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Capitão Wagner critica falta de ações na gestão Camilo Santana

Abertura da SessãoAbertura da SessãoFoto: Máximo Moura

 
O deputado Capitão Wagner (PR) questionou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quinta-feira (10/11), qual seria o legado deixado pela gestão do governador Camilo Santana ao fim do primeiro mandato. Para o parlamentar, na metade da gestão de Camilo Santana, ainda não se enxerga nenhum mérito.

Segundo Capitão Wagner, no discurso de posse, o governador afirmou que iria priorizar três áreas em sua administração: saúde, gestão hídrica e segurança pública. Na avaliação do deputado, nada melhorou nessas áreas em dois anos.

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Tucano vai relator projeto que regulamenta vaquejada

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O deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB), membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara, foi designado, nesta quarta-feira, relator do projeto de lei 6.298/2016, que dispõe sobre a vaquejada e a corrida de jegue como atividades culturais.

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Tasso apoia criação de curso do ITA no Ceará

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O senador Tasso Jereissati (PSDB) reafirmou, nesta quarta-feira (9), seu apoio à criação do Curso de Engenharia Aeroespacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), no Ceará. Durante encontro com representantes da instituição, Tasso analisou o desempenho dos alunos cearenses nos vestibulares e a importância do projeto para a educação do Estado.

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Relator apresenta parecer favorável à PEC que põe fim ao foro privilegiado

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) discursa na sessão da votação do processo de impeachment da presidente Dilma no Senado, em Brasília (Foto: Beto Barata/Agência Senado)O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) durante discurso na tribuna do Senado em maio (Foto: Beto Barata/Agência Senado)

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou nesta quarta-feira (9) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) relatório no qual recomenda a aprovação de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim ao foro especial por prerrogativa de função de autoridades, o chamado foro privilegiado.

 

Depois da apresentação do parecer, o presidente da CCJ, José Maranhão (PMDB-PB), concedeu vista coletiva do relatório – que é mais tempo para que os integrantes do colegiado estudem o conteúdo da proposta antes que o texto seja colocado em votação.

Atualmente, a Constituição garante a autoridades, como deputados, senadores e ministros, julgamento em tribunais superiores. Pelo relatório apresentado nesta quarta por Randolfe, o foro privilegiado deixaria de existir, exceto nos casos em que o presidente da República for acusado de crime de responsabilidade.

 

"Hoje, o foro especial é visto pela população como verdadeiro privilégio odioso, utilizado apenas para proteção da classe política – que já não goza de boa reputação –, devido aos sucessivos escândalos de corrupção", diz Randolfe no parecer.

 

Pelas regras atuais, têm direito ao foro privilegiado o presidente da República, ministros, deputados federais, estaduais e distritais, procuradores, promotores de Justiça e conselheiros de tribunais de contas, do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público.

No relatório apresentado à CCJ, Randolfe recomendou, porém, que, para o presidente da República ser julgado por um tribunal comum, caberá à Câmara dos Deputados autorizar o procedimento.

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Senado aprova cláusula de barreira a partidos e fim de coligações

 

O Senado aprovou na noite desta quarta-feira, 9, em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição que estabelece cláusula de barreira para as legendas que irão disputar as próximas eleições de 2018. De acordo com o texto aprovado, os partidos terão de obter, no mínimo, 2% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados, em 14 unidades da Federação, para ter representatividade no Congresso e acesso ao fundo partidário e ao programa eleitoral de rádio e TV. O porcentual de desempenho sobe para 3% a partir de 2022.

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Sérgio Aguiar comenta redução de juros da CEF

Dep. Sérgio Aguiar (PDT)Dep. Sérgio Aguiar (PDT)Foto: Máximo Moura

 
O deputado Sérgio Aguiar (PDT) comentou, durante a ordem do dia sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (09/11), que a Caixa Econômica Federal (CEF) baixou a taxa de juros dos empréstimos para a aquisição da casa própria em 25%. Para o parlamentar, trata-se de uma boa decisão de largo alcance social.

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Ely Aguiar diz que atraso nas obras de transposição não é culpa de Temer

Dep. Ely Aguiar (PSDC)Dep. Ely Aguiar (PSDC)Foto: Máximo Moura

 
O deputado Ely Aguiar (PSDC) discordou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quarta-feira (09/11), das críticas que responsabilizam o Governo Federal pela paralisação nas obras de transposição do rio São Francisco. Segundo o parlamentar, a transposição é um projeto antigo que vem se arrastando desde as gestões de Lula e Dilma, e que já teve atrasos registrados na época.

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Heitor Férrer critica atraso de oito anos nas obras da transposição

Dep. Heitor Férrer (PSB)Dep. Heitor Férrer (PSB)Foto: Máximo Moura

 
O deputado Heitor Férrer (PSB) lembrou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quarta-feira (09/11), que o atraso nas obras da transposição do Rio São Francisco ocorrem desde 2007. Heitor Férrer criticou o fato do governador Camilo Santana culpar o presidente Michel Temer pelo possível colapso hídrico no Nordeste no próximo ano. “O governador afirmou que a culpa dos atrasos nas obras de transposição, era do presidente Temer. A obra começou em 2007, o PT teve oito anos para terminar essa obra, não entendo como a culpa é do atual presidente. Isso é querer brincar com a inteligência das pessoas”, avaliou.

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Fernando Hugo critica postura de membros do PT sobre gestão de Temer

Dep. Fernando Hugo (PP)Dep. Fernando Hugo (PP)Foto: Máximo Moura

O deputado Fernando Hugo (PP) criticou, no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (09/11), a postura de alguns integrantes do Partido dos Trabalhadores, quando reclamam da atual gestão do Governo Federal.

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