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MDB lidera ranking, mas perde prefeitos eleitos; PSDB e PT encolhem, e centrão ganha espaço

SÃO PAULO, SANTOS e CASCAVEL (PR)

A eleição municipal deste domingo (15) colocou novamente o MDB como líder no ranking de prefeituras obtidas por partido e mostrou encolhimento do PSDB e do PT pelo Brasil.

PP e PSD, duas siglas do chamado centrão, e DEM foram as que mais ascenderam em número de municípios governados pelo país.

O pleito também aponta um relativo fracasso do PSL, sigla na qual Jair Bolsonaro se elegeu presidente, em transformar em votos seu farto orçamento do fundo eleitoral.

No ranking geral, o MDB foi vitorioso em 777 dos 5.567 municípios. Não há eleição em Brasília e ainda será realizado segundo turno em 57 cidades. Em Macapá (AP), a votação foi adiada.

Os dados, tabulados pela reportagem nesta segunda-feira (16), se referem a 98% dos municípios.

O resultado emedebista representa um encolhimento de 25% em relação à quantidade de prefeituras ganhas há quatro anos, mas a retração não foi suficiente para que o partido deixasse o primeiro lugar obtido em 2016. Diferentemente de outras ocasiões anteriores, nenhuma agremiação atingiu a marca de mil prefeitos.

O MDB tem tradicional enraizamento em pequenos municípios país afora, circunstância que remonta ainda à época em que era oposição ao regime militar (1964-85).

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A manutenção da hegemonia nos pleitos municipais deste século ameniza o revés da sigla na eleição de 2018. Identificado com a política convencional e desgastado com a baixa popularidade do então presidente Michel Temer, o partido viu sua bancada na Câmara encolher 30% e sofreu na ocasião derrotas com antigos caciques, como os ex-senadores Romero Jucá (RR) e Edison Lobão (MA).

Na disputa municipal pelo país, tradicionalmente vínculos partidários e com nomes nacionais tendem a ter um apelo mais restrito do que nas eleições estaduais.

O estado onde obteve mais prefeituras foi o Rio Grande do Sul, com mais de 130 vitórias.

Segundo colocado no ranking de 2016, quando surfou em uma eleição marcada pela rejeição ao PT, o PSDB caiu de 804 para 519 prefeituras vencidas.

Há quatro anos, o partido venceu em sete capitais. Agora, fez os prefeitos eleitos de Palmas (TO) e Natal (RN), e disputará o segundo turno na maior cidade do país, São Paulo.

Principal antagonista dos tucanos historicamente, o PT também deve sair do pleito como derrotado no quesito quantidade, a exemplo do ocorrido em 2016, ano do impeachment de Dilma Rousseff.

O partido se mantém sem prefeitos em capitais —disputará o segundo turno em duas delas— e nem sequer repetiu a já baixa marca de 256 prefeituras alcançada há quatro anos.

Antes, nas eleições municipais de 2012, ápice da popularidade de Dilma e Lula, petistas haviam vencido em 644 cidades. Neste ano, até agora, venceu em 178.

Outro partido tradicional que amargou uma queda foi o PSB, que se fortaleceu nacionalmente ao longo dos mandatos petistas na Presidência com a penetração no Nordeste. O partido, porém, caiu de 409 prefeitos em 2016 para 251 agora.

Também no campo da esquerda, o PSOL, destaque nas eleições para o Legislativo em grandes centros e nova força política em São Paulo, não conseguiu ampliar exponencialmente a quantidade de municípios governados. Foram quatro municípios conquistados até aqui.

No grupo dos partidos que mais avançaram, está o PP, sigla também de certa tradição em cidades pequenas, principalmente no Sul, e integrante do centrão (bloco parlamentar que neste ano se aproximou do governo Bolsonaro).

A legenda agora é a segunda em número de prefeituras, passando de 498 para 682 prefeitos neste ano.

Outro membro do centrão, o PSD, do ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab, subiu de 539 para 652.

Ao longo da década, o partido vem tirando espaço de outras forças nos estados e no Congresso, contribuindo para o quadro de pulverização partidária. Hoje, o país possui 33 partidos registrados.

Também com alguma aproximação com o governo, à frente de dois ministérios, o DEM ampliou sua quantidade de prefeitos em 70%. O partido, porém, ainda está distante dos tempos do auge vivido quando ainda se chamava PFL. Na campanha de 2000, superou a marca de mil vitórias.

A eleição deste domingo teve apenas 91 prefeitos eleitos pelo PSL, sigla catapultada há dois anos à condição de segunda bancada da Câmara com a onda bolsonarista da época.

Rachado por atritos com a família Bolsonaro em 2019, ainda assim permaneceu com a segunda maior fatia do fundão eleitoral, com quase R$ 200 milhões, atrás apenas do PT.

Nas capitais, excetuando Macapá, já encerrou sua participação sem vencer em nenhuma. Uma de suas vitórias mais relevantes foi em São Carlos, no interior paulista.

Outro partido que despontou com o fenômeno de renovação política de 2018, o Novo, bem votado para o Legislativo, ainda não elegeu prefeitos. Porém a agremiação, que já governa Minas Gerais desde 2019, disputará o segundo turno em Joinville, maior município de Santa Catarina, um dos estados mais identificados com o bolsonarismo há dois anos.

Também no campo dos partidos que ganharam espaço neste domingo, estão siglas consideradas nanicas no Congresso até poucos anos atrás e que se beneficiaram do cenário de pulverização das forças políticas.

O Avante (ex-PT do B) passou de 12 para 80 prefeitos eleitos. O Patriota (ex-PEN) subiu de 13 para 48 e o Podemos (ex-PTN) foi de 30 para 97.

Neste ano, menos partidos elegeram prefeitos: 28, ante 31 em 2016.

Eleições reforçam centro e avanço de pauta identitária

Adriana Ferraz, Ana Lourenço e Fernanda Boldrin, O Estado de S.Paulo

 

Dois anos após uma eleição geral marcada pelo discurso antissistema – que ajudou a eleger não apenas o presidente Jair Bolsonaro, mas consolidou um campo político associado à extrema-direita também nos Estados e no Congresso Nacional, a votação em primeiro turno das eleições municipais indicou que esse movimento se arrefeceu. Além de eleger ou levar para o segundo turno mais representantes de centro do que dos extremos, ao menos nas capitais, o resultado da votação sob o impacto da pandemia do novo coronavírus ainda revelou uma preferência por nomes conhecidos da política convencional.

 

Bancada Feminista
Integrantes da Bancada Feminista do PSOL que foram eleitas em mandato coletivo para a Câmara: Dafne Sena, Paula Nunes, Silvia Ferraro,  Carolina Iara e Natalia Chaves. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Segundo analistas ouvidos pelo Estadão, as urnas ainda apontam para um outro fenômeno: o crescimento da chamada política identitária nas Câmaras Municipais. Ao menos 25 transexuais e travestis foram eleitos vereadores em todas as regiões do País. Mulheres negrasindígenas e mandatos coletivos também obtiveram sucesso em 13 capitais – onde candidaturas que encamparam pautas LGBT, feministas ou antirracistas figuram entre os 10 mais votados para os Legislativos municipais.

Em Curitiba, por exemplo, a população elegeu pela primeira vez uma mulher negra como vereadora, a petista Carol Dartora. O mesmo ocorreu em Cuiabá. Já em Belo Horizonte, a professora Duda Salabert (PDT), que é trans, se tornou a parlamentar recordista de votos

“Sou professora há mais de 20 anos e também atuo em causas ambientais”, afirmou Duda, que não é adepta da polarização política. “Todos são bem-vindos: centro, direita. O que não podemos tolerar é desrespeito aos direitos humanos. Debate se constrói na diversidade.”

O cientista político Márcio Black, da Fundação Tide Setúbal, diz que a eleição de ontem mostrou uma certa inversão em relação a 2018. “A ‘nova política’ está chegando às Casas Legislativas enquanto a ‘velha política’ se converte em eleições para o Executivo. O que teremos como resultado serão Câmaras com vereadores mais progressistas em conflito com gestores ditos mais conservadores”, avaliou Black, para quem o avanço identitário revelado nas urnas pode ser atribuído a construções políticas que ocorrem no Brasil há pelo menos 15 anos.

Carol já projeta o mandato. Diz que vai lutar pela reeducação social para combater a violência contra a juventude negra em Curitiba, especialmente nas regiões periféricas. “A gente não pode mais falar sobre democracia no Brasil com 56% da população sub-representada. Isso não é democracia. A gente precisa avançar muito mais. Ser a primeira mulher negra? Ótimo, maravilhoso, mas eu espero que tenha mais futuramente.”

Para o professor Claudio Couto, cientista político da FGV, houve um retorno do eleitor à política convencional, em vez da antipolítica representada em discursos associados ao bolsonarismo, com alto grau de moralismo. “Mas não se trata exatamente de uma fuga dos extremos. Mesmo porque, entendo, que só há um extremo relevante na política brasileira, que é a extrema direita. A extrema esquerda é politicamente irrelevante, representada pelo PCO e o PSTU.”

Duda Salabert
A professora Duda Salabert, vereadora mais votada em Belo Horizonte (MG) com mais de 30 mil votos. Foto: Lucas Vila/PSOL

Reeleição

Colega de Couto na FGV, a Graziella Testa também considera que o primeiro turno das eleições deste ano marcaram uma resposta ao discurso da antipolítica de 2018. “A própria taxa de reeleição dos candidatos e o perfil dos que foram para o segundo turno, no caso do Executivo, mostra que a coisa dos outsiders e da antipolítica não está pegando mais”, disse.

Enquanto vê uma desarticulação na esquerda – que deixou partidos como PT e PDT de fora do segundo turno no Rio, por exemplo –, Graziella chama atenção para o crescimento do PSOL nas eleições. A cientista política avalia que o sucesso nas urnas de candidaturas ligadas a pautas identitárias se insere no contexto de crescimento do partido, mais ligado a esses temas. “Em municípios maiores, o PSOL teve um ganho, e é o partido que traz essa pauta de forma prioritária, mesmo no Congresso Nacional”, ressaltou.

O fenômeno ocorreu não apenas aos centros urbanos do Sudeste. Levantamento feito pelo Estadão mostra que candidatas que encamparam pautas LGBT, feministas, antirracistas ou em defesa dos povos indígenas obtiveram vitória em todas as regiões do Brasil. Nas 13 capitais citadas, elas ficaram entre as dez mais votadas

Em Belém, por exemplo, Bia Caminha (PT) saiu das urnas como a vereadora mais jovem da história da cidade. Aos 21 anos, ela se define como feminista negra e bissexual. Cenário que se repete em Aracaju, com a trans Linda Brasil (PSOL) alcançando o maior número de votos entre os eleitos. “Essa vitória deu um sopro de esperança também para que a gente possa cada vez mais ocupar esses espaços”, disse Linda. 

Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), o aumento da representatividade é resultado de um número recorde de candidaturas pelo País. Estudo da entidade mostra que foram registradas neste ano 294 postulantes, com 25 pessoas eleitas – alta de 212% em relação a 2016.

De 70 congressistas que se candidataram, 3 são eleitos e 15 vão para o 2º turno das eleições municipais

Por Camila Rodrigues da Silva, G1

 

Alexandre Serfiotis é eleito prefeito de Porto Real — Foto: Divulgação

Alexandre Serfiotis é eleito prefeito de Porto Real — Foto: Divulgação

De 70 congressistas que participaram das eleições municipais pelo país, somente 3 foram eleitos e 15 continuam na disputa no segundo turno, previsto para 29 de novembro.

No total, foram 68 deputados federais e 2 senadores que concorreram aos cargos de prefeito e vice-prefeito. Na contagem, não foi considerada a deputada Patrícia Ferraz (Podemos), que disputará a prefeitura de Macapá. A eleição foi suspensa em razão de uma crise energética.

 

O deputado Alexandre Serfiotis (PSD-RJ) foi eleito prefeito de Porto Real, uma cidade de cerca de 20 mil habitantes no Rio de Janeiro.

Também foram eleitos Juninho do Pneu (DEM-RJ), vice de Rogério Lisboa na prefeitura de Nova Iguaçu (RJ), e Paulo Marinho Jr. (PL-MA), vice de Fabio Gentil (Republicanos) em chapa que disputou o comando de Caxias (MA).

Segundo turno

A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP), vice de seu colega de partido Guilherme Boulos, está na disputa do segundo turno pela prefeitura da capital paulista.

Entre os membros da Câmara Federal, também disputam o segundo turno:

Entre os senadores, somente Vanderlan Cardoso (PSD-GO) continua no pleito da prefeitura de Goiânia.

PSDB e MDB perdem o maior nº de prefeituras e PT encolhe pela 2ª eleição seguida; DEM e PP são os que mais ganham em 2020

Por Gabriela Caesar, G1

 

Um levantamento feito pelo G1 aponta que PSDB e MDB perderam o maior número de prefeituras na comparação do 1º turno de 2016 e de 2020. O PSDB foi de 785 para 512 prefeitos eleitos – ou seja, 273 a menos. O MDB perdeu 261 prefeituras (caiu de 1.035 para 774). Já DEM e PP ganharam mais prefeituras, segundo a análise. Apesar da queda, o MDB continua com o maior número de prefeituras.

Para o DEM, o salto foi de 266 para 459 (193 a mais). Além disso, três dos sete prefeitos de capitais que já conseguiram a vitória nas urnas são do DEM. O PP pulou de 495 para 682 (187 a mais).

Em termos percentuais, as maiores altas foram de Avante (+567%), Patriota (+269%) e Podemos (+231%). Já as maiores quedas são de PTC (-94%), DC (-88%) e PMB (-67%). O levantamento não considera os candidatos a prefeito "sub judice", que aguardam julgamento da Justiça Eleitoral.

Após a queda no número de prefeituras de 2012 para 2016 (ano em que também ocorreu o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff), o PT registrou mais uma queda. O número de prefeituras conquistadas no primeiro turno foi 179 (75 a menos que em 2016). Apesar disso, o partido é o mais frequente em disputas no segundo turno.

Nas eleições de 2016, o PSDB tinha sido o maior vitorioso, quando aumentou o número de prefeitos eleitos de 686 para 785. O PSL, sigla que abrigou o presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, elegeu 90 prefeitos no primeiro turno destas eleições – em 2016, foram 30.

Veja o saldo nacional de prefeituras, por partido, em todos os municípios em que o resultado já foi definido no primeiro turno (exceto candidatos sub judice):

 
 

Veja os candidatos a prefeito eleitos nas 184 cidades do Ceará

 

urna ELETRONICA

 

 

Com o fim da votação às 17h deste domingo, a Justiça Eleitoral já contabiliza os votos obtidos pelos candidatos a prefeitos nos 184 municípios cearenses. Em algumas cidades, já é possível saber o resultado.

 

Veja a lista dos prefeitos eleitos:

 

  • Abaiara - Afonso Tavares (PT)
  • Acarape - Edilberto (PDT)
  • Acaraú - Ana Flávia (PSB)
  • Acopiara - Antônio Almeida (MDB)
  • Aiuaba - Ramilson Moraes (PSD)
  • Alcântaras - Joaquim do Quinca (PDT)
  • Altaneira - Dariomar (PT)
  • Alto Santo - Joeni (PSD)
  • Amontada - Flávio Filho (PTB)
  • Antonina do Norte - Antonio Filho (PDT)
  • Apuiarés - Iris (PT)  
  • Aquiraz - Dr. Bruno Gonçalves (PL)
  • Aracati - Bismarck Maia (PTB)
  • Aracoiaba - Thiago Campelo (PDT)
  • Ararendá - Dr. Alexandre Felix (PT) 
  • Araripe - Cícero de Deus (PDT)
  • Aratuba - Joerly Vitor (Republicanos)
  • Arneiroz - Monteiro Filho (MDB)
  • Assaré - Liborio (PDT)
  • Aurora - Marcone Tavares (PSD)
  • Baixio - Zé Humberto (PDT)
  • Banabuiú - Edinho Nobre (PDT)
  • Barbalha - Dr. Guilherme (PDT)
  • Barreira - Dra. Auxiliadora (PSD)
  • Barro - Dr. Marquinélio (PSD)
  • Barroquinha - Jaime Veras (PDT)
  • Baturité - Herberlh Mota (PL)
  • Beberibe - Michele Queiroz (PL)
  • Bela Cruz - Netim Morais (PDT)
  • Boa Viagem - Regis (Solidariedade)
  • Brejo Santo - Gislaine Landim (PDT)
  • Camocim - Betinha (PDT)
  • Campos Sales - João Luiz (PDT)
  • Canindé - Rozário Ximenes (DEM)
  • Capistrano - Junior Saraiva (PSD)
  • Caridade - Simone Tavares (PDT)
  • Cariré - Antonio Martins (PDT)
  • Caririaçu - Edmilson Leite (PDT)
  • Cariús - Wilamar Palacio (PL)
  • Carnaubal  -Zé Weliton (PDT)
  • Cascavel - Tiago Ribeiro (Cidadania)
  • Catarina - Dr. Thiago (MDB)
  • Catunda - Ravenna (PDT)
  • Caucaia - Naumi Amorim e Vitor Valim (2º turno)
  • Cedro - Joãozinho de Titico (PDT)
  • Chaval - Sebastiãozinho (PDT)
  • Choró - Marcondes Jucá (PL)
  • Chorozinho - Dr. Júnior (PDT)
  • Coreaú - Edezio Sitonio (PDT)
  • Crateús - Marcelo Machado (Solidariedade)
  • Crato - Zé Ailton Brasil (PT)
  • Croatá - Ronilson Oliveira (MDB)
  • Cruz - Jonas Muniz (PSDB)
  • Deputado Irapuan Pinheiro - Gildecarlos (PDT
  • Ereré - Otoni Queiroz (PDT)
  • Eusébio - Dr. Acilon Gonçalves (PL)
  • Farias Brito - Deda (PDT)
  • Forquilha - Edinardo (PDT)
  • Fortaleza - Sarto Nogueira e Capitão Wagner (2º turno)
  • Fortim - Naselmo Ferreira (MDB)
  • Frecheirinha - Helton Luis (PDT)
  • General Sampaio - Chico Cordeiro (PDT)
  • Graça - Iraldice Mão Cheirosa (PDT)
  • Granja - Juliana Aldigueri (PDT)
  • Granjeiro - Chico Clementino (PSDB)
  • Groaíras - Adail Melo (PSB)
  • Guaiúba - Izabella Fernandes (PSB)
  • Guaraciaba do Norte - Adail Machado (MDB)
  • Guaramiranga - Roberlandia Ferreira (PDT)
  • Hidrolândia - Iris Martins (PDT)
  • Horizonte - Nezinho Farias (PDT)
  • Ibaretama - Elíria Queiroz (PSD)
  • Ibiapina - Marcão (PSB)
  • Ibicuitinga -  Franzé Carneiro (PDT)
  • Icapuí - Lacerda (PSD)
  • Icó - Laís Nunes (PDT)
  • Iguatu - Ednaldo Lavor (PSD)
  • Independência - Valdi Coutinho (PSD)
  • Ipaporanga - Amaro Pereira (PT)
  • Ipaumirim - Puica (PSD)
  • Ipu - Roberio Rufino (PC do B)
  • Ipueiras - Júnior do Titico (MDB)
  • Iracema - Celso Gomes (PT)
  • Irauçuba - Patrícia Barreto (PDT)
  • Itaiçaba - Frank Gomes (PDT)
  • Itaitinga - Paulo Cesar Feitosa (PL)
  • Itapajé - Dra. Gorete (PSD)
  • Itapipoca - Felipe Pinheiro (PT)
  • Itapiúna - Dário Coelho (MDB)
  • Itarema - Elizeu Monteiro (PDT)
  • Itatira - Zé Dival (PP)
  • Jaguaribara - Juju (PDT)
  • Jaguaribe - Alexandre de Zé Sérgio (PSD)
  • Jaguaretama Glairton Cunha (PP): 926 votos (ele era o único candidato)
  • Jaguaruana - Roberto da Viúva (PDT)
  • Jardim - Dr. Aniziario Costa (PSB)
  • Jati - Monica Mariano (PSD)
  • Jijoca de Jericoacoara - Lindbergh (PSD)
  • Juazeiro do Norte - Glêdson Bezerra (sub-judice) (Pode)
  • Jucás - Edsonriva (PDT)
  • Lavras da Mangabeira - Ronaldo da Madeireira (PSD)
  • Limoeiro do Norte - Dr. Zé Maria (PSB)
  • Madalena - Sônia Costa (MDB)
  • Maracanaú - Roberto Pessoa (PSDB)
  • Maranguape - Átila Câmara (Solidariedade)
  • Marco - Roger Aguiar (PDT)
  • Martinópole - James Bel (PP)
  • Massapê - Aline Albuquerque Lora (PP)
  • Mauriti - Junior (PT)
  • Meruoca - Herton (PT)
  • Milagres - Figueiredo (PDT)
  • Milhã - Alan Macêdo (PL): 5.152 votos
  • Miraíma - Ednardo Filho (PL)
  • Missão Velha - Dr. Washington (sub-judice) (MDB)
  • Mombaça - Orlando Filho (MDB)
  • Monsenhor Tabosa - Salomão (PDT)
  • Morada Nova - Wanderley Nogueira (PT)
  • Moraújo - Áquila (PDT)
  • Morrinhos - Jerônimo Bradão (PT)
  • Mucambo - Canarinho (PDT)
  • Mulungu - Robert Viana (PL)
  • Nova Olinda - Dr. Italo (PP)
  • Nova Russas - Giordanna Mano (PL)
  • Novo Oriente - Nenen Coelho (Solidariedade)
  • Ocara - Amalia (PP)
  • Orós - Zé Rubens (PSD)
  • Pacajus - Bruno Figueiredo (PDT)
  • Pacatuba - Carlomano Marques (MDB)
  • Pacoti - Dr. Marcos (PT)
  • Pacujá - Raimundo Filho (PDT)
  • Palhano - Dinho do Zé do Honório (PT)
  • Palmácia - Davi Campos (MDB)
  • Paracuru - Beim (PDT)
  • Paraipaba - Ariana Aquino (Republicanos) 
  • Parambu - Romulo Noronha (Solidariedade)
  • Paramoti - Telvânia Braz (MDB)
  • Pedra Branca - Gois (sub-judice) (PSD)
  • Penaforte - Dr. Rafael (MDB)
  • Pentecoste - João Bosco (PDT)
  • Pereiro - Estevam (PDT)
  • Pindoretama - Dedé (PL)
  • Piquet Carneiro - Bismarck (PDT)
  • Pires Ferreira - Dra. Lívia (PDT)
  • Poranga - Carlos Antonio (PT)
  • Porteiras - Fábio (PTB)
  • Potengi - Edson Veriato (Psol)
  • Potiretama - Luan Dantas (PP)
  • Quiterianópolis - Dra. Priscila Barreto (PSD)
  • Quixadá - Ricardo Silveira (PSD)
  • Quixelô - Adil Junior (PT)
  • Quixeramobim - Cirilo Pimenta (PDT)
  • Quixeré - Toinho do Banco (PT)
  • Redenção - Davi Benevides (PDT)
  • Reriutaba - Pedro Humberto (PSB)
  • Russas - Savio Gurgel (PDT)
  • Saboeiro - Marcondes Ferraz (PDT)
  • Salitre - Dodo de Neoclides (Pros)
  • Santana do Acaraú - Meu Deus (PL)
  • Santana do Cariri - Dr. Samuel (DEM)
  • Santa Quitéria - Braguinha (PSB)
  • São Benedito - Saul Maciel (PDT)
  • São Gonçalo do Amarante - Professor Marcelão (Pros)
  • São João do Jaguaribe - Raimundo César (PSD)
  • São Luís do Curu - Chico Abreu (PC do B)
  • Senador Pompeu - Maurício Pinheiro (PDT)
  • Senador Sá - Bel Junior (sub-judice) (PP)
  • Sobral - Ivo Gomes (PDT)
  • Solonópole - Ana Vládia (PSD)
  • Tabuleiro do Norte - Dr. Rildson (PP)
  • Tamboril - Marcelo Mota (PDT)
  • Tarrafas - Taiano (PDT)
  • Tauá - Patricia Aguiar (PSD)
  • Tejuçuoca - Britinho (PSD)
  • Tianguá - Dr. Luiz (PSD)
  • Trairi - Gustavo (PP)
  • Tururu - Hilzete Marim (PSDB)
  • Ubajara - Renê (PDT)
  • Umari - Sandro Rufino (PSD)
  • Umirim - Felipe Uchôa (PSD)
  • Uruburetama - Branco do Angelim (PT)
  • Uruoca - Kennedy Aquino (PDT)
  • Varjota - Elmo Monte (PDT)
  • Várzea Alegre - Zé Helder (MDB)
  • Viçosa do Ceará - Zé Firmino (sub-judice) (MDB)
 DIARIONORDESTE

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