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Comissão de Orçamento aprova LDO 2020 com 25 emendas

Comissão de Orçamento aprova LDO 2020 com 25 emendasfoto : Dário Gabriel

 
A Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação (COFT) da Assembleia Legislativa aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2020, durante reunião extraordinária na tarde desta quarta-feira (26/06), no Complexo de Comissões Técnicas da Casa. Foram aprovadas também 25 emendas à matéria. O projeto segue agora para votação em plenário.  

O projeto de lei n.º  42/2019, que trata das diretrizes  para  a  elaboração  e  execução  da  Lei Orçamentária  de 2020, recebeu 77 emendas parlamentares até o dia 31 de maio, data limite estabelecida pelo presidente da comissão, deputado Tin Gomes (PDT). Desse total, 14 foram retiradas pelos autores. Das 63 emendas acatadas para apreciação e votação do colegiado, 38 receberam parecer contrário do relator, deputado Júlio César Filho (Cidadania), e foram rejeitadas. Outras 13 emendas tiveram parecer favorável e para 12 foi favorável com modificação, sendo aprovadas por unanimidade.

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Câmara aprova nova distribuição dos recursos do pré-sal

Anne Warth e Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2019 | 21h41

Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 26, projeto que propõe uma nova distribuição dos recursos que o governo vai obter com a exploração do pré-sal. O texto reduz investimentos em saúde e educação e inclui Estados e municípios na divisão, além do financiamento à expansão de gasodutos.

Hoje, 100% dos recursos do pré-sal vão para o Fundo Social do Pré-Sal, criado em 2010, como poupança para investimentos em educação, saúde, entre outras áreas. 

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Brasduto será um ‘subsídio para sistema de gasodutos’. Foto: Agencia Petrobras

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Com agenda própria, Senado reage a Bolsonaro e dá aval a armas no campo

Mariana Haubert, Daniel Weterman e Renato Onofre, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2019 | 21h40 
Atualizado 27 de junho de 2019 | 01h03

Senado aprova projeto que autoriza posse de armas em áreas rurais
 
Plenário do Senado Federal  Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

BRASÍLIA - O Senado decidiu reagir às iniciativas do presidente Jair Bolsonaro e tenta levar adiante agenda própria sobre a legislação de armas no País. Nesta quarta-feira, 26, um dia após o governo editar três novos decretos e enviar projeto de lei sobre o assunto, o plenário do Senado aprovou em votação relâmpago a permissão para moradores do campo usarem armas em toda a extensão da propriedade rural - e não apenas na sede. 

Outro texto aprovado estabelece que moradores da zona rural, a partir de 21 anos, poderão adquirir armas de fogo para segurança da família e da propriedade. Ambos os textos alteram o Estatuto do Desarmamento e vão agora para a Câmara. Além disso, ao menos outros quatro projetos sobre o tema foram protocolados nesta quarta no Senado - um deles do PSL, partido do presidente, recuperando integralmente o decreto editado por Bolsonaro em maio que flexibilizava as regras para porte.

O projeto sobre posse aprovado pelo Senado nesta quarta é de autoria de Marcos Rogério (DEM-RO) e passou em poucas horas na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário. Para o parlamentar, a mudança corrige um equívoco do Estatuto, que autoriza a posse de arma de fogo no interior das residências e no local de trabalho, mas não trata da situação dos imóveis rurais - com a mudança, um proprietário ou gerente de fazenda pode andar armado em toda a área. 

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Com Moro sob desgaste, Senado aprova lei de abuso

Daniel Weterman e Renato Onofre, O Estado de S. Paulo

26 de junho de 2019 | 20h33

Senado
 
Senado aprova projeto que criminaliza o abuso de autoridade Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

BRASÍLIA – O Senado aprovou nesta quarta-feira, 26, a criminalização do abuso de autoridade. A proposta prevê punição a juízes e investigadores em uma série de situações e é considerada uma reação da classe política às operações recentes contra corrupção, como a Lava Jato. O texto, agora, deverá passar por nova análise da Câmara, uma vez que houve alteração ao que havia sido aprovado pelos deputados em 2017.

A votação do projeto no Senado ocorreu a toque de caixa. Num intervalo de sete horas, a proposta, parada na Casa há pelo menos dois anos, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário, em votação simbólica – quando o voto individual dos senadores não são registrados. 

A decisão foi criticada por membros da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e por senadores chamados de “lavajatistas”, que classificaram a proposta como uma reação à divulgação de mensagens atribuídas ao então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e a procuradores, pelo site The Intercept Brasil.

Conforme o site, as conversas indicariam que o ex-juiz orientou ações do Ministério Público no caso. O ministro nega irregularidades e afirma não ser possível comprovar a autenticidade das mensagens.

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Alvaro diz que Congresso oferece munição para ampliar críticas ao Legislativo

O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) disse em Plenário, nesta quarta-feira (26), que o próprio Congresso Nacional oferece munição para ampliar as críticas da sociedade aos parlamentares. Para ele, a inversão de prioridades na análise de projetos que estejam afinados com o interesse do cidadão brasileiro é um dos principais fatores para o aumento da impopularidade do Poder Legislativo.

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Senado aprova pacote anticorrupção com punição para abuso de autoridade

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Senadores reunidos no plenário durante a votação do pacote anticorrupção, nesta quarta-feira (26) — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Senadores reunidos no plenário durante a votação do pacote anticorrupção, nesta quarta-feira (26) — Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

 

Senado aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto que estabelece um pacote de medidas anticorrupção no qual foi incluída a punição para juízes e integrantes do Ministério Públicoque cometerem abuso de autoridade.

O projeto foi aprovado pela Câmara em 2016 e como sofreu alterações no Senado terá de ser reanalisado pelos deputados.

A proposta tem origem em um texto de iniciativa popular apresentado em 2015 e defendido pelo Ministério Público, conhecido como o projeto das 10 medidas contra a corrupção.

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Aderlania Noronha informa sobre entrega de equipamentos em Parambu

Deputada Aderlânia Noronha
A deputada Aderlânia Noronha (SD) convidou, durante a ordem do dia da sessão plenária da Assembleia Legislativa desta quarta-feira (26/06), a população de Parambu para a entrega de equipamentos na sexta-feira (28/06).

A parlamentar informou que serão entregues cinco ambulâncias, um microônibus e um trator. Segundo Aderlânia Noronha, dos nove distritos de Parambu, quatro já possuem ambulâncias. “Acredito que, com essa entrega, todos os distritos do município terão uma ambulância à disposição”, pontuou. A deputada acredita que essas ações trarão mais qualidade de vida para o povo parambuense.

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CCJ aprova e abuso de autoridade deve ir ao plenário do Senado nesta quarta

Daniel Weterman, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2019 | 10h59 
Atualizado 26 de junho de 2019 | 13h41

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o projeto de lei que criminaliza o abuso de autoridade praticado por juízes e procuradores. O texto - alvo de críticas de investigadores - deverá ser votado ainda nesta quarta-feira, 26, no plenário da Casa e depois precisará ser reavaliado por deputados federais - já que o texto veio da Câmara e foi alterado.

O projeto ganhou rapidez após a divulgação de supostas mensagens entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o coordenador da Lava Jato no Ministério Público Federal do Paraná, Deltan Dallagnol, durante a operação.

Depois da reportagem do site The Intercept Brasil, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pediu à presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), que colocasse a proposta em votação. Alcolumbre criticou publicamente o conteúdo do suposto diálogo de Moro com Dallagnol.

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Ausente do plenário, André Fernandes se isola em meio a polêmicas

PLENARIO TREZE DEW MAIO

Desde que subiu à tribuna no último dia 14 para afirmar que havia deputados envolvidos com facções criminosas e, dois dias depois, protocolar denúncia no Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) contra o deputado Nezinho Farias (PDT), André Fernandes (PSL) é figura pouco vista no Plenário 13 de Maio. Não foi diferente na sessão desta terça-feira (25).

Depois de conceder, na segunda-feira, coletiva em que não cumpriu a promessa de apresentar fotos e vídeos que robusteceriam a denúncia de envolvimento do pedetista com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC), nesta terça, ele se manteve em compromissos no gabinete enquanto transcorria a sessão.

Se o próprio deputado tem se esquivado do embate, seus aliados evitam entrar no mérito da polêmica. "Eu não vou dar razão nem a um nem a outro, entendeu? Sou polícia, conheço de crime, não quero me meter nisso, não quero ofender ninguém. Deixa que o André, que fez as acusações, apresente. Eu estou neutro nisso aí e dando o suporte ao colega no limite da sua razão", afirmou o líder do PSL na Casa, Delegado Cavalcante.

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Davi devolve MP de Bolsonaro e anuncia CPI para apurar fake news nas eleições

Daniel Carvalho / FOLHA DE SP
BRASÍLIA

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), resolveu devolver um trecho da medida provisória editada na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), anunciou que vai criar uma comissão de deputados e senadores para investigar fake news (notícias falsas) nas eleições de 2018 e vai apresentar um projeto de decreto para submeter a sabatina na Casa indicados do governo a cargos de direção do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Davi informou que devolverá a Bolsonaro o trecho que entregava a demarcação de terras indígenas ao Ministério da Agricultura. Com isso, esta atribuição volta ao Ministério da Justiça, como o Congresso havia definido.

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