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Dos 27 diretórios do MDB, 20 rechaçam Alckmin

Ao ensaiar uma tabelinha eleitoral entre o seu MDB e o PSDB de Geraldo Akckmin, Michel Temer deixou no ar uma dúvida à moda de Garrincha: combinou com os russos? Avisado sobre a má repercussão que a ideia tivera entre os “russos” do MDB, o Vicente Feola do Palácio do Planalto encomendou uma pesquisa interna. Constatou que 74% dos diretórios estaduais do partido rechaçam o apoio à candidatura presidencial de Alckmin. Repetindo: dos 27 diretórios da legenda nos Estados, 20 são contrários à aliança nacional com o PSDB.

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Ciro agora está na moda

CIRO

De repente, Ciro Gomes passou a encher a linguiça do noticiário eleitoral, por enquanto mais tripa do que carne. Tornou-se moda assim que o último "outsider" evaporou de vez. Entende-se.

Lula da Silva está condenado à cadeia em Curitiba; o PT está imóvel, em transe sebastianista, preso a um caudilhismo místico-judicial. Marina Silva (Rede) apenas de vez em quando manda cartas do exílio político em que se isolou.

Geraldo Alckmin (PSDB) faz política fractal, digamos, dando sempre a impressão de que joga parado. Não é bem assim, mas acaba por não render muita chacrinha.

Se algo se move ou assim parece, é Ciro Gomes (PDT).

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Ciro paz-e-guerra

Desde a redemocratização, alguns candidatos se notabilizaram por concorrer repetidas vezes à Presidência. Nomes como Lula, Eymael, Levy Fidelix, Enéas e José Maria de Almeida.

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T vai ao TSE para ter dublê de Lula em sabatina

O PT protocolou no Tribunal Superior Eleitoral, nesta quinta-feira, uma representação contra UOL, Folha e SBT. Nela, o partido pede ao tribunal uma decisão liminar que obrigue os três veículos de comunicação a incluir Lula, preso em Curitiba desde 7 de abril, num ciclo de sabatinas com presidenciáveis. Assina a peça a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional da legenda. O PT reconhece no documento que seu hipotético candidato enfrenta ''condições adversas que hoje impedem a locomoção”, eufemismo para cadeia. Mas alega que, como líder nas pesquisas, o preso tem o ''direito'' de ser representado na sabatina por um dublê, a ser indicado pelo partido.

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Steinbruch se filia ao PP e vira opção de vice de Ciro Gomes

Igor Gadelha e Sonia Racy, O Estado de S.Paulo

10 Maio 2018 | 00h07

BRASÍLIA - O empresário Benjamin Steinbruch, dono do grupo Vicunha Têxtil e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), se filiou ao PP. A filiação é parte de uma articulação para fazer do empresário uma opção de candidato a vice-presidente na chapa do ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT), de acordo com quatro fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast, sendo duas do PP, uma do PDT e outra do DEM.

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