Sem consenso, MDB pode partir para a votação fechada
(Reprodução/Reprodução)
Os sinais no MDB estão difusos. São algumas etapas enroscadas para a reunião que definirá o nome do partido para a disputa à Presidência do Senado.
Eles primeiro vão tentar chegar a um consenso de nome. Não sendo possível, vão partir para o voto aberto. Caso, ainda assim, a confusão imperar, a alternativa será decidir o candidato em votação fechada.
É muito provável que o resultado da bancada se confirme em plenário – se o candidato for Renan Calheiros ou Simone Tebet; Fernando Bezerra Coelho não teria força -, mas ainda não há unidade em torno de um nome a ser indicado.
Há quem ache que o tema será resolvido rapidamente em reunião às 17h. Difícil. As discussões devem se alongar. veja
Genecias Noronha mostra força e assegura 2ª Secretaria da Assembleia para Aderlânia
Com a participação de Aderlânia na direção da AL, o casal se torna cada vez mais forte na região dos Inhamuns.
Em tempo
Enquanto isso, perde força o deputado estadual Audic Mota (PSB), também daquela região, que ocupou o cargo de 1º Secretário da casa nos últimos dois anos. Ele ficou fora da formação da chapa encabeçada pelo deputado estadual Sarto (PDT), que disputará eleição no próximo dia 1º de fevereiro.
Bancada feminina na AL será composta por seis deputadas
Deputadas Aderlânia Noronha, Augusta Brito, Érika Amorim, Fernanda Pessoa, Patrícia Aguiar e Dra. SilvanaFotos: Divulgação
Anunciada chapa que concorrerá à eleição da nova Mesa Diretora da AL
Deputado José Sarto anuncia nomes que compõem a chapa que concorrerá à eleição da Mesa Diretora para o biênioFoto: Máximo Moura
A eleição da nova Mesa Diretora ocorrerá na próxima sexta-feira (01/02), após a sessão de posse dos deputados. Para ser eleita, a chapa deverá obter maioria absoluta dos votos dos parlamentares, o que equivale a 24 votos.
A chapa é composta pelos deputados José Sarto (PDT – presidente), Fernando Santana (PT – 1º Vice-Presidente), Danniel Oliveira (MDB – 2º Vice-Presidente), Evandro Leitão (PDT – 1º Secretário), Aderlânia Noronha (SD – 2ª Secretária), Patrícia Aguiar (PSD – 3ª Secretária), e Leonardo Pinheiro (PP – 4º Secretário). Ocupam, respectivamente, as funções 1º, 2º e 3º suplentes os deputados Osmar Baquit (PDT), Bruno Gonçalves (Patri) e Romeu Aldigueri (PDT).
Simone Tebet anuncia saída da liderança do MDB por discordar de voto secreto na eleição do Senado
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) informou nesta terça-feira (29) ter deixado a liderança do MDB na Casa, o que estava previsto somente para a próxima sexta (1º).
Em um vídeo divulgado pela assessoria, Simone Tebet afirma ter tomado a decisão por não concordar com algumas posições da maioria da bancada, formada por 13 senadores.
21 dos 35 partidos registrados no TSE terão acesso ao Fundo Partidário em 2019
O Tribunal Superior Eleitoral publicou, nesta terça-feira (29/1), portaria com relação dos partidos que têm direito ao recebimento de recursos do Fundo Partidário a partir de 1º de fevereiro de 2019. Das 35 legendas registradas na Corte, 21 cumpriram os requisitos previstos na cláusula de barreira instituída pela Emenda Constitucional 97/2017.
Acredite quem quiser

Editorial do Estadão, neste domingo (27), avalia que “no rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência do Senado – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas”. Confira:
A presidência do Senado já não seduz mais Renan Calheiros (MDB-AL). No início desta semana, o senador alagoano veio a público para dizer que não almeja o cargo que já ocupou por três mandatos: 2005- 2007, 2013-2015 e 2015-2017. “Olha, não quero ser presidente do Senado. Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente. Já o fui várias vezes, em momentos também difíceis. A decisão (de indicar o candidato do partido) caberá à bancada, e temos outros nomes”, escreveu Renan no Twitter. Acredite quem quiser.
A manifestação do senador seria um refrigério para o espírito dos brasileiros crédulos e genuinamente preocupados com o resgate moral do Senado. No rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência da Casa – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas. Que ele cumpra a própria escrita e não se candidate. Mas acreditar, quem há de?
Escândalos de fantasmas e rachadinhas em Assembleias acumulam anos sem solução
Investigações sobre casos de peculato em Assembleias Legislativas –incluindo a contratação de funcionários fantasmas e repasses de parte dos salários de servidores para deputados– chegam a até 22 anos sem resolução ou punição de parlamentares envolvidos.
Levantamento da Folha identificou investigações relacionadas a peculato em pelo menos dez Assembleias Legislativas. Na maioria dos casos, não houve condenações.
Os casos assemelham-se às suspeitas de peculato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro que estão sendo investigadas pelo Ministério Público a partir de movimentações financeiras suspeitas de servidores. As suspeitas incluem Fabrício Queiroz, ex-funcionário do gabinete o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro.
No Paraná, um esquema de nomeações fantasmas na Assembleia descoberto em 2010, conhecido como Diários Secretos, desviou cerca de R$ 260 milhões, segundo o Ministério Público, com a anuência da mesa diretora. O caso já rendeu oito ações criminais e algumas condenações de servidores –mas os contratempos permanecem.
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