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Sem consenso, MDB pode partir para a votação fechada

Os sinais no MDB estão difusos. São algumas etapas enroscadas para a reunião que definirá o nome do partido para a disputa à Presidência do Senado.

Eles primeiro vão tentar chegar a um consenso de nome. Não sendo possível, vão partir para o voto aberto. Caso, ainda assim, a confusão imperar, a alternativa será decidir o candidato em votação fechada.

É muito provável que o resultado da bancada se confirme em plenário – se o candidato for Renan Calheiros ou Simone Tebet; Fernando Bezerra Coelho não teria força -, mas ainda não há unidade em torno de um nome a ser indicado.

Há quem ache que o tema será resolvido rapidamente em reunião às 17h. Difícil. As discussões devem se alongar. veja

Genecias Noronha mostra força e assegura 2ª Secretaria da Assembleia para Aderlânia

 
Genecias e Aderlânia Noronha
Mais uma vez, o deputado federal Genecias Noronha (Solidariedade) comprova sua capacidade de articulação e garante o nome da sua esposa, a deputada estadual Aderlânia Noronha (Solidariedade), reeleita para seu segundo mandato, como candidata ao cargo de 2ª Secretária da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

 

Com a participação de Aderlânia na direção da AL, o casal se torna cada vez mais forte na região dos Inhamuns.

 

Em tempo

Enquanto isso, perde força o deputado estadual Audic Mota (PSB), também daquela região, que ocupou o cargo de 1º Secretário da casa nos últimos dois anos. Ele ficou fora da formação da chapa encabeçada pelo deputado estadual Sarto (PDT), que disputará eleição no próximo dia 1º de fevereiro.

Bancada feminina na AL será composta por seis deputadas

Deputadas Aderlânia Noronha, Augusta Brito, Érika Amorim, Fernanda Pessoa, Patrícia Aguiar e Dra. SilvanaDeputadas Aderlânia Noronha, Augusta Brito, Érika Amorim, Fernanda Pessoa, Patrícia Aguiar e Dra. SilvanaFotos: Divulgação

 
A bancada feminina na Assembleia Legislativa será formada por seis deputadas na nova Legislatura (2019-2023), o que corresponde a 13% do total de 46 vagas. No comparativo com o atual período legislativo, houve a redução de uma cadeira. Tomarão posse, no dia 1º de fevereiro, as parlamentares Aderlânia Noronha (SD), Augusta Brito (PCdoB), Érika Amorim (PSD), Fernanda Pessoa (PSDB), Patrícia Aguiar (PSD) e Dra. Silvana (PR). As duas deputadas do PSD ocuparão o cargo pela primeira vez.

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Anunciada chapa que concorrerá à eleição da nova Mesa Diretora da AL

Deputado José Sarto anuncia nomes que compõem a chapa que concorrerá à eleição da Mesa Diretora para o biênioDeputado José Sarto anuncia nomes que compõem a chapa que concorrerá à eleição da Mesa Diretora para o biênioFoto: Máximo Moura

 
 
O deputado José Sarto (PDT) anunciou, nesta quarta-feira (30/01), durante entrevista coletiva no Comitê de Imprensa da Assembleia, os nomes que compõem a chapa que concorrerá à eleição da Mesa Diretora para o biênio 2019 – 2020. A chapa foi formada após acordo entre os partidos com representação no Legislativo estadual.

A eleição da nova Mesa Diretora ocorrerá na próxima sexta-feira (01/02), após a sessão de posse dos deputados. Para ser eleita, a chapa deverá obter maioria absoluta dos votos dos parlamentares, o que equivale a 24 votos.

A chapa é composta pelos deputados José Sarto (PDT – presidente), Fernando Santana (PT – 1º Vice-Presidente), Danniel Oliveira (MDB – 2º Vice-Presidente), Evandro Leitão (PDT – 1º Secretário), Aderlânia Noronha (SD – 2ª Secretária), Patrícia Aguiar (PSD – 3ª Secretária), e Leonardo Pinheiro (PP – 4º Secretário). Ocupam, respectivamente, as funções 1º, 2º e 3º suplentes os deputados Osmar Baquit (PDT), Bruno Gonçalves (Patri) e Romeu Aldigueri (PDT).

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Simone Tebet anuncia saída da liderança do MDB por discordar de voto secreto na eleição do Senado

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A senadora Simone Tebet (MDB-MS) — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

 

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) informou nesta terça-feira (29) ter deixado a liderança do MDB na Casa, o que estava previsto somente para a próxima sexta (1º).

Em um vídeo divulgado pela assessoria, Simone Tebet afirma ter tomado a decisão por não concordar com algumas posições da maioria da bancada, formada por 13 senadores.

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21 dos 35 partidos registrados no TSE terão acesso ao Fundo Partidário em 2019

O Tribunal Superior Eleitoral publicou, nesta terça-feira (29/1), portaria com relação dos partidos que têm direito ao recebimento de recursos do Fundo Partidário a partir de 1º de fevereiro de 2019. Das 35 legendas registradas na Corte, 21 cumpriram os requisitos previstos na cláusula de barreira instituída pela Emenda Constitucional 97/2017.

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Renan e Tebet medem forças para definir candidato do MDB ao comando do Senado

Daniel Carvalho / FOLHA DE SP
 
BRASÍLIA

Maior bancada do Senado, com 12 integrantes, o MDB começa a discutir na tarde desta terça-feira (29) quem será seu candidato oficial à presidência da Casa. Na tentativa de não rachar o partido, a decisão não deve sair nesta tarde, pois a discussão deve se arrastar por ao menos mais um dia.

O favorito é Renan Calheiros (MDB-AL), que tenta comandar o Senado pela quinta vez. Mas ele terá que medir forças com a líder da sigla na Casa, Simone Tebet (MDB-MS), que aposta na rejeição que correligionário tem por causa de pressão popular.

Contra ambos pesa o jogo duplo que senadores da legenda têm feito. Há nomes que aparecem na contabilidade dos dois candidatos, o que provoca alguma incerteza sobre o que acontecerá na reunião marcada no gabinete da liderança do partido.

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Acredite quem quiser

Editorial do Estadão, neste domingo (27), avalia que “no rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência do Senado – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas”. Confira:

A presidência do Senado já não seduz mais Renan Calheiros (MDB-AL). No início desta semana, o senador alagoano veio a público para dizer que não almeja o cargo que já ocupou por três mandatos: 2005- 2007, 2013-2015 e 2015-2017. “Olha, não quero ser presidente do Senado. Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente. Já o fui várias vezes, em momentos também difíceis. A decisão (de indicar o candidato do partido) caberá à bancada, e temos outros nomes”, escreveu Renan no Twitter. Acredite quem quiser.

A manifestação do senador seria um refrigério para o espírito dos brasileiros crédulos e genuinamente preocupados com o resgate moral do Senado. No rol de infortúnios que podem se abater sobre o Brasil, a volta de Renan Calheiros à presidência da Casa – e, portanto, do Congresso Nacional – figura entre as opções mais nefastas. Que ele cumpra a própria escrita e não se candidate. Mas acreditar, quem há de?

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Eleição no Congresso inclui disputa por 682 cargos de até R$ 20 mil

Daniel CarvalhoAngela Boldrini /FOLHA DE SP
PLENARIO DO SENADO
BRASÍLIA

Não são apenas os cargos de comando da Mesa Diretora e de comissões e a possibilidade de pautar questões legislativas estratégicas para os planos do governo Jair Bolsonaro que estão em jogo na eleição para presidente da Câmara e do Senado, na próxima sexta-feira (1º).  

Além dos postos que serão ocupados por deputados ou senadores, estes parlamentares têm um vasto número de vagas à disposição para abrigar indicações de aliados.

Eles podem empregar —afora os servidores concursados— 682 cargos de confiança (485 na Câmara e 197 no Senado) com salários que variam de R$ 2.500 a R$ 19,9 mil.

A eleição no Congresso ocorrerá num momento em que Bolsonaro deverá estar em recuperação médica, após cirurgia a que deve ser submetido nesta segunda (28). 

O presidente tem dito que não trabalha por nenhum dos candidatos que disputam os comandos das duas Casas. O início da nova Legislatura, porém, é fundamental para seus planos políticos —inclusive para negociar a reforma da Previdência, considerada crucial para sua gestão.

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Escândalos de fantasmas e rachadinhas em Assembleias acumulam anos sem solução

CURITIBA , SALVADOR e RECIFE

Investigações sobre casos de peculato em Assembleias Legislativas –incluindo a contratação de funcionários fantasmas e repasses de parte dos salários de servidores para deputados– chegam a até 22 anos sem resolução ou punição de parlamentares envolvidos.

Levantamento da Folha identificou investigações relacionadas a peculato em pelo menos dez Assembleias Legislativas. Na maioria dos casos, não houve condenações.

Os casos assemelham-se às suspeitas de peculato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro que estão sendo investigadas pelo Ministério Público a partir de movimentações financeiras suspeitas de servidores. As suspeitas incluem Fabrício Queiroz, ex-funcionário do gabinete o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro.

No Paraná, um esquema de nomeações fantasmas na Assembleia descoberto em 2010, conhecido como Diários Secretos, desviou cerca de R$ 260 milhões, segundo o Ministério Público, com a anuência da mesa diretora. O caso já rendeu oito ações criminais e algumas condenações de servidores –mas os contratempos permanecem.

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