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Sucessão no Senado: veja candidatos e disputa entre partidos após saída de Alcolumbre

Gustavo Maia e Julia Lindner / O GLOBO

 

Senadora Simone Tebet e o senador Tasso Jereissati durante sessão da CCJ da Previdência Foto: Adriano Machado / ReutersSenadora Simone Tebet e o senador Tasso Jereissati durante sessão da CCJ da Previdência Foto: Adriano Machado / Reuters

 

 

BRASÍLIA - A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a possibilidade de reeleição nas Mesas Diretoras do Congresso embaralhou — ainda mais do que na Câmara — o processo de sucessão de Davi Alcolumbre (DEM-AP) no Senado. O atual presidente avisou a aliados que não vai recorrer da decisão e pretende trabalhar por um sucessor independente do governo, do qual era tido como o preferido até então.

 

Diferentemente de outros anos, a corrida pela eleição do Senado demorou a tomar forma, já que os parlamentares aguardavam a decisão do STF para marcar posição. Caso tivesse aval do Supremo, a vitória de Alcolumbre em eventual votação no plenário era o cenário mais provável, com respaldo de grandes partidos como MDB, PT e PP.

Bela Megale: Veto à reeleição de Maia e Alcolumbre acirra divisão no Supremo

Agora, o mesmo MDB, dono da maior bancada no Senado, com 13 parlamentares, tem pelo menos quatro nomes interessados na vaga, três deles alinhados ao Palácio do Planalto. A candidatura ou não desses senadores pode servir de termômetro para o apoio do governo na Casa. Devem pleitear uma candidatura os líderes do governo no Senado, Fernando Bezerra (PE), e no Congresso, Eduardo Gomes (TO), além do líder do MDB na Casa, Eduardo Braga (AM).

Com perfil mais independente, a senadora Simone Tebet (MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), não é alinhada à cúpula da legenda e já falou com pessoas próximas que vai entrar na disputa mais uma vez — em 2019, ela desistiu de concorrer ao ter o seu nome preterido pelo do senador Renan Calheiros (AL) pela maior parte da bancada do partido. Além de ser um nome que consiga reunir apoio de outras legendas, um dos principais desafios do eventual candidato do MDB será reunir consenso dentro da bancada.

Para um integrante do MDB no Senado, a sigla não pode cometer o mesmo erro de dois anos atrás, quando rachou ao ter que decidir entre Renan e Simone. Há, ainda, dúvidas sobre a possibilidade de o MDB perder votos de grupos como o Muda Senado se insistir num candidato alinhado do Planalto. Simone Tebet, neste cenário, surgiria como solução, embora tenha resistências na sua própria bancada.

Parlamentares que defendem o nome dela destacam que seria a primeira mulher a assumir o Senado. Recentemente, a senadora foi citada como possível candidata à Presidência da República em 2022 pelo presidente da legenda, deputado Baleia Rossi. O discurso faz parte da estratégia da sigla de tentar renovar sua imagem.

Pautas econômicas

Alcolumbre ficou incomodado com o apoio do Planalto ao abaixo-assinado de vários partidos contra a possibilidade de reeleição, que tinha o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como alvo. Ele considera que a pressão contra uma reeleição do presidente da Câmara e uma posição que seria pouco incisiva de Maia em negar uma nova candidatura acabaram por dificultar sua situação. O presidente do Senado disse a interlocutores que não pretende apoiar nomes ligados ao governo. Um dos nomes que tem sido citados por ele é o do atual vice-presidente da Casa, Antonio Anastasia (PSD-MG), que reluta. O PSD tem hoje a segunda maior bancada do Senado, com 12 congressistas.

Outro senador considerado independente ao governo, apesar de ter alinhamento em pautas econômicas, é Tasso Jereissati (PSDB-CE). Enquanto alguns de seus correligionários já anunciaram a sua candidatura, Tasso não formalizou a intenção de disputar a vaga e pode apoiar outro nome, como Tebet.

“Não está cedo nem tarde para trabalharmos o nome de Tasso Jereissati. Nós do PSDB temos 30 dias para mostrar que é o melhor nome nesse momento para aglutinar os apoios necessários”, escreveu o senador Plínio Valério (AM) no Twitter.

Antes mesmo da decisão do STF, os senadores Major Olímpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO) anunciaram suas candidaturas, mas têm pouca viabilidade.

Evandro Leitão é oficializado candidato à Presidência da Assembleia Legislativa e anuncia nova Mesa

NOVA MESA DIRETORA DA AL CE

 

O deputado estadual Evandro Leitão (PDT), foi oficializado, na tarde desta segunda-feira (7), candidato à Presidência da Assembleia Legislativa, para os próximos dois anos. A chapa única na Casa foi anunciada em entrevista coletiva e terá representantes do PDT, PT, MDB, PP e PSB e PSD. A eleição está marcada para esta terça-feira, às 10h.

Veja a chapa:

  • Presidente: Evandro Leitão (PDT)
  • 1º vice-presidente: Fernando Santana (PT)
  • 2º vice-presidente: Danniel Oliveira (MDB)
  • 1º secretário: Antônio Granja (PDT)
  • 2º secretário: Audic Mota (PSB)
  • 3º secretário: Erika Amorim (PSD)
  • 4º secretário: Apóstolo Luiz Henrique (PP)

"Minha palavra inicial é de gratidão ao meu partido por ter nos escolhido para concorrermos a eleição para presidente. Muito me orgulha esse reconhecimento e espero não decepcioná-los. Agradecer aos colegas parlamentares que nos deram apoio para que possamos dar continuidade ao trabalho do presidente José Sarto", disse em coletiva o candidato. 

A composição da Nova Mesa Diretora segue o critério regimental da proporcionalidade dos partidos da Casa. O PDT ficou com duas vagas - a principal delas de presidente - porque é a maior bancada da Assembleia: tem 14 deputados.

Perfil

Evandro Leitão está no segundo mandato na Assembleia, é o atual primeiro-secretário e foi líder do governo na primeira gestão de Camilo Santana, portanto, ligado ao governador. O parlamentar também é ex-presidente do Ceará Sporting Club. Evandro também é muito ligado ao atual presidente da Assembleia, Sarto Nogueira, prefeito eleito de Fortaleza, que conduziu o processo da sucessão.

A indicação de Evandro Leitão à Presidência da Assembleia Legislativa é consenso na base governista, ou seja, não deve ter outros parlamentares na disputa pelo cargo. Isso só foi possível depois de muitas articulações.

Disputavam internamente a indicação ao cargo outros pedetistas: Sérgio Aguiar, Tin Gomes e Zezinho Albuquerque. Lideranças do grupo governista e o próprio Evandro passaram os últimos dias em contato com os três e outros aliados para conciliar os interesses.

Inicialmente, os três pedetistas apresentaram resistência, porque havia um acordo informal feito na última eleição de que os atuais membros da Mesa Diretora não poderiam disputar a reeleição. Neste caso, Evandro Leitão, atual primeiro-secretário da Mesa, não poderia concorrer. No entanto, deputados alegaram que o acordo não estava previsto no Regimento Interno.  

Eleição

A eleição para a Mesa Diretora deve acontecer ainda nesta semana. Pelo Regimento Interno, a eleição deve ser realizada até o dia 15 deste mês e a votação é secreta.

O próximo passo agora, após o anúncio, é pedir o registro da chapa que deve ser subscrita por, no mínimo, um quinto dos deputados. Deferido o registro, o Departamento Legislativo organizará o sistema eletrônico de votação. A chapa é eleita pela maioria absoluta dos votos. A posse da nova Mesa ocorrerá no início do próximo ano legislativo, em fevereiro de 2021. DIARONORDESTE

Projeto do Senado prevê substituir Bolsa Família por plano de redução da pobreza

Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo

07 de dezembro de 2020 | 05h00

BRASÍLIA - A ausência de uma solução do governo para o fim do auxílio emergencial concedido à população vulnerável na pandemia, previsto para este mês, fez surgir no Senado um projeto que reformula os programas sociais do País, incluindo o Bolsa Família. A proposta, chamada de Lei de Responsabilidade Social (LRS), prevê metas para a queda da taxa geral de pobreza nos próximos três anos e verba extra de recursos do Orçamento destinada às ações de transferência de renda aos mais pobres, alívio na flutuação de renda e estímulo à emancipação econômica.

 “Estamos terminando o ano sem resolver a questão emergencial”, diz o autor do projeto, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Para ele, a sociedade está “madura” para aprovar essa lei. A proposta foi apresentada ao líder do governo do Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), e ao vice-presidente da Casa, Antônio Anastasia (PSD-MG), que tem presidido as sessões na ausência do presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP). Segundo Jereissati, a recepção foi muito boa.

Tasso Jereissati
Tasso Jereissati (PSDB-CE) é o autor da nova proposta Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - 4/9/2019

A expectativa é de indicação rápida do relator para começar os trabalhos, diante da urgência do problema com o fim do auxílio. Para Anastasia, o projeto é muito interessante. “É uma lei que tem possibilidade de avançar e tecnicamente muito bem feita por especialistas gabaritados”, disse.

O projeto da LRS prevê três benefícios sociais para substituir o programa Bolsa Família: o Benefício de Renda Mínima (BRM), com valor médio de R$ 230; o Programa Poupança Seguro Família, que cria uma espécie de “FGTS” para os trabalhadores de baixa renda, incluindo informais, com depósitos mensais (R$ 39) vinculados a até 15% do valor declarado da renda, beneficiando quem ganha até R$ 780 por mês; e a poupança Mais Educação, formada com depósitos de R$ 20 por estudante regularmente matriculado na rede de ensino, enquanto sua família estiver recebendo o BRM. A expectativa é que o estudante receba R$ 3.253, quando terminar o ensino médio.

A proposta prevê um custo inicial de R$ 46 bilhões, com financiamento dentro da regra do teto de gasto (que impede o crescimento das despesas acima da inflação). Os gastos vão bancar R$ 36,6 bilhões do BRM, R$ 6,7 bilhões da Poupança Seguro Família e R$ 2,7 bilhões do programa Poupança mais Educação.

A previsão de recursos em 2021 do governo para o Bolsa Família é de R$ 34,8 bilhões. Pelo projeto, esse dinheiro iria para o novo programa, que prevê reforço também entre R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões com parte de remanejamento das emendas parlamentares, recursos vinculados ao Orçamento que deputados e senadores podem escolher onde alocar. A proposta incluiu no texto mudanças nas regras do abono salarial, uma espécie de 14.º pago a quem ganha até dois mínimos, que pode garantir mais R$ 4 bilhões, além do direcionamento de parte dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal para assistência social, com mais R$ 2,7 bilhões.

Jereissati encampou proposta desenhada pelo Centro de Debates de Políticas Públicas (CDPP), com aperfeiçoamentos, entre elas a fixação de metas para a redução de pobreza e acionamento das medidas no caso de frustração das metas. 

Ao longo desta semana, Jereissati vai intensificar a articulação com senadores do MDB, PSD e PP. Com consenso, diz, será possível aprovar em fevereiro. O senador também pretende procurar o ministro da Economia, Paulo Guedes.

 

Eleição na Assembleia deve ocorrer até dia 10

Assembleia CE

A eleição para a nova Mesa Diretora da Assembleia deve acontecer nesta semana, até quinta-feira (10). Este será o ato contínuo após o anúncio que deve ocorrer nesta segunda-feira (7) de um acordo entre os parlamentares para a nova composição do comando da Casa para os próximos dois anos.

O deputado Evandro Leitão (PDT) deve ser mesmo o novo presidente da Casa. O partido, aliás, terá dois cargos estratégicos na nova composição como tem na atual. O outro posto será o de 1º secretário, cujo nome deve ser o de Antônio Granja, embora algumas articulações de última hora ainda estejam em andamento. O esforço em todo o fim de semana foi tentar acomodar todos os interesses para o anúncio oficial.

Mais cargos

Os parlamentares teriam até o dia 15 para resolver a situação, mas a articulação, avançada, ensejará, muito provavelmente, uma antecipação desses atos formais.

De acordo com os útimos entendimentos, o PT continuaria com a vice-presidência, cuja indicação seria de Fernando Santana. O MDB ficaria com a 2ª vice-presidência. Os entendimentos envolveram também cargos de comando nas comissões temáticas da Casa.

Acordo verbal

Nas negociações da composição da Mesa anterior ficou dito que a composição atual não se candidataria aos cargos de comando nesta eleição. Alguns parlamentares, principalmente os que tinham interesse em compor os cargos de comando, questionaram o descumprimento desse acordo. Durante os últimos dois anos, entretanto, alguns dos próprios parlamentares duvidavam que esse entendimento verbal fosse cumprido na prática.

Na política não parece ser o forte o cumprimento de acordos como este, principalmente quando há questões maiores em jogo.

Câmara municipal

A Presidência da Câmara Municipal de Fortaleza também caberá ao PDT. O nome é de continuidade. Antônio Henrique, como também antecipamos nesta coluna, tem a preferência do prefeito eleito, Sarto Nogueira (PDT), e já conta com o apoio de, pelo menos, 28 vereadores, uma maioria que garante a permanência dele no comando da Casa. O presidente terá papel ainda mais estratégico neste mandato que se inicia, pois a oposição está em maior número e pode causar dificuldades ao governo eleito. INÁCIO AGUIAR / DN

Agenor Neto denuncia prefeitura de Iguatu por falta de repasses a hospital

Dep. Agenor Neto ( MDB )Dep. Agenor Neto ( MDB )Foto: Junior Pio

O deputado Agenor Neto (MDB), na ordem do dia da sessão plenária desta quinta-feira (03/12/20) da Assembleia Legislativa, denunciou a prefeitura de Iguatu por falta de repasse dos recursos destinados aos leitos de UTI para o Hospital Filantrópico Dr. Agenor Araújo.
Segundo o parlamentar, devido a pandemia da Covid 19, foram instalados em Iguatu, na região centro sul do Estado, 30 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Foram 10 leitos no Hospital Regional de Iguatu, 10 leitos no Hospital São Vicente, que é uma unidade particular, e mais 10 leitos no Hospital Filantrópico Dr. Agenor Araújo. "Infelizmente, por motivação política, os recursos que o Governo Federal e o Governo do Estado destinaram para a prefeitura de Iguatu para serem repassados para o Hospital Dr. Agenor Araújo não chegaram ao hospital", informou.
Agenor Neto disse que esses recursos foram repassados em outubro pelo Governo Federal e Governo do Estado e até agora não chegaram ao hospital filantrópico. "Esses 10 leitos de UTI vão ser fechados este mês", declarou. 
O deputado disse que para os outros hospitais os recursos destinados para o custeio dos leitos de UTI foram repassados.   
O parlamentar acrescentou que os leitos de UTI não servem apenas para Iguatu, mas para toda a região centro-sul e para o Estado do Ceará, porque se tiver vaga qualquer paciente do Ceará pode ser internado no Hospital Agenor Araújo.
De acordo com o deputado, o hospital declarou que vai fechar as portas por causa de uma perseguição política promovida pela atual gestão municipal de Iguatu. 
Agenor Neto pediu o apoio do governador Camilo Santana (PT) e do secretário da Saúde do Ceará, Dr. Cabeto, para que o hospital possa receber o que é seu de direito pelos serviços prestados em meses anteriores. "O hospital não recebeu um centavo do Governo Federal nem do Governo do Estado que já depositaram o dinheiro, mas a prefeitura de Iguatu não repassa os recursos", reiterou. 
Agenor Neto também pediu o apoio da Comissão de Seguridade Social  e Saúde (CSSS) da Assembleia Legislativa para intermediar a questão e da imprensa para expor o que está acontecendo no município de Iguatu. "Faço um apelo em prol das vidas humanas da região centro-sul, do município de Iguatu e do Estado do Ceará", afirmou.
O deputado também informou que às 15h desta quinta-feira, haverá um debate no Ministério Público Estadual sobre o tema.
WR/CG

Sarto manifesta orgulho por eleição para prefeito de Fortaleza e aponta desafios

Presidente Jose Sarto ( PDT )Presidente Jose Sarto ( PDT )Foto: Máximo Moura

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT), expressou, durante a sessão plenária desta quinta-feira (03/12), realizada de forma remota e presencial, a sua honra em ter sido eleito prefeito de Fortaleza. O parlamentar destacou que se trata de uma emoção muito grande, acompanhada de uma enorme responsabilidade.
“É uma responsabilidade enorme cuidar da quinta maior capital do País, que é uma cidade extremamente acolhedora, mas que conta com desigualdades históricas”, salientou o presidente. O parlamentar apontou as áreas da saúde, economia e educação como as que se apresentam como os maiores desafios neste primeiro momento.
“Nós temos desafios enormes e quero contar com a ajuda de todos que amam Fortaleza e que querem fazer essa cidade melhor. Vamos procurar corresponder a expectativa de todos que nos deram a honra e o privilégio de poder administrar essa cidade”, ressaltou Sarto.
Ele também agradeceu a todos que o apoiaram durante a campanha. “Gostaria de repartir essa alegria que sinto com todos os que nos ajudaram na construção desse sonho. Foram partidos e setores da sociedade civil que acreditaram na nossa proposta de união”, pontuou o presidente.
AGÊNCIA DE NOTICIAS DA AL/ DANIEÇL ADERALDO
 RG/AT/LF

O DEP.Guilherme Landim ressalta desempenho do PDT nas eleições municipais no Ceará

Dep. Guilherme Landim ( PDT )Dep. Guilherme Landim ( PDT )Foto: Máximo Moura

 
O deputado Guilherme Landim (PDT) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária presencial e remota da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (03/12), o desempenho do PDT nas eleições municipais deste ano, no Ceará, e parabenizou prefeitos eleitos, com destaque para deputados que tiveram êxito no pleito.
O parlamentar, líder do PDT na Assembleia Legislativa, observou que com o pleito, nos próximos quatro anos o partido irá governar mais de 4,5 milhões cearenses. O parlamentar ressaltou que é uma grande honra, mas uma grande responsabilidade. “O povo do Ceará disse o quanto confia no nosso partido, o quanto confia em cada um de nós, e agora é nossa responsabilidade fazer um trabalho cada vez melhor. Precisamos dar retorno a esse povo com muito trabalho, inovação, probidade e com eficiência”, observou.
Guilherme Landim agradeceu ao povo do Ceará pela participação no “processo democrático” e parabenizou os deputados estaduais eleitos no pleito. O parlamentar destacou a eleição dos deputados presidente José Sarto (PDT), em Fortaleza; Nezinho Farias (PDT), em Horizonte; Patrícia Aguiar (PSD), em Tauá; Vitor Valim (Pros), em Caucaia; e Bruno Pedrosa (PL), em Aquiraz. “Vocês farão falta nesta Casa, mas sabemos que irão desempenhar um grande trabalho nesses municípios em que foram eleitos”, disse.
O deputado parabenizou ainda prefeitos eleitos em municípios no interior do estado, com destaque a Zé Humberto (PDT), em Baixio; Mônica Mariano (PSD), em Jati; Fábio (PTB), em Porteiras; Edmilson Leite (PDT), em Caririaçu; Washigton (MDB), em Missão Velha; Figueiredo (PDT), em Milagres; Sandro Rufino (PSD), em Umari; e destacou a eleição de sua mãe, Gislaine Landim (PDT), em Brejo Santo.
O parlamentar relembrou que, quando foi prefeito daquele município, seu pai, Wellington Landim, exercia mandato e presidia a AL, e afirmou que isso gerou bons frutos a Brejo Santo. “O povo quer ver essa união se repetir, agora com minha mãe na prefeitura e eu aqui na Assembleia, para contribuir para o município, de mãos dadas com o povo da nossa terra. Trabalhar, de dia e de noite, para nossa terra continuar sendo uma referência em tantas áreas”, afirmou.
O deputado Nezinho Farias (PDT), em aparte, agradeceu as felicitações que recebeu de Guilherme Landim e parabenizou os deputados José Sarto e Vitor Valim pela eleição no segundo turno. O parlamentar afirmou que o PDT é uma referência na política nacional e agradeceu a população de Horizonte por tê-lo eleito como prefeito para os próximos quatro anos. 
Os deputados Salmito (PDT), Sérgio Aguiar (PDT) e Augusta Brito (PCdoB) desejaram êxito para a gestão da prefeita eleita em Brejo Santo e enfatizaram que Guilherme Landim é uma grande liderança na Casa Legislativa, segundo eles, semelhante à “grandeza política” de Wellington Landim.
GS/LF

Guilherme Landim ressalta desempenho do PDT nas eleições municipais no Ceará

Dep. Guilherme Landim ( PDT )Dep. Guilherme Landim ( PDT )Foto: Máximo Moura

 
O deputado Guilherme Landim (PDT) ressaltou, durante o primeiro expediente da sessão plenária presencial e remota da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (03/12), o desempenho do PDT nas eleições municipais deste ano, no Ceará, e parabenizou prefeitos eleitos, com destaque para deputados que tiveram êxito no pleito.
O parlamentar, líder do PDT na Assembleia Legislativa, observou que com o pleito, nos próximos quatro anos o partido irá governar mais de 4,5 milhões cearenses. O parlamentar ressaltou que é uma grande honra, mas uma grande responsabilidade. “O povo do Ceará disse o quanto confia no nosso partido, o quanto confia em cada um de nós, e agora é nossa responsabilidade fazer um trabalho cada vez melhor. Precisamos dar retorno a esse povo com muito trabalho, inovação, probidade e com eficiência”, observou.
Guilherme Landim agradeceu ao povo do Ceará pela participação no “processo democrático” e parabenizou os deputados estaduais eleitos no pleito. O parlamentar destacou a eleição dos deputados presidente José Sarto (PDT), em Fortaleza; Nezinho Farias (PDT), em Horizonte; Patrícia Aguiar (PSD), em Tauá; Vitor Valim (Pros), em Caucaia; e Bruno Pedrosa (PL), em Aquiraz. “Vocês farão falta nesta Casa, mas sabemos que irão desempenhar um grande trabalho nesses municípios em que foram eleitos”, disse.
O deputado parabenizou ainda prefeitos eleitos em municípios no interior do estado, com destaque a Zé Humberto (PDT), em Baixio; Mônica Mariano (PSD), em Jati; Fábio (PTB), em Porteiras; Edmilson Leite (PDT), em Caririaçu; Washigton (MDB), em Missão Velha; Figueiredo (PDT), em Milagres; Sandro Rufino (PSD), em Umari; e destacou a eleição de sua mãe, Gislaine Landim (PDT), em Brejo Santo.
O parlamentar relembrou que, quando foi prefeito daquele município, seu pai, Wellington Landim, exercia mandato e presidia a AL, e afirmou que isso gerou bons frutos a Brejo Santo. “O povo quer ver essa união se repetir, agora com minha mãe na prefeitura e eu aqui na Assembleia, para contribuir para o município, de mãos dadas com o povo da nossa terra. Trabalhar, de dia e de noite, para nossa terra continuar sendo uma referência em tantas áreas”, afirmou.
O deputado Nezinho Farias (PDT), em aparte, agradeceu as felicitações que recebeu de Guilherme Landim e parabenizou os deputados José Sarto e Vitor Valim pela eleição no segundo turno. O parlamentar afirmou que o PDT é uma referência na política nacional e agradeceu a população de Horizonte por tê-lo eleito como prefeito para os próximos quatro anos. 
Os deputados Salmito (PDT), Sérgio Aguiar (PDT) e Augusta Brito (PCdoB) desejaram êxito para a gestão da prefeita eleita em Brejo Santo e enfatizaram que Guilherme Landim é uma grande liderança na Casa Legislativa, segundo eles, semelhante à “grandeza política” de Wellington Landim.
GS/LF

Fernando Hugo cobra reforma política e ética nas eleições

Dep. Fernando Hugo ( PP )Dep. Fernando Hugo ( PP )Foto: Máximo Moura

 
O deputado Fernando Hugo (PP) enfatizou, em pronunciamento no primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa, realizada de forma presencial e remota,  nesta quinta-feira (03/12), que é urgente fazer uma reforma política, eleitoral e partidária no Brasil, sob pena de haver um comprometimento das futuras eleições no País.
O parlamentar fez relatos de situações que considerou muito graves nas eleições deste ano. Entre os fatos narrados, estão a compra de votos e falta de fiscalização, especialmente, nas cidades do Interior. Segundo o deputado, ocorreram casos em que “eleitores se dedicaram a pedir coisas, como em tempos de coronelismo”.
A falta de recursos humanos do Ministério Público Eleitoral para fiscalizar essas práticas foi apontada por Fernando Hugo como um dos motivos de crimes eleitorais serem cometidos sem pudor, como uso da máquina pública e candidatos ricos que usam seu poder econômico para comprar votos.
O deputado também ressaltou que a interferência das facções criminosas ligadas a partidos e a alguns candidatos é preocupante. Ele relatou que participava de uma minicarreata em uma comunidade de Messejana, quando chegou um recado mandando parar porque a facção que domina aquela comunidade apoiava outro candidato. Fernando Hugo explicou que foi alertado pela população a não desafiar os bandidos ou sua ele e sua família poderiam ser perseguidos.
Para o parlamentar, essa situação é muito grave e emergencial. Ele questionou se um dia será preciso depender de acordos com bandidos para poder andar nas ruas. “O que está acontecendo? Onde iremos chegar?”, indagou.  
JM/AT

O "benevolente" Alcolumbre libera R$ 200 mil dos cofres públicos para servidora fazer doutorado

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