Busque abaixo o que você precisa!

“PT no 2º turno” é torcida

Se há algo capaz de unir, hoje, o Fla-Flu político é o vaticínio segundo o qual o PT estará representado — quem quer que seja o candidato do partido — no 2º turno das eleições presidenciais. De tanto repetido por aí, virou verdade. Na realidade, como dizia Nietzsche, trata-se de uma “vontade de verdade”, mas não creio que “a verdade continue verdade, quando se lhe tira o véu”, para ficar no mesmo filósofo. Senão vejamos.

Leia mais:“PT no 2º turno” é torcida

Boulos terá R$ 6,2 milhões para gastar na campanha

É quase 15 vezes o que Luciana Genro teve à disposição em 2014

Graças a fundo eleitoral, Guilherme Boulos receberá mais que Luciana Genro teve em 2014 Foto: Marcio Alves / Agência O Globo
Graças a fundo eleitoral, Guilherme Boulos receberá mais que Luciana Genro teve em 2014 - Marcio Alves / Agência O Globo

O Psol decidiu disponibilizar R$ 6,2 milhões para a campanha à Presidência da República de Guilherme Boulos. O valor é quase 15 vezes o que a candidata em 2014, Luciana Genro, teve para a disputa. Porém, na distribuição de recursos, entregue ao Tribunal Superior Eleitoral, o partido priorizou a eleição de deputados federais. Serão R$ 8,1 milhões para os postulantes à Câmara. O Psol definiu seis deles como "puxadores de voto": Edmilson Rodrigues (PA), Glauber Braga (RJ), Ivan Valente (SP), Jean Wyllys (RJ), Luiza Erundina (SP) e Marcelo Freixo (RJ) - o único dos seis que não tenta a reeleição.

Por Gabriel Hirabahasi / ÉPOCA




Ibope registra pesquisa para o Ceará

A campanha estadual começa a esquentar. O Ibope registrou ontem pesquisa de intenção de voto para o Ceará. Serão pesquisadas intenção de voto (espontânea e estimulada) para o Governo do Estado, rejeição, expectativa de vitória para o Governo, intenção de voto para o Senado, intenção de voto para presidente da República (espontânea e estimulada) e avaliação do governo Camilo Santana.

Leia mais:Ibope registra pesquisa para o Ceará

Marina abocanha metade do fundo eleitoral da Rede Leia mais: https://epoca.globo.com/expresso/marina-abocanha-metade-do-fundo-eleitoral-da-rede-22967612#ixzz5NxFAaEqh stest

A pré-candidata Marina Silva Foto: Humberto Salles / Futura Press
A pré-candidata Marina Silva - Humberto Salles / Futura Press

A campanha da candidata da Rede Sustentabilidade ao Palácio do Planalto, Marina Silva, ficará com metade dos recursos do fundo eleitoral destinados ao partido. Terá R$ 5,3 milhões para gastar em sua terceira campanha à Presidência da República. A Rede destinará entre 25% e 35% aos candidatos a deputado federal (o equivalente a R$ 2,6 milhões a R$ 3,7 milhões). Os candidatos ao Senado poderão utilizar entre 10% e 25%. Já os candidatos aos governos estaduais poderão contar com até 10% dos recursos. Os critérios da distribuição foram enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Leia mais:Marina abocanha metade do fundo eleitoral da Rede  Leia mais:...

Haddad é ‘recall’ de Dilma, poste que deu defeito

No mundo dos negócios, o recall é uma convocação que as empresas fazem aos consumidores para trocar peças ou produtos vendidos com defeito. Evitando riscos à vida, à saúde e à segurança da clientela, o fabricante atenua o vexame e livra-se das indenizações. Lula está prestes a introduzir na política a prática do recall. Com uma diferença: ele oferecerá um novo poste ao eleitorado, Fernando Haddad, sem reconhecer que o poste anterior, Dilma Rousseff, revelou-se uma fraude.

À espera da decretação formal de sua inelegibilidade pela Justiça Eleitoral, Lula trata a fabricação da candidatura de Haddad como um grande negócio. Se o eleitor comprar a tese de que o novo poste é solução para os problemas nacionais, Lula será convertido em mártir. Se o produto for refugado, o presidiário do PT renovará a pose de vítima. Em qualquer hipótese, o segredo do negócio é esconder o fiasco da administração de Dilma Rousseff.

Levado à vitrine como vice da chapa tríplex do PT, Haddad aderiu ao coro que celebra a presença de Lula na liderança das pesquisas como uma consequência da comparação do seu governo com a gestão de Michel Temer. Nessa versão, os brasileiros recordam que havia mais empregos e renda sob Lula. E deploram a volta do desemprego e da miséria sob Temer. Para que esse tipo retórica fique em pé, será necessário que a amnésia petista vire um fenômeno epidêmico.

Leia mais:Haddad é ‘recall’ de Dilma, poste que deu defeito

Compartilhe