Pesquisa Ibope em Minas Gerais: Anastasia, 24%; Pimentel, 14%
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (29) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Minas Gerais.
- Antônio Anastasia (PSDB): 24%
- Fernando Pimentel (PT): 14%
- João Batista Mares Guia (Rede): 3%
- Romeu Zema (Novo): 3%
- Dirlene Marques (PSOL): 2%
- Adalclever Lopes (MDB): 1%
- Alexandre Flach Domingues (PCO): 1%
- Claudiney Dulim (Avante): 0%
- Jordano Metalúrgico (PSTU): 0%
- Brancos/nulos: 32%
- Não sabem: 19%
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.
Leia mais:Pesquisa Ibope em Minas Gerais: Anastasia, 24%; Pimentel, 14%
Prometer mudança sem maioria é conversa fiada, diz Alckmin sobre centrão
O candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu sua aliança com o centrão, bloco formado por partidos com líderes investigados.
"Precisa ter maioria para fazer as mudanças de que o Brasil precisa. Quem prometer mudança sem construir maioria é conversa fiada. Ou vamos continuar nesse marasmo ou vamos fazer reforma", afirmou nesta quarta-feira (29), no Jornal Nacional.
Ele então prometeu fazer a reforma política como primeira medida do governo para reduzir o número de partidos, defendeu o voto facultativo e distrital.
Leia mais:Prometer mudança sem maioria é conversa fiada, diz Alckmin sobre centrão
TSE deve convocar extraordinária para sexta e pode julgar caso Lula antes do horário eleitoral
Rafael Moraes Moura/ BRASÍLIA/ O ESTADÃO
29 Agosto 2018 | 18h24
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá fazer uma sessão extraordinária na próxima sexta-feira (31), segundo o Broadcast Político apurou com quatro integrantes do tribunal. A sessão extraordinária de sexta-feira ocorrerá um dia depois do prazo final para o envio ao TSE da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado na Operação Lava Jato. O pedido do registro do petista é alvo de 16 contestações no tribunal, entre elas a impugnação formulada pelo Partido Novo.
Marina defende ajuda humanitária a venezuelanos que chegam ao Brasil
Camila Turtelli, O Estado de S.Paulo
29 Agosto 2018 | 18h14
BRASÍLIA - A candidata da Rede à Presidência da República nas eleições 2018, Marina Silva, disse que é preciso organizar um programa de ajuda humanitária aos venezuelanos que estão deixando seu país de origem. "A situação da Venezuela é dramática, pela perda da democracia e em relação ao sofrimento do seu povo", disse. "O governo brasileiro errou quando, por alinhamentos políticos, não fez prevalecer o ideal que nos deve orientar e nos deixou sem nenhuma ação política", falou, criticando a atuação dos governos em relação ao regime de Nicolás Maduro. "O Brasil tinha de liderar na América Latina o esforço diplomático para que a Venezuela não chegasse aonde chegou", afirmou.
Leia mais:Marina defende ajuda humanitária a venezuelanos que chegam ao Brasil
Jair Bolsonaro fez do JN sua ‘plataforma de tiro’
“A mesa é giratória, avisou William Bonner, recomendando a Jair Bolsonaro que ocupasse sua cadeira “com cuidado”. O capitão exonerou o anfitrião de suas preocupações: “Isso aqui tá parecendo uma plataforma de tiro de artilharia. Então, estou confortável aqui.” Elevado à categoria de mito por 22% do eleitorado, o imponderável carregava suas virtudes no coldre. Não tinha respostas a oferecer. Distribuiu rajadas. Mostrou que, bem treinado, adapta-se a qualquer cenário —ao Vietnã das redes sociais tanto quanto à trincheira da Rede Globo.
Bonner quis saber, por exemplo, como o entrevistado faria para combater a violência com “mais violência” sem ferir a “gente honesta e trabalhadora” que vive nas favelas brasileiras. Sem piscar e sem remorsos, Bolsonaro reiterou que o policial tem que ter licença para “ir com tudo para cima” dos bandidos. “…Se matar dez, 15 ou 20 —com dez ou 30 tiros cada um, ele tem que ser condecorado e não processado.”


