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Eleito, Bolsonaro diz que vai unir e ‘pacificar’ o País

O Estado de S.Paulo

28 Outubro 2018 | 22h34

 

Após ser confirmado como o 38.º presidente eleito democraticamente no País, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) fez um discurso à Nação de compromisso com a liberdade, com a Constituição e com reformas. “Liberdade de ir e vir, liberdade política e religiosa, liberdade de opinião”, disse Bolsonaro, cuja campanha foi marcada pelo antipetismo e uma retórica agressiva contra os opositores. O presidente eleito participou de uma oração antes de ler o discurso, marcado por citações bíblicas e a Deus. O pronunciamento durou 7min50s (leia a íntegra aqui).

Bolsonaro
Jair Bolsonaro faz seu primeiro discurso como o 38º presidente do País Foto: Reprodução / TV Globo

Mais tarde, em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, fez uma manifestação mais clara a favor de reunificação do País. “Vou buscar pacificar o nosso Brasil. Nós vamos pacificar. Sem eles contra nós ou nós contra eles. Nós temos como fazer políticas que atendam o interesse de todos”, afirmou Bolsonaro, que durante a campanha foi alvo de um atentado a faca - fato que mudou os rumos de sua candidatura

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2018 impõe ao PT desafio de preparar o pós-Lula

Ainda que Fernando Haddad vencesse Jair Bolsonaro neste domingo, hipótese que o Datafolha indica ser menos provável, o Partido dos Trabalhadores não se livraria de um desafio que a campanha de 2018 lhe impôs. A legenda terá de migrar do atual estágio de lulodependência para uma fase que pode ser chamada de pós-Lula. Não se trata de opção, mas de fatalidade.

Preso, Lula festejou neste sábado, pela segunda vez, seu aniversário de 73 anos. Com mais de 12 anos de cadeia nas costas, está na bica de colecionar uma segunda sentença criminal, dessa vez no caso do sítio de Atibaia. Na sucessão de 2022, sua veneranda figura acumulará uma existência de 77 primaveras. E continuará inelegível. Lula tornou-se um líder político com um enorme passado pela frente.

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Datafolha para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 55%; Haddad, 45%

O Datafolha divulgou neste sábado (27) o resultado da última pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sexta-feira (26) e no sábado (27) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

O instituto afirma que, um dia antes da eleição, Jair Bolsonaro (PSL), mantém o favoritismo, mas a diferença dele para Fernando Haddad (PT) diminuiu de 18 para 10 pontos percentuais, em nove dias, nos votos válidos.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, com margem de erro de dois pontos, para mais ou para menos.

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Ascânio Seleme: chance de virada de Haddad é muito pequena

Os dados das pesquisas Ibope e Datafolha mostram que permanecem muito pequenas as chances de Haddad virar a eleição HOJE. Embora tenha encurtado mais a distância que o separava de Bolsonaro, no melhor cenário Haddad terá de tirar nas próximas horas cinco pontos percentuais do adversário. Considerando que ele conseguiu em média pouco menos de um ponto percentual por dia nos ultimos nove dias, sua situação é claramente desfavorável.

O quadro de redução de diferença pode animar a militância petista, conhecida pela sua dedicação e determinação, mas pode ser que não baste. Tudo indica que não bastará. Mas a eleição não está ganha ainda, embora Jair Bolsonaro tenha confirmado até o último minuto o seu franco favoritismo.

Fernando Haddad e Jair Bolsonaro

Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 54%; Haddad, 46%

O Ibope divulgou neste sábado (27) a última pesquisa do instituto sobre a intenção de voto para o 2º turno da eleição presidencial. Segundo o instituto, Jair Bolsonaro (PSL) venceria se eleição fosse hoje. Mas a distância dele para Fernando Haddad (PT) diminuiu.

Vamos ver agora a pesquisa com os votos válidos, que excluem os brancos, nulos e o percentual de eleitores indecisos. Um candidato é eleito no segundo turno se conseguir cinquenta por cento dos votos válidos mais um voto.

A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de noventa e cinco por cento, com margem de erro de dois pontos - para mais ou para menos.

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