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Maia rebate críticas: ‘Guedes passa a ser ator dessas crises de governo’

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, rebateu nesta tarde de sexta, 14, as críticas feitas pelo ministro Paulo Guedes ao relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) para a reforma da Previdência. O titular de Economia não gostou de ver o modelo de capitalização fora do texto, fazendo o prognóstico de que será preciso aprovar uma nova reforma daqui a 4 ou 5 anos. As críticas causaram desconforto entre os defensores da reforma no Congresso.

“Na democracia, a coisa mais bonita é respeitar adversário. Guedes falhou nisso”, disse o deputado, em São Paulo. “Infelizmente, Guedes passa a ser um ator dessas crises do governo (…) Quem fez transição que beneficiou corporações foram Guedes e (Jair) Bolsonaro. (…) É triste ver o ministro fazendo isso (criticar), sabendo do esforço (dos parlamentares) pela reforma (…) O governo é uma usina de crise”, disparou Maia. E ainda teve espaço para uma provocação: “Pergunto a Guedes: Por que a proposta de transição para militares é mais leve do que a de Moreira?”. BR18

Guedes cuspindo marimbondos com relatório

O ministro da Economia, Paulo Guedes, fez duras críticas nesta sexta, 14, ao relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) para a reforma da Previdência. Contrariado, disse que será preciso redigir uma nova reforma daqui a 4 ou 5 anos. A retirada do modelo de capitalização do relatório, que ele chama de Nova Previdência, foi um dos pontos mais criticados. “Se sair só R$ 860 bilhões de cortes, o relator está dizendo o seguinte: abortamos a Nova Previdência e gostamos mesmo da velha Previdência. Cedemos ao lobby dos servidores públicos, que eram os privilegiados”, disse ele após participar de evento no Consulado-Geral da Itália, no Rio, informa o Estadão.

Até pouco tempo atrás, ele dizia que renunciaria ao cargo caso fosse aprovada uma “reforminha”. Não foi assim que ele avaliou o texto lido ontem na Comissão Especial da Câmara, mas passou perto. BR18

Patrícia Aguiar lembra trajetória do ex-deputado e poeta Barros Pinho

Dep. Patricia Aguiar ( PSD )Dep. Patricia Aguiar ( PSD )Foto: Paulo Rocha

 
A deputada Patrícia Aguiar (PSD) prestou homenagem, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quinta-feira (13/06), ao ex-deputado e poeta Barros Pinho.

A parlamentar recordou a trajetória de José Maria Barros Pinho e a contribuição dele para a política e literatura cearenses. “Barros Pinho completaria 80 anos, no último dia 25 de maio, se vivo fosse. Foi um exemplo de cidadão e homem público, deixando órfãos seus amigos, a política e a literatura cearense, quando da partida aos 72 anos, em abril de 2012”, ressaltou.

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Guilherme Landim informa sobre visita às obras do rio São Francisco

Dep. Guilherme Landim ( PDT )Dep. Guilherme Landim ( PDT )Foto: Paulo Rocha

 
O deputado Guilherme Landim (PDT) comunicou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (13/06), que a Comissão Especial para Acompanhamento das Obras de Transposição do Rio São Francisco fará visitas técnicas, na sexta-feira (14/06), aos municípios de Penaforte e Missão Velha.

O parlamentar informou que a primeira parada da comitiva será ao canteiro das obras da transposição, no município de Penaforte, às 10h. Já em Missão Velha, visitarão o Cinturão das Águas, às 14h. O grupo será formado por 11 deputados, engenheiros, representantes da concessionária responsável, Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (Cogeh), Superintendência de Obras Hidráulicas do Estado (Sohidra), além do secretário de Cidades, Zezinho Albuquerque, e do assessor de Relações Institucionais, Nelson Martins.

“Nosso objetivo é saber como está o andamento das obras do Cinturão das Águas e da Transposição, no trecho entre Salgueiro, em Pernambuco, e Jati, no Ceará. Precisamos saber como estão os repasses de verba. Sem essas obras, as águas do Rio São Francisco não chegarão à Região Metropolitana de Fortaleza”, explicou. Segundo o deputado,  após a visita técnica, a Comissão irá a Brasília para se reunir com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, e entregar relatório da situação das obras.

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Presidente da comissão quer votar reforma da Previdência até fim de junho

Nesta quinta-feira, às 9h30, será apresentado o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) sobre a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19). Ele fará a leitura, mas a discussão só começa na terça da semana que vem. Todos os 513 deputados poderão se inscrever para falar nessa fase e o presidente da comissão especial, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), disse que fará três sessões na semana das festas juninas na tentativa de votar o texto ainda em junho.

De acordo com Ramos, oposição e governo entraram em acordo para que os governistas não peçam o encerramento antecipado da discussão na comissão, deixando todos falarem. Já a oposição se comprometeu a não obstruir a fase de discussão com a apresentação de requerimentos. Deputados membros poderão falar por 15 minutos e não membros, por 10. Portanto, uma previsão de quando a discussão será encerrada só será conhecida na terça, quando vão se encerrar as inscrições para o debate.

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Maia diz que são os deputados quem vão garantir votos para aprovar reforma da Previdência

O presidente Rodrigo Maia afirmou que a Câmara assumiu a responsabilidade de aprovar a reforma da Previdência e permitiu que os avanços no texto fossem construídos com diálogo. Segundo ele, quem vai garantir os 308 votos para aprovar a reforma são os deputados e deputadas. Maia participou de entrevista coletiva no início da noite desta quarta-feira (12) com líderes de partidos do centro, que teve ainda a presença do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e o presidente da comissão especial, deputado Marcelo Ramos (PL-AM). A expectativa é que Moreira apresente seu parecer nesta quinta-feira.

"Esses avanços estão sendo construídos no Parlamento e falando com a sociedade. É importante que isso fique claro e que a gente consiga dar uma demonstração forte de responsabilidade e de equilíbrio para a sociedade, como o parlamento sempre tem feito. Em todos os momentos mais difíceis no nosso pais, as soluções sempre partiram do Congresso Nacional, da Câmara dos Deputados. Não será diferente agora: quem está dando a solução, quem está garantindo a maioria de 3/5 para votar a reforma são deputados e deputadas".

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Para Alvaro Dias, Lava Jato é vítima de conspiração

 

O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) entende que, nos diálogos revelados entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o procurador da República Deltan Dallagnol, não há nada que possa comprometer a Operação Lava Jato. Em pronunciamento nesta quarta-feira (12), em Plenário, ele confirmou sua avaliação de que a operação surgiu como esperança de uma nova Justiça no país, mas que, desde o início, é vítima de uma conspiração para minar sua credibilidade.

— A conspiração tem sido presença constante no itinerário percorrido pelos policiais, pelos procuradores, pelos julgadores. Mais do que nunca, agora a conspiração se faz presente. Quando uma invasão criminosa, bisbilhotando a intimidade de duas autoridades de prestígio nacional, afronta a nossa inteligência, pratica aquela tentativa de desqualificar quem denuncia e quem julga na esperança de absolver os criminosos — disse.

Para o senador a legislação atual é moderna, ao estabelecer, segundo ele, a interação entre agentes públicos encarregados de investigar, julgar e condenar os criminosos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Plenário aprova fim do sigilo bancário em operações com dinheiro público

 

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (12) projeto de lei que remove o sigilo bancário das operações de empréstimo realizadas com recursos provenientes do orçamento público. Também não serão mais protegidas pelo sigilo, em caso de operações policiais, as contas bancárias que tenham sido usadas para a movimentação de dinheiro público. O PLS 26/2014, do senador Alvaro Dias (Podemos-PR), segue agora para a Câmara dos Deputados.

A proposição modifica a lei do sigilo bancário (Lei Complementar 105, de 2001). Na sua versão original, ela se referia apenas a empréstimos de bancos públicos para outros países ou que contassem com garantia, direta ou indireta, de nações estrangeiras. Uma emenda do ex-senador Flexa Ribeiro (PA) na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), estendeu a medida para quaisquer operações feitas por bancos públicos que usarem, total ou parcialmente, recursos provenientes do Orçamento público.

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Novas regras para medidas provisórias seguem para promulgação

 

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (12) a proposta de emenda constitucional com novas regras para a tramitação de medidas provisórias no Congresso Nacional. A PEC 91/2019 assegura ao Senado pelo menos 30 dias de prazo para analisar as MPs editadas pelo Poder Executivo. Ela agora será promulgada e incorporada à Constituição.

A PEC define prazos específicos para cada fase de tramitação das MPs. A comissão mista tem 40 dias para votar. Em seguida, a Câmara tem mais 40 dias. Depois disso, é a vez do Senado, que tem mais 30 dias. Se os senadores apresentarem emendas, os deputados têm mais dez dias para apreciá-las. Nenhum desses prazos pode ser prorrogado.

Caso o prazo da comissão mista seja descumprido, a MP avançará para a Câmara dos Deputados sem o parecer. Já o descumprimento dos demais prazos significará a perda de validade da medida provisória.

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Senado aprova alívio para estados que descumprem regras de renegociação da dívida

BRASÍLIA – Senado aprovou, nesta quarta-feira, projeto que ajuda estados e Distrito Federal a cumprirem acordo feito na renegociação de suas dívidas com a União. O texto, que segue para a análise da Câmara, cria uma "válvula de escape" às unidades federadas para evitar uma punição imediata pela desobediência a itens previstos no Plano de Auxílio Financeiro dos Estados, lançado pela União em 2016.

 

O texto é do senador José Serra (PSDB-SP) e foi votado depois de pressão dos governadores, que, segundo senadores, não estão conseguindo cumprir as regras previstas na renegociação de suas dívidas.

 

Dezoito estados fecharam acordo com a União, em 2016. Bahia e Distrito Federal judicializaram o tema. Outros sete estados aderiram ao plano. Além de ajudar os estados que fizeram a renegociação, o projeto abre prazo para os que não aderiram e Bahia e DF revejam suas decisões e firmem acordo com o governo federal nas mesmas condições impostas em 2016.

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