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44% dos eleitores se dizem pessimistas com eleição de 2018, diz Ibope

Por Lucas Salomão, G1, Brasília

Pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta terça-feira (13), aponta que 44% dos eleitores se disseram "pessimistas" com a eleição presidencial deste ano. 20% dos entrevistados afirmaram estar "otimistas" com o pleito e outros 22% disseram não estar nem otimistas nem pessimistas.

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44% dos brasileiros estão pessimistas com eleições deste ano

Leonencio Nossa, O Estado de S.Paulo

13 Março 2018 | 12h33

BRASÍLIA - Um porcentual de 44% dos brasileiros estão pessimistas com as eleições presidenciais deste ano. O dado é da pesquisa CNI/Ibope "Retratos da Sociedade Brasileira", divulgada nesta terça-feira, 13, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mostra que a corrupção (30%), a falta de confiança nos governantes e candidatos (19%) e a falta de confiança nos pré-candidatos (16%) estão entre os principais motivos de incredulidade dos brasileiros. O levantamento ouviu, entre os dias 7 e 10 de dezembro de 2017, cerca de duas mil pessoas em 127 municípios brasileiros.

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'Redes sociais não têm o poder de eleger ninguém'

O diretor de Comunicação e Marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcos Facó, especializado em marketing digital pela Universidade de Harvard, tem uma má notícia para quem enxerga nas redes sociais o caminho para uma vitória eleitoral: “As agências de marketing e consultorias querem criar um novo mercado e ficam alimentando um mito em torno do poder das redes sociais em uma eleição. Elas são só mais uma ferramenta. Não têm o poder de eleger ninguém”.

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A esquerda diante da democracia

Boulos subordina PSOL à narrativa que nasceu como tática do PT para conservar hegemonia lulista sobre esquerda na sequência da derrota representada pelo impeachment

“Este nosso encontro talvez fosse improvável”, sugeriu Guilherme Boulos no lançamento de sua pré-candidtura presidencial, diante de Caetano Veloso e um cortejo de celebridades. Improvável por quê? “O que nos uniu foi o avanço do conservadorismo, que nos forçou a buscar alianças novas”, explicou o candidato pelo PSOL. De acordo com a narrativa que vai sendo alinhavada pela esquerda, o Brasil já não vive numa democracia. O “golpe do impeachment” abriu uma fase de “autoritarismo” que equivale a “voltar 50 anos atrás” (portanto a 1968, segundo Boulos) e se destina a “retirar direitos” trabalhistas e previdenciários. Não é um bom caminho para enfrentar os desafios do ciclo pós-Lula.

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Eleição presidencial já tem 11 pré-candidatos

Igor Gadelha, Isadora Peron, Carla Araújo, Valmar Hupsel Filho e Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo

09 Março 2018 | 05h00

A cinco meses para o início do registro das candidaturas, a corrida eleitoral deste ano começa a ganhar forma e já reúne pelo menos 11 postulantes ao Palácio do Planalto colocados oficialmente. Nesta quinta-feira, 8, os nomes do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foram lançados por seus partidos.

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