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PT perde primeiro pedido de resposta contra Alckmin

Sonia Racy / O ESTADO DE SP

23 Agosto 2018 | 16h22

 
GERALDO ALCKMIN

GERALDO ALCKMIN. FOTO: GABRIELA BILO/ESTADÃO

 

PT perdeu na quarta-feira, no TSE, o primeiro pedido de resposta que fez contra o candidato tucano à presidência, Geraldo Alckmin.

O partido, sem representante no debate da RedeTV!, no dia 17, não gostou de declarações feitas pelo ex-governador paulista, no qual ele responsabilizou os petistas pelo “descontrole das contas públicas” e disse que gestões petistas no Planalto geraram “treze milhões de desempregados”, além de ter criado a necessidade de se aprovar a “PEC do Teto”.

 
 

A representação foi movida contra o candidato tucano e contra a RedeTV!. Ambos argumentaram que as declarações feitas durante o debate não ultrapassaram os limites da liberdade de expressão.

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Bolsonaro ultrapassa Lula no DF, e petista chega a 60% em PE, aponta Datafolha

João Pedro PitomboCarolina LinharesItalo Nogueira
SALVADOR , BELO HORIZONTE e RIO DE JANEIRO

Os números da corrida presidencial nos estados de São PauloRio de JaneiroMinas Gerais e Pernambuco, além do Distrito Federal, mostram disparidades regionais entre os principais candidatos, aponta pesquisa estimulada do Datafolhadivulgada nesta quarta-feira (22).

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —que nacionalmente tem 39% das intenções de voto—  chega a 60% em Pernambuco, sua terra natal.

No cenário em que ele não disputa, contudo, Marina Silva (Rede) é a principal herdeira dos votos lulistas em Pernambuco. A ex-ministra lidera entre os pernambucanos com 18% das intenções de voto, enquanto Fernando Haddad (PT) marca apenas 3%.

Também é em Pernambuco que Jair Bolsonaro (PSL) tem seu pior resultado entre as cinco unidades da federação pesquisadas, com 10% no cenário com Lula e 12% sem Lula.

Leia mais:Bolsonaro ultrapassa Lula no DF, e petista chega a 60% em PE, aponta Datafolha

Marina abre bloco de propaganda dos presidenciáveis em 1º de setembro

Rafael Moraes Moura, O Estado de S.Paulo

23 Agosto 2018 | 12h11

 

A candidata da Rede à Presidência da RepúblicaMarina Silva, vai abrir o bloco do horário eleitoral reservado aos candidatos ao Palácio do Planalto, definiu na manhã desta quinta-feira, 23, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O horário eleitoral começa no dia 31 de agosto, mas a propaganda partidária dos presidenciáveis no rádio e na televisão se inicia no sábado, 1º de setembro, esclareceu a Corte Eleitoral. 

Em audiência pública realizada nesta quinta-feira, foi sorteada a ordem do primeiro dia do programa eleitoral dos presidenciáveis. A definição da sequência de aparição dos candidatos no rádio e na televisão foi feita à moda antiga, como se fosse bingo, com o número de urna de cada candidato representando uma bolinha correspondente no sorteio.

Leia mais:Marina abre bloco de propaganda dos presidenciáveis em 1º de setembro

Meirelles doa R$ 20 milhões à sua campanha, e Alckmin recebe R$ 43,3 milhões do PSDB

BRASÍLIA - O candidato do MDB à Presidência, o ex-ministro Henrique Meirelles, já colocou R$ 20 milhões em recursos próprios à disposição de sua campanha. O candidato Geraldo Alckmin, por sua vez, já recebeu R$ 43,3 milhões de seu partido, o PSDB. Os dados estão no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que começou a atualizar os registros de doações e gastos dos candidatos.

 

LEIA: As entrevistas dos presidenciáveis ao GLOBO

 

A doação inicial de Meirelles era esperada pelos seus correligionários. Quando foi escolhido como candidato, o emedebista tinha sinalizado que bancaria sua própria campanha. Meirelles já declarou gasto de R$ 50 mil com Impulsionamento de Conteúdos em redes sociais. Os dados atualizados de Meirelles e Alckmin foram divulgados pelo site do jornal "O Estado de S.. Paulo" e confirmados pelo GLOBO.

Leia mais:Meirelles doa R$ 20 milhões à sua campanha, e Alckmin recebe R$ 43,3 milhões do PSDB  

Eleição expõe cansaço de materiais da política

A política vive um fenômeno que, em linguagem aeronáutica, seria chamado de cansaço de materiais. Quando isso acontece com os aviões, trocam-se os modelos velhos por novos. O Datafolha sinaliza que, na sucessão de 2018, a coisa não será tão simples. Jair Bolsonaro, um modelo 1964, cor verde-oliva, está com um pé no segundo turno. Fernando Haddad, modelo 2010, ano em que Lula abriu sua fábrica de postes, vai virando um potencial adversário.

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