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Fortaleza: Sarto tem 50% e Wagner 36%, aponta primeira pesquisa Datafolha no 2º turno

Victor Farias / O GLOBO

 

 

CAPITAO E SARTO

 

BRASÍLIA — Pesquisa Datafolha divulgada na noite desta sexta-feira coloca o deputado estadual José Sarto (PDT) com uma larga vantagem em relação ao deputado federal Capitão Wagner (Pros), na disputa pela prefeitura de Fortaleza. Segundo o levantamento, Sarto tem 50% dos votos totais, e Wagner, 36%: uma diferença de 14 pontos percentuais. O Datafolha indica ainda 10% de votos brancos e nulos e 4% de indecisos.

 

Em votos válidos, quando se exclui os votos nulos e brancos, o candidato do PDT tem 59%, e o postulante do Pros, 41%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Essa é a primeira pesquisa divulgada após o primeiro turno, no domingo. Na ocasião, Sarto conseguiu 35,72% dos votos e Wagner 33,32%. A candidata do PT, Luizianne Lins, ficou em terceiro, com 17,76% dos votos.

Com o apoio do PT e do PV, partidos que ficaram na terceira e na quinta colocação, Sarto cresceu 14 pontos, em comparação com o primeiro turno, enquanto Wagner aumentou três pontos. O quarto colocado, Heitor Férrer (Solidariedade), decidiu pela neutralidade.

Sarto é apoiado pelos irmãos Cid e Ciro Gomes (PDT), além do atual prefeito da cidade, Roberto Cláudio (PDT), cuja gestão é bem avaliada pelos fortalezenses. A aliança de nomes de peso na política local ajudou o presidente da Assembleia Legislativa do estado a se tornar mais conhecido entre os moradores da cidade, uma das principais dificuldades dele na disputa.

No início da semana, o governador do estado, Camilo Santana (PT), declarou apoio ao candidato do PDT. O petista tinha participado ativamente da campanha, já que é filiado ao PT, mas também é próximo dos irmãos Gomes. Ele é bem avaliado na cidade. Luizianne, no entanto, ainda não se pronunciou sobre um apoio a Sarto.

3,6% a 46,4%.

O candidato do Pros, que foi o deputado federal mais votado do estado em 2018, recebeu o endosso do presidente Jair Bolsonaro, apesar de não ter se apoiado nele durante a campanha. Em vídeo divulgado hoje, Wagner faz críticas e elogios a Bolsonaro e diz que é "independente".

A pesquisa, contratada pelo jornal "O Povo", foi feita entre 18 e 19 de novembro com 868 eleitores de Fortaleza. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Ataque hacker roubou dados de 2020 do TSE

André de Souza / O GLOBO

 

BRASÍLIA - O ataque hacker que expôs informações de servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conseguiu acessar dados de 2020, e não apenas de anos anteriores, como se supunha inicialmente.  A investigação conduzida pela  Polícia Federal (PF) com colaboração do próprio TSE apontava que os dados eram antigos, do período entre 2001 e 2010. Agora já se sabe que, entre as informações vazadas, há dados de funcionários referentes a este ano. A investigação indica ainda que a invasão deve ter ocorrido antes de 1º de setembro. As informações foram publicadas pelo colunista Ancelmo Gois.

Os  dados  foram expostos no último domingo, dia do primeiro turno da eleição. Ainda no domingo, o TSE informou que o ataque tinha ocorrido com certeza antes de 23 de outubro de 2020, e provavelmente era mais antigo, uma vez que expôs dados de funcionários antigos e ex-ministros. São dados administrativos com informações pessoais sobre servidores.

Leia mais: TSE cria comissão para acompanhar investigação da PF sobre hackers no processo eleitoral

O ataque foi feito a partir de Portugal. A PF ainda  apura  se há uma ação coordenada para desacreditar o processo eleitoral. Também no domingo, houve uma outra tentativa de ataque para derrubar o site do TSE, que não foi bem-sucedida. Esse ataque teve origem no Brasil, nos Estados Unidos e na Nova Zelândia.

Saiba maisTSE suspeita de articulação entre ataques ao tribunal e extremistas investigados no STF

Na segunda-feira, em entrevista coletiva, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, reclamou  da atuação de “milícias digitais”.

— Ao mesmo tempo em que houve o ataque, milícias digitais entraram em ação. Há suspeita de articulação de grupos extremistas que se empenham em desacreditar eleições, clamam pela volta da ditadura e muitos deles são investigados pelo STF — afirmou Barroso.

 

Covas tem 47% e Boulos, 35%, diz pesquisa Ibope do 2º turno em SP

Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo

 

Com 47% das intenções de voto, o prefeito Bruno Covas (PSDB) larga na frente na primeira pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo sobre o segundo turno das eleições em São Paulo. Guilherme Boulos (PSOL) tem 35%. Há ainda 4% de indecisos, e outros 14% decididos a votar nulo ou em branco. 

 

Se fossem contabilizados apenas os votos válidos (excluídos brancos e nulos e indecisos), o placar seria de 58% a 42%.

 

A ida de Covas e Boulos para o segundo turno abriu caminho para a volta da polarização social e geográfica que marcou disputas entre PSDB e esquerda no passado, em que o candidato tucano ficava à frente nas áreas mais centrais e o adversário (então do PT), nas periferias.

Covas e Boulos
O prefeito e candidato do PSDB, Bruno Covas, e o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, disputam segundo turno da eleição municipal em São Paulo Foto: Tiago Queiroz e Daniel Teixeira/Estadão

Até o momento, essa divisão não se manifesta: Covas lidera a pesquisa em todas as faixas de renda. E, diferentemente dos petistas, Boulos não se mostra mais forte entre os mais pobres que entre os mais ricos.

O desempenho do candidato do PSOL é similar nos dois extremos das faixas de renda: entre quem ganha até um salário mínimo, tem 35% das intenções de voto. Entre os que ganham mais de cinco mínimos, 33%. Essas taxas se referem aos votos totais, não apenas aos válidos.

A segmentação do eleitorado por idade mostra que Covas também lidera em todas as faixas, com vantagem mais acentuada entre os mais velhos. No grupo com 55 anos ou mais, o tucano tem 54%, o dobro do adversário (27%). A distância entre os dois cai para apenas 8 pontos na parcela que tem de 16 a 24 anos (45% a 37%).

Covas é a opção de quase oito em cada dez dos eleitores que consideram a administração municipal boa ou ótima. Já Boulos não convence tanto os insatisfeitos: apenas metade dos que veem o governo de Covas como ruim ou péssimo estão dispostos a votar no candidato do PSOL.

O atual prefeito é considerado por 63% dos paulistanos o vencedor mais provável da eleição. Apenas 25% veem Boulos como favorito na disputa.

Um em cada cinco eleitores afirma que ainda pode mudar a opção de voto, enquanto os demais dizem que a escolha é definitiva.

A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de novembro. Foram entrevistados 1.001 eleitores, de forma presencial. A equipe do Ibope usou equipamentos de proteção para minimizar o risco de contaminação pelo coronavírus.

A margem de erro máxima é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o protocolo SP-05645/2020.

Espantoso: Boulos, o Lula de botox, já sabe como quebrar SP

Para o invasor de propriedades privadas, Guilherme Boulos, que disputa o segundo turno da eleição para a prefeitura de São Paulo, a solução para o déficit da previdência do funcionalismo público seria contratar mais servidores. A lógica – se é que se pode chamar tamanha estupidez de lógica – por trás do raciocínio aloprado é a seguinte:

Quanto mais funcionários na ativa, contribuindo para a previdência dos inativos, menor o rombo nas contas. Só esqueceram de avisar ao apoiador de terrorista palestino que, para um servidor da ativa contribuir com a previdência, ele tem de receber um troço chamado salário. Talvez Boulos não conheça muita bem o termo. Eu explico para ele:

Salário é o dinheiro que quem trabalha e produz recebe pelo que faz. Pode ser também pró-labore, no caso dos pequenos e médios empreendedores. Ou dividendos, no caso dos grandes empresários. Mas compreendo a ignorância do psolista, afinal ele é adepto do 0800 amplo, geral e irrestrito. Como na música: “nóis num vamu pagá nada, lá lá lá lá lá”.

Para o Lula de botox, “é tudo free”! Transporte? Free. Moradia? Free. Cesta básica? Free. Medicamentos? Free. Educação? Free. Quem irá pagar por todo esse free? Ora, os banqueiros, os empresários, os especuladores… Como? Aumentando os impostos e tributando o famigerado capital. Funciona? Bem, perguntem ao Maduro, Castro e Kim.

Em verdade, Boulos não é tão obtuso assim. É apenas o típico embusteiro de esquerda, que promete tornar maravilhosa a vida dos mais pobres, mas que torna maravilhosa apenas a vida dos companheiros do partido. As outras (vidas), sejam as dos pobres ou dos ricos, se transformam num verdadeiro inferno sobre a terra.

O MTST, de Boulos, foi fundado em 1997. Em 2002, seu comparsa, o corrupto e lavador de dinheiro Lula da Silva, tomou o poder por eternos e inesquecíveis 14 anos. Perguntem aos pobres coitados, que o psolista usa como fantoches, se a vida deles, neste período de socialismo e justiça social de esquerda, melhorou. Se a resposta for sim, votem nele. ISTOÉ

Pesquisa do 2º turno para prefeito de São Paulo: Bruno Covas 61,5%, Boulos 38,5%

19:24 | 17/11/2020
Covas e Boulos estão no segundo turno para Prefeitura de São Paulo (Foto: Reprodução/ Instagram O POVO)
Covas e Boulos estão no segundo turno para Prefeitura de São Paulo (Foto: Reprodução/ Instagram O POVO)

Pesquisa do Instituto Paraná sobre o segundo turno da eleição para prefeito de São Paulo mostra o prefeito e candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB), com larga vantagem sobre Guilherme Boulos (Psol).

Veja os números da pesquisa:

Bruno Covas (PSDB): 61,5%

Guilherme Boulos (Psol): 38,5%

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A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto Paraná entrevistou mil eleitores do município de São Paulo nos dias 16 e 17 de novembro de 2020. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número SP-09859/2020.

Primeiro turno

Bruno Covas terminou o primeiro turno na primeira colocação, com 32,85% (1.754.013 votos). Guilherme Boulos teve 20,24% (1.080.736). Em terceiro lugar ficou Márcio França (PSB), com 13,64% (728.441). Em seguida ficou Celso Russomano, com 10,50% (560.666).

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