praça! Hummm…
Os políticos têm um notável senso de oportunidade. Alguns ficam em cima do muro até a última hora e, quando não tem mais jeito, saltam para o lado que for mais lucrativo. Você pode não acreditar. Mas ainda há em Brasília senadores que se equilibram sobre a 'dúvida'. São paparicados por Dilma e por Temer.





